sábado, abril 28, 2012

LAURA RIDING, JARAUTA, PHILIP ROTH, HINDMAN, SAVAGE LANDOR, LUST & PASSANDO A LIMPO



PASSANDO A LIMPO - Lembro bem, mas nem tanto que foi um dia lá de não sei quando dos anos 1970 – na verdade, cá pra nós, eu não tinha tirado ainda a catinga do mijo -, do momento em que se deu a minha primeira arteirice pública no palco da quadra do Colégio Diocesano.

Foi neste espaço que eu me apresentei na III Feira de Música, promovida pelo Fernando Pinras, cantando duas tranqueiras que denominei de músicas e que ousei ser da minha própria autoria: Escalavros e outra que nem sei nem mesmo o título que tinha, nem me peçam pra tocar por que eram garranchuras de tons e versos que nem eu mesmo sei como tive coragem de inscrever e, ainda, me apresentar. Valha-me.

Pronto, foi nesse exato momento que bati o centro levado por toda bola cheia que eu estava pela publicação dos meus poeminhas fajutos de infância, todo sábado no suplemento infantil Junior, do Diário de Pernambuco.

Na minha cabeça eu era o autor mais famoso do planeta, hehehehe, quando não passava de um ilustríssimo desconhecido que não era nem levado em consideração nem mesmo dentro de casa, avalie. Entretanto, esse foi o momento que me consagrou para mim mesmo. Verdade.

Até então, eu só tocava de fato uma guitarra invisível no bucho, vociferando sucessos do momento e solando ao mesmo tempo, enquanto desafinava na música e rasgava os solos vocais como se fosse o mais exímio dos guitarristas.

Nesse tempo a plateia era grande: a namorada e uns dois ou três gatos pingados pacientes e mangadores.

Ah, lembrei da Biuzinha, uma já senhora que servia na casa da namorada, que ficava batendo palma e apoiando as minhas baboseiras artísticas. Na verdade, ela era muito paciente para ver no que ia dar aquele despropósito e depois caía na maior das gargalhadas.

Enquanto eu pensava comigo mesmo que estava abafando, imaginando estar num palco engalanado e cheio do glamour para uma plateia duns dois milhões de gente (tudo isso na minha cabeça, ora), a namorada se ria, a Biuzinha mangava e outros iam embora mandando eu me lascar.

Mesmo assim, isso tudo era um incentivo.

Tanto que aprendi na marra amontado no meu bigodin ralo de dez anos de idade, a mandar ver blem-blem telengotengo no violão, até compondo algumas coisas que eu chamava de música sem mesmo ainda saber dominar o instrumento.

A determinação foi tanta que aprendi os acordes, saí ajeitando um ao outro numa coisa que se podia chamar de ritmo e danava-me a abrir o peito e soltar a voz de qualquer jeito. Dias, tardes e noites até ficar rouco mesmo. Mas, tá!

Quando eu via o Marco Ripe tocando no banco da praça, eu ficava de mutuca espiando cada detalhe dos dedos dele em cada corda do violão. Filei, copiei, imitei, fiz de tudo e na minha cabeça eu já era um astro quando, pra meu desencanto, era um dos mais estrondosos desastres em qualquer hora que eu quisesse mostrar que eu sabia tocar violão.

Por meus próprios esforços, enfim, tropeçando nas notas, desafinando na voz, trejeitando o tempo todo, aos trancos e barrancos, vai que ia, voltava que não fui, meio lá e meio cá, enfim, dei por composta a primeira música.

Oxe, fiquei mais que envaidecido e queria mostrá-la de qualquer jeito. Ninguém queria ouvir, pois quando eu começava a trastejar no violão e destabocar a voz, a turma botava o rabo entre as pernas e se danava para conversar, nem aí pro meu grandioso sucesso universal. Destá.

Não me abati e dessa mesma atrapalhada forma, compus a segunda coisa que denominei de música. Juntei palavras mesmo que desarrumadas, ajustei tons mesmo que jamais harmônicos, e disse pra mim mesmo: - Essa está melhor que a outra. Um horror.

