A arte do
artista minimalista estadunidense Sol
LeWitt (1928-2007).

DITOS & DESDITOS – Os líderes do futuro
terão que ser visionários e capazes de liderar pessoas - bens comunicativos.
Essas são as coisas que as mulheres trazem para a liderança e os cargos
executivos, e será muito valioso e altamente procurado. Pensamento da
cientista estadunidense Anita Borg
(1949-2003), uma das fundadoras da conferencia bienal, Grace Hopper of Women in
Computing, com o objetivo de promover intereses e pesquisas das mulheres na
informatica.
ALGUÉM FALOU: Nunca tive uma chance de brincar com bonecos
ou com outros brinquedos. Comecei a trabalhar quando eu tinha seis anos de
idade. Não há duas pessoas na Terra que são similares, e a música tem
que ser assim também, ou não é música. Se não tenho amigos, não tenho nada. Um
beijo que nunca se provou, é sempre desperdiçado. Expressões da cantora estadunidense Billie Holiday (Eleanora Fagan - 1915–1959), também
conhecida como Ladu Day, considerada uma das maiores cantoras de jazz.
AS BRUXAS DE SALÉM – O drama histórico The Crucible (As Bruxas de Salém, 1996),
dirigido por Nicholas Hytner, com roteiro baseado na peça teatral homônima do
dramaturgo estadunidense Arthur Miller (1915-2005), trata acerca do
julgamento das Bruxas de Salém, ocorrido no final do século 17, que foram
acusadas de bruxaria por ter supostamente planejado matar a mulher de um fazendeiro
que era supostamente amante de uma delas. A notícia do assassinato causou histeria
coletiva na aldeia, quando todos se acusam mutuamente até a chegada de um
inquisidor para impor a ordem. Entre as executadas estão Susannah Martin,
somando-se às 14 executadas de 200 acusadas. No total foram 20 mortas, tudo
porque por volta de 1692, uma onda cristã espalhou a ideia de que o demônio andava
solto pela redondeza. O julgamento teve a duração de um ano e dois meses. Veja
mais aqui & aqui.
A MARCA HUMANA - [...] foi o verão em que
a náusea voltou, em que as piadas não paravam, em que as especulações e
teorizações e hipérboles não cessavam, em que a obrigação moral de explicar aos
filhos como é a vida adulta foi ab-rogada em nome da necessidade de
conservar-lhes todas as ilusões a respeito do assunto, em que a pequenez das
pessoas tornou-se esmagadora, em que uma espécie de demônio andava à solta por
toda a nação e em que as pessoas, tanto as pró como as contra, se perguntavam: “Por
que somos tão malucos?”; em que homens e mulheres, quando acordavam de manhã,
constatavam que, durante a noite, num estado de sono que os levara além do
alcance da inveja e da repulsa, [...] O rosto que ele me exibia,
o rosto que colocava a apenas trinta centímetros do meu, agora estava marcado,
torto e — levando-se em conta que era o rosto de um homem maduro mas bonitão,
elegante e conservado — curiosamente repugnante, muito provavelmente distorcido
pelo efeito tóxico de todas as emoções que lhe percorriam o organismo. Visto
assim de perto, estava amassado, estragado, como uma fruta caída de uma barraca
na feira e que é chutada de um lado para o outro pelos fregueses que passam. Há
algo de fascinante no efeito do sofrimento moral sobre uma pessoa que não
parece fraca nem frágil. É ainda mais insidioso do que o efeito de uma doença
física, porque não há morfina, nem raquidiana, nem cirurgia radical que possa
trazer alívio. Quem sofre seu impacto tem a sensação de que só ficará livre se
morrer. O realismo cru desse sofrimento é uma coisa incomparável. [...] Seu pai, que falava iídiche, era, conforme
Iris o retratava, um anarquista e um herege tão radical que nem sequer
circundara os dois irmãos mais velhos dela; [...] Consideravam-se marido e mulher, afirmavam ser americanos, diziam-se
até mesmo judeus, aqueles dois imigrantes ateus e ignorantes que cuspiam no
chão quando passava um rabino. [...]. Trecho e A marca humana (Companhia das Letras, 2002), do escritor
estadunidense Philip Roth (1933-2018)contando a história de um professor
universitário de 70 anos de idade que tem sua vida profissional e familiar
arruinada, acusado injustamente de abuso sexual e, por causa de uma piada meio
desastrada, de racismo. Veja mais aqui e aqui.
