
AMAR A CIDADE
O
musical Amor em Sampa (2016),
dirigido por Carlos Alberto Riccelli e Kim Riccelli com roteiro da Bruna
Lombardi, vale mais as cinco histórias que transitam com pano de fundo: a
campanha de amor à cidade. Veja mais aqui, aqui, aqui e aqui.
Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruzo a Ipiranga e Avenida São João
É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi da dura poesia concreta de tuas esquinas, da deselegância discreta de tuas meninas.
Que só quando cruzo a Ipiranga e Avenida São João
É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi da dura poesia concreta de tuas esquinas, da deselegância discreta de tuas meninas.
Ainda não havia para mim Rita Lee, a tua mais
completa tradução
Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e avenida São João.
Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e avenida São João.
Quando eu te encarei frente a frente e não vi
o meu rosto
Chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto
É que Narciso acha feio o que não é espelho
E à mente apavora o que ainda não é mesmo velho, nada do que não era antes quando não somos mutantes e foste um difícil começo
Chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto
É que Narciso acha feio o que não é espelho
E à mente apavora o que ainda não é mesmo velho, nada do que não era antes quando não somos mutantes e foste um difícil começo
Afasto o que não conheço e quem vende outro sonho feliz de cidade
Aprende depressa a chamar-te de realidade porque és o avesso do avesso do avesso do avesso
Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas
Da força da grana que ergue e destrói coisas belas
Da feia fumaça que sobe, apagando as estrelas
Eu vejo surgir teus poetas de campos, espaços
Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva
Pan-Américas de Áfricas utópicas, túmulo do samba mas possível novo quilombo de Zumbi e os Novos Baianos passeiam na tua garoa
E novos baianos te podem curtir numa boa.
Aprende depressa a chamar-te de realidade porque és o avesso do avesso do avesso do avesso
Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas
Da força da grana que ergue e destrói coisas belas
Da feia fumaça que sobe, apagando as estrelas
Eu vejo surgir teus poetas de campos, espaços
Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva
Pan-Américas de Áfricas utópicas, túmulo do samba mas possível novo quilombo de Zumbi e os Novos Baianos passeiam na tua garoa
E novos baianos te podem curtir numa boa.
Sampa, música do álbum Muito – dentro da estrela azulada (Universal
Music, 1978) compositor, cantor, produtor, arranjador e escritor Caetano Veloso. Veja mais aqui, aqui e
aqui.
Veja
mais sobre:
Dois
quentes & um fervendo, a poesia de James Joyce, A música viva de Koellreutter & Carlos
Kater, a pintura de Jan Sluijters, a arte de Karel Appel, a música de Brahms & Giorgia Tomassi aqui.
E mais:
Exercício de admiração de Emil Cioran, Abril
despedaçado de Ismail Kadaré, o teatro de Meyerhold, a arte de Fridha
Khalo, a música de Badi Assad,
a pintura de Karel Appel, o cinema de Carla
Camurati & Marieta Severo, Carlota
Joaquina & Clube Caiubi de Compositores aqui.
Doro na
Caixa do Fecamepa aqui.
Constitucionalização
do direito penal
aqui.
Literatura
Infantil, a poesia de Hermann
Hesse, o teatro de Constantin
Stanislavski, Leviatã de Thomas
Hobbes, o cinema de Krzysztof Kieslowski & Juliette Binoche, a música
de Tom Jobim & Lee Ritenour,
Tiquê: a deusa da fortuna, a arte de Bette
Davis, a pintura de Jean-Honoré
Fragonard & Alexey Tarasovich Markov aqui.
O lado
fatal de Lya Luft, a literatura
de Marcia Tiburi, Afrodite & o julgamento de Páris, a
música de Diana Kral, o teatro de
Cacilda Becker & José Celso Martinez Corrêa, o cinema de Krzysztof
Kieslowski & Julie Delpys, a arte de Jeanne Hébuterne, a pintura de Débora Arango & Enrique
Simonet aqui.
A
salvação bidiônica depois da bronca, o pensamento de István
Mészarós, Mal de amores de Ángeles Mastretta, Horror econômico de Viviane Forrester,
A gaia ciência de Friedrich Nietzsche, a pintura de Auguste
Chabaud, a música de Tatjana Vassiljeva, a arte de Lia
Chaia & Wesley Duke Lee aqui.
Colocando
os pingos nos iiiiis, A teoria da viagem de Michel Onfray, Discurso &
argumentação de Débora Massmann, A gaia ciência de Friedrich Nietzsche, Neurofilosofia
& Neurociência, a música de Natalia Gutman, a poesia de Viviane Mosé, a fotografia de Cris
Bierrenbach, a arte de Mira Schendel, Conversa de bar & filho não reconhece
pai & Quando se pensa que está abafando, das duas, uma: ou contraria ou se
expõe ao ridículo. Cadê o simancol, meu aqui.
A gente
tem é que fazer, nunca esperar que façam por nós, O enigma
do artista de Ernest Kris & Otto Kurz, Os catadores de conchas de Rosamunde Pilcher, As viagens de Marco
Polo, A gaia ciência de Friedrich Nietzsche, Respeito aos idosos, a música de Silke
Avenhaus, a arte de Beth Moyses & Antonio Saura, Os passos desembaraçados
nos emaranhados caminhos & Quando os ventos sopram a favor, tudo fica mais
fácil aqui.
Que
coisa! Quando eu ia, todos já voltavam, a poesia de Sylvia Plath, Estruturas sociais da economia
de Pierre Bourdieu, Rede e movimentos sociais de Maria Ceci Misoczky, Gravidez
na adolescência de Laura Maria Pedrosa de Almeida, A gaia ciência de Friedrich
Nietzsche, a música de Coeur de Pirate, a arte de
Luciah Lopez, O feitiço do amor & Quando algo der errado, não adianta
chilique: cada um aprende mesmo é com suas escolhas aqui.
No reino
da competição todo mundo tem de ser super-homem – o ser humano não é nada, As causas
da pobreza de Simon Schwatzman, A crise da educação de Hannah
Arendt, a literatura de Abraham B. Yehoshua, Aprender e suportar o
equivoco de Clemencia Baraldi, A gaia ciência de Friedrich
Nietzsche, A primeira paixão de Ximênia, a música de Ernesto Nazareth & Maria
Teresa Madeira, a pintura de Arturo Souto & Mikalojus
Konstantinas Ciurlionis aqui.
História
da mulher: da antiguidade ao século XXI
aqui.
Palestras:
Psicologia, Direito & Educação aqui.
A
croniqueta de antemão aqui.
Livros
Infantis do Nitolino aqui.
&
Agenda
de Eventos aqui.
ARTE
arte da
bailarina, atriz, coreógrafa, diretora e professora Ruth Rachou.
CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na
Terra: Quando agredida, a natureza não se
defende: apenas se vinga, pensamento do físico teórico alemão Albert Einstein (1879-1955).
Recital
Musical Tataritaritatá - Fanpage.