sábado, novembro 29, 2014

A POESIA DE DYLAN THOMAS


PRÓLOGO

Esse dia retorcido ora em declive
No final veloz do verão de Deus
Na torrente do sol salmão,
Em minha casa sacudida pelo mar
Numa fenda abrupta de rochas
Emaranhadas de gorjeio e fruto,
Escuma, flauta, barbatana e espinho
Diante do casco bailarino de um bosque,
Junto às estrelas espumareias
Com suas vendedoras de peixe,
Gaivotas, gaitas de fole, amêijoas e velas,
E para além o corvo negro, homens
Vestidos de nuvens, que se ajoelham
Aos pés de redes crepusculares,
Meninos que apedrejam os gansos
Próximos no céu, e garças, e conchas
Que falam a língua dos sete mares,
Eternas águas longínquas
Com noites de nove dias
Cujas torres se agarrarão
Ao vento religioso
Com gastes de esguia e seca palha,
Na paz escassa eu canto
Para vós, estrangeiros (embora a canção
Seja um ajo ardente e estiolado,
Com o fogo dos pássaros
No bosque giratório do universo,
Por meus ásperos e oblíquos sons),
A partir dessas folhas de dedos marinhos
Que voarão e cairão
Como folhas de árvores que cedo
Se esfarelam mas perduram vivas
Na noite sufocante.
O salmão no oceano suga o sol que sucumbe,
E os mudos cisnes surram o azul
Do meu poente que orvalha a bafa, enquanto entalho
Esse alvoroço de formas
Para que saibas como eu,
Um homem que rodopia ao léu,
Também exalto a estrela e o pássaro
Tonitruante, nascido entre sargaços,
Homem em pedaços, sangue abençoado.
Escuta: anuncio o lugar,
Do peixe à colina movediça! Vê:
Construo minha arca que urra
Com o melhor do meu amor,
Enquanto o dilúvio principia
De dentro das nascentes do medo
E da ruiva raiva do homem vivo,
Aquoso e escarpado para fluir
Sobre a enrodilhada, e entorpecida
Ovelha branca das fazendas vazias
Até Gales em meus braços.
Oh, lá, no castelo fortificado,
Tu, rei da melopeia das corujas, que luailuminas
Os bruxuleantes caminhos e mergulhas
No desfiladeiros forrado com peles da besta morta!
Alô, sobre as plúmbeas colinas,
Ó minha anelada rola-pedrês
No limiar da ululante penumbra
Com a reverente gralha galesa,
Arrulhando em louvor dos bosques, aquele
Que enluara suas notas azuis desde o ninho
Até o bando das aves ribeirinhas!
Oh, confraria em algazarra,
Com a tristeza em vossos bicos,
Em meio às plumas tagarelas!
Eia, a cavalo morro acima,
Perseguindo a lebre em disparada,
Que ali pressente esse brilho de raposa, o estrondo
Do dilúvio em minha arca, enquanto eu corto e golpeio
(Um clangor de bigornas para o meu.
Tumulo e o meu violino, essa melhodia
Numa bufa-de-lobo linguiforme)
Todos menos os animais densos como ladrões
Nos ásperos e ondulantes solos de Deus
(Salve a sua alimária!).
Bestas que dormem um sono leve e tranquilo,
Psiu! Em bosques de colinas escarpadas! Fazendas
Vazias com montes de feno num aglomerado
De águas que cacarejam e se agarram, e telhados
De celeiros onde os cantos dos galos se guerreiam!
Ó reino de vizinhos mutilados,
Abatidos e depenados, faísca em minha arca
Remendada e no luar
Que bebeu o Noé da baía,
Com peles, escamas e velocino;
Somente os profundos sinos afogados
De ovelhas e igrejas repicam
Na paz escassa, enquanto o sol sucumbe
E a treva traz à tona todos os cemitérios.
Cavalgaremos sozinhos, e então,
Sob as estrelas de Gales,
Hão de gritar multidões de arcas! Através
De terras cerradas pelas pálpebras das águas,
Equipadas com seus amores, elas irão,
Com ilhas silvestres, de uma colina a outra.
Olá, minha pomba engalanada com uma flauta!
Salve, velha raposa de patas marinhas,
O colibri e o camundongo!
Minha arca canta ao sol
No final veloz do verão de Deus
E o dilúvio agora desabrocha.