Foi aí que ouvi o anúncio no som volante de Help Baterista, dando conta da abertura de inscrições para uma Feira de Música que iria acontecer dali uns dias. Na hora corri para encontrar o parceiramigo Fernandinho Melo e o primartista Marquinhos Cabral que me deixaram a par de tudo. Oxe, era a hora.

Apois, providenciei tudo e como não tinha banda com coragem suficiente para se apresentar comigo (claro, os caras não eram bestas de levar vaia na cara assim de graça), acertei na inscrição que seria apresentação solo. Arrepara só.

Na minha cabeça eu era um violonista maior que Paulinho Nogueira e Laurindo Almeida juntos. Também era um cantor maior que Nelson Gonçalves e Luis Gonzaga. Claro, depois que ouvi João Gilberto e o estouro do sucesso de Roberto Carlos, nossa, eu disse pra mim mesmo: - Oxe, isso eu também faço. Chegou a minha hora. Insana ignorância.

Na verdade, o que me deu mais entusiasmo foi ouvir Desafinado com João Gilberto. Não sabia eu, na minha mais aguda ingenuidade de bestão do mijado fedido, que pra arte precisa ser bom. E eu me tinha como o bom dos bons, danou-se! Pois inventei de tentar executar essa música Desafinado, resultado: fui pro palco sem ainda saber nem pra onde iam os acordes dessa magistral canção.

Mas como desafinado descarado que se preze não corre da raia, chegou o dia da apresentação e eu lá: sozinho no palco, violão na caixa dos peitos (imitando, claro, Chico Buarque), tremendo que só vara verde, abri a boca, mandei no recado e num instante terminei. Pronto: esperei a vaia comer no centro. A minha surpresa foi que aplaudiram, claro, plateia generosa, todo mundo conhecido. Mesmo assim, saí mais vermelho que morango maduro no galho do pé do quintal. Queria era me esconder, mas tinha que esperar para a segunda apresentação. Ué, nunca fui covarde!

Lá estou eu de novo sendo anunciado, subindo ao palco, sem nem olhar pro júri nem pra plateia, tasquei os dedos na corda e abri o berreiro. Tão rapidamente começou, assim mesmo terminou. Outros aplausos e eu procurando um buraco no chão pra me socar de morto de vergonha.

Pronto, tirei o cabaço. Nem esperei o resultado nem sei até hoje que classificação ficaram as músicas (acredito que viraram lanternas na lista, arengando as duas músicas para qual ficaria no último lugar). O que valia de mesmo era que eu tinha tirado o cabaço e a culpa é do Pinras que permitiu que músicas tão trejeituosas fossem apresentadas, e da plateia que ainda tiveram o desplante e a complacência de aplaudir o que não deveria ser nem executado. O júri está poupado do meu escárnio porque, claro, devidamente deram a nota acertada para que eu desistisse de ter a cara de pau de inventar de cantar um dia. Mas como não tomei conhecimento da manifestação do júri, sigo incólume até hoje abusando da paciência e da boa vontade alheia. Ainda hoje passo por esse vexame.

Depois disso, todo dia é uma surpresa para mim. Até mesmo hoje, a querida Meimei Corrêa acha de fazer um registro de comemoração desses meus trinta e dois anos de tentativa, contando, ainda, com a generosidade dos amigos Ricardo Machado e da Mônica Brandão. Mesmo sabendo quem sou, obrigado. Minha gratidão eterna procês. Veja mais aqui.

 


DITOS & DESDITOS - Não devemos ceder a visões desfavoráveis da humanidade, pois fazendo isso, fazemos os homens maus acreditarem que eles não são piores que os outros, e ensinamos aos bons que eles são bons em vão. A solidão é a sala de audiência de Deus. Pensador do escritor britânico Walter Savage Landor (1775-1864).