UM POEMA – I - A
égua e o garanhão / Agora sou a rainha / Agradecendo ao Suco / Ah! A
metalinguística / Aos homens de boa vontade. / Asas para voar. / Carta resposta
para Anecildo Katz / Como quero meu homem. / Dantas e Daudeth Bandeira, dois
poetas geniais. / De Aline para Milene. / Deixa eu cantar também. / Esse
anônimo bebeu, Milene! / Eu beijo muito / Eu beijo muito. II - Fazendo amor na
rede / Fazendu quaraquaká / Felicidade para Mestre Almir. / Feliz natal usina.
/ Hojé sexta feira. Buuuurrrr… / Manezim fique na sua / Meu nome é Aline
Dremir, moro em Palmas Tocantins / Meus presentes de natal. / Meus vícios / Minha
primeira septilha / Muito prazer Domingos / Mulher sozinha precisa. / O amor
verdadeiro não termina. / O belo canto do sabiá / O clube da Luluzinha. III - O
monstro na noite / Para Manezinho de Icó / Pra Lílian Maial – Explicando. / Quem
de vinte cinco tira. / Quem tem Deus no coração não tem medo de assombração! / Queria
ser nordestina. / Rabo de saia para perna de calça. / Resposta para Milene Arder.
/ Ritual da perdição / Se acalme Lílian Maial / Sem meu amigo Jorge Sales eu
não fico. / Senhores posso participar também? / Sou aquela que te espera. / Tem
dias que estou a mil. / Tentando fazer cordel. / Tristeza não… Só felicidade! /
Um dia de cão. / Um tempo pra mim / Vento amigo. / Vento amigo. / Volte logo
amigo Jorge Ribeiro. / Vou pra casa da Milene. Poema da poeta Aline
Dremir. Veja mais aqui.

O PERFIL & COMPORTAMENTO EMPREENDEDOR – O
empreendedor para Schumpeter (apud Dornelas 2001, p. 37), é compreendido como: O empreendedor é aquele que destrói a ordem
econômica existente pela introdução de novos produtos e serviços, pela criação
de novas formas de organização ou pela exploração de novos recursos materiais. [...]
É mais conhecido como aquele que cria novos negócios, mas pode também inovar de
negócios já existentes; ou seja, é possível ser empreendedor dentro de empresas
já constituídas. Isto quer dizer que, para o autor, o empreendedor é mais
conhecido como aquele que cria novos negócios, mas pode também inovar dentro de
negócios já existentes; ou seja, é possível ser empreendedor dentro de empresas
já constituídas. E empreender, sob esta ótica, é o impulso fundamental que
aciona e mantém em marcha o motor capitalista, constantemente criando novos
produtos, novos métodos de produção, novos mercados e, implacavelmente,
sobrepondo-se aos antigos métodos menos eficientes e mais caros. Depois de Joseph Schumpeter, segundo
se observa em Filion (1999) e Gerber (1990), na década de 60, David McClelland,
psicólogo da Universidade de Harvard, identificou nos empreendedores de sucesso
um elemento psicológico crítico, denominado por ele de "motivação da
realização" ou "impulso para melhorar", desenvolvendo então o
treinamento da motivação para a realização, cuja finalidade era melhorar tal
característica e torná-la aplicável em situações empresariais. Conforme Chiavenato
(2005), várias pesquisas e estudos acadêmicos sobre empreendedores foram
realizados de forma significativa nos últimos anos com o reconhecimento de que
o empreendedores são os maiores propulsores do desenvolvimento econômico da
maioria dos países. Esses estudos e pesquisas realizados em relação ao
comportamento e à personalidade do empreendedor estão fundamentado na crença de
que o eventual sucesso do novo empreendimento dependerá principalmente do
comportamento do empreendedor. Chiavenato (2005) chama atenção para o trabalho pioneiro
já mencionado anteriormente e realizado acerca das características
comportamentais dos empreendedores conduzido por David McClelland, professor da
Universidade de Harvard, em 1961, realizando vários estudos sobre a questão da
motivação e desenvolvendo uma teoria sobre a motivação psicológica, baseado na
crença de que o estudo da motivação contribui significativamente para o
entendimento do empreendedor. Segundo sua teoria de motivação psicológica, Chiavenato
(2005) anota que as pessoas são motivadas por três necessidades: necessidade de
realização, poder e afiliação, vistas anteriormente. Chiavenato (2005)
também chama atenção para os estudos
realizados por Collins, Moore's e Zalerznik´s que oferecem uma compreensão para
os aspectos comportamentais relacionados ao empreendededor, tendo como base a
crença de que a ação do empreendedorismo é uma ação imitada dos modelos
copiados da infância. O estudo de Collins e Moore, publicado em 1964, segundo
Chiavenato (2005), foi baseado em entrevistas e testes psicológicos com
empreendedores, encontrando como ponto chave a autonomia, independência e
autoconfiança dos empreendedores. Os estudos foram concluídos observando que a
história dos empreendedores estava correlacionada com uma crise nos primórdios
ou em eventos dramáticos vividos freqüentemente numa crise econômica, um
perigo, ou uma situação difícil na qual o empreendedor sobreviveria acreditando
em si mesmo. Também Abraham Zaleznik e Manfred Kets de Vries, segundo Chiavenato,(2005),
perceberam os empreendedores como pessoas profundamente influenciadas por uma
infância turbulenta e conflitante. Suas vidas eram freqüentemente sofridas com
temas reais ou imaginários de pobreza, depravação, morte significativa e
solidão. Por esta razão, os autores acreditam que o empreendedor é motivado por
sentimentos persistentes de insatisfação, rejeição e impotência, derivados de
conflitos relacionados com os pais. Kets de Vries (apud Chiavenato, 2005, p.