SOBRETUDO QUANDO O VENTO DE OUTUBRO

Sobretido quando o vento de outubro
Castiga-me os cabelos com álgidos dedos,
E eu, subjugado pelo sol, caminho entre as chamas
E deito uma garra sombria sobre a terra,
Junto à orla do mar, ouvindo o ruído dos pássaros
E a tosse do corvo nos ramos do inverno,
É que estremece o meu convulso coração quando ela fala
E verte o sangue silábico, ou então se cala.
Enclausurado assim numa torre de palavras, esboço
No horizonte, ao caminhar como as árvores,
As formas verbais das mulheres e, no parque, as filas
De crianças cujos gestos se assemelham às estrelas.
Há quem suponha que eu te crie das faias vocálicas,
Das vozes dos carvalhos, ou que te dê noticias
A partir das raízes de províncias espinhosas.
Há quem supunha que eu te crie da linguagem das águas.
Atrás de uma jarra de feno, o relógio balouçante
Diz-me a palavra das goras, o significado nervoso
Flutua sobre o disco do pendulo, declama a manhã
E anuncia a tempestade no catavento.
Há quem suponha que eu te crie dos indícios da campina;
A erva memorável que me diz tudo o que sei
Irrompe através do olhar com o inverno cheio de vermes.
Há quem suponha que te conte os pecados do corvo.
Sobretudo que o vento de outubro
(Há quem suponha que eu te crie de magias outonais,
Da saliva das aranhas ou das sonoras colinas de Gales)
Flagela a terra com punhos de tubérculos,
Há quem suponha que eu te crie das palavras sem coração.
Exauriu-se o coração que, renunciando ao tumulto
Da química do sangue, se acautelou contra a fúria que desponta.
Junto à orla do mar, escuta as negras vogais dos pássaros.

A MÃO QUE ASSINOU O PAPEL

A mão que assinou o papel derrubou uma cidade;
Cinco dedos soberanos tributaram a respiração,
Duplicaram a esfera dos mortos e reduziram um país à metade;
Esses cinco reis levaram um rei à morte.
A poderosa mão chega a um ombro arqueado,
As juntas dos dedos foram imobilizadas pelo gesso;
Uma pena de ganso pôs um fim ao crime
Que deu fim à troca de palavras.
A mão que assinou o tratado fez brotar a febre,
E cresceu a fome, e vieram os gafanhotos;
Grande é a mão que mantem o seu domínio
Sobre o homem por ter ele escrito um nome.
Os cinco reis contam os mortos, mas não aplacam
A ferida cicatrizada nem acariciam a fonte;
Há mãos que regem a piedade com outras o céu;
As mãos não têm lágrimas para derramar.

VINTE E QUATRO ANOS

Vinte e quatro anos recordam as lagrimas de meus olhos.
(Enterra os mortos para que não se arrastem até o túmulo.)
Sob o septo do vão da abobada natural agachei-me como um alfaiate
Que costurasse o sudário para uma jornada
À luz do sol que engolia carne.
Vestido para morrer, dei inicio ao pavoneio sensual,
Com as rubras veias abarrotadas de dinheiro,
Avanço em direção final à cidade elementar
Enquanto perdurar o que existe para sempre.

