terça-feira, março 18, 2008

CORTÁZAR, ANTÓNIO NOBRE, GRAMSCI, MESTRE ECKHART, ALAN WATTS, GILBERTO MENDONÇA TELLES, CHABAS, PSICOLOGIA, GESTÃO DO CONHECIMENTO & DORO


 
A arte do pintor e ilustrador francês Paul-Emile Chabas (1860-1937)

DORO: NO FUZUÊ DA MUNHECA - Doro não toma jeito. Indagora saiu com uma das suas. Todo serelepe manifestou seu injuriamento com a sogra, fulo com a imprevidência das leis de combate ao porte ilegal de armas. Peraí, cá prá nós: o que será que tem a ver uma coisa com a outra? Nossa, não entendi exatamente o que ele queria dizer com essa relação entre armas e sogra. Coisas do Doro, mesmo. Melhor deixar barato. Mas o lero foi daqueles bem rebuscado. Dava para buscar nos corrupios da idéia dele os tempos remotos, desde quando o hominídeo apareceu primeiro com uma maça, aquela peça pesada de madeira, ou com arcada de animal, pronto para lascar o primeiro que desse num confronto. Depois, veio o bastão. Em seguida, a acha e, daí, machados de pedra lascada, armas líticas e de ferro, arcos, lanças, adagas, aríetes, gruas, catapultas, espadas, punhais, trabucos, arcabuzes, canhões, bombas, granadas, minas e mísseis, tudo para remontar o arsenal de arenga a que o ser humano consegue sempre se fazer maiúsculo num arranca-rabo da peste! - Isso tudo, mai a minha sogra!! -, vociferou ele sem se conter. - Não entendi, Doro.... - Ih! Esse é broco mesmo! Espie: lei a gente tem que só a porra mas o povo num dêxa de si istranhar! Certo? - É, parece que é.... - Tumbém, inquanto houvé puliça e otoridade corrupta, o negóço num vai tê jeito que dê!!!! Falta mermo é vergonha na cara do povo! Nossa, o Doro estava mesmo fulo da vida. Tentei contornar, mas, besteira minha, fui atiçar fogo com vara curta e já podia adivinhar que lá vinha toleima danada. - Pode um negóço desses? -, perguntava com boçalidade enquanto eu não conseguia esconder meu desconforto mediante sua irritadiça gritaria. - Mas Doro, o Congresso Nacional agora está votando uma lei contra o uso ilegal de armas... -, tentei aprumar a conversa na minha atrevida ingenuidade. Tataritaritatá! - Tais brincano? E tu acredita nisso, é? Quem qui manda no mundo a não ser dinhêro e arma? - É... - A vida num vale nada!!!! - Eita! - Num tô dizeno: a vida num vale um tustão furado!!!! - Mas Doro... - Num tem mais nem menos Doro, tem é que amolá a munheca no maluvido dos qui num quéri tomá jeito mermo! - Então você é a favor desses tráficos, todo mundo com revólver no quarto, arrotando homência e valentia, matando tudo uns aos outros, é? - Num sô a favor de nada. Mas, ói, a quizília é da natureza humana. Todo mundo gosta de um bafafá, dum cerca-Lourenço, dum angu azedo, tudo para não perdê o prazo de validade dos estrupícios nem para deixá a coisa ficá morna sem peitica! - Quer dizer que, a seu ver, a paz é uma utopia? - Craro! Todo mundo só veve ofendido um co outro? - Eu mesmo faço parte do mundo e não vivo de litígios, Doro... - Há! Então me arresponda: tem nicissidadi de um Zé-borná quaiqué tá brigano pro causa de honra com cabôco qui apareça? Prá que inxeste acordo? - É, sei não... - Pru qui é qui todo dia omenta mais os ibope do pograma de sangui? - Porque.... - Pro que o povo gosta de ver o circo pegando fogo! - Não entendi... - O povo gosta de espetáclo, sabia? Por um acauso, pruqui é que se nasci rixa? - Desentendimentos, muitas vezes, de somenos importância... - S´a genti fô averiguá o motivo de todo renhimento vai dá no quê? - Muitas vezes interesses, intrigas, fuxicos, coisas de pouca monta... - Ranzizice mesmo!!! Por isso, todo nó só aparece quando aiguém qué dá! - Não sei se isso serve como regra geral.... - Entonse, me diga: s´a lembra daquelas época do povo todo numa arena enquanto os condenados pateta enfretava leões famintos? A mesma coisa! Quanto maió o salseiro mai o povo gosta!!! - Mas, Doro... - Arrepare bem, quem é o desinfeliz-das-costas-ocas que se livra na vida de uma paulada boa no toitiço? A gente nasce, apanha prá chorá logo quano rebenta; adispois, a gente cresce e só leva beliscão prá aprendê o que é certo e o que é errado; fica maior, home-feito, se abestalha, casa e se dana tudo! A gente gosta do furunfado numa priquita boa, tem coisa meió no mundo? Mulé é a mió e pió coisa que inxeste!!!! De mió, só a putaria, a sacangem, eita! Bicho bão. Mas, pro otro lado, tem uma tá de sogra qui é a maior praga amulestada de todos o tempo de inxistênça humana, qui só servi para botar gosto ruim no nosso repasto. - Que é isso, Doro? - Verdade! Se você tivé uma sogra iguá qui nem a minha, vai sabê que sogra é a pior gangrena da face da terra! - Não diga isso.... - Verdade! Qué vê só como a minha tioria é verdadeira? - Não diga isso, rapaz.... - Digo, redigo e num desdigo: a minha sogra é cheia de pantim! É mais cricri qui quinhentas bombas pipocando juntas e ao mesmo tempo! Si num fosse a minha santa paciênça, já tiria mandado ela prá puta-que-a-pariu!!! Si ocê num sabe, ela tem parentesco ou com Sadham ou com Osama, porque vai gostá de ingrezia assim na casa dum cachipó da ponte! - Num diga isso! - É verdade! Isso é uma porqueira danada! -, reclamava ele com todos os arrudeios peculiares que costuma dar na idéia dos outros -, pode um negóço desses? Tanta lei na vida, meno uma para engaiolar sogra! Essa mulé é pió que tanque-de-guerra! Pior que tomarróqui!!! É um atraso de vida. Um dia invento uma frómula e ela desaparece de veizi da minha vida!!! Nem qui seja matando-la, disgraçada! - Mas Doro... - A minha sogra é um desse tal de porte inlegal de arma e ninguém toma providênça! - Rapaz... - Verdade! Inquanto a lei num toma conta de arribá essa mulé da minha vida, vou tratá-la só na lei da munheca. É maió fuzuê, bote trupé nisso! Ói o muque como tá, espie. Tudo prá ela. E tenho dito! Bem, como dessa conversa não vai sair mais nada que sirva, é melhor deixar o Doro falando sozinho com seus queixumes enquanto a gente vai vivendo a vida. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui.  


