sábado, junho 24, 2006

DORIS LESSING, MARIA MARTINS, JADE DA ROCHA, VIRGUNIE LEGEAY, DORO & OCTAVE TASSAERT.



AMOR, DE NOVO – No livro Amor, de novo (Planeta DeAgostini, 2003), da escritora britânica Doris Lessing (1919-2013) – ganhadora do prêmio Nobel de Literatura 2007 -, destaco o trecho: [...] Parece ser uma regra que aquilo que se condena nos outros acabe mais cedo ou mais tarde acontecendo com a gente e tendo de ser vivido. Forçada a comer o próprio vômito – sim, Sarah sabia disso muito bem. Em algum ponto do passado havia gravado mentalmente: evite condenar os outros, e cuide de si mesma. [...] estava inquieta, estava febril. Quanto a música a teria afetado assim, antes? Achava que nunca. Mas espere um pouco. Uma vez tinha escutado jazz, principalmente blues, dia e noite ao que parece, durante meses. Mas isso foi quando o marido morreu e a música alimentava sua melancolia. Mas não se lembrava... sim, primeiro tinha sido tomada pela dor, depois tinha escolhido a música adequada a seu estado. Agora era completamente. [...] Veja mais aqui e aqui. 




MARIA MARTINS – A escultora, desenhista, gravurista, pintora, escritora e musicista Maria Martins (1894-1973), iniciou-se na música e depois estudou pintura, passando à escultura na maturidade quando começou a trabalhar na França e no Japão, modelando terracota, mármore, cera perdida e trabalhando com madeira e bronze. Participou das Bienais de São Paulo de 1951 e 1955, quando apresentou a obra A soma dos nossos dias, destacando-se no exterior, a partir de 1941, com mostras em diversos países. Suas esculturas apresentam formas orgânicas, contorcidas, sensuais, que evocam culturas arcaicas, inspiradas em lendas e na natureza amazônica. Veja mais aqui.


TUDO FIZERA O AMOR – Tudo passou a ser dela até o de meu, entregue, apaixonado, e ela bem-vinda sempre disposta a me dar o que preciso além das vontades, além dos desejos de ser e estar, tudo fizera o amor e dela sensualmente o andar nos olhos deprecantes a fisgar meu sexo em revolução e pronto pras suas mãos acariciantes – a medida certa do meu prazer no tamanho exato entre as concavidades de ambas com seus aveludados alisados contornando toda espessura da rigidez às massagens e beijo no bico da glande, lábios em biquinho e a língua qual saliência a deslizar no topo da minha ereção para engoli-lo lenta e firmemente a me presentear as estrelas úmidas do céu da sua abóbada palatina repleta de tudo que se quer mais até conhecer a profundidade da garganta como quem toma por inteiro e sai devolvendo o meu sexo prateado com a sua saliva de todos os prazeres a me fazer o sabor de fruta boa chupada com fervor apaixonante até me levar por todos os recantos de sua carne nua saborosa e sou mais que possessivo por tê-la inteira com todas as matas e ela nefelibata de beijos às lambidas e não tenho mais nada que toda a vida que ela me dá porque tudo fizera o amor e eu amei, e amar. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui e aqui. 


LA FILLE DE NULLE PART – O drama de fantasia La fille de nulle part (A Garota de Lugar Nenhum, 2012), dirigido e roteirizado por Jean-Claude Brisseau, conta a história de um professor viúvo e aposentado que vive enclausurado em seu apartamento para escrever um livro. A sua solidão será quebrada quando uma jovem refugiada tem um problema na escadaria do prédio e se inicia uma cumplicidade entre eles. O destaque do filme é para atriz e escritora francesa Virginie Legeay. Veja mais aqui.