CONTO DE INVERNO

É um conto de inverno
Que o cego crepúsculo de neve transporta sobre os lagos
E os flutuantes campos da fazenda na taça dos vales,
Deslizando tranquilo entre os flocos agarrados com a mão,
Sobre o pálido bafio do rebanho junto à vela furtiva,
E as estrelas que caem frias,
E o cheiro do feno em meio à neve, e a distante coruja
Que adverte entre os apriscos e o gélido refúgio
Agarrado à fumaça branco-ovelha da chaminé da estância
Nos vales cruzados pelo rio onde a história é contada.
Outrora, quando o mundo envelheceu
Numa estrela de fé pura como o pão que boiava sem destino,
Como o alimento e as chamas da neve, um homem desenrolou
Os pergaminhos de fogo que ardiam em sua cabeça e em seu coração
Rasgados e esquecidos numa casa sobre uma dobra da campina.
E ardendo então
Em sua ilha flamejante cingida pela neve alada
E as esterqueiras brancas como a lã e os poleiros das galinhas
Que dormiam enregeladas até que a chama da aurora
Penteasse os pátios encapotados e os homens da manhã
Tropeçassem nas enxadas,
E o rebanho espreguiçasse, e o gato arisco perseguisse o rato,
E os pássaros eriçados saltassem para caçar, e as suaves
Ordenhadoras arrastassem seus tamancos sobre o céu desmoronado,
E toda a fazenda despertasse em seus brancos afazeres,
Ele se ajoelhou, chorou, rezou,
Junto ao assador e à caneca escura sob a faiscante luz da lenha
E à xícara e ao pão partido entre as sombras bailarinas,
Na casa abafada, no decorrer da noite,
À beira do amor, apreensivo e atraiçoado.
Ajoelhou-se sobre as pedras frias,
Chorou desde a crista da dor, rezou ao céu nublado
Para que a fome fosse embora uivando sobre alvos ossos nus
Além das estátuas dos estábulos e das pocilgas com tetos celestes
E do cristal da lagoa dos patos e dos ofuscantes currais solitários
Até o lugar das orações
E das chamas, onde pudesse vagar sob a nuvem
De seu amor cego pela neve e precipitar-se para as brancas tocas.
Sua miséria desnuda o golpeava e, arqueado, ele uivava
Embora som algum flutuasse no ar enrugado em sua mão
A não ser o vento que excitava
A fome dos pássaros nos campos do pão, da água, lançados
Nos altos trigais e a colheita a derreter-se em suas línguas.
E sua annima miséria o enlaçava e ele ardia extraviado
Quando, frio como a neve, tinha de correr entre os vales cruzados
Pelos rios que desaguam na noite,
E afogar-se nos torvelinhos de sua miséria, e estender-se enrolado,
Agarrado ao centro desde sempre desejado do branco ^
Berço desumano e do leito nupcial eternamente procurado
Pelo crente perdido e o proscrito expurgado da luz.
Liberta-o, gritava,
Perdendo-o de todo no amor, e arroja a sua miséria
Nua e solitária na engolfante noiva
Para que ela nunca germine nos campos da branca semente
Ou floresça escarranchada na carne agonizante.
Escuta. Cantam os trovadores
Nas aldeias mortas. O rouxinol,
Poeira nos bosques sepultos, voa com os órgãos de suas asas
E soletra o seu canto de inverno aos ventos dos mortos.
A voz da poeira líquida que vem das fontes extintas
Está falando. O córrego seco
Salta com balidos e latidos aquáticos. O orvalho repica
Nas folhas trituradas e nos reflexos que há muito já não brilham
Da paróquia de neve. As bocas entalhadas na rocha são
cordas tangidas pelo vento.
O tempo canta por entre as obscuras campânulas mortas. Escuta.
Foi um som ou certa mão
