segunda-feira, março 10, 2008

APRUMANDO A CONVERSA COM TOMÁS DE AQUINO E PADRE BIDIÃO


BIG SHIT BÔBRAS: ENROLADA DA VERA!
Gente, a maior roubada! Todo mundo caía de buticão azarando pra cima da generosidade corporal da Vera. Ela, sabida como sempre, indignada e cônscia dos seus apetrechos sedutores, aprontou uma pra turma do gagarejo no sobrado. Taí, ficou cheia das bufunfas e passou maior júlia nos apaideguado. Bem feito. Veja mais BIG SHIT BÔBRAS.



BIG SHIT BÔBRAS: PADRE BIDIÃO REAPARECE NUM OVNI EM ARARAQUARA
Extra! O padre Bidião reaparece nos céus de Araraquara em São Paulo, passeando de disco voador. Veja acima uma das imagens flagradas pelo Clube da Ufologia. E veja mais BIG SHIT BÔBRAS.

TENHO DITO:
Onde tem a cana-de-açúcar só quem é rico é o usineiro e mais ninguém & tataritaritatá!

FULERAGEM
A terra é redonda. E tem gente que ainda caga pelos quatro cantos do mundo, né? Hehehehehehehehehe! (In: A primavera de Ginsberg).

ISSO É BRASIL!!!!
Deu na imprensa: Evasão escolar cresce entre beneficiados do Bolsa-Família. Abandono de estudo aumenta na maioria das 200 cidades dependentes do programa. Em matéria assinada pela jornalista Lisandra Paraguassú, do Estadão, assinala que o mais importante programa social do governo Lula, o Bolsa-Família, atende hoje quase um quarto da população do País (45,8 milhões), mas não está conseguindo cumprir um de seus principais objetivos: fazer com que as crianças completem ao menos os oito anos do ensino fundamental. É mole ou quer mais? Também com uma educação dessa com escolas sucateadas e em petição de miséria, professores mal-remunerados, infra-estrtura esvaziada pela ação de larápios e toda a comunidade injuriada com seu papel, vai dar aonde mesmo, hem?

A CONFISSÃO DO POETA POPULAR CÍCERO SILVA
Tornei-me assassino, matei saudade, sentindo a bondade de um povo que é meu, revi minha terra onde fui menino e onde o meu destino comigo nasceu. Entrei na igreja de Nossa Senhora em tão boa hora me recomendei , tornei-me assassino matei a saudade, aí, em verdade, confesso: chorei. Revi Campo Grande, bairro de grandeza, vi Santa Tereza lá no seu altar fitando seus filhos com doce ternura como virgem pura sempre a perdoar. Vi meu Mundaú correndo sereno como que num aceno procurando o mar Murici moderno, Murici de outrora tens a toda hora muito pra mostrar



