segunda-feira, abril 16, 2012

A FIBRA NA DIETA ALIMENTAR



A FIBRA NA DIETA ALIMENTAR - A alimentação saudável é hoje um dos requisitos para se ter uma qualidade de vida. Atualmente a ingestão de alimentos de forma indiscriminada tem levado o ser humano a hiper-alimentação, que aliada a inatividade física e a alimentação às pressas nos restaurantes, contribuem para o aumento do número de doenças crônicas, tais como diabetes mellitus, obesidade, hipertensão arterial, doenças coronarianas, câncer, entre outras. Por esta razão, a alimentação saudável vem atraindo a atenção de um grande número de pessoas interessadas em ter uma boa qualidade de vida. Com efeito, muitas informações a respeito dos alimentos e de seus nutrientes. As fibras, nesse contexto assumem papel importante por se encontrarem no primeiro e segundo patamares da pirâmide alimentar, envolvendo grupos de cereais, carboidratos e vegetais. Com isso, entende-se que as fibras atuam principalmente na ação de retardar a absorção da glicose, diminuindo o pico de insulina e mantendo deste modo a glicemia estável. Vê-se, portanto, que muitos são os benefícios que advém do consumo da fibra como: prevenção do diabetes tipo II e diminuição do colesterol, entre outras enfermidades humanas. É neste sentido que o presente estudo pretende abordar a temática da importância da fibra na dieta alimentar. Justifica-se o presente estudo, em primeiro lugar, porque se tem a ciência de que o corpo humano está sempre em mudança. Cada fase tem seus riscos e seus possíveis problemas. É importante conhecer e prevenir. Para manter a saúde e a agilidade física e mental, é preciso ter hábitos saudáveis. Um deles é a boa alimentação, uma dieta equilibrada. A partir disso, se justifica o presente estudo pela razão de que alimentar-se bem é sempre importante, tanto para nossa saúde quanto para o nosso bem estar. Toda a energia, as proteínas, vitaminas e minerais que precisamos para manter a saúde física e mental estão nos alimentos. Assim, fica claro que é muito importante que desde já se aprenda a alimentar corretamente, para evitar sérios problemas, tais como: desnutrição, anorexia, obesidade, pressão alta, osteoporose, diabetes, problemas cardíacos e arteriais.  Para tanto é preciso adotar na alimentação humana o hábito da ingestão de fibras e de outras combinações balanceadas, justificando, portanto, a razão geral do presente estudo. Objetiva analisar a importância da fibra na dieta alimentar humana, de que forma a fibra atua na prevenção e tratamento de doenças, identificarem o papel da fibra na pirâmide alimentar, observar a participação da fibra na qualidade de vida do ser humano; e buscar os principais alimentos constituídos de fibras. O presente estudo será elaborado obedecendo aos critérios da pesquisa descritiva com base bibliográfica. Quer dizer, para elaborar o trabalho ora projetado será adotada a metodologia de pesquisa bibliográfica, fundamentada na apreciação da literatura já editada em forma de livros, periódicos, publicações avulsas, imprensa escrita e sites da internet. A revisão de literatura/pesquisa bibliográfica contribuirá para: obter informações sobre a situação atual do tema pesquisado; conhecer publicações existentes sobre o assunto e os aspectos que já foram tratados, e examinar os julgamentos similares e diversos a respeito do assunto ou de aspectos relacionados ao tema da pesquisa.