DORO FULO DA VIDA COM A REAL!!!!!
Num é que faz tempo que eu não via Doro tão inflamado de ira como encontrei nos últimos dias.  Pensei comigo: deve ele estar invocado com o rendimento abaixo da crítica da seleção brasileira.Ledo engano, não era mesmo. Ele esmurrava as paredes, dava cabeçadas de quase vê-lo com o quengo estuporado de tão caprichosa raiva. Estava, deveras, embrabecido mesmo, até que cheguei o mais próximo possível e tentei contornar a situação. Foi quando ele vociferou: - Puderosos cagam, melam tudo e ninguém fazi nada!!!Não entendi bem, quando ele amiudamente narrou:- Não é a premera veize que isso incorre. Toda veizi qui quero ir in Arapiraca, tenho raiva logo na rodoviára. Sabe o qui é? Compro a passage no guichê para a hora certa, 8 hora, e desço pra isperá. Dá 8, da 8 e 5, dá 8 e 15, 8 e 20 e nada do oinbu aparecê. Fico espiando os cara do DER e num fazem nada. Tento recramá mas ninguém me ouvi, só o pessoá acalangado que como eu só faizi bufá e mais nada. Aí fico injuriado quano quase 8 e meia chega o oinbu com um motorista todo fechadão que desce, fecha a porta e desaparece. Espia só, cumprei a passage para às 8 horas, já são quage 8:30 e já ajuntou o povo das duas idas, porque é de 30 em 30 minutos cada saída e nada do cara aparicê. O pió é que a gente nem sabe onde recramá pruquê os cara do DER nem ouvi o que a gente diz. Por isso fico sem sabê onde recramá isso e tô freiado mesmo com a Real Alagoas. Num tem concorrênça, por isso age desse jeito cum os cunsumidô. Si tivesse, era diferente. Mas eu me vingo, eu adiscubro onde a gente recrama e tem arresorvido esses probrema de disrespeito cumigo e cum todos que viajam pela Real Alagoas. Eita! E num é que o Doro está coberto de razão? Eu mesmo já passei por várias dessas em viagens tanto para São Miguel dos Campos como para Arapiraca. Vamos engrossar o caldo das reclamações no Atendimento ao Consumidor da Real Alagoas e, também, nos órgãos competentes de fiscalização. Vamos aprumar a conversa, tataritaritatá e vamos n´hexa! Veja mais aqui e  aqui.


SONHOS DE AMOR & BRINCANDO DE PRAZER – Entre os poemas da escritora e artista visual Jade da Rocha, recolhido do sítio JadeReflections – Poetry for the soul!, destaco inicialmente Sonhos de amor: Eu tenho espaço para amar, falar, / Ouvir, andar, sentir, pensar, / Compreender, pedir / Espaço para olhar em você e sonhar; / Sonhos de amor. / Eu tenho espaço de ser, querer, poder, / Dizer, sem hora marcada de chegar/ Nem dia de partir. / E poder te embalar com todo o calor da m’alma. / Eu só tenho tempo e espaço para você. Também o poema Brincando de Prazer: No meio da escuridão, / Você me aparece como um ladrão / Somente por um instante / e percebo que vem em um clarão; / Me puxando para uma outra dimensão / É dificil transcrever todo este sentimento / Sinto que vou cambaleando / E todos os personagens se afastando / Nesta noite calorosa / Fico cheia de dúvidas e ociosa. / Somente então percebo que estás me embalando / Ofegante e matreiro como um feiticeiro. / Me bate o vento; uma tormenta / Acordo assustada e sinto que voltei / p/este mundo de nada... / São meus sonhos prateados, fantasiados... / Eu e você brincando de prazer!!! Veja mais aqui.





Veja mais Serenar, Dinah Silveira de Queiroz, Peter Greenaway, Jacques Prévert, Agi Strauss, Gregório de Matos Guerra, Wong Kar-Wai, Elisete Retter, Validivar, Fernando de Azevedo, Paulo Santoro, Arieta Corrêa, Shirley Kwan & Lílian Pimentel aqui.


