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segunda-feira, agosto 27, 2007

RICOEUR, GABRIELLE ALTHEN, BACON, GEORGE PÓLYA HAMILTON WERNECK, DIREITOS HUMANOS, ERATO, ÍSIS, PINDORAMA & SARDINHA



DE PINDORAMA À CARTA DE CAMINHA - Prest´enção! Dando prosseguimento ao aprazível e engalobador Festival, aos não sei mais que dias do ano da graça de mil e quinhentos e cipapau primeiro, a farra comendo no centro corria solta na maior farofada em Pindorama, ao som do verso de Virgílio que já havia virado sucesso na voz de Caetano Veloso, “Navegar é preciso, viver não é preciso”, quando lembraram lá pras tantas que já deviam ter informado à sua majetade el rei de Portugal da descoberta da grande ilha, a Ilha de Santa Cruz. Não, não era uma ilha, era a Terra dos Papagaios. Isso. Não, não era, era a terra d´além mar, do pau-brasil! Eita! Não, não era. Peraí, afinal o que porra que era? Arre égua! Fala sério, que droga é nove? Era, depois de todas as nomeações cavoucadas possíveis e sequer imagináveis no quengo deles, enfim, o Monte Pascoal na Terra de Vera Cruz, pronto. Isto porque até o nome Brasil, muita água ainda vai heraclitamente rolar e depois eu conto, nessa não, só na outra, tá? Definida então como Terra de Vera Cruz, Cabral revestido dos poderes de deidade corporificada mais sisuda e autorizada, afiando a lucidez antes que tomasse na tarraqueta, ordenou seu escrivão juramentado, oficial bastante nomeado, Pero Vaz de Caminha, que escrevesse em bom termo e forma apropriada à boa nova ao rei, lavrando a certidão de nascimento da terra descoberta. Ih! O negócio começou a feder. Tanto é que com cara de poucos amigos e daquela expressão sei não, o tal Caminha fulo mais injuriado que as intrigas do Joaquim com Manuel, ficou matutando o que dizer, quase fundindo a cuca já imaginando os maus bofes do rei cheio das perguntas: - Sim, mas tem o que? Lá ia letárgica e desmunhecadamente escrevendo – ai que preguiça boa! -, que a terra chã com grandes arvoredos, grandes em tudo, povoada por ingênuos índios todos uns pardos tanto avermelhados com seus arcos e setas, nus de corpo e alma, de bons rostos (ui!), bons narizes, bem feitos (ai!), sem nada cobrindo as vergonhas e nem aí (uiuiuiuiui!!!).... - Sim e o que mais? -, já se imaginava que era assim que o rei peiticava. E ele prosseguia escrevendo caprichosamente que havia moças gentis dos cabelos compridos e muito pretos e que, cá pra nós, suas vergonhas são tão altas, tão cerradinhas e tão limpinhas das cabeleiras, cheirosinhas, gostosinhas, que, ave!... ah, são todas tingidas de baixo a cima de uma tintura colorida e certo era tão bem feitas e tão redondas das vergonhas tão graciosas... ah, maior trupé pro juízo do cristão!!!! - Ah, tá, sim, sim. E o que mais? Enfim, o escrivão narrou para a majestade, trocando em miúdos dos mais trocados que porventura possa deixar como prova dos nove, a terra “em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo”. Que boquinha de praga, hem? Findo com um ponto final mais na marreta que na necessidade. Foi quando Américo Vespúcio depois de dar uma rasteira no Colonbo, meteu o bedelho tentando dar um outro ponto mais reticente na lenga-lenga: “Pelo visto, nessa terra não tem nada que se aproveite”. Ôxe, ele iria desistir da América do Norte por coisa mais absurda pras bandas de baixo? Tá doido é? Botou foi gosto ruim mesmo. Já deu para sentir, né? Foi quizília por anos e décadas. E como uma cagada nunca vem sozinha, os tolotes redundaram aos pipocos e a torto e a direito. Pois foi. Enquanto arengavam pra saber o que tinha e o que não havia em Pindorama, os lusitanos nem se tocaram que o Brasil já existia antes mesmo de ser descoberto por eles. U-huuuuu!!! Isso mesmo, pois já estava sacramentado em tombo juramentado pelo Papa Eugenio IV que assinara já em 1445, a bula confirmatória das doações feitas ao príncipe D. Henrique pelos reis D. Duarte e D. Afonso V, quanto à jurisdição espiritual das conquistas religiosa e militar em favor da Ordem de Cristo, cuja sede, na época da descoberta do Brasil, já estaria situada na cidade de Thomar. Confusão dos diabos. Eita, porra! Aí, lascou. Perdeu completamente a graça, né não? Nunca que eu imaginasse que uma coisa já fosse dada por nascida antes mesmo de ser conhecida. Ou acho que é como a cornagem ao postulante à peruca de touro, este sendo o último a saber do seu próprio uso, quando toda paróquia nem levava mais a sério de tão comum se tornara. Ou seja, para mim, no frigir dos ovos, era o começo da maior roubada. E a pagação de mico fica mais evidente quando vem a comprovação de que, na vera, a coisa já era nascida mesmo e também conhecida por todos, menos por eles. Fodeu Maria-preá! E o pior que era mesmo! Provam isso Alonso de Hojeda e Vicente Ianez Pinzon, bem como os maíres que já vasculhavam tudo na região. Verdade, os franceses já eram íntimos dos daqui. Eita, pau! E como falei no antes deste, fenícios, vikings, celtas, iberos, gauleses, bretões, anglos, saxões, francos, germanos, neerlandeses e o escambau fizeram, pintaram e bordaram por aqui muito antes dessa besteirice portuguesa virar essa zona toda. Também não deixam por mentira o fato da existência do Tratado de Tordesilhas assinado entre as coroas de Portugal e Espanha em 7 de junho de 1494, partilhando as terras do Novo Mundo recém descoberto, incluindo o Brasil. Pois bem, conversa vai, enrolança vem, para desembananar tudo, ficou certo que os portugas tomariam conta da terra de Pindorama e fim de papo. Mas a confusão não finda por ai. Verdade, a cagada prossegue e quem pagar pra ver, verá. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais Fecamepa aqui.