AS FIBRASComposição: A partir de uma revisão da literatura, encontrou-se baseado em Campos (1988), Maham e Sump (2002) e Sá (1984), que, tendo em vista a importância das fibras que possuem papel de suma importância no organismo humano, pode-se considerar que elas são como a soma dos polissacarídeos, identificados como hemicelulose, celulose, ß glucano, substâncias pécticas e gomas, além de liginia e de outros resíduos não digeríveis pelas secreções endógenas do trato gastrointestinal, recomendando-se a ingestão de uma dosagem per capita da ordem de 30 gramas em média diária pelo ser humano.  Neste sentido, encontra-se que, segundo Philippi et al (1999), as fibras são derivadas das estruturas intercelulares e da parede celular dos frutos, vegetais e sementes, associando-se às proteínas, oxalatos, compostos inorgânicos, fitatos, liginia e substâncias fenólicas de baixo peso molecular. Além do mais, segundo os autores mencionados, as fibras são conhecidas há muito tempo, desde o tempo de Hipócrates quando se descobriu a propriedade laxativa do farelo de trigo, sendo comprovada a sua importância na prevenção e tratamento da constipação intestinal, em estudos realizados nos anos 20 do século recém-passado. Estes estudos chegaram à conclusão uma das bases da vida saudável é a ingestão da fibra alimentar. Para Maham e Sump (2002), as fibras podem ser solúveis e insolúveis em água. As fibras solúveis estão presentes nas frutas, leguminosas secas, aveia e cevada e atuam no aumento do tempo de transito intestinal, diminuem o colesterol plasmático e retardam o esvaziamento gástrico e a absorção da glicose. Segundo esses autores, as fibras insolúveis estão presentes nos grãos e hortaliças e atuam no aumento do volume fecal, na diminuição do tempo de transito intestinal, retardam a hidrólise de amido e a absorção de glicose. As fibras solúveis, segundo Maham e Sump (2002), incluem frutas, pectina, mucilagens, gomas e certas hemiceluloses. São encontradas em frutas, verduras, aveia, cevada e leguminosas, como feijão, grão de bico, lentilha e ervilha, e suas principais funções são de aumentar o tempo do trânsito intestinal, diminuir o esvaziamento gástrico, retardar a absorção de glicose, diminuir a glicemia pós-prandial e diminuir o colesterol sangüíneo. As fibras solúveis são altamente fermentáveis e têm alta viscosidade. Por fim, segundo Magnoni e Cukier (2005), as fibras solúveis ajudam a controlar o colesterol pelas suas propriedades físico-químicas, ou seja, retenção de água, solubilidade aparente, capacidade de ligação e degradação. Quando agem no trato gastrointestinal, solúveis e insolúveis têm efeitos diferentes e nos diversos sítios intestinais podem apresentar diferentes características digestivas. Verifica-se que a ação das fibras no organismo tem demonstrado um incremento na excreção de colesterol e ácidos biliares e, em alguns casos, afetar a composição fecal desses ácidos, o que, com base em Chaves (1978), Cintra et al (1997), Cukier et al (2005) e Guyton et al (1997), as fibras são recomendadas tendo em vista possuírem ações protetivas ao funcionamento do intestino, na redução do colesterol, no controle do diabetes, na incidência de câncer de cólon e no controle da obesidade reduzindo a fome e induzido à saciedade, além de atuarem preventivamente na proteção da doença coronariana e isquêmica do coração, diabetes mellitus, distúrbios do aparelho digestivo e obesidade. Características das fibras alimentares: As características das fibras alimentares, segundo Campos (1988) são identificadas como de origem vegetal, fermentáveis por bactérias dos cólons, resistência a hidrolise por enzimas digestivas, e carboidratos ou derivados de carboidratos, excetuando-se a lignina. Já segundo Magnoni e Cukier (2005), as fibras alimentares se caracterizam por possuírem diferenciações em relação à solubilidade, viscosidade, gelificação (potencial de retenção de água), e capacidade de incorporar substâncias moleculares ou minerais. Para eles, a estrutura tridimensional das fibras, sua estrutura molecular básica, pode ser modificada na manipulação industrial ou no momento do trânsito intestinal, pela ação de substâncias ácidas como o suco gástrico. Já a solubilidade, conforme os autores mencionados, se caracteriza se pela estrutura molecular, tamanho da cadeia e composição da partícula, relaciona-se de forma indireta com a viscosidade. De forma análoga, a retenção de água, propriedade incrementada nas pequenas partículas, possui relação indireta com a incorporação de minerais e substâncias moleculares. Por fim, segundo os autores em análise, o conceito de fibra alimentar ou fibra da dieta, pode ser definido como sendo a soma dos polissacarídeos (celulose, ß glucano, hemicelulose, gomas e substâncias pécticas), lignina e outros resíduos não digeríveis pelas secreções endógenas do trato gastrointestinal. Assim sendo, as fibras alimentares se distinguem por suas funções no organismo e são classificadas, de acordo com a