Também mais Darel Valença Lins, Luiz Melodia, Humberto Maturana & Francisco Varela, A Terra Oca & Lady Francisco aqui.
  
IMAGEM DO DIA
Imagens: as obras A Tentação de Santo Hilarion (1857) e The Jealous Cat, do pintor francês Octave Tassaert (1800 - 1874). Veja aqui.

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Recital Musical Tataritaritatá
Veja aqui.

RENDEIRA
Seu corpo em meu verso; sua carne, uma renda.
Seu desejo a oferenda no reino dos amplexos.
Ela tece o prazer, um filé, rendedê, sua língua no meu sexo.
(LAM)

 Veja mais aqui.

sexta-feira, maio 19, 2006

MATIZES, CLÍTIA, VILLA-LOBOS, CASCUDO, CAMÕES, EURÍPEDES, LA FONTAINE, INÊS DE CASTRO, WOODY ALLEN, PAULO CÉSAR SANDLES, COURBET, DORO & MUITO MAIS!!!



MATIZES – E soprasse forte o vento sul, ventania maior da paixão com matizes demais, nas mãos esponsais e felizes bem mais, mais! E a primeira brisa me ofertasse o que um coração mandasse e rendia uma emoção, desvão, novelo irrevelável no trajeto do querer. E na conta um desejo a mais, confessasse o amor contumaz em saliva pra língua que se escolher. E levitar, endoidecer, vou me guiar pelo prazer e no sereno que a noite me excitar, uma atrativa rede o amor me embalar pra dizer que é bom amar, me diga: na vida o quanto é bom se amar? Repita sempre com a voz do coração e diga o quanto é bom se amar. (Letra & música de Luiz Alberto Machado). Veja mais aqui e aqui. 

 Imagem: Female nude do artista plástico além Hans Hassenteufel (1887-1943).


Curtindo o álbum Céline Imbert interpreta Villa-Lobos: Ciclo de Doze Serestas (Fermata, 1987), da cantora lírica, psicóloga e psiquiatra comportamental, Celine Imbert. Veja mais aqui e aqui.

EPÍGRAFE – L’arbre tiet bom, le roseau plie, ou seja: antes vergar que partir, frase proverbial derivada da fábula O carvalho e o caniço, do poeta e fabulista francês Jean de La Fontaine (1621-1695), contando a história de que o carvalho zombava do caniço, que vergava ao menor sopro do vento. Mas vem uma tempestade violenta e, na sua fúria, desarraiga o frondoso carvalho, atirando-o ao chão, ao passo que o caniço continuou de pé porque vergava quanto era preciso. Veja mais aqui.


CLÍTIA – Imagem: Clítia (1873), de escultor estadunidense Hiram Powers (1805-1873) – A ninfa Clítia, na mitologia grega, é filha de Oceano e Tétis, que se apaixonou por Hélio que não lhe correspondeu. Por conta disso, ela começou a definhar e ficava durante todo o dia sentada no chão frio com sua tranças desatadas sob os ombros. Assim passaram-se os dias sem que ela comesse ou bebesse, alimentava-se apenas das próprias lágrimas. Durante o dia contemplava o Sol desde o nascente ao poente, era a única coisa que via e seu rosto estava sempre voltado para ele, já à noite, curvava-se para chorar. Isso aconteceu porque o deus Hélio ao se apaixonar por ela, logo em seguida abandonou-a ao conhecer outra mulher: Leucótoe. Para vingar-se, Clítia comentou tais relações ao pai de Leucótoe, e este trancou sua filha em uma torre escura para que não pudesse ver mais o deus. Hélio, então, cheio de ira, menosprezou Clítia e deixou-a só, mas ela não deixou de amá-lo e conquistá-lo de novo. Ao sentar-se a ninfa junto a um arroio, seus cabelos longos lhe caíam sobre suas costas e sobre seu rosto, como muitas gotas de água, puras e brilhantes. Esperou que o deus viesse acariciá-la novamente, mas depois do entardecer, quando a Noite se aproximava, o seu amado deus não apareceu. Ao invés, escondeu-se por detrás das nuvens, procurando ignorá-la. Depois de nove dias de espera, sob o céu nebuloso, passou a chorar intensamente; coberta de lágrimas, com as quais se alimentava, surgiu o gélido orvalho, que desde então haveria de refrescar as flores. Assim os deuses a converteram paulatinamente numa flor que até hoje, vive, girando em torno de si mesma, a buscar os raios do Sol: o heliotrópio, mais conhecido por girassol. Veja mais aqui.

O CARTESIANISMO CIENTÍFICO – No livro Fatos: a tragédia do conhecimento em psicanálise (Imago, 1989), do psiquiatra e psicanalista Paulo Cesar Sandler, encontro que: [...] Depois de Descartes, o nosso pensar acostumou-se à jaula tridimensional. Perdeu-se de vista o fato da tridimensionalidade não passar de um modelo de certos fatos do universo; e o modelo acabou substituindo aquilo que ele tinha o intuito de exprimir. Triste sina da ciência! Alçado ao altar de verdade, os modelos e teorias entronizam-se e alinam-se de sua finalidade precípua e têm um efeito inverso ao planejado – o mito de Babel demonstra ser verdadeiro. O modelo cartesiano tridimensional, de espaço/tempo, permite ao pesquisador locar objetos no espaço e no tempo, e acabou ganhando uma popularidade quase instantânea. O modelo cartesiano passou a ser encarado como um – e não como um modelo. [...] Localizar algo em um sistema cartesiano provê ao observador ilusões de agarrabilidade. Mas aí apareceram no mundo cientifico as observações microscópicas, Planck, Heisenberg, Einstein; [...] As predições voltam a não ser um assunto de cientistas: estão lentamente retornando ao seu domínio original, ou seja, o lugar onde vivem os profetas. [...] Veja mais aqui.

CAVALO-SEM-CABEÇA – No livro Geografia dos mitos brasileiros (Global, 1947), do historiador, antropólogo, advogado e jornalista Luís da Câmara Cascudo (1898-1986), encontro a lenda do Cavalo-sem-cabeça, muito fluente no centro-sul, sudeste e sul do país, conforme descrito: É uma réplica necessária à Mula-sem-cabeça, a Burrinha-de-padre, do nordeste brasileiro. Parece que o espeito popular atender, por antecipação, o reparo que o professor Basílio de Magalhães. Ao meu sentimento de justiça repugna que somente se fira com tão terrível fadário a frágil filha de Eva, deixando-se impune o seu tonsurado sedutor, forte, a mais do sexo, na sapiência de tudo quando há de telhas acima – céu, inferno, limbo e purgatório. O caval0-sem-cabeça é o padre que prevarica contra o mandamento da castidade sacerdotal. A escolha equina explicar-se-á pela associação de ideias com a forma bestial que encarna o cumplice nas horas de castigo. O Dr. João Barbosa de Faria, etnólogo da Comissão Rondon, disse-me ser o cavalo-sem-cabeça comum em Mato Grosso, especialmente em cidades. Cornélio Pires alune ao mito que ele parece ter recolhido na fronteira de Minas Gerais: - Esse... é bom nem se falar. Que Deus perdoe... diz-se que são os padres que andaram torcendo as mulheres dos outros. Veja mais aqui e aqui.

A QUE DEPOIS DE MORTA FOI RAINHA – Na estância CXVIII do canto terceiro de Os Lusíadas, do poeta lusitano, Luís Vaz de Camões (1524-1580), encontro os versos: O caso triste e digno de memória / que do sepulcro os homens desenterra / aconteceu da mísera e mesquinha / de que depois de morta foi raínha. Tais versos fazer referencia à forma em que foi nomeada D. Inês de Castro, a quem D. Pedro, o Cru, rei de Portugal, fez desenterrar e coroar como rainha, com todas as honras do cerimonial da corte. Sendo ele princípe, recursara-se a casar com uma princesa, por se ter ligado clandestinamente a D. Inês, linda espanhola que fora dama da rainha D. Constança, e que lhe dera vários filhos. Há também a expressão: Agora é tarde, Inês é morta. Veja mais aqui.

HÉCUBA – Em 2004, tive a oportunidade de assistir no Teatro Ruth Escobar, em São Paulo, à montagem da tragédia Hécuba, do poeta trágico grego Eurípedes (480-460aC), com direção de Esther Góes, que conta a história da rainha derrotada da cidade-estado posterior à queda de Troia, tendo de seguir para a Grecia como escrava. Outros desastres se abatem sobre ela, figura monumental, que decide reagir às perdas e fazer vingança. O destaque da peça ficou por com da atriz e diretora Esther Góes. Veja mais aqui, aqui e aqui.

IGUAL A TUDO NA VIDA – A comédia Igual a tudo na vida (Anything Else, 2003), estrelado e dirigido pelo diretor Woody Allen, conta a história de um aspirante a escritor, que vive em Nova York e se apaixona, à primeira vista, por uma jovem volúvel e excêntrica. Certa vez ele comentou com um motorista de táxi sobre questões existenciais da vida e o que ouviu o impressionou: eram "iguais a tudo na vida". Porém, ele descobre rapidamente que a vida com a imprevisível dela não é, em absoluto, igual a tudo na vida. Veja mais aqui e aqui.

IMAGEM DO DIA
Imagem: Young Woman Reading (1866-68), do pintor francês Gustave Courbet (1819-1877).
Veja aqui e aqui.


Veja mais Quando te vi, William Shakespeare, Asztalos Gyula, Francis Poulenc, Patrícia Petibon, Eduardo Giannetti, Marques Rebelo, Luzilá Gonçalves, Anatol Rosenfeld, Anésia Pinheiro Machado, Marcela Rafea, Franz von Bayros & Magda Zallio aqui.

E também mais Alexander Nikolayevich Scriabin, Cássia Kiss, Gustave Doré, Denise Georg, Mr. Bean, Zé Edu Camargo, Gabi Alves, Sonekka – Osmar Lazzarini & Márcia Poesia de Sá aqui.

TIRADAS DO DORO (Imagem do artista plástico Rollandry Silvério).- O Doro não se emenda mesmo e vez por outra ele tem umas saídas que são incrivelmente inquestionáveis quanto duvidosas.Assim, no de repente, como se fosse uma daquelas flatulências inesperadas, o cara sai com cada tirada – ou serão dedadas, enrabadas ou triscadas no oiti do senso comum e do mundo todo?Vixi! Pois então, uma delas foi ineivada, ele foi buscar na minha “A primavera de Ginsberg” e sapecou com a cara mais lisa: “A TERRA É REDONDA e a merda humana dá cagada nos quatro cantos do mundo”. Na batata, hem? Noutra ele aprumou a conversa e destemperou o verbo usando: “Pra quê tanta lei, meu Deus, se apesar da compulsoriedade jamais será cumprida!!”. E me plageando desse jeito, vou ter que processá-lo por apropriação indébita, não acha?Veja mais o Doro aqui.PS: Ah, o Tataritaritatá está semanalmente nas dicas do Alagoas em Tempo, nas bancas.



CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA


Recital Musical Tataritaritatá

Veja aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
REZERÓTICA
Eu ateu nela, assim seja
ela beija, fela, escuro breu
na mão dela sou deus.
(LAM)
A arte de Meimei Corrêa. Veja mais aqui.


 

GONÇAL MAYOS, MARINE PETROSSIAN, PÉTER NÁDAS & IRANDHIR SANTOS

  Imagem: Arrostar aporias , da série Caosmose & O poema nasce do visinvisível - Acervo ArtLAM .   Fábula dos embeiçados desavindos... ...