PENSAMENTO DO DIA – [...] No mundo do trabalho, é indispensável a capacidade de integração entre a razão, o afeto e a emoção, estimular a a função afetiva da educação para perceber e vivenciar as questões humanas com uma visão mais aberta. Com um relacionamento o mais interativo possível. Acreditar na força dessa tríade, numa integração permanente e contínua, é saber conviver, pois é isto que torna uma equipe sinérgica, capaz de fazer a soma das partes maior que o todo, de desenvolver uma ética adequada ao tempo de nossas vidas, e ser criativa, isto é, fazer mais com menos. [...] Trechos da obra O profissional do século XXI (Record, 2003), do pedagogo e professor Hamilton Werneck. Veja mais aqui.

ALGUÉM FALOULeia, não para contradizer nem para acreditar, mas para ponderar e considerar, o filósofo inglês Francis Bacon (1561-1626). Veja mais aqui e aqui.

ALGUÉM FALOU II – [...] a atribuição de uma ação a um agente parece mais uma sentença pela qual um juiz atribui a cada uma das partes em competição o que lhe pertence. [...]. Extraído da obra O si-mesmo como um outro (Papirus, 1991), do filósofo francês Paul Ricoeur (1913-2005). Veja mais aqui e aqui.

CIÊNCIA & SENSO COMUM – [...] Em ciência, como no senso comum, existe uma estreita relação entre ver com clareza e dizer com clareza. Quem não diz com clareza não está vendo com clareza. Dizer com clareza é a marca do entendimento, da compreensão. Enunciar com clareza o problema é indicar, antes de mais nada, de que partes ele se compõe. É a este procedimento que se dá o nome de análise. [...] deve tomar ciência de cada e todas as implicações da sua situação. Se possível, represente o problema de forma gráfica. O desenho revela relações que permanecem escondidas na escrita e na fala. É tolo tentar responder uma questão que você não entende. É triste ter de trabalhar para um fim que você não deseja. Coisas tristes e tolas como estas frequentemente acontecem, dentro e fora da escola, mas o professor deve evitar que ocorram na classe. O estudante deve entender o problema. Mas não basta que ele o entenda. É necessário que ele deseje sua solução. [...]. Trecho extraído da obra How to solve it: a new aspect of mathematical method (Doubleday, 1957), do professor e matemático húngaro George Pólya (1887-1985).


DECLARAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS - Artigo 1º - Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade. Artigo 2°  - Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação. Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autônomo ou sujeito a alguma limitação de soberania. Artigo 3° - Todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. Artigo 4° - Ninguém será mantido em escravatura ou em servidão; a escravatura e o trato dos escravos, sob todas as formas, são proibidos. Artigo 5° - Ninguém será submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes. [...]. Veja mais aqui e aqui.


ERATO - Presidia a poesia lírica. É alegre e folgaz, coroada de mirto e rosas. A mão direita segura uma lira e a esquerda um arco. Ao seu lado está um pequeno amor e, às vezes, pássaros beijam-se aos seus pés. Veja mais aqui.

DOIS POEMAS1 – Pousou sobre o tapete no centro do quarto / o tempo redondo como uma maçã / a estrela já havia perdido seu brilho / e nós plenamente nus no momento do beijo / apesar do nosso desejo de aplaudir / estávamos imóveis, os dois / o tempo sem braços nos habitava / a grande maçã pousada sobre o tapete / sem entrelaçamentos / o giz / o O tempo como um alargamento da pessoa. 2 – Eu decido, diz o artista, organizando seu reino sobre sua floresta de estacas enquanto que a invisível claridade, estrangeira e boa filha, espalha-se sorrindo sobre a tela, como se esperasse apenas a decisão de plantar esta improvável decoração ou sua liberdade pura. Viu-se triângulos de pássaros vivazes transpor a onda sem tocar a água, enunciando numa pulsação a hora e a manhã. Outrora havia encontrado a noite, uma cortina sobre a qual tenho medo de machucar a fronte, enquanto que sem deixar de ser deliciosa, a claridade me escapava, a pura fugitiva, a maravilhosa claridade, que não se vê jamais, que não se toca e que reconduz docemente invisível ao visível. Lavou-se os olhos. A transparência, divertindo-se no pátio, nos proíbe de confabular. Poemas da poeta francesa Gabrielle Althen.

