sábado, agosto 13, 2011

SUSAN BORDO, GAUTIER, PRUDHOMME, GEORGIA O'KEEFFE, MAILLOL, REDON, SOFIA LERCHE VIEIRA, A BAIANA DO PINA, SECRETÁRIA & LITERÓTICA

A arte da artista estadunidense Georgia O'Keeffe (1887-1986). Veja mais aqui.

LITERÓTICA: TERCEIRO POEMA DE AMOR PARA ELA –  Imagem: Torso de Georgia O'Keeffe (1918), by Alfred Steiglitz. - O terceiro poema pra ela é como o terreiro aquarela, tudo dela que faz comigo: a cobiça, os castigos, as explorações do umbigo, tudo que nela vem pra mim. Assim: ela me tira o sono, me larga em abandono. Rouba meu sossego, se fecha em segredo. Me prega uma peça, me faz de trepeça. Me torra a paciência, me larga na demência do coração a pedir clemência e ela embromando, nem aí. Tai, ela me dá nos nervos, chega eu me atrevo a cobrar atenção. Ah, não! Ela me faz de desvalido, aquele que foi vencido, caso sem solução. Mas que azarão! Ah, ela come meu juízo no meio duma chuva de granizo d´eu me lascar de montão. Que desolação! Sou fritado na sua frigideira, todo meu afeto é só brincadeira na sua cavilação. E me lasco de antemão porque sou resto de comida, a data preterida, maior sujeito broco. Ela me passa por troco, me larga por descarte, nem sirvo pra estandarte porque sou mala sem alça. Não tem a menor graça ser mercadoria sem nota, feito a caçola da Maricota, ou cotoco no osso mucumbu. Que azedo angu, d´eu pular numa perna só, de num saber desatar esse nó, sem frenagem na banguela. Tô me acabando feito panela num mata-burro que me empaco, com a moleta no sovaco, a bosta do cavalo do bandido. Nessa eu tô mesmo fudido, sem valer sequer um taco, verdadeiro cara de tabaco, feito papagaio de pirata ou vassoura atrás da porta. Ela nem desentorta e me deixa chutando lata, dando a cara à tapa, ruim que só arroz de terceira. Mas que moedeira, sou pra ela farinha de Araripina, do lixo a fedentina, inda mais carne de pescoço, liso sem tostão no bolso, jogado quem nem lavagem na pia, no castigo da água fria na latrina dá descarga, que nem mesmo a mãe do guarda vem pra me salvar. É de lascar! Sou atleta de regra três, o mais otário freguês, um juiz em campo minado, um refém sequestrado e com o ataque na banheira, com o vacilo da bobeira e a mão à palmatória. Isso é que é uma luta inglória, feito duplicata vencida, feito cata o chefe sem torcida, eita, trabalhão danado! Sou inquilino despejado sujeito mais sem noção de perder o camburão no pantim da malcriada. Pacutia incruada que no toitiço esfrega, é aí que o bicho pega, tiro logo nove horas, dou bafejo e tudo tora, ela fica então mansinha. Faz-se então toda tadinha, com a cara mais lisa, como a guerra fosse brisa, fiquei só no esculacho. Aí acendo o facho no pinguelo da priquita, dou um jeito que ela grita chega a baba a boca larga. Tomo logo a vanguarda e me aprumo na manzanza, no meio dessa bonança da menina dos seus olhos. É nela que eu me molho, quando o milagre opera, quando ela exaspera de pernas pro ar. Aí vou me arrumar, tirando ali todo proveito, de dar-se a todo respeito, nela até morrer de amar. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui.


DITOS & DESDITOSNo começo minha ideia é vaga. Só se torna visível por força do trabalho. Pensamento do escultor e pintor francês Aristide Maillol (1861-1944). Veja mais aqui.

ALGUÉM FALOU: A natureza também nos reclama para procurar os presentes que nos entregou, os meus tem-me conduzido ao mundo dos sonhos; eu tenho permitido que os tormentos da imaginação e as surpresas que aparecem sob a minha caneta fluam até mim; mas eu conduzi e orientei essas surpresas, de acordo com as leis artísticas, com o único proposito de usar um estimulo espontâneo para criar no espectador – na sua total dimensão e em todo o seu poder atrativo – a incerteza que se encontra no extremo final dos pensamentos. Pensamento do pintor e artista gráfico francês Odilon Redon (1840-1916). Veja maisaqui.

