Art by Yolanda
Dorda.

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Dorda.
PENSAMENTO DO DIA – Todos somos muito ignorantes. O
que acontece é que nem todos ignoramos as mesmas coisas. Pensamento
do físico teórico alemão Albert Einstein (1879-1955). Veja mais aqui.
INFORMAÇÃO CIENTÍFICA - [...] Um dos pontos capitais é
a disseminação da informação cientifica, mesmo porque se trata de um problema
essencial da democracia. Um país de nível tecnológico não pode existir sem que
a ciência tenha raízes profundas na nação, sem que todos estejam a par das
discussões. Considero antidemocrático não difundir os avanços científicos ou
mantê-los unicamente sob domínio da elite cientifica especializada. Por outro
lado, é preciso assegurar aos cientistas condições satisfatórias para estarem
atentos à época em que vivem. [...]. Trecho extraído da
entrevista concedida pelo químico russo Prêmio Nobel de Quimica de 1977, Ilya
Prigogine (1917-2003), retirada da obra Conversações: entrevistas essências
para entender o mundo (Cultura, 2008), de João Lins de Albuquerque. Veja mais
aqui.
BELAS DE DIA – [...] Levantou-se, iluminada
pela esperança. E eu respondi “sim” a cada uma de suas perguntas, cheia de boa
vontade e com o desejo de satisfazê-la... Olheia-a afestar-se pelo passeio, com
o seu passinho curto exigido pelos saltos altos... Na verdade, talvez ele a
ame... E se ama, chegará a hora em que, apesar de todos os cosméticos e
fraudes, ela tornar-se-á para ele, a presença sedutora, a helênica pagã de
cabelos soltos, a ninfa de pés intatos, a bela escrava de quadris redondos, nua
como o próprio amor... Trecho extraído do conto Belas de dia, da escritora francesa Sidonie Gabrielle Colette (1873-1954).
DOIS POEMAS - LA BELLE DAME SANS MERCI - Sem dúvida as gaivotas cantonais esperaram em
vão / as migalhas de pão que eu lhes lançava / em teu balcão para que ouvisses
/ mesmo ferrada no sono os seus estrídulos. / Hoje faltamos os dois ao encontro
/ e o nosso café da manhã esfria entre as pilhas / para mim de livros inúteis e
para ti de relíquias / que ignoro: agendas, estojos, vidros e cremes. / Maravilhoso
o teu rosto se obstina ainda, recortado / sobre o pano de fundo de cal da
manhã; / mas uma vida sem asas não o alcança e o seu fogo / sufocado é o
lampejo de um isqueiro. Ó VIDA - / Ó
vida, não te peço lineamentos / fixos, vultos plausíveis ou possessos. / Sinto que no teu giro inquieto o mesmo / sabor
que tem o mel tem o absinto. / O coração propenso todo ao vil / raro se afeta
com pressentimentos. / Tal como soa às vezes no silêncio / do descampado um
tiro de fuzil. Poemas do poeta italiano Eugenio Montale (1896-1981).
Art by Yolanda
Dorda.
Da
História do Brasil pro Fecapema, William Shakespeare, Timotthy Leary, Franz Liszt, Leconte
de Lisle, Nelson Pereira dos Santos, Leila Diniz, Robert Capa, Vincent
Stiepevich, Coronelismo e cangaço aqui.
E mais:
A música
de Dhara – Maria Alzira Barros aqui.
Sobre o
Suicídio, Padre Bidião, A primavera de Ginsberg & muito mais aqui.
A
educação no pensamento Marxista aqui.
As
trelas do Doro: olha a cheufra! Aqui.
Fecamepa:
quando
embola bosta, o empenado não tem como ter jeito!!!! Aqui.
CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Leitora
comemorando a festa do Tataritaritatá!
CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na
Terra:
Recital
Musical Tataritaritatá - Fanpage.