sua solubilidade em água, em solúveis e insolúveis, conforme visto anteriormente. A fermentação da fibra alimentar, conforme Magnoni e Cukier (2005), é o processo de sua decomposição por atuação da flora bacteriana anaeróbica no cólon. O trato gastrointestinal possui mais de 400 espécies de bactérias. No cólon, há 110 vezes mais espécies de bactérias do que no trato gastrointestinal superior. Bactérias de vários gêneros atuam em conjunto na hidrólise e fermentação de fibras. São elas: Bacteroides, Bifidobacterium, Clostridium e Lactobacillus. As bifidobactérias produzem nutrientes: vitaminas B1, B2, B12, B6, ácido nicotínico e ácido fólico. Também melhoram a tolerância à lactose, a absorção de cálcio e a digestibilidade. A fermentação das fibras pode variar de 0% a 90%, como se vê na Tabela 1. A fibra será considerada fermentável se for, no mínimo, 60% fermentada. Quanto mais solúvel for a fibra, maior será seu grau de fermentação. Conforme Campos (1988), a decomposição das fibras alimentares ocorre, em maior parte, no cólon, onde as fibras sofrem a fermentação das bactérias anaeróbicas. Os principais produtos do metabolismo bacteriano das fibras são: ácidos graxos de cadeia curta – AGCCs (acético, butírico e propiônico), gases (hidrogênio, metano e dióxido de carbono) e energia. Os AGCCs, conforme Magnoni e Cukier (2005), são os mais importantes da fermentação das hemiceluloses e pectinas. Também são removidos do lúmen intestinal por difusão iônica e facilitam a absorção de sódio e potássio. O ácido acético é substrato preferencial para a lipogênese, sendo o único ácido graxo a atingir os tecidos periféricos, principalmente o muscular. O ácido propiônico é substrato energético para a gliconeogênese. Já o ácido butírico é oxidado por colonócitos e lhes fornece energia. Após sua absorção, os ácidos graxos promovem absorção de sódio, potássio, água e aumento da concentração de bicarbonato luminal no cólon. Este efeito é importante na prevenção de diarréia. Eles constituem fonte fundamental de substrato energético. Para Magnoni e Cukier (2005) o tipo e a quantidade de AGCCs produzidos podem ser manipulados pelas diferentes ofertas de fibras e combinações entre elas. Certos tipos de fibras, como o polissacarídeo da soja, gomas e farelo de aveia, produzem mais ácido butírico do que a pectina, o açúcar de beterraba e a fibra da ervilha. A celulose e o farelo de trigo, que fermentam mais lentamente, têm maior produção efetiva de ácido butírico, quando comparados com fibras de fermentação mais rápida, como a goma guar. Entre as principais ações dos AGCCs, conforme Magnoni e Cukier (2005), estão à fonte energética preferencial para os colonócitos (ácido butírico); regulação da proliferação epitelial e diferenciação da mucosa colônica, incluindo possíveis efeitos na expressão genética e transcrição; aumento do fluxo sangüíneo; redução do pH no cólon com efeito no equilíbrio da microflora intestinal; estímulo da secreção pancreática e outros hormônios; promoção da absorção de sódio e água; e possível influência na motilidade intestinal.  Já os gases formados, conforme Campos (1988), são expelidos como flatos ou após absorção pelos pulmões. Por sua vez a goma, conforme Campos (1988), tem suas principais fontes no farelo de aveia, farinha de aveia, farelo de cevada. Sua cadeia principal são galactose-manose, glicose-manose, arabinose-xilose, ácido galacturônico. A cadeia secundária são xilose, frutose e galactose. Os tipos de gomas são goma guar, goma arábica, goma de karaya e tragacanto. E suas características são ter alta capacidade hidrofílica; retardam o esvaziamento gástrico; proporcionam substrato fermentável para as bactéricas dos cólons; reduzem a concentração plasmática de colesterol; e melhoram a tolerância à glicose. A pectina, conforme Magnoni e Cukier (2005), possui suas principais fontes nas frutas cítricas, principalmente a casca é rica em pectina, maçã ou legumes. Cadeia principal: ácido galacturônico. Cadeia secundária: rabinose, xilose, frutose. E suas são formar a matriz da parede celular em conjunto com a hemicelulose; tem alta capacidade hidrofílica; retarda o esvaziamento gástrico; aumenta a excreção de ácidos biliares; proporciona substrato fermentável para as bactérias dos cólons; reduz a concentração plasmática de colesterol; e melhora a tolerância à glicose. A hemicelulose, conforme Campos (1988), possui suas principais fontes no farelo de trigo, soja, centeio. Cadeia principal: polímero de várias unidades de monossacarídeos (glicose, xilose, galactose, manose). Cadeia secundária: arabinose, galactose e ácido glicurônico. E suas características estão no aumento do volume e o peso das fezes; favorece o peristaltismo dos cólons; diminui o tempo de trânsito colônico; aumenta o número de evacuações; reduz a pressão intraluminal intestinal; e a maior parte solúvel. As betaglucanas, conforme Campos (1988), possuem as principais fontes nos legumes, aveia e alguns outros grãos. E sua característica