UNIVERSIDADE EM TEMPOS SOMBRIOS – [...] Uma passagem memorável de Bertold Brecht parece esclarecedora dos tempos que vivemos: "do rio se diz violento quando tudo arrasta. Mas não se dizem violentas das margens que o oprimem". Senão, como entender o atual momento político de ameaças à convivência democrática? Passadas as eleições, o clima de radicalismo e intolerância persiste. Conforme as circunstâncias e os atores se agravam. A despeito da resistência das instituições, um evidente esgarçamento do tecido social vai se explicitando. Estaremos de volta a tempos sombrios? Embora ainda seja cedo para afirmar, o discurso de alguns dos eleitos não é promissor. Mais que isto, é secundado por outros protagonistas em cena. Como explicar gestos e atos recentes de violência? Como aceitar a agressão e o inconcebível assassinato de cidadãos em nome de meras diferenças de opinião? Como compreender a crítica contundente à imprensa esclarecida? Em um País de curta memória, não é demais lembrar. A redemocratização na década de 80 do século XX foi marcada pela luta política de gerações de brasileiros, culminando com a promulgação da Constituição Federal de 1988. Mesmo tendo sofrido inúmeras emendas durante o período que nos separa daquele momento histórico de esperança, a Constituição tem representado a bússola orientadora de princípios e direitos inalienáveis a um estado democrático. Importante observar nesse contexto, que "as universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial" (CF, Art. 207). O consagrado princípio da autonomia inclui a livre manifestação de ideias, sem a qual a pluralidade do pensamento, essencial à construção e difusão do saber, corre risco. Invasões às universidades representam uma violência material e simbólica inaceitável. Todo e qualquer patrulhamento ideológico a professores e estudantes, independentemente de suas posições políticas, deve ser rechaçado. A democracia é valor universal que não pode ser suplantado pelo império do arbítrio. [...]. É preciso construir novos vínculos com a sociedade e com os alunos que aqui estão hoje, até porque se não contamos com a colaboração dos quer passam, nós como estudantes, qualquer outra forma de apoio será ainda mais fortuita. Para tanto, precisamos insistir na Universidade como um espaço de convivência desportiva – aqui e agora – mesmo que as condições de sobrevivência sejam ameaçadoras, o espaço livre da Universidade deve ser ocupado e dar lugar a troca de experiência entre os de dentro e os de fora. Muito há o que se fazer nessa matéria [....]. Trechos extraídos de Universidade Federal em tempos sombrios (Papirus/CEDES/ANDE/ANPED, 1992), da professora e pesquisadora Sofia Lerche Vieira. Veja mais aqui, aqui & aqui.

DE ANTES ATÉ HOJE – [...] Meu uso da teoria de desenvolvimento está centrado, não na diferença de gênero, mas em categorias mais gerais — individualidade, ansiedade de separação, permanência do objeto — na tentativa de explorar sua relevância para mudanças existenciais e epistemológicas ocorridas a partir da dissolução do orgânico e finito universo maternal da Idade Média e Renascença. É importante notar que o self separado, consciente de si mesmo e de sua própria distinção de um mundo exterior, nasceu na era cartesiana. É um nascimento psicológico — de “interioridade”, de “subjetividade”, de “localização” no tempo e no espaço — gerando novas ansiedades e, também, novas estratégias para manter o equilíbrio num mundo totalmente mudado e estranho. [...]. Trechos extraídos de A fuga para a objetividade: ensaios sobre cartesianismo e
Cultura (
Suny Press, 1987), da escritora estadunidense Susan Bordo.