 

ALGUÉM FALOU: A biblioteca não é apenas um lugar, mas também uma instituição. Sua função não é outra senão a de um projeto utópico de fazer coexistir, no mesmo espaço, todos os momentos do saber humano, o traço de seu pensamento nas suas formas mais variadas e plurais. Pensamento do filósofo espanhol Francisco Jarauta. Veja mais aqui e aqui.

 

O MITO DA DEMOCRACIA DIGITAL – [...] Os impactos políticos da Internet têm sido frequentemente avaliados por meio de lentes providas por democratas deliberacionistas. A esperança tem sido que a Internet iria expandir a esfera pública, ampliando tanto o alcance de ideias discutidas quanto o número de cidadãos cuja participação é permitida [...] A abertura da Internet permitiria aos cidadãos competir com jornalistas pela criação e disseminação de informações políticas [...] ao considerar discurso político online, devemos ter em vista a diferença entre falar e ser ouvido [...] Do ponto de vista da política de massa, preocupamo-nos mais não com quem posta, mas com quem é lido — e há várias barreiras formais e informais que obstam a capacidade de cidadãos comuns atingirem uma audiência. A maior parte do conteúdo online não recebe links, não atrai olhares e tem mínima relevância política. Reiteradamente, este estudo encontra poderosas hierarquias moldando um meio que continua a ser celebrado por sua abertura. Essa hierarquia é estrutural, tecida nos hyperlinks que compõem a Internet; é econômica, sob domínio de corporações como Google, Yahoo! E Microsoft; e é social, no pequeno grupo de profissionais homens brancos, altamente instruídos que são vastamente super-representados nas opiniões online. [...]. Trechos extraídos da obra The Myth Of Digital Democracy (Princeton, 2009), do professor e pesquisador estadunidense Matthew Hindman, defendendo que a Internet está apenas reforça as vozes da elite política ao invés de abrir o processo político para uma diversidade maior de vozes, ao advogar que vivemos em um "Googlearchy" governado por motores de busca que concentram a atenção em apenas um punhado de sites "winner-take-all", sites “vencedores que levam tudo”, ao considerar que se trata de um mito a ideia de que a Internet pode abrir espaço para as pessoas comuns se tornarem participantes mais ativas nos processos políticos.

 