PENSAMENTO DO DIA - Não há maior obstáculo para a alma, quando ela quer conhecer a Deus, do que o tempo e o espaço. O tempo e o espaço, com efeito, não passam de partes, enquanto Deus é a unidade. Para que a alma possa conhecer a Deus, é preciso que ela o conheça além do tempo e do espaço, porque Deus não é nem isto nem aquilo, como estas coisas diversas. Deus é Unidade. Pensamento do teólogo, filósofo neoplatônico e místico Mestre Eckhart (1260-1320). Veja mais aqui.

ISTO SERÁ BRASIL? - [...] Somos um país de imigração e continuarem a ser refugio da humanidade por motivos geográficos e econômicos demasiadamente sabidos. [...] é de entre as bacias do Amazonas e do Prata que sairá a ‘quinta raça’, a ‘raça cósmica’, que realizará a concórdia universal, porque será filha das dores e das esperanças de toda a humanidade. Temos de construir essa grande nação, integrando na Pátria comum todas as nossas expressões históricas, étnicas, sociais, religiosas e política s. Pela força centrípeta do elemento tupi. [...] A descida dos tupis do planalto continental no rumo do Atlântico foi uma fatalidade histórica pré-cabralina, que preparou o ambiente para as entradas no sertão pelos aventureiros brancos desbravadores do oceano. [...] Os tupis desceram para ser absorvidos. Para se diluírem no sangue da gente nova. [...] Entretanto, é a única das raças que exerce subjetivamente sobre todas as outras a ação destruidora de traços caracterizantes; é a única que evita o florescimento de nacionalismos exóticos; é a raça transformadora das raças, e isso porque não declara guerra, porque não oferece a nenhuma das outras o elemento vitalizante da resistência. [...]. Trecho extraído da obra Nhengaçu Verde-Amerelo. Vanguarda européia e modernismo brasileiro (Vozes, 1972), do poeta, advogado e professor universitário de Teoria da Literatura e Literatura Brasileira, Gilberto Mendonça Telles. Veja mais aqui.