A MORTA AMOROSA – [...] Um minuto depois, abri de novo os olhos, porque através dos cílios eu a via brilhando com todas as cores do prisma, numa penumbra púrpura como quando se olha o sol. [...] Oh! Como era bela! Os maiores pintores que, perseguindo no céu a beleza ideal, produziram na terra o divino retrato da Madona, nem sequer se aproximam dessa fabulosa realidade. Nem os versos do poeta, nem a paleta do pintor conseguiram dar a mínima idéia. Era bem alta, com uma figura e um porte de deusa; os cabelos, de um louro suave, separavam-se no alto da cabeça caindo sobre as têmporas como duas ondas douradas; parecia uma rainha com o seu diadema. A testa, de uma brancura azulada e transparente, estendia-se larga e serena sobre o arco das sobrancelhas quase castanhas, singularidade que aumentava ainda mais o efeito das pupilas verdes cor de mar, de uma vivacidade e de um brilho insustentáveis. Que olhos! Com uma cintilação decidem o destino de um homem. Eram de uma limpidez, de um ardor, de uma umidade brilhante que jamais vi em um olho humano; deles saíam raios semelhantes a flechas, que sentia distintamente tocarem o meu coração. Não sei se a chama que os iluminava vinha do céu ou do inferno, mas certamente vinha de um ou do outro. Essa mulher era um anjo ou demônio, possivelmente as duas coisas; certamente não saíra do flanco de Eva, a mãe comum. Dentes perfeitamente brancos cintilavam no seu sorriso vermelho e pequenas covinhas desenhavam-se a cada inflexão de sua boca no adorável cetim rosado das faces. Quanto ao nariz, era de uma delicadeza e de uma altivez real, revelando uma nobre origem. Ágatas brincavam sobre a pele lisa e lustrosa dos ombros semidescobertos, e duas fileiras de grandes pérolas rosadas, de um tom quase idêntico ao de seu pescoço, desciam-lhe sobre o peito. De vez em quando, erguia a cabeça num movimento ondulante de cobra ou de pavão que se empertiga, imprimindo um ligeiro frisson ao peitilho bordado que lhe rodeava o colo como um tecido de prata. [...] Usava um vestido de veludo nacarado e das largas mangas bordadas de arminho saíam duas mãos nobres, infinitamente delicadas, de dedos longos e roliços, e de uma transparência tão ideal que a luz penetrava por eles, como através dos dedos da Aurora. [...] Todos estes detalhes estão, para mim, tão vivos como se datassem de ontem e, embora me sentisse muito perturbado, nada me escapava: a menor nuance, o pequeno sinal negro no canto do queixo, a penugem imperceptível na comissura dos lábios, o aveludado da fronte, a sombra trêmula dos cílios sobre as faces, eu percebia tudo com uma lucidez espantosa. [...] À medida que a olhava, sentia que se abriam diante de mim portas até então fechadas; saídas obstruídas apontavam para todos os sentidos e deixavam entrever perspectivas desconhecidas; a vida me aparecia sob um aspecto completamente diferente: acabava de nascer de novo. Uma angústia terrível instalou-se no meu coração; cada minuto que passava me parecia um segundo e, ao mesmo tempo, um século. No entanto, a cerimônia continuava a acontecer, afastando-me para bem longe do mundo cuja entrada meus recentes desejos fustigavam furiosamente. Disse sim, quando queria dizer não, enquanto tudo em mim se revoltava e protestava contra a violência que minha língua fazia a minha alma: sem que eu quisesse, uma força oculta arrancava-me as palavras da garganta. É isso, talvez, que faz com que, de tantas jovens que caminham para o altar com a firme resolução de recusar o esposo que lhes é imposto, nenhuma execute o seu projeto. É também essa a razão por que tantas e infelizes noviças tornam o véu, apesar de firmemente decididas a rasgá-lo no momento de pronunciarem os votos. Ninguém ousa causar tal escândalo diante de todos, nem frustrar a expectativa de tantas pessoas; todas essas vontades, todos esses olhares parecem pesar sobre nós como uma chapa de chumbo; e, depois, tudo está tão bem organizado, tão bem previsto, de um modo tão claramente irrevogável, que o pensamento cede curvando-se completamente diante do peso do ato. [...] O olhar da bela desconhecida mudava de expressão à medida que a cerimônia avançava. Terno e carinhoso de início, tomou um ar de desdém e de descontentamento, como por não ter sido compreendido. [...] Fiz um esforço enorme, suficiente para deslocar uma montanha, e quis gritar que não queria ser padre; mas não consegui. A língua ficou presa no céu da boca, foi impossível traduzir a minha vontade através do menor movimento negativo. Apesar de acordado, estava num estado semelhante ao de um pesadelo, quando se quer gritar uma palavra da qual depende nossa vida e não se consegue. [...] Ela pareceu sensível ao martírio pelo qual eu passava e, como que para me encorajar, lançou-me um olhar cheio de divinas promessas. Seus olhos eram um poema, do qual cada olhar formava um canto. [...] Ela me dizia: [...] "Se me quiser, eu o farei mais feliz do que o próprio Deus no seu Paraíso; os anjos o invejarão. Rasgue esse sudário fúnebre onde vai se sepultar; eu sou a beleza, a juventude, a vida; vem, nós seremos o amor. O que poderia oferecer Jeová como recompensa? Nossa existência decorrerá como um sonho e será apenas um eterno beijo. [...] Trechos do conto do jornalista, escritor, dramaturgo e critico literário francês Pierre Jules Théophile Gautier (1811-1872), extraído da obra Contos fantásticos: o fantástico visionário e o fantástico cotidiano (Companhia das Letras, 2004), organizado por Ítalo Calvino. Veja mais aqui.