Que abriu de par em par a tenebrosa porta na terra de outrora
E lá fora, sobre o pão do solo,
Uma ave se ergueu radiante como uma noiva em chamas,
Uma ave amanheceu, e seu peito se emplumou de neve e escarlate.
Olha. E os bailarinos se movem
Sobre os mortos, a neve se vestiu de verde, liberta ao luar
Com uma revoada de pombos. Exultantes, os cavalos de cascos solenes,
Centauros mortos, regressam e percorrem os alvos pastos alagados
Nas fazendas dos pássaros. O carvalho morto sai em busca do amor.
Os membros esculpidos na rocha
Saltam como ao som das trombetas. A caligrafia das velhas folhas
Está dançando. Os traços da idade sobre a pedra se entrelaçam num rebanho.
A voz de harpa da poeira das águas se desgarra de uma dobra das campinas.
Em busca do amor, alça seu voo a ave de outrora. Olha.
E as asas selvagens se elevaram
Sobre a sua cabeça enrugada, e a doce voz das plumas
Esvoaçou pela casa como se o pássaro entoasse louvores
E todos os elementos da lenta queda se rejubilassem
Porque um homem solitário se ajoelhara na taça dos vales,
Sob o manto, em sossego,
Junto ao assador e à caneca escura sob a faiscante luz da lenha,
E o céu dos pássaros com a voz emplumada o erguia ao sortilégio
E ele corria como o vento atrás do voo em chamas
Para além dos celeiros sem luz e dos currais da fazenda em calma.
Nos polos do ano
Quando os melros morriam como sacerdotes nas sebes embuçadas
E as distantes colinas tangenciavam o tecido dos condados,
Sob as árvores de uma só folha corria um espantalho de neve,
Precipitando-se por entre os torvelinhos das moitas esgalhadas como cervos,
Andrajos e orações caíam sobre
As colinas ajoelhadas e ecoavam nos lagos adormecidos,
Perdidos a noite inteira e a vagar por muito tempo no despertar
Da ave através dos tempos, das terras e dos flocos de neve.
Escuta e olha por onde ela navega no mar agitado pêlos gansos,
O céu, o pássaro, a noiva,
A nuvem, a miséria, as estrelas fincadas no azul, o júbilo
Para além dos campos semeados e o tempo escarranchado na carne agonizante,
E os céus, o céu, a tumba, a ardente pia batismal.
Na terra que já fora, a porta de sua morte se abriu de par em par
E o pássaro desceu
Numa colina branca como o pão sobre a concha da fazenda
E os lagos e os campos flutuantes e os vales cruzados pelo rio
Onde ele rezava para alcançar o derradeiro prejuízo
E a casa das preces e do fogo, já terminado o conto.
A dança se extingue
Na brancura que já não reverdece, e, morto o trovador,
Aflora o canto nas aldeias de desejos calçados pela neve
Que outrora entalharam as silhuetas dos pássaros no pão profundo
E fizeram deslizar as formas dos peixes voadores sobre os lagos de cristal
Degolou-se o ritual
Do rouxinol e do centauro morto. As fontes voltam a secar.
Os traços da idade dormem na pedra até que a aurora se anuncie.
Jaz o júbilo. O tempo sepulta o clima da primavera
Que retinha e saltava com o fóssil e o orvalho renascido.
Porque a ave se deitara
Num coro de asas, como se estivesse morta ou adormecida,
E as asas se movessem em surdina e ele se sentisse louvado e casado,
E por entre as coxas da noiva envolvente,
A mulher com seus seios e o pássaro de crista celestial,
Foi ele enfim derrubado Ardendo no leito nupcial do amor,
No torvelinho do centro desejado, nas dobras
Do paraíso, no botão rodopiante do universo.
E ela se ergueu com ele florescendo em sua neve derretida.