O GOZO MATINAL DE ÍSIS - Para começar o meu dia, eu preferiria que você aqui comigo me amando, me fodendo, que me chamasse de amor, que me dissesse do seu amor, me explorasse toda socando seu pau em todos os meus vãos, cavalgando no seu pau, rebolando nele, deixando tudo o que eu sinto se derramar na sua carne, coração e vida. Pra você estou aqui alisando o grelo, a buceta e o cu, me permitindo sonhar que são seus dedos, me aliso com os desejos latejando pra você chegar me socando toda, me fodendo gostoso, me dizendo coisas safadas, me apertando e alisando enquanto eu agarro seu pau e o levo pra dentro de mim, alternando com chupadas, lambidas e massagens nele. Amo, quero, desejo, vivo e morro por você... chupadas, beijos, lambidas para arrancar seus gozos e lhe dare  entregar tudo isso urgente pra você .. eu quero vcocê muito, amo demais, além da conta... do limite, do possível, do impossível... sou sua, tome conta, egoísta e possessiva, que seja, eu adoro isso, vou adorar sempre pelo amor que tenho, seja meu dono, saudade e vontade de pegar você e apertar, beijar, lamber, chupar, encher de amor, carinho, esfregadas e gozo... Assim tem sido o meu querer, lutar por vc, pelo seu amor... estou em estado de loucura, você conseguiu me deixar assim, sem noção, sem controle, sem mais nada de meu pra mim mesma, sem moral, sem dignidade, sem minha alma, sem meu coração, sem eu mesma, tudo é seu, tudo você levou de mim... no mais, você é o meu maior sonho de vida, de amor, de luz, de tudo... te amo e te amarei, pra sempre viu... sou sua, não posso mais ser mais nada na vida, nem de ninguém, sou mais nada sem você.. ... te amo, não posso negar, essa entrega foi sincera, verdadeira... você tirou tudo de mim, uma mulher que eu não sabia existir, minha identidade, tudo, tudo, me abri toda: pernas, sexo, coração, alma, todinha, de forma jamais pensada na vida, lhe entreguei a alma, me desnudei diante de voc}e, meu corpo, o que tenho feito pra você, Luiz Alberto, você tirou tudo de mim, me dei sem reservas, tudo... não é só tesão, nem só amor de pica, não sinto vergonha de imiplorar, de me humilhar diante do seu pau duro, de mostrar ao mundo o quanto te amo, jamais me arrependerei disso pois o que é verdadeiro e sincero, não traz vergonha pra gente... jamais terei vergonha de amar e foder com você dessa forma... isso é e sempre será seu, pra toda vida, já disse, quando eu me for, seu nome será a última palavrra na minha boca e você no meu pensamento... quero que me xingue, me bote pra baixo dos seus pés, lambuze minha cara sua pica, enfie ela no meu rabo, me chame de puta, de quenga, me foda, que me rasgue e me possua, sou sua, toda sua, o gozo é tão mais gostoso se tudo é por você, loucuras jamais imaginadas, safadezas, libidinagem sem qualquer pudor, maior putaria, é assim... assim que você me tem, é isso que você me faz, ao ver seu vinho branco – a porra deliciosa da pica que eu chupo e bebo tudo pra brindar em louvor a esse caralho que é a minha adoração, a razão de viver, minha exibição insana de puta toda sua, largada e toda somente pra você... estou em gozooooooooooooooooooooooooooooooo, vem cá, vem...... vem amor.... me fode... eu te pegando apenas com a toalha enrolada e eu procurando seu mastro por cima dela até que acho que faço loucuras com ele, variando da boca, o cu e a buceta, ai que tesão, vou gozar, gozaaaaar.... aaahhhhhh... fui para o banho escorrendo paixão, mal podendo esperar para me livrar da toalha largada, arranquei-a sonhando com você a me despir e isso me fez remexer as ancas, na loucura dos desejos latejantes entre as pernas. Abri o chuveiro e me permiti um banho morno, bem morno após a longa e sofrida noite e tudo o que eu sentia, era como se seu corpo me cobrisse no lugar da água morna... cheguei a sentir sua pele de seda a me roçar, esfregar e me toquei com calma, porém com certo desespero pelo gozo há dias reservado, contido. Meti o dedo na buceta, percebi o calor lá dentro e tudo o que eu queria era o seu pau se enfiando em mim. Depois de socar o dedo lá nas passagens vaginais, eu meti dois dedos no cu, socando-o com cuidado mas metendo de fato como se fossem os seus mágicos dedos a me explorarem toda. Não me contive, meus lábios agiam como extrema vontade diante de um prato gostoso, irresistível, suculento e passei a língua nos lábios, desejando seu falo brincando neles até que minha boca ansiosa, gulosa, abocanhasse esse troféu da minha querência e chupei você, dedo na buceta, dois decos no cu e remexi novamente as ancas como se me abrisse ao seu prazer, à sua boca, à sua língua e queria mesmo estar cavalgando como louca no seu remo encantador. Com os dedos no cu, encostei o punho na xana, me recostei na parede suada pelo ar morno, quase quente do chuveiro e em movimentos esfregadiços, vai e vem, montando o meu safado e delicioso macho, eu gemi, gemi, gemi e me deixei desmanchar em gozo, misturando meu champagne à água daquele banho inesquecível... chamei o seu nome, lágrimas desceram no meu rosto de corpo trêmulo. Lavei-me sentindo o carinho do sabonete por toda a minha pele e entranhas, sentindo apenas o seu delicioso mastro passando por todos os meus cantos e recantos sem fins, sem rumos, com destino apenas voltado para o meu homem, você, meu amor... que eu chupo, lambuzo e engulo até a garganta, pau gostoso, pica deliciosa, eu chupo e você me quer de quatro, eu me viro, me enrabe, vá, me foda, ah, você enfia a pica na minha buceta deslizando devagarinho dentro dela, enlouqueço, e você tira e enfia todinha no meu cu, ai, que delícia, ser toda fodida por você, eu quero, vou gozar de novo... estou ardendo, me fode, estou acesa pronta pra ser fodida, vai me fode, macho do caralho gostoso, eu quero você me fodendo, urgente, sempre e para sempre, vá me fode, eu quero você, amor, meu macho, meu gostosão, meu tesudaço, EU QUERO VOCÊ enfiado, socado, metido, enfiado, me socando, me espragatando, me fodendo todinha, vá, esse cu é seu, vai porque eu sou sua e todos os meus sentires são seus, jamais foram de outra pessoa, pois jamais senti o que sinto por e com você... vai me fode o cu, vai ah, adoro seus beijos nas minhas costas, ah, vou gozar, vou arriar, quero beijar seu pau que é meu, beijá-lo, lambê-lo., chupá-lo, ah cacete gostoso, engolindo-o desesperadamente, inteiro, todinho, deliciosamente meu... minha buceta está molhadíssima, quero abrir as pernas pra você entrar, se meter, me foder, meter, meter e meter, vem amor, meta, metaaaaa, mete nessa buceta que é sua, vai, me soca todaaaa, sou sua, suaaaaaaaaaaaa, foda-meeeeeeeeeeeee, vem logo, vem... vem cá, estou com pernas abertas esperando você foder e tomar conta do que é seu... vem, crave seu pau na minha alma, enfie-o na minha boca e deixa que o resto eu faço, eu quero fazer, preciso fazer, me deixa ser a sua mulher, sua, toda sua com todas as perdições a que você me leva, para que eu me ache na seiva do seu chafariz... eu preciso de você, eu quero você, vem, se meta todoooooooooooooooooooooo, vem logo, vem.... ahhhhhhhhhhh, haja ar que resista ao que sou para você e ao que quero dar pra você... quero viver tudo com você, tudoooooooooo, me chupa vai, chupaaaaaaaaaaaaaaa, meta sua lingua na sua mulher que o ama, que é só sua, me chupeeeeeeee, chuuuuuuupeeeeeee, meu grelo o quer, vem, e se guarde no meu cu.... vem, vem, vemmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm....estou ardendo, explodindo, morrendo, desmanchando, quase gozandoooooooooooooooooooooooooooooooooo, não sei se aguento foder tanto assim, estou gozandooooooooooooooo com você enfiadoooooooooo em mim.... vemmmmmmmmmmmmmmmm. Texto pornoerótico de Ísis Nefelibata. Veja mais aqui.