O COMPLEXO DE PORTNOY - [...] Ela estava tão profundamente entranhada em minha consciência que, no primeiro ano na escola, eu tinha a impressão de que todas as professoras eram minha mãe disfarçada. Assim que tocava o sinal ao fim das aulas, eu voltava correndo para casa, na esperança de chegar ao apartamento em que morávamos antes que ela tivesse tempo de se transformar. Invariavelmente ela já estava na cozinha quando eu chegava, preparando leite com biscoitos para mim. No entanto, em vez de me livrar dessas ilusões, essa proeza só fazia crescer minha admiração pelos poderes dela. Além do mais, era sempre um alívio não surpreendê-la entre uma e outra transformação - muito embora eu jamais deixasse de tentar; eu sabia que meu pai e minha irmã nem faziam ideia da natureza real de minha mãe, e o peso da traição que, imaginava eu, recairia sobre meus ombros se alguma vez a pegasse desprevenida seria de mais para mim, aos cinco anos de idade. Creio que eu chegava a temer a possibilidade de ser eliminado caso a flagrasse ao entrar voando pela janela do quarto, vindo da escola, ou então surgindo pouco a pouco, um membro de cada vez, emergindo do estado de invisibilidade, com avental e tu do. Claro que, quando ela pedia que lhe contasse como tinha sido meu dia no jardim de infância, eu obedecia sem hesitação. Não tinha a menor pretensão de compreender todas as implicações de seu dom de ubiquidade, mas que ele ser via para descobrir que espécie de menino eu era em sua ausência - disso não havia dúvida. Uma consequência dessa fantasia, que sobreviveu (dessa forma específica) até a primeira série, foi que, julgando não ter alternativa, me tornei um menino honesto. Ah, e brilhante, aliás. A respeito de minha irmã mais velha, uma menina gorda, de tez amarelenta, minha mãe costumava dizer (mesmo na presença da própria Hannah, é claro: também minha mãe adotava a honestidade como política): "A menina está longe de ser um gênio, mas a gente não pede o impossível. Que Deus a abençoe, ela é esforçada, dá tudo o que pode, e assim o que ela conseguir está mais do que bom". De mim, que herdara dela o nariz egípcio afilado e a boca inteligente que jamais se calava, de mim ela dizia, com sua moderação característica: "Esse /bonditt/? Esse não precisa nem abrir o livro - é dez em tudo. É o Albert Einstein Segundo!". E como meu pai encarava tudo isso? Ele bebia - claro que não uísque, como faria um gói, e sim Nujol e leite de magnésia, e mastigava pastilhas laxantes; e comia All-Bran de manhã à noite; e consumia quilos e quilos de frutas secas. Sofria - e como! - de prisão de ventre. A ubiquidade de minha mãe e a prisão de ventre de meu pai, minha mãe voando pela janela do quarto adentro, meu pai lendo o jornal da tarde com um supositório enfiado lá naquele lugar... São essas, doutor, as primeiras impressões que guardo de meus pais, de seus atributos e segredos. Ele preparava chá de folha de sena seca numa panela, e a isso, junto com o supositório que se derretia invisível em seu reto, se resumia toda a bruxaria dele: fervia aquelas folhas verdes cheias de nervuras, mexia com uma colher o líquido fedorento, coava cuidadosamente e por fim ingeria a beberagem, na tentativa de desbloquear o organismo, com uma expressão de cansaço e sofrimento no rosto. E então, debruçado em silêncio sobre o copo vazio, aguardava o milagre... Quando era bem pequeno, às vezes eu ficava sentado a seu lado na cozinha, esperando também. Mas o milagre nunca acontecia, pelo menos não do modo como imaginávamos e rezávamos para que acontecesse - a suspensão daquela pena, a libertação final daquela praga. Lembro que, quando deu no rádio a notícia da explosão da primeira bomba atômica, ele disse em voz alta: "Quem sabe isso não resolvia meu problema". Mas, para aquele homem, toda e qualquer catarse era inútil: suas /kishkas/ viviam comprimidas pela mão de ferro da indignação e da frustração. Entre outros infortúnios seus, eu era o favorito de sua mulher. Para complicar ainda mais as coisas, ele me adorava. Também ele via em mim a oportunidade de que a família se tornasse "tão boa quanto qualquer outra", de que conquistasse honra e respeito - se bem que, quando eu era pequeno, toda vez que ele falava sobre as esperanças que depositava em mim, praticamente só se exprimisse em termos de dinheiro. "Não seja burro como seu pai, não", ele gracejava, com o menino no colo, "não case por beleza, não case por amor - case por dinheiro." Não, não, ele não gostava nem um pouco de ser encarado com desprezo. Trabalhava feito um camelo - para um futuro que estava destinado a jamais atingir. Ninguém jamais lhe proporcionou a satisfação que ele desejava, que estivesse à altura do que ele lhes dera - nem minha mãe, nem eu, nem mesmo minha irmã, que o adora, e cujo marido ele até hoje considera um comunista (embora tenha se tornado sócio de uma lucrativa fábrica de refrigerantes e seja proprietário da casa em que mora, em West Orange). E por certo nem aquela bilionária empresa (ou "instituição", o termo preferido dentro da própria empresa) protestante que o explorava até não poder mais. "A Instituição Financeira Mais Benévola dos Estados Unidos", meu pai proclamou, ainda lembro, quando me levou pela primeira vez para conhecer o quadrilátero exíguo de mesa e cadeira que ele ocupava nos amplos escritórios da Boston & Northeastern Life. Sim, diante do filho se referia com orgulho à "Companhia"; não faria sentido se humilhar falando mal dela em público - afinal de contas, ela pagara seu salário durante a Depressão; dava papel timbrado com o nome dele impresso abaixo do desenho que representava o /Mayflower/, a insígnia da empresa (e, por extensão, dele, ha ha); e todos os anos, na primavera, num requinte de benevolência, a empresa presenteava a ele e minha mãe com um fim de semana gratuito em Atlantic City, num hotel chiquérrimo de góis, onde ele (junto com todos os outros agentes de seguros atuantes nos estados da região do Meio Atlântico que haviam ultrapassado a expectativa média de vendas daquele ano) se sentia intimidado pelo recepcionista, pelo garçom e pelo mensageiro, para não falar nos perplexos hóspedes pagantes. [...]. Trecho extraído da obra Complexo de Portnoy (Companhia das Letras, 2004), do escritor Philip Roth, contando a história de um personagem que se masturba obsessivamente, ao ponto de usar um fígado cru, compreendendo a narrativa uma confissão do protagonista no divã de seu terapeuta. Veja mais aqui e aqui.