NÃO ENTRE TÃO DEPRESSA NESSA NOITE ESCURA

Não entre tão depressa nessa noite escura;
A velhice queima e estressa ao fim do dia:
Ira, ira de encontro ao fenecer da alvura.
Entanto sábios ao final sancionem a tarde madura
Porque suas palavras não lavraram luz, eles
Não entram tão depressa nessa noite escura.
Boa gente, ao último aceno, clama o quanto dura
A chama de seus feitos vãos valsando na angra verde,
Ira, ira de encontro ao fenecer da alvura.
Rufiões que colhem e cantam o sol que perfura,
E aprendem, demais tarde, que o molestam em sua senda,
Não entram tão depressa nessa noite escura.
Homens graves, à morte, que veem às escuras
Olhos cegos a chamejar meteoros e ser felizes,
Ira, ira de encontro ao fenecer da alvura.
E tu, meu pai, lá nas tristes alturas,
Maldiz-me, bendiz-me com teu duro pranto, peço.
Não entre tão depressa nessa noite escura.
Ira, ira de encontro ao fenecer da alvura.

EM MEU OFÍCIO OU ARTE TACITURNA

Em meu ofício ou arte taciturna
Exercido na noite silenciosa
Quando somente a lua se enfurece
E os amantes jazem no leito
Com todas as suas mágoas nos braços,
Trabalho junto à luz que canta
Não por glória ou por pão
Nem por pompa ou tráfico de encantos
Nos palcos de marfim
Mas pelo mínimo salário
De seu mais secreto coração.
Escrevo estas páginas de espuma
Não para o homem orgulhoso
Que se afasta da lua enfurecida
Nem para os mortos de alta estirpe
Com seus salmos e rouxinóis,
Mas para os amantes, seus braços
Que enlaçam as dores dos séculos,
Que não me pagam nem me elogiam
E ignoram meu ofício ou minha arte.

NO MEU OFÍCIO OU ARTE AMARGA

No meu ofício ou arte amarga
Que à noite tarda é exercido
Quando alucina só a lua
E dormem lassos os amantes
Com as dores todas entre os braços,
É que trabalho à luz cantante
Não pela glória ou pelo pão,
Desfile ou feira de fascínios
Por sobre palcos de marfim,
Mas pela paga mais afim
De seus secretos corações!
Não para alguém altivo à parte
Da lua irada é que eu escrevo
Os respingados destas páginas
Nem pelos mortos presumidos
Cheios de salmo e rouxinóis.
Mas para amantes cujos braços
Têm os cansaços das idades
Que não me dão louvor nem paga
Nem prezam meu ofício ou arte.

NÃO ENTRES NESSA NOITE ACOLHEDORA COM DOÇURA

Não entres nessa noite acolhedora com doçura,
Pois a velhice deveria arder e delirar ao fim do dia;
Odeia, odeia a luz cujo esplendor já não fulgura.
Embora os sábios, ao morrer, saibam que a treva lhes perdura,
Porque suas palavras não garfaram a centelha esguia,
Eles não entram nessa noite acolhedora com doçura.
Os bons que, após o último aceno, choram pela alvura
Com que seus frágeis atos bailariam numa verde baía
Odeiam, odeiam a luz cujo esplendor já não fulgura.
Os loucos que abraçaram e louvaram o sol na etérea altura
E aprendem, tarde demais, como o afligiram em sua travessia
Não entram nessa noite acolhedora com doçura.
Os graves, em seu fim, ao ver com um olhar que os transfigura
Quanto a retina cega, qual fugaz meteoro, se alegraria,
Odeiam, odeiam a luz cujo esplendor já não fulgura.
E a ti,meu pai, te imploro agora, lá na cúpula obscura,
Que me abençoes e maldigas com a tua lágrima bravia.
Não entres nessa noite acolhedora com doçura,
Odeia, odeia a luz cujo esplendor já não fulgura.


DYLAN THOMAS – O poeta inglês Dylan Thomas (1914-1953), nasceu no País de Gales e morreu em Nova York por causa do alcoolismo. Abandonou os estudos aos 16 anos e aos 20 publicou o seu primeiro livro de poesia, Eighteen Poems (1934), de feição romântica, que foi um sucesso de crítica. Aos 35 anos, visitou os Estados Unidos, onde foi idolatrado pelos autores da beat generation. No Brasil, foi publicado o livro Poemas reunidos de Dylan Thomas, com traduções de Ivan Junqueira.

REFERÊNCIAS
THOMAS, Dylan. Poemas reunidos (1934-1953). Rio de Janeiro: José Olympio, 1991.  Veja mais aqui.



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