OS SETE PECADOS CAPITAIS DE TOMÁS DE AQUINO - No artigo “Os sete pecados capitais”, inserido na obra “Sobre o ensino (De magistro), Tomás de Aquino trata inicialmente dos vícios capitais, notadamente quantos e quais são esses vícios, a partir da derivação dos pecados pela supressão da graça, pelo fato de que um pecado causa outro a modo de inclinação, quando um pecado causa outro propiciando-lhe a matéria e quando um pecado causa outro quanto à finalidade. No caso do pecado originando o fim de um outro, considera ele o próprio sujeito que peca e, outro, decorrente das próprias características dos fins, considerando este último como “[...] articulado entre si de tal maneira que, em geral, dirigem-se a um mesmo fim: o engano que é o fim da fraude, dirige-se a acumular riquezas, que é o fim da avareza” (p.77). Considera o autor que o bem do homem é tríplice, de forma tal que se expressa através do bem da alma, bem do corpo e bem das coisas exteriores. O bem da alma, para o autor, é aquele imaginado, considerando a superioridade da honra e da glória. O bem do corpo, segundo o autor, diz respeito à conservação do indivíduo, quer dizer, o alimento na conservação da espécie. Este, por sua vez, volta-se para o bem das coisas exteriores. O primeiro pecado está expresso na soberba que, segundo Tomás de Aquino, é a rainha dos pecados e o pecado geral na difusão e no seu efeito, defendendo que a soberba “[...] é comum a todos os pecados e é chamada raiz e rainha de todos eles” (p. 81). A vaidade, segundo Tomás de Aquino, se expressa quando alguém se gloria em falso, quando é útil para a salvação do próximo, que, conhecendo o bem de alguém, edifica-se em imitá-lo e pode se dirigir ao bem do próprio homem que, ao considerar seus bens louvados por outros, dá graças e persiste neles mais firmemente. Desta forma, a vaidade “[...] é pecado [...] E pode haver tanto dos bens que se possuem como dos que não se possuem; tanto de bens espirituais como materiais” (p. 85). Nomeia, então, Tomás de Aquino, como filhas da vaidade a desobediência, a jactância, a hipocrisia, a contenda, a pertinácia, a discórdia e a presunção de novidades. Além disso confronta a vaidade com a virtude da magnanimidade, considerando que “[...] a glória é um certo efeito das honras e dos louvores, pois torna-se notável para outros quem é objeto de louvores ou de quaisquer reverências. E como a virtude da magnanimidade lida com a honra, lida também com a glória: como administrá-la reta e adequadamente. Daí que o desejá-las de modo inadequado opõe-se diretamente à magnanimidade” (p.88). A gravidade da inveja que, para Tomás de Aquino, é um pecado mortal é “[...] uma tristeza pela glória do outro, considerada como um certo mal, segue-se que, movido pela inveja, tenda a fazer coisas contra a ordem moral para atingir o próximo e, assim, a inveja é vício capital” (p. 92) e ele nomeia como filhas dela a murmuração, a detração, o ódio, a exultação pela adversidade e aflição pela prosperidade. A acídia é um pecado mal conhecido e, conforme Tomás de Aquino, “[...] é o tédio ou tristeza em relação aos bens interiores e aos bens do espírito” (p. 93). As suas filhas são o desespero, a pusilanimidade, o torpor, o rancor, a malícia e a divagação da mente. A ira, segundo Tomás de Aquino, “[...] é um movimento do apetite sensitivo e esse movimento por ser regulado pela razão e enquanto segue o juízo da razão, põe-se a serviço dela para sua pronta execução. E como a condição da natureza humana exige que o apetite sensitivo seja movido pela razão, é necessário afirmar, com os peripatéticos, que algumas iras são boas e virtuosas” (p. 98), sendo, pois, sempre má e suas filhas são a rixa, a perturbação da mente, os insultos, o calor, a indignação e a blasfêmia. A avareza é um defeito no que diz respeito a gastar dinheiro, um excesso no que diz respeito à sua busca e retenção e, enfim, um pecado específico que, segundo Tomás de Aquino, está ligada a uma desordenada ambição de dinheiro, sendo, pois, oposto de generosidade, tendo, pois, por filhas a traição, a fraude, a mentira, o perjúrio, a inquietude, a violência e a dureza de coração. A gula é um pecado capital pela falta de moderação e precisamente pela transgressão aos prazeres do comer e do beber, articulada com suas filhas, a imundície, o embotamento da inteligência, a alegria néscia, a loquacidade desvairada e a expansividade debochada. A luxúria é um vício capital, por isso, um pecado em virtude dos prazeres sexuais, tendo por filhas a cegueira da mente, a irreflexão, a inconstância, a precipitação, o amor de si, o ódio de Deus, o apego ao mundo e o desespero em relação ao mundo futuro. Desta forma, Tomás de Aquino enumera os pecados capitais como sendo a ira, a gula, a luxúria, a avareza, a acídia, a vaidade e a inveja, nomeando suas conseqüências como filhas oriundas de suas pecaminosas práticas e expressões, deixando claro que ao homem probo, reto, justo e moralmente de conduta ilibada abster-se de cometer tais práticas. REFERÊNCIAS: AQUINO, Tomás de. Sobre o ensino (de magistro) Os sete pecados capitais. São Paulo: Martins Fontes, 2001, p. 75-109.



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