Veja mais o Projeto de Extensão Infância, imagem e literatura, Hermilo Borba Filho, Horácio, Ixchel, Diego Rivera, Jean Sibelius, Epicuro de Samos, Anne-Sophie Mutter, Irene Ravache & Maria Luísa Mendonça aqui.


E mais também Camargo Guarnieri, Umbigocentrismo, Denise Levertov, Johan Huizinga, Philippe Ariés, Lauri Blank, Kim Thomson & Emil Nolde aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Veja aqui e aqui.


sexta-feira, junho 22, 2007

NAIPAUL, HUME, SOMERSET MAUGHAN, FERNANDA MONTENEGRO, MARYNA, ÍSIS, FECAMEPA & SAÚDE NO BRASIL



QUANDO O ESTREITAMENTO DO COMPADRIO ESTÁ ACIMA DA LEI, AÍ, MEU, AS PANELINHAS MANDAM VER E SÓ OS PRIVILEGIADOS SE BANQUETEIAM



"O Estado não é uma ampliação do círculo familiar e, ainda menos, uma integração de certos agrupamentos, de certas vontades particularizadas, de que a família é o melhor exemplo. Não existe, entre o circulo familiar e o Estado, uma gradação, mas antes uma descontinuidade e até uma oposição"
(Sérgio Buarque de Holanda, Raízes do Brasil).



Gentamiga, começo esta com uma risada estrondosa! Hahahahahahahahahahaha! 

Verdade. Tem coisa que só dá vontade mesmo de soltar umas gargalhadas das boas porque não seria outra a sensação resultante. Quando eu vejo um Fabo, sei logo: o homem é uma hiena mais desastrada, ri de sua própria desgraça. É mesmo. E é o mesmo o que dizem outros mais furiosos: quanto mais conheço o homem, mais admiro meu cachorro. Pode? Pois é. Vamos nessa.

De Fabo em Fabo se desconstrói um país. O Brasil como sempre digo, repito e reitero, é uma construção nova que desmorona arrebentando tudo e já vira museu antes mesmo de virar a novidade desejada. Tudo que chega agora já vem com gostinho de anteontem. Nem bem nasceu, ou não mais cai ao gosto do paladar ou já chegou passada da hora.