232), inclusive, traz os seis os principais elementos constituintes da
personalidade empreendedora: meio ambiente turbulento; esquiva em relação as
normas autoritárias dos pais; sentimento de rejeição; sentimentos dolorosos de
raiva, hostilidade e culpa; identidade confusa (identificação com a
personalidade causadora de dor); e adoção de modelos reativos para sentimentos
dolorosos (culpa, rebelião e impulsividade). A partir disso e em busca do
conceito, Fillion (1991, p. 132) diz que "Um empreendedor é uma pessoa que
imagina, desenvolve e realiza visões". Também se encontra a concepção dos
economistas, que entende empreendedor como sinônimo de empresário, ou seja,
empreendedores são pessoas que exercem atividades empresariais, é uma função. Para
Drucker (2000, p. 133), os empreendedores são pessoas que inovam: "A
inovação é o instrumento específico dos empreendedores, o meio pelo qual eles
exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio ou serviço
diferente". Para este autor, o empreendedor sempre está buscando a mudança,
reage a ela e a explora como sendo uma oportunidade. A partir nisso, vem o
entendimento de que empreendedor significa uma pessoa com criatividade para
fazer sucesso com inovações e, conforme Dornelas (2001, p. 37), “[...] é aquele
que detecta uma oportunidade e cria um negócio para capitalizar sobre ela,
assumindo riscos calculados”, trazendo, pois, a identidade de iniciativa para
criar um novo negócio, utilizando os recursos disponíveis de forma criativa,
transformando o ambiente social e econômico onde vive, aceitando assumir riscos
e a possibilidade de fracassar na paixão pelo que faz. Nessa mesma direção, empreendedor
para Dolabela (1999, p.46) é tido como: Empreendedor
não significa somente ter um acúmulo de conhecimentos, mas também valores,
atitudes, comportamentos, formas de percepção do mundo e de si mesmo voltados
para atividades em que o risco, a capacidade de inovar, perseverar e conviver
com a incerteza são elementos indispensáveis. Isto quer dizer que todo
empreendedor necessariamente deve ser um bom administrador para obter o
sucesso, no entanto, nem todo bom administrador é um empreendedor. Traduz-se
que, a partir de pesquisas, o perfil do empreendedor é aquele identificado num
ser social que é produto do meio que habita, ou seja, na época e lugar. Os
fatores do comportamento e as atitudes que constituem o perfil do empreendedor
trazem as características de uma pessoa com aptidões desenvolvidas e
constantemente aperfeiçoadas dentro de um sistema de aprendizagem especial,
bastante diferente do ensino tradicional. O perfil empreendedor, com base dos
ensinamentos de Degen (2000), Kaufmann (1990), Drucker (1987), Halloran (1994),
Birley e Muzyka (2001), Bernhoft (1996), De Mori (1998), Lucas Júnior (2003),
Almeida (2001), Nascimento (2001) e Araújo (2004), passa por uma série de
comportamentos, atitudes e expressão pessoal que se manifestam a partir do
espírito criativo e pesquisador, pela busca por novos caminhos e novas soluções
e pela identificação das necessidades das pessoas. Além disso, tal perfil também
passa pela incessante busca de novos negócios e oportunidades e pela
preocupação sempre presente com a melhoria do produto. Entre outras qualidades,
precisa ser otimista e buscar o sucesso, a despeito das dificuldades; assumir
riscos, capacidade de conviver com eles e sobreviver a eles porque fazem parte
de qualquer atividade; ter Iniciativa e ser Independente, sabendo comunicar-se
e conviver com outras pessoas, dentro e fora da empresa; ser organizado e
possuir conhecimento do ramo e manter contatos com empreendedores do ramo,
associações, sindicatos, dentre outras organizações; identificar e aproveitar
oportunidades, pesquisar, seja no trabalho, nas compras, nas férias, lendo
revistas, jornais, televisão, Internet; e estar sempre atento a qualquer oportunidade
de conhecer melhor um empreendimento; conhecer os pontos fortes e fracos. Filion
(1991), no entanto, chama atenção para as características que fundamentam o
perfil empreendedor. Buscando a personalidade empreendedora, observa-se que