está em ajudar no controle do diabete pelo esvaziamento do estômago e absorção de glicose no intestino. Segundo Armanini (2008), a ingestão de fibras com finalidade terapêutica tem sido bastante explorada, na medida em que exerce uma série de ações sobre o aparelho digestório. A estrutura e as características físico-químicas dos componentes de fibras alimentares determinarão os efeitos que esses polímeros desempenharão no trato gastrointestinal. São fatores de importância a viscosidade dos polímeros solúveis, a área e o tamanho das partículas insolúveis, a facilidade e o grau de hidratação, a cristalinidade, a densidade e a relevância da troca iônica. As fibras são encontradas, segundo Neves (1997) e Wolinski e Hickson (1996), em alimentos como verduras como couve, alface, agrião, espinafre, chicória, repolho, almeirão; frutas frescas com casca, laranja, manga, mamão, abacate, ameixa preta, figo, araticum, uva, mexerica, uva-passa; mel, mel, geléias, melados e doces com alta concentração de açúcar; rabanete, pimentão, vagem, lentilha, feijão, aveia, milho verde, pão integral ou de centeio, germe de trigo, macarrão ou arroz integral, fécula de batata, farelo, pipoca, biscoito integral, todos os alimentos que são ricos em fibras. Mediante isso, vê-se que o grupo de cereais e seus derivados e as leguminosas representam boas fontes alimentares, assim como as frutas. É nesse sentido que Mahan e Stump (2002), assinalam que os vegetais são alimentos indispensáveis e mais importantes para sua vida. Eles são fontes principais de minerais, vitaminas, fibras, açúcar, além de proteínas e gorduras, em menor quantidade, substâncias essenciais para todo o funcionamento do organismo. Os vegetais contém, também, segundo Mahan e Stump (2002), substâncias protetoras e curativas, com ação anti-infecciosa, anti-inflamatória, anti-parasitária, anti-reumática, anti-hipertensiva, diurética, laxativa, desintoxicante e vitalizadora de todo organismo. São alimentos equilibrados e determinam uma perfeita saciedade do apetite, impedindo o comer excessivo, a busca constante por comidas, portanto, evitam e curam a obesidade. Isto significa dizer que, dietas ricas em fibras constituem parte integrante do tratamento eficaz do diabetes e da hipercolesterolemia porque, além de reduzirem os níveis séricos de lipídeos, proporcionam melhora do controle glicêmico e aumentam a sensibilidade periférica à insulina. A falta de sua utilização, conforme assinalado por Cintra (1997), Neves (1997) e Guyton et al (1997), leva ao desenvolvimento de constipação e, por conseqüência, acarretar outras doenças digestivas tais como síndrome do cólon irritável, hemorróidas e diverticulites. Tais constatações foram efetuadas, segundo os autores mencionados, por meio do trabalho de Burkitt, que comparou a participação das fibras na dieta americana e africana, relacionando a maior prevalência da doença aterosclerótica coronariana na primeira como em parte decorrente da menor utilização alimentar de fibras solúveis. Também, segundo recolhido dos autores mencionados, Bijlani citou o efeito hipocolesterolêmico das fibras, especialmente em indivíduos que apresentam níveis elevados de colesterol, associado com a ingestão de dietas ricas em colesterol. Existem, ainda, algumas teorias para explicar a ação das fibras sobre o metabolismo das gorduras. Quanto à capacidade das fibras de absorver ácidos biliares, isto leva a uma dupla perda de colesterol.
CONCLUSÃO - O presente trabalho foi desenvolvido sobre a temática que envolve a importância da fibra na dieta alimentar. No contexto da dieta e da pirâmide alimentar brasileira, observou-se por conclusão que as fibras trazem em sua estrutura um grande valor terapêutico. Avaliando, no entanto, a quantidade de fibras nos diferentes alimentos, nota-se que a ingestão da quantidade recomendada de 25 a 30 gramas de fibras ao dia é tarefa difícil, não apenas em razão dos hábitos alimentares modernos, mas da necessidade de uma grande diversidade de alimentos. Evidencia-se assim, a necessidade de complementação da dieta com suplementos à base de fibras. Com isso, observou-se conclusivamente que as fibras são importantes ao organismo humano que atua possibilitando efeitos benéficos porque atuam no controle da glicemia, no metabolismo de carboidrato, como substrato para formação de ácidos graxos de cadeia curta – AGCC, e na redução de tricilglicerideos colesterol sanguíneo. Além disso, por regularem o tempo de trânsito intestinal, aumentar o volume das evacuações e atuam na diminuição da pressão da luz intestinal e por prevenir e ser adequada ao tratamento de diversas afecções, entre elas, a obesidade, a diabetes mellitus, diverticulites, dislipidemias e câncer de cólon. Por esta razão, é recomendada a sua ingestão em dose de 25-30 g/dia para adultos, entre os quais, 25% deverá ser de fibra solúvel. Veja mais aqui e aqui.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
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