Pois é, hoje fica quase difícil distinguir um Fabo dum brasileiro. Os dois estão quase figadal e animicamente já encruados um no outro que, mesmo quem não tem nenhuma mínima vocação para Fabo, de uma hora para outra, diante de certas circunstâncias surgidas do inopinado, comete a asneira e entra no rol do aloprado. Isso mesmo. Isso por causa da cordialidade visceralmente entranhada e indisfarçavelmente duvidosa em ambos. Tanto é que o grande Sérgio Buarque de Holanda deu uma dentro e acertou em cheio quando uso a expressão do escritor Ribeiro Couto: "Já se disse, numa expressão feliz, que a contribuição brasileira será de cordialidade - daremos ao mundo o homem cordial. A lhaneza no trato, a hospitalidade, a generosidade, virtudes tão gabadas por estrangeiros que nos visitam, representam, com efeito, um trato definido do caráter brasileiro, na medida, ao menos, em que permanece ativa e fecunda a influência ancestral dos padrões de convívio humano, informados no meio rural e patriarcal". E foi dentro mesmo quando explica que essa cordialidade não representa apenas boas maneiras, bondades, civilidade. Nada disso. A discórdia e a inimizade também e muito mais coisas cabem nela do que possa perceber nossa despojada compreensão. Melhor dizendo, está em uma de suas mais importantes obras que: "No homem cordial, a vida em sociedade é, de certo modo, uma verdadeira libertação do pavor que ele sente em viver consigo mesmo, em apoiar-se sobre si próprio em todas as circunstâncias da existência. Sua maneira de expansão para com os outros reduz o individuo, cada vez mais, à parcela social, periférica, que no brasileiro - como bom americano - tende a ser a que mais importa. Ela é antes um viver nos outros". E é isso mesmo. Senão vejamos.
O brasileiro é cordial por excelência. O Fabo também. Nisso se inclui, por exemplo, que ele não resolve nada. Brasileiro não quer problema de jeito nenhum e só vive empepinado como a porra. Reza todo dia para os problemas vão para o vizinho, nunca pra ele. Mas não consegue viver um fiapo de instante sem pisar na bola.


Outra virtude fabal do brasileiro é deixar tudo para um bom tempo, depois, ou melhor, para a última hora. Só resolve na marra e quando mandam. Aí é implacável, inexorável. No comum, é driblando e escapando das broncas.


Quando não tem jeito de fazer, manda que outro faça e aí começa a corda-de-guaiamum. Na última hora finda pagando para que os outros façam o que é de sua responsabilidade. Deu bode, mas resolveu. Ufa!


Também tem outra: arruma um jeitinho para tudo. Na hora agá, molha a mão do guarda, do fiscal, ou de quem aparecer. Fila? Tá doido, é? Adora ser o privilegiado da vez e, para isso, faz de tudo para ser diferenciado dos demais, mesmo que isso lhe dê o maior arrocho de nó pelas costas na maior saia-justa, ou uma iminência da porra daquelas mais periclitantes impossíveis, ou mesmo uma urucubaca ineivada daquelas de deixar o cara liso com a mão no bolso. Isso é porque quer ser o primeiro em tudo, mesmo que não mexa uma palha sequer para se preparar nisso. De preferência já quer ser um Ayrton Senna mesmo que nem saiba dirigir direito. Esta é porque é empreendedor por natureza. Odeia receber ordens, cumprir as leis e fazer o que manda o riscado. De preferência é rebelde: prefere entortar que fazer o certo; prefere ultrapassar as etapas antes de concluir a primeira; e dá toque de arrodeio em tudo mesmo que finde em palpos de aranha. A coisa mais se estreita na amizade. Quando se afinam os gostos, difícil identificar o que é dele do que é do amigo. O estreitamento chega ao compadrio e em nome dele se arrepia a lei, remove montanhas e privatiza o público, misturando afeto, arrumadinho e interesses. E, com isso, vão surgindo as panelinhas que, valha-me toda iconoclastia exacerbada dos meus pandemônios, vão se avolumando na acumulação particular deles, a ponto de se acharem os privilegiados de sempre.

Quando eles caem no opróbrio, é um desastre. Mas basta alguns tiquinhos de anos para ganharem do esquecimento a simpatia tanto da corriola que se debandou na hora do pipoco, como de toda populaça. É que no calor do incêndio, todo brasileiro arreia a lenha e condena. Passou o tempo, a compaixão e o perdão imperam. Aí meu, dá o de sempre: ninguém mais sabe o que é familiar e o que é do Estado. E mesmo com a gritaria dos nepotismos, arruma jeito pra tudo aparecendo fantasmas, terceirizando recepções e lá vai teibei. Aí só os apaniguados se banqueteiam e o resto só o farelo amiudado para assanhar a fome no buraco do dente.


Como é que é, hem? Vamos aprumar a conversa & tataritaritatá!!!! (Luiz Alberto Machado). Veja mais aqui.



PENSAMENTO DO DIA – É a paixão e não a razão que nos leva a pesquisar. Pensamento do filósofo, historiador e ensaísta escocês David Hume (1711-1776). Veja mais aqui.