vários estudos investigaram as características da personalidade dos
empreendedores e como eles diferem dos bem-sucedidos nas organizações
empresariais. Neste sentido, entende-se que as atividades que o empreendedor
desenvolve no seio organizacional para atingir seus objetivos estão na sua
vinculação deste a cada uma dessas atividades, agindo com as características
pessoais inovadoras e criativas e com as competências necessárias. As
características encontradas em Wever e Brito (2003) estão resumidas nas
principais, quais sejam: ser observador, conseguindo perceber o que é
necessário num sistema onde possa recolher informações; ser criativo, tendo
idéias para elaborar planejamentos e programas de execução; e persistência,
perseverando no trabalho para alcançar metas e objetivos. As características
encontradas em Dolabela (2002) e Araújo (2004), estão posicionadas no fato do
empreendedor ser visionário, otimista, determinado, dinâmico, independente,
apaixonado pelo que faz, líder dedicado e decidido, bem relacionado, planejam
sempre e tudo, organizado, preparado, faz a diferença, sabe explorar ao máximo
as oportunidades, assume riscos, cria valor, dentre outras. Já características
encontradas no empreendedor, com base em Filion (1991), estão, inicialmente, em
ter objetivos definidos que funcionem como um potente motor e que sejam capazes
de impulsionar a empresa e as pessoas que nela trabalham. A segunda
característica destacada por Filion (1991) está na visão global que significa enxergar
oportunidades que pessoas normais não enxergam, procurando oportunidades no
cotidiano das pessoas. Ou seja, manter a procura constante na transformação e
antenado com as tendências tecnológicas e mudanças no mercado. Geralmente o
empreendedor antevê as coisas, antecipa-se aos problemas para não deixá-los
acontecer. A terceira característica assinalada por Filion (1991) está na
iniciativa, tendo em vista que o empreendedor não possui a chamada
"síndrome do empregado", pois não segue somente o que é estabelecido,
ou resolve somente os problemas identificados, mas soluciona problemas e falhas
antes delas acontecerem, realizando projetos pessoais pelo simples prazer de
ver algo que é seu sendo implantado. A quarta característica anotada por Filion
(1991) é a velocidade, que significa que muitas são as idéias e os projetos que
podem surgir de acordo com a busca e criatividade, mas o aspecto velocidade
poderá ser determinante para o êxito da atividade. A quinta característica
observada por Filion (1991) é o planejamento que, segundo ele, nada mais é do
que estabelecer objetivos secundários para se alcançar o objetivo principal. Ou
seja, é a parte operacional do projeto, detalhado em pequenas ações
pré-estabelecidas, com prazos definidos e com a possibilidade de avaliação
periódica. Isto quer dizer que, conforme Filion (1991), para o empreendedor o
planejamento é fundamental, pois, através dele ele cria a estratégia do
projeto, fica atento aos riscos, e sabe da viabilidade ou não da sua idéia. A
sexta característica arrolada por Filion (1991) é a polivalência que passa a
exigir entendimento sobre toda organização e de tudo mesmo para que possa
liderar seus colaboradores, ou ainda mesmo para avaliar o todo de seu projeto. A
sétima característica informada por Filion (1991) é o envolvimento, uma vez que
o empreendedor não possui horário fixo para trabalhar, só sabe a hora de parar
quando o projeto é finalizado. A oitava característica é a persistência que,
segundo Filion (1991), devem pautar os objetivos e metas uma vez que os empreendedores
não desistem facilmente, sempre procuram uma forma de continuar apesar das
eventuais dificuldades, pois nem sempre as coisas vão correr as mil maravilhas,
mas o importante é persistir em busca do sonho sem desistir nunca. A nona
característica identificada por Filion (1991) é a ousadia, inclusiva, característica
básica de um empreendedor, pois é a busca de fazer coisas diferentes, que
ninguém ainda fez, quebrando padrões de comportamentos, quebrando regras de
trabalho em busca de uma maior