EM LOUVOR DA CIÊNCIA - Arde o sol, mergulhado em tédio suntuoso, / no deserto do céu. Sob os raios fecundos / que ele esparge e recolhe – eterno, silencioso - nota, solene, ao longe, o cortejo dos mundos. / Do abismo no cairel suspenso ele aparece: / não deve a fogo alheio o seu calor amigo; / e o seu olhar não sobe, e o seu olhar não desce, / porém tudo se doura ao seu rigor antigo. / Flamejante da sua esplêndida riqueza, / ele é pai dos trigais e avô das gerações; / mas não se lhe povoa a imensa redondeza / dum rebanho voraz de túrbidas nações. / Entre os globos sem luz que ele esclarece e guia / na escuridão tornada em turquesina estância, / a Terra, em seu volver, o segue dia a dia / e busca-lhe a caricia a léguas de distância. / Gira o eixo a vibrar. À luz ele oferece / a espessura soberba e a superfície viva / e as campinas e o mar e tudo o que floresce / tinge-se do rubor da aurora alternativa / Mas na terra natal cativo e prisioneiro / ora surge da treva, ora se imerge o homem/ quando vêm uns gozar do fulgido luzeiro / os outros no livor das tendências somem. / Os helenos fitando a gloria do nascente / com os olhos juvenis e a vista radiosa, / bradavam: “Salve, ó deus, cuja quadriga ardente / pisa com pés de prata o Olimpo cor-de-rosa! / Hoje bradamos nós: “Salve! Luz infinita! / Des templo e sacerdote! ó grande Todo! Prendes / o ser humano à terra, e a terra, que ele habita, / ao Sol, e cada ser ao ser em que resplendes. / Cairam para nós os cândidos refolhos / onde erravam do mundo as loucas fantasias, / a ciência venceu as ilusões dos olhos / e o homem já tem aspirações vazias. / O céu fez confissão dos erros seculares / e quando o gênio humano o sujeito à prova / mais firme ele ficou perdendo os seus pilares / e o mundo enfim reveste uma beleza nova. Poema do poeta francês Sully Prudhomme (1839-1907).

A BAIANA DO PINA – [...] Uma mulher negra de nome Maria Fortunata, mudara-se de Jaboatão para o bairro; onde estabeleceu seu terreiro na virada do século. Grande parte da população afrodescendente consolidou sua organização em torno dessa liderança do Xangô, sempre disfarçando com o catolicismo sua identidade religiosa, mantendo viva a tradição cultural. [...] Desde o inicio da colonização, havia em Pernambuco repressão às religiões afrodescendentes. [...] No período da república, conhecido como Estado Novo se impôs a maior censura, reprimindo os cultos. [...] Maria Fortunata havia deixado seus Filhos de Santo espalhados pelo bairro [...]. Trechos da obra História do Pina (FCCR, 2008), do pesquisador e arte-educador Oswaldo Pereira.