SAÚDE NO BRASIL - A persistência de uma ética, de um tipo de desempenho profissional não adequado à solução dos nossos problemas ainda é dominante; ao mesmo tempo, é fundamental o exemplo de uma nova consciência, de uma nova prática na área de saúde. Palavras do médico sanitarista Sérgio Arouca (1941-2003). Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.

CRENÇA & ATUALIDADE – [...] há necessidade de se acreditar em alguma coisa. Se não houver fé de cunho espiritual, será uma fé de cunho material, podendo ser um projeto, uma campanha, uma série de metas traçadas e aceitas pelos grupos envolvidos. O fato é que, se uma crença em alguma coisa, pouco ou nada será conseguido, e as pessoas estão desestimuladas pela falta de motivação que as conduza aos objetivos finais. [...]. No mundo do trabalho é indispensável a capacidade de integração entre a razão e a emoção, estimular a função afetiva da educação para receber e vivenciar as questões humanas com uma visão mais aberta, com um relacionamento o mais interativo possível. Acreditar na força dessa tríade, numa integração permanente e contínua, é saber conviver, pois é isto que torna uma equipe sinérgica, capaz de fazer a soma das partes maior que o todo, de desenvolver uma ética adequada ao tempo de nossas vidas, e ser criativa, isto é, fazer mais com menos. [...].  Trechos da obra O profissional do século XXI (Record, 2003), do pedagogo e professor Hamilton Werneck.

DEPOIMENTOTive apenas um exemplar em casa, que mantive com muito zelo e dedicação num casamento que durou 56 anos de muito amor e companheirismo, (1952-2008) mas, na verdade acredito que era ele quem também me mantinha firme no relacionamento. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem os Homens!' Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da masculinidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam: 1. Habitat: Homem não pode ser mantido em cativeiro. Se for engaiolado, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que os prenda e os que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse ou a propriedade de um homem, o que vai prendê-lo a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente, com dedicação, atenção, carinho e amor. 2. Alimentação correta: Ninguém vive de vento. Homem vive de carinho, comida e bebida. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ele não receber de você vai pegar de outra. Beijos matinais e um 'eu te amo’ no café da manhã os mantêm viçosos, felizes e realizados durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não o deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial. Portanto não se faça de dondoca preguiçosa e fresca... Homem não gosta disso. Ele precisa de companheira autêntica, forte e resolutiva. 3. Carinho: Também faz parte de seu cardápio – homem mal tratado fica vulnerável a rapidamente interessar-se na rua por quem o trata melhor. Se você quer ter a dedicação de um companheiro completo, trate-o muito bem, caso contrário outra o fará e você só saberá quando não houver mais volta. 4. Respeite a natureza: Você não suporta trabalho em casa? Cerveja? Futebol? Pescaria? Amigos? Liberdade? Carros? Case-se com uma Mulher. Homens são folgados. Desarrumam tudo. São durões. Não gostam de telefones. Odeiam discutir a relação. Odeiam shoppings. Enfim, se quiser viver com um homem, prepare-se para isso. 5. Não anule sua origem: O homem sempre foi o macho provedor da família, portanto é típico valorizar negócios, trabalho, dinheiro, finanças, investimentos, empreendimentos. Entenda tudo isso e apóie. 6. Cérebro masculino não é um mito: Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino, mas não gostam de mulheres burras. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente não possuem! Também, 7 bilhões de neurônios a menos!). Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar amigos gays e homossexuais delicados, tente se relacionar com um homem de verdade. Alguns vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja desses, aprenda com eles e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com as mulheres, a inteligência não funciona como repelente para os homens. Não faça sombra sobre ele... Se você quiser ser uma grande mulher tenha um grande homem ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ele brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ele estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda. Aceite: homens também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. A mulher sábia alimenta os potenciais do parceiro e os utiliza para motivar os próprios. Ela sabe que, preservando e cultivando o seu homem, ela estará salvando a si mesma. E minha Amiga, se Você acha que Homem dá muito trabalho, case-se com uma Mulher e aí Você vai ver o que é Mau Humor! Só tem homem bom quem sabe fazê-lo ser bom! Eu fiz a minha parte, por isso meu casamento foi muito bom e consegui fazer o Fernando muito feliz até o último momento de um enfisema que o levou de mim. Eu fui uma grande mulher ao lado dele, sempre. Depoimento da atriz Fernanda Montenegro. Veja mais aqui.

ENTRE OS FIÉIS – [...] trinta e dois anos depois de sua fundação como estado religioso, uma pátria mululmana indiana, o Paquistão, permanecia em efervescência, e o islã ainda era uma saúda: o fracasso sempre levava de olta à afirmação de fé. [...]. Trecho extraído da obra Entre os fiéis (Companhia das Letras, 1981), do escitor britânico nascido em Trinidad e Tobago, Prêmio Nobel de 2001, Vidiadhar Surajprasad Naipaul. Veja mais aqui.