ROMANCE: REFLEXÕES LITERÁRIAS - [...] Todo romance é um monstro, um desses monstros que o homem aceita, alenta, mantém ao seu lado; mistura de heterogeneidades, grifo convertido em animal doméstico [...]. Toda narração alterna, imbricando-se inextricavelmente, uma linguagem poética, simbólica, produto intuitivo em que a palavra, a frase, a pausa e o silêncio transcendem a sua significação idiomática direta. [...]. Trecho extraído da Obra crítica (Civilização Brasileira, 1998), do escritor argentino de origem belga Julio Cortázar (1914-1984). Veja mais aqui.

CINCO POEMASSONETO: Meus dias de rapaz, de adolescente, / Abrem a boca a bocejar, sombrios: / Deslizam vagarosos, como os Rios, / Sucedem-se uns aos outros, igualmente. / Nunca desperto de manhã, contente. / Pálido sempre com os lábios frios, / Ora, desfiando os meus rosários pios... / Fora melhor dormir, eternamente! / Mas não ter eu aspirações vivazes, / E não ter como têm os mais rapazes, / Olhos boiados em sol, lábio vermelho! / Quero viver, eu sinto-o, mas não posso: / E não sei, sendo assim enquanto moço, / O que serei, então, depois de velho. VOU SOBRE O OCEANO: Vou sobre o Oceano (o luar, de doce, enleva!) / Por este mar de Glória, em plena paz. / Terra da Pátria somem-se na treva, / Águas de Portugal ficam, atrás. / Onde vou eu? Meu fado onde me leva? / António, onde vais tu, doido rapaz? / Não sei. Mas o Vapor, quando se eleva, / Lembra o meu coração, na ânsia em que jaz. / Ó Lusitânia que te vais à vela! / Adeus! que eu parto (rezarei por ela) / Na minha Nau Catrineta, adeus! / Paquete, meu Paquete, anda ligeiro, / Sobe depressa à gávea, Marinheiro, / E grita, França! pelo amor de Deus! / Teu coração dentro do meu descansa, / Teu coração, desde que lá entro: / E tem tão bom dormir essa criança! / Deitou-se, ali caiu, ali ficou. / Dorme, menino! dorme, dorme, dorme! / O que te importa o que no mundo vai? / Ao acordares desse sono enorme, / Tu julgarás que se passou num ai. / Dorme, criança! dorme sossegada / Teus sonhos brancos ainda por abrir: / Depois a morte não te custa nada, / Porque a ela habituaste-te a dormir... / Dorme, meu anjo! (a noite é tão comprida!) / Que doces sonhos tu não hás-de ter! / Depois, com o hábito de os ter na vida, / Continuarás depois de falecer... / Dorme, meu filho! Cheio de sossego, / Esquece-te de tudo e até de mim! / Depois... de olhos fechados, és um cego, / Tu nada vês, meu filho! e antes assim... / Dorme os teus sonhos, dorme, e não mos digas, / Dorme, filhinho, dorme «ó-ó...» / Dorme, minha alma canta-te cantigas, / Que ela é velhinha como a tua avó! / Nenhuma ama tem um pequenino / Tão bom, tão meigo; que feliz eu sou! / E tem tão bom dormir esse menino... / Deitou-se, ali caiu, ali ficou. / Vou sobre o oceano (o luar, de doce, enleva!) / Por este mar de glória, em plena paz. / Terras da Pátria somem-se na treva / Águas de Portugal ficam, atrás. / Onde vou eu? Meu fado onde me leva? / António, onde vais tu, doido rapaz? / Não sei. Mas o vapor, quando se eleva, / Lembra o meu coração, na ânsia em que jaz. / Ó Lusitânia que te vais à vela! / Adeus! que eu parto (rezarei por ela) / Na minha Nau Catarineta, adeus! / Paquete, meu paquete, anda ligeiro, / Sobe depressa à gávea, marinheiro, / E grita, França! pelo amor de Deus! ELEGIA: Ó virgens que passais, ao sol poente, / Pelas estradas ermas, a cantar: / Eu quero ouvir uma canção ardente / Que me recorde as afeições do lar. / Cantai-me, n´essa voz omnipotente, / O sol que tomba, aureolando o mar, / A fartura da seara reluzente, / O vinho, a graça, a formosura, o luar! / Cantai, cantai as límpidas cantigas! / Das ruínas do meu lar desenterrai / Todas aquelas ilusões antigas / Que eu vi morrer n- um sonho como um ai... / Ó suaves e frescas raparigas, / Adormecei-me n´essa voz... Cantai! O MEU CONDADO: No campo azul da alada fantasia / Edifiquei outr´ora, por meu mal, / Castelos de oiro, esmalte e pedraria, / Torres de lápis-lázuli e coral. / N´uma extensão de léguas, não havia / Quem possuísse outro domínio igual: / Tão belo, assim tão belo, parecia / O território de um senhor feudal... / Um dia (não sei quando, nem dei d´onde), / Um vento agreste de indiferença e spleen / Lançou por terra, ao pó que tudo esconde, / O meu condado — o meu condado, sim! / Porque eu já fui um poderoso conde, / N´aquela idade em que se é conde assim... SÉ DE PEDRA: Não reparaste nunca? Pela aldeia, / Nos fios telegráficos da estrada, / Cantam as aves, desde que o sol nada, / E, à noite, se faz sol a luz cheia... / No entanto, pelo arame que as tonteia, / Quanta tortura vai, n´uma ânsia alada! / O ministro que joga uma cartada, / Alma que, às vezes, d´além-mar anseia: / —Revolução — Inútil. — Cem feridos, / Setenta mortos. — Beijo9-te! — Perdidos! / —Enfim, feliz! —! — Desesperado. — Vem! / E as lindas aves, bem se importam elas! / Continuam cantando, tagarelas: / Assim, António, deves ser também. Poemas do poeta português António Nobre (1867—1900).