REDAÇÃO DO TATARITARITATÁ (acima a foto do meu escritório, hehehehe!)– Gentamiga, sempre tive um relacionamento profissional com as secretárias que transitaram por onde trabalhei (elas que o digam, são testemunhas indefectíveis). Verdade seja dita: elas sempre tiveram muito trabalho comigo, ô lavagem de roupa braba queeu sempre fui. Mas sempre tratei com respeito, cordialidade e gentileza.




Só algumas vezes – não tão algumas assim, no desconto -, que eu chegava de braguilha virada, depois de ter pisado em rastro de corno e com o gosto de chapéu velho na boca pela ressaca, quando eu quizilento saía do sério, nada além de rabugento chato de galocha, caga-raio comedido, nada além mesmo de um ríspido perdoável. Somente isso em dias depois de uma noite esborrando o tampo nas viradas de copos. Afora isso, nada fora do compreensível.




Nos últimos anos - por salvação da periclitante ausência de oportunidades por causa das vacas magras, a famosa contenção de despesa -, desenvolvi minhas mil-e-uma utilidades trabalhistas assim: eu peniqueira de mim mesmo, eu mesmo esculacho de patrão, eu informal empregado, eu faz-tudo. O verdadeiro bloco do eu sozinho e meu umbigo. Ufa! Trampo dos brabos mesmo.






Ultimamente - não que as vacas engordaram, nada disso, estão só pelanca, coitadas, morre-mas-num-morre. Eis que apareceu um bocado de tarefa do pencó empenar e quase me deixar doido de pedra de tão tolhido de afazeres. Vixe! Daí, passei a precisar duma secretária.




Sacudi um anúncio: precisa-se- de secretária! Só isso. Assim mesmo. Tácito no recado. Para minha surpresa, apareceram uns currículos estranhos, coisa da baba escorrer pelo canto da boca. O primeiro currículo que eu abri tomei um susto!










Oxe! Resolvi logo sair abrindo os currículos, qual não foi minha surpresa.










Aí chegou a hora da entrevista. A primeira convocada invadiu meu escritório e mandou ver.




Fiquei atordoado e resolvi abrir a janela para tomar ar puro. Minha supresa foi maior: na frente do escritório um festival acontecia.




Aí dei duro, queria resolver logo e não dei mole.




Foi quando uma moça entrou e me entregou a seguinte correspondência:

Hestimado Ceñor Luiz Alberto Machado:

Quiero candidatarme pra el lugar de cecretária para la jerensia que bi en el diário. Yo tecleo muy rapidó solo con un dedo y ago cálculos muy vien.
Creo que soy hutil hatendiendo el te lefono, a pezar de no tener mucho estúdio.
Mi salario esta abierto para discucion para que usté puéa ber cuanto me puede pagar y lo que usté crea que meresco.
No termine el colejio pero halgo halgo me recuerdo de sumas y rrestas, tanvien del dictongo y esas cosas.
Tengo condisiones de comensar himediatamente. Muchas grasias por su atension. porqui ya cumpli 17, toy solita y nesesito trabajar.
cinseramente,
Catia Yoselin Machuca Huentelao
PD: Como mi currículo er muy Chico, anecso mi foto
.




Danou-se! Era carga da muita pro coitadinho do meu carro-de-mão. O que você acha que eu fiz? Com essa bronca irresolvível, pensei melhor. E atinei, oxente. Preciso de mais tempo para escolher. E embromei solicitando que todo dia uma delas apareça para que eu possa, uma a uma, avaliar rígida, formal, diligente e detidamente todas as competências, habilidades e perfil ideal para exercer tão importante cargo na minha miudíssima empresa. Posso ser besta, mas não sou burro de entregar de mão beijada, assim. Afinal, viva que Deus é brasileiro, né? Se tá chovendo no meu roçado, sinal que terei uma boa colheita. Agora se roa de inveja e vamos aprumar a conversa & tataritaritatá!


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