O PRAZER DE MARYNA NA FÚRIA DO ARPÃO – Ei-la nua e linda aléia sedutora com seus moinhos de vento e seu jeito adocicado nos meus olhos lunáticos, investida de poderes e errâncias por todas as escolhas enquanto meu coração sobressaltado vira chocalho na sua nudez. Seu corpo nu é o meu cadafalso por que Deus faz-se visível na sua expressão depravada tal anjo delicado que se profana para minha salvação no prazer e vira uma putinha vertiginosa para demover todas as minhas derrotas na remissão do prazer e me contempla tal Maria clarividente que salta à vista em pessoa: tudo flutuando na sua leveza e eu sucumbindo à tentação do meu desiderato. Na sua candura obscena faço-me fúria de arpão para conduzi-la às cãibras do ponto culminante onde toda seiva e energia emborram nossas horas tumultuadas. Lábio nos lábios, toda partilha do querer na lâmina aguda cortando a carne do sexo como a noite na tarde da alma e meu sexo revolvendo suas entranhas como navalha do desejo rasgando a vida em polegadas adentro enquanto a fogueira do gozo traz labaredas espalhadas na pele até tatuar nosso conluio sangüíneo. E tudo se faz explosão e na inquietude de sua dança murmura em segredo a troca da morte do cotidiano pela vida de instantes que varrem meus receios na armadilha da noite e escorrega na superfície do meu corpo no facho dos beijos pelas litanias. E que arrebenta o gozo sob blasfêmias histéricas onde tudo incha e treme à deriva dos nossos delírios loucos. É a nossa agonia desenfreada que explode pele umedecida no ataque da alquimia carnal como uma raiva pontiaguda rasgando todas as escaladas, vazando o mundo, talhos e trapos, suor e piedade na segunda pele e revira, fustiga, pega fogo e cruamente penetra e desfaz flamantes cicatrizes até abrir a última instância na trilha das nossas acrobacias trêmulas. E como um maçarico a quarenta graus de febre atiçando nosso holocausto eu vou nesta nossa explosão. E no restolho me esconjura aturdida enquanto goza obscena fazendo de agora o amanhã e depois e sempre e esse gozo nunca terminará na memória do ranger dos dentes, no paroxismo da paixão. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.

O DESTINO DE UM HOMEM – [...] Os eleitos zombam da popularidade; são mesmo inclinados a considerá-la prova de mediocridade, mas esquecem que a posteridade não faz sua escolha entre os escritores desconhecidos de um determinado periodo, e sim entre os conhecidos. [...] Trechos da obra O destino de um homem (Globo, 1951), do escritor britânico William Somerset Maughan (1874-1965). Veja mais aqui.