 

UM POEMA - A necessidade nos acossa como acusação de impotência: / Você pode ou não falar mais alto, / Provar que está presente? / O que você precisa encontrar para dizer, / Para passar o saber que você existe / À revelia dos crentes ou descrentes / Da nossa espécie em cada um, / Você pode chegar junto ao chegar perto deles / E deixar o assunto de aceitação / Suspenso entre sua oferta / E seu destino com eles no tempo. / (Isto se chama "prosà'!) / Ou você pode convidar ouvintes, / Sem esperar por eles ─ / Fazendo do que você acha para dizer / Um testemunho de si, se ausente de ouvintes. / (Assim o poema se constrói: / Para ser entregue numa distância curta. / Mesmo sem platéia, fala.) / A realidade num poema é inextensível. / Abrange a vontade de falar mais alto, / Mas, se presume incluir / A vontade visitante de ouvir o que é dito, / Finge ser uma / Presença além da sua mesma. / o que mais pode ser feito? / Não falamos mais um com o outro? / Pomos palavras no ar e no papel / Que viajam entre nós como se o real, / Sob a proteção do tempo, / Com nem tudo perdido entre uma e outra, / Estas, aquelas e suas outras, / Ou perdidas de uma vez? / Não fosse isto um poema / Eu falaria sobre o falar, / Escreveria sobre o falar (e sobre o escrever), / Que se guardaria para o outro, outros, / Se construiria para todo mundo, / Ou para ninguém, contendo em si sua força viajante, / Sem precisar de uma graça de tempo para resgatá-lo / De uma perda total. / Ou eu falaria, escreveria, assim, / Esforçando-me para construir, quero dizer, / Algo ligando nossos entendimentos / Numa realidade de palavras, de eus, de outros, / Mais dizível, mais penetrável, habitável, aberta. Poema da poeta estadunidense Laura Riding (1901-1991).Veja mais aqui.

 


LUST EROTIC ART – O volume Lust Erotic Art (VAMzzz Sweet Rebel Magazine), organizado por Sylvia Carrilho e Benjamin Adamah, reune centenas de obras de autores geniais, desde Egon Schiele, obras de Friedrich Wilhelm Kleukens, as bruxas alemãs de Baldung-Grien, obras menos conhecidas de Franz von Bayros, o satânico Félicien Rops e o fetichista Bruno Schultz, aos esboços clínicos de Tom Poulton, dos desenhos de dominatrix de Montorguiel e German Jim, ao erotismo gótico masoquista de Henry Fuseli. Dezenove artistas diferentes são retratados em seus estilos característicos, abrangendo cinco séculos de criatividade, com Lust como o leitmotiv atemporal. Veja mais aqui e aqui.

 


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CRÔNICA DE AMOR POR ELA
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MARUJA TORRES, EMILY ESFAHANI SMITH, MARUŠA KRESE, SUSANA SZWARC & ZABÉ DA LOCA

      TRÍPTICO DQP: Valuna, estaca zero. Imagem: COLAM , ao som dos álbuns Da idade da pedra (2002), Zabé da Loca (MDA, 2003) e Bom todo...