segunda-feira, julho 21, 2008

ROGERS, EDUCAÇÃO, VOYEURISMO & OUTROS PAPOS TATARITARITATÁ!



RACIONALIDADE HUMANA - [...] Sinto pouca simpatia pela ideia bastante generalizada de que o homem é fundamentalmente irracional e que os seus impulsos, quando não controlados, levam à destruição de si e dos outros. O comportamento humano é extremamente racional, evoluindo com uma complexidade sutil e ordenada para os objetivos que o seu organismo se esforça por atingir. A tragédia, para muitos de nós, deriva do fato de as nossas defesas nos impedirem de surpreender essa racionalidade, de modo que estamos conscientemente a caminhar numa direção, quando organicamente seguimos outra. [...]. Trecho extraído da obra Liberdade para aprender (Interlivros, 1973), do psicólogo norte-americano Carl Rogers (1902-1987). Veja mais aqui, aqui e aqui.

EDUCAÇÃO & POLÍTICA - A educação é política. [...] No espírito dos fundadores da escola laica, laicidade não significa, portanto, neutralidade política. A escola laica se quer fundamentalmente republicana, em oposição às opções monárquicas da escola católica. Ela associa o engajamento republicano à recusa de toda intervenção nas querelas partidárias e eleitorais. Reivindicar a laicidade para apresentar a neutralidade política como fundamento da escola é esquecer a origem dessa escola. Ela só é neutra no quadro de uma concordância prévia a respeito de sua vocação republicana. [...] Tudo é política, pois a política constitui uma certa forma de totalização do conjunto das experiências vividas numa sociedade determinada. Eleições, uma greve, a aposta em corrida de cavalos, a seca, um jogo de futebol, uma bofetada, etc., todos esses acontecimentos tem uma significação política. [...] A saturação em política e as modalidades de politização, apesar de todos, direta ou indiretamente, terem implicações políticas. Não basta portanto afirmar que a educação é política. O verdadeiro problema é saber em que ela é política. [...]. Trechos extraídos da obra A mistificação pedagógica: realidades sociais e processos ideológicos na teoria da educação (Guanabara, 1986), do professor e filósofo da educação francês Bernard Charlot.

VOYEURISMO – Voyeurismo é o gesto de alguém excitar-se e sentir prazer em observar a nudez ou vislumbrar partes íntimas de outras pessoas. Trata-se de uma excitação natural para o voyeur, pela compulsão de sempre estar buscando olhar ou descobrir formas de ver um pouco da intimidade do corpo do outro. É uma fixação nesta prática, na qual perde o controle, programa-se para observar cenas sexuais e estar sempre se esforçando nesse sentido. O olhar pode ser discreto, escondido ou aberto, sem preocupar-se com que seu alvo esteja percebendo. A atração excessiva em olhar pode ser por fotografias, filmes, utilizando lentes para observação a distância, ou diretamente a olho nu, concentrando o olhar para determinadas partes do corpo, para a própria nudez ou atos sexuais. A ansiedade para olhar pode vir associada à pratica de masturbação. O adolescente de modo natural passa pela fase de sentir prazer em olhar cenas sexuais ou de nudez, porém é uma fase passageira que não caracteriza voyeurismo.

ZÉ BILOLA ACENDE O FACHO & TOMA NA TARRAQUETA
Com a tuia de cassações – a Justiça tarda, se vende, rasteja, queima o filme, mas num falha – e a eleição duma vereadora de Anadia, em Alagoas, com apenas 1 voto, oxente, o Zé Bilola tomou ânimo na campanha e agora engole uma corda da porra! Abriu o zoadeiro da campanha política e ele agora faz comício relâmpago em tudo que é canto, encampando as idéias do candidato Doro e das orientações insofismáveis do Padre Bidião.
Desta feita, Zé Bilola achou de arrotar imbróglios despauterados sacudidos ao léu, quando arreou a lenha num tanto de coisas que ao mesmo tempo elogiava, dando curvas na idéia dos 3 gatos pingados que escutavam sua loucura ideológica, quando achou por bem de nem sei quem, meter o bedelho inflamado num agiotão poderoso que andava querendo ser candidato a prefeito. Não deu outra. Uns 3 mal-encarados suspenderam suas vociferações, carregado o maluvido pelos cós da calça, pelas orelhas e pentelhos, até dar numa viela escura e malsinada.
Foi lá que os 3 parrudos arrearam as calças e mandaram que ele ficasse de 4.
Õxe, Zé esperneou, jurou por todos os santos a sua homência e que não abria o catimbofá dele para seu ninguém. Vixe!
Como ele não ia por bem, foi por mal. Os caras pegaram-no, botaram ele de cabeça pra baixo e arrancaram as calças dele. Quando estavam removendo a cueca encardida, subiu um fedor de bosta inaguentável.
- Eita cu fedorento!
Os recalcitrantes taparam as ventas e perguntaram o que era aquilo:
- A-rá! Ninguém come meu quiba não, viu? Eu nem lavo direito já me prevenindo disso! Sou macho e num abro pra seu ninguém. Quero ver quem tem coragem de encarar meu cu catingoso. Duvido!
Aí, os caras resolveram encarar a fedorência do intrépido assim mesmo: na marra. E quando foi na hora de enfiar a arupema da rudia no oiti-goroba dele, o cabra afrouxou-se todo e soltou um peido antigo daqueles de décadas passadas, a ponto de incensar tudo uns 4 quarteirões de dimensão. Vôte! Resultado: caíram desmaiados. Zé Bilola então se aproveitou e partiu com mais de mil e as calças nas mãos.

CURRICULUM PODRE: MAIOR FICHA SUJA!!!!!
Gente, essa eu não entendo não. Estão falando aí que andam cassando um bocado de político. Verdade. Os puladores de cerca, os traidores, os caboetas e os trambiqueiros, esses tomaram no papeiro e estão a ver navios. Mas num tô sabendo de nenhuma cassação por ficha suja. Alguém já viu? Além do mais, tô vendo candidato aí que tem uns 10 mil quilômetros de curriculum podre devendo até a alma à justiça e anda na maior gritando suas sandices nos carros-de-som e comícios sacais por ai. Pode? Vixe! Onde é que anda a justiça, hem?



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