O HOMEM, A MULHER E A NATUREZA – O livro O homem, a mulher e a natureza, do filosofo e escritor britânico Alan W. Watts (1915-1973),aborda temas como o homem a natureza, o urbanismo, o paganismo, a ciência e a natureza, a arte do sentimento, o mundo como êxtase, o mundo sem sentido, o homem e a mulher, espiritualidade, sexualidade, amor sagrado e profano, consumação, entre outros interessantes assuntos. Fonte: WATTS, Alan W. O homem, a mulher e a natureza. Rio de Janeiro: Record, 1958. Veja mais aqui.

LITERATURA E VIDA NACIONAL – A obra Literatura e vida nacional, do filósofo, político e cientista político italiano Antonio Gramsci (1891-1937), aborda a arte e a cultura, a arte na luta por uma nova civilização, a arte educativa, critica literária, Croce, critérios de método, ser uma época, a expressão linguística da palavra escrita e falada e as demais artes, a língua e as linguagens, neolalismo, sinceridade ou espontaneidade e disciplina, literatura funcional, o racionalismo na arquitetura, as renuncias descritivas na Divina Comédia, o cego Tirésias, o teatro de Pirandello, o caráter não nacional-popular da literatura italiana, o melodrama, Goldoni, conteudistas e calígrafos, atitude do escritor em face do ambiente, romance e teatro popular, Brescianismo, literatura de guerra, Giovani Papini, os futuristas, arte católica, estudos da gramática, gramática histórica e gramática normativa, a língua de Dante, direito natural e folclore, os cantos populares, teatro inglês, teatro e cinema, Shakespeare, Oscar Wilde, os espetáculos no Teatro do Povo, Plauto, Turgueniev, entre outros importantes assuntos. Leia mais sobre o pensamento de Gramsci aqui. Fonte: GRAMSCI, Antonio. Literatura e vida nacional. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.

GESTÃO DO CONHECIMENTO – A obra Gestão do conhecimento: o grande desafio empresarial, de José Claudio Cyrineu Terra, trata de temas como a fábula sobre a criação e destruição do conhecimento, a organização, economia e competitividade baseada no conhecimento, criatividade, aprendizado e conhecimento tácito, relação com resultados empresariais no Brasil, sete dimensões da gestão do conhecimento, focos de ação relacionadas, impacto para a sociedade brasileira, estratégias, cultura e valores organizacionais, compartilhamento de conhecimento, entre outros. Fonte: TERRA, José Claudio. Gestão do conhecimento: o grande desafio empresarial. São Paulo: Negócio, 2001. Veja mais aqui.

PSICOLOGIA E PESQUISA – O livro Psicologia e pesquisa: perspectivas metodológicas, organizado por Helena Scarparo, aborda temas como a pesquisa e produção do conhecimento, autonomia e o uso do termo de consentimento em pesquisa, a pesquisa qualitativa e delineamentos possíveis, questão da amostragem, analise multivariada de dados, dimensões psicossociais da entrevista, utilização da metodologia dos grupos focais na pesquisa psicológica, fenomenologia e método fenomenológico, pesquisa histórica como ferramenta para conhecer a construção das ideias e as praticas em psicologia, analise de conteúdo na leitura e interpretação do discurso grupal, CAQDAS, programa QDA Miner e análise de textos de protestos, entre outros assuntos. Fonte: SCARPARO, Helena (Org.). Psicologia e pesquisa: perspectivas metodológicas. Porto Alegre: Sulina, 2008. Veja mais aqui e aqui.

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