AS TARADICES DE ÍSIS (Foto: acervo Ísis Nefelibata)- Eu acordo no meio da noite assim, tarada por você... acordei afogueada por você... meu amor... minha buceta está impossível, meu cu então nem se fala... quero sentir você, chupar você... quero vicê, urgente, na minha bunda que é sua, amor... vem me foder logo, sua mulher tá doida pra lhe dar tudo o que é seu, só seu, vem... (vou te fazer uma surpresinha da próxima, tá?) quer? Meus dedos estão tocando o grelo que vai aguardar você pra se mostrar todo de novo... vem, meu safado, meu macho delicioso, vem, meu amor, vem....estou me tocando, enquanto faço um poema pra você, veja: E de que são feitas as lembranças? Do seu olhar de todos os dias faiscando desejos, cravando-me no peito saudades gritantes de tudo de nós. E a cada novo amanhecer, você me chega ardente após as noites incandescentes de todos os nossos sonhos... gostou? É pra você. Sabe, é triste estar sozinha, sentir desejos e ter que resolver sozinha... tantas vezes me toco dessa forma, me tocar, tantas vezes tenho que me tocar pra amenizar um pouco a vontade de você, epserar você, nesses momentos sonho com você, imagino que está aqui comigo, seja no meu canto, no banho, no chão, tem hora que dá um desespero tão grande, um fogo que tenho que me encostar na parede, no desespero de imaginar estar sendo acolhida por você... o travesseiro, tantas vezes o travesseiro me ajuda a sonhar... eu nunca fui assim desse jeito, com tanta intensidade, nunca me senti tão acesa e tão mulher como se sinto desde que você entrou em mim pela primeira vez. Há anos me masturbo, vivi muitas aventuras quando jovem, mas depois me fechei pro mundo, não gosto de estar por estar, não gosto de me envolver por um dia, uma noite, um momento e depois tchau... há anos me sentia vazia, olhando os homens com muita indiferença, sempre tendo sim quem dava investidas pra cima de mim, sempre com alguém no meu pé, mas eu não dava confiança, porque eu me guardava e me sentia melhor assim... comigo mesma, se pintava uma vontade, me masturbava rapidamente e depois sentia nojo disso... você chegou e mudou tudo na minha vida, cabeça, coração, mente e corpo. Hoje sou viva por você, por isso digo, se a gente se perder, pelo menos eu vou seguir dessa vez com uma lembrança forte, um amor pra guardar no coração pro resto da vida, mas me fecharei pros desejos, só me recordarei do tudo da gente, mas não quero mais sentir nada, vou me esvaziar, me esquecer pra só lembrar de você, vou deixar de me sentir pra só sentir o que você deixou em mim... juro, meu amor, se a gente se perder, nunca mais serei mulher pra ninguém nem pra mim mesma, porque nem me masturbar eu vou mais me permitir, vou secar até o dia de ir embora, só com você no meu coração e alma... não quero ser de mais ninguém, nem de mim mesma, você arrancou tudo de mim e levou... ficará sempre com você, em algum guardado, em algum tempo, se a gente se perder um do outro... Estou chorando aqui... de saudade de você... meu gozo foi tão intenso, a cabeça doeu, o ventre revirou, os seios doeram, estão aí, dois gozos pra você... e ainda quero mais... pode? Só você, você é o culpado disso... nunca fiz, nem nunca fui assim... é seu... quero chupar você, chup, chup, chup, no seu falo que amo. Ditado indígena: depois que você comeu do meu alimento, bebeu de minha água e se abrigou em minha tenda, agora você faz parte integrante do meu ser... Meu ditado: depois que você me comeu, me bebeu, se abrigou na minha boca, cu e buceta, você é parte de emim, será pra sempre, eternamente, não posso, nem quero mudar isso em mim... saudade, vontade, taradice por você que nao sei explicar mais o que realmente é isso em palavras, preciso de alguma forma, fazer vc sentir isso em carne viva... te amo e estava aqui pensando e sentindo em mim o gozo daquela hora... poxa, amor, você faz coisas e coisas comigo e nem faz idéia... eu estava louca pra lhe dar a buceta e se enfiar nela, é tudo tão delicioso, que cada dia que passa, estou ficando mais depravada, safada e cheia de vontade de coisas e coisas com você... então, pelo visto vc vai me dar seu pau, né?... Hummm, eu quero o seu pau duro, a carne dele, a pele dele, claro, vou delirar com meu brinquedinho gostoso, quero seu pau a postos pra mim e você brincando comigo, tanto com seu pau na minha buceta como no meu cu... quero você no meu cu, todinho dentroooo... acho que vou morrer com você fazendo isso em mim... imaginar você me bolinando toda, olhando pras minhas entranhas enlouquecidas pra você me foder toda, vai ser demais, algo inesquecível... a buceta já está aqui novamente molhada e assanhada, querendo mais... mas não faz idéia a falta que sentimos (eu, o cu e a buceta, tambem a boca) de você... Quando fui pro banho, andando nua pela casa, fiquei imaginando que você estava ali na sala, ou aqui na cozinha, olhando pra minha bunda e alisando o pau, todo ancho de pensar que é seu, sou sua, toda e pra sempre sua... imaginei você não aguentando e indo atrás de mim no banheiro, me fazendo sentar no vaso e me enfiando o pau na boca e eu louca chupando você de uma forma que nunca pensei na vida... imaginei você mijando entre os seios... eu lambendo de novo a cabeça do seu pau... hoje quero você enfiado na buceta, imagino ser seu cacete se enterrando nela... fui à loucura... é capaz de eu grudar no seu pau amor, e você correr o risco de ter que andar comigo pela rua, encangado mesmo, como dois mosquitos que voam sem se desgrudarem... vou andar com você enfiado em mim, porque não quero que saia daqui nunca mais, viu? Quando seu pau jorra essa porra que é tipicamente sua, sua porra é você, é sua essência, ela é forte, branca, leitosa, deliciosa... eu fico louca, me arrisco a lhe dizer, não como uma ordem, por favor, nem pense nisso... um pedido, mas um pedido que também não precisa necessariamente ser atendido... é meu sonho, apenas, meus desejos: faça uma loucura por mim, por essa mulher que é só amor e carinho, paixão e desejo... por mais que eu pareça errada, louca, sou não, amor... eu te amo demais... por isso erro, acerto, pelo menos tento acertar, mais erro até, mas sou uma mulher apaixonadíssima, largadíssima e entregue a você... e confesso, adoro ser assim, me sentir assim porque só você me fez e faz sentir tudo isso... já amei na vida e muito, mas nada se compara ao que eu vivo e sinto por você... acredite em mim,viu? Amo você, quero você, beijo no pau,, bem na cabeça dele, estou esperando, venha, vem, vem... vou gozar... vem pro meu gozo, vemmmmmm. Texto pornoerótico de Ísis Nefelibata. Veja mais aqui, aqui, aqui & aqui.



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FECAMEPA - Olá, pessoamiga, o Brasil, depois de todos os acontecimentos ocorridos desde 1500, deve ou não ser levado a sério? Antes, porém, para que você possa melhor avaliar, veja o texto FECAMEPA: QUANDO O BRASIL DÁ UMA DEMONSTRAÇÃO DE QUE DEVE SER MESMO LEVADO A SÉRIO PELO MUNDO! Confira aqui. e também os clips TATARITARITATÁ aqui
  
Quero sua opinião:
1. Sim, a gente tem que mudar o Brasil!!
2. Não, isso aqui não tem mais jeito!
3. Não sei, o problema não é meu.
4. Ah, vai te catar!!

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Veja aquiaqui e aqui.

Vamos aprumar a conversa & tataritaritatá!!! Ouça a Rádio Tataritaritatá!!!! É só ligar o som e curtir!

NÉLIDA PIÑON, OCTAVIO PAZ, AMIA SRINIVASAN, CONCEIÇÃO LIMA & NANÁ VASCONCELOS

  Imagem: Acervo ArtLAM .   Interregno das personas... - Havia o que já foi sem que desse nunca pelo que virá: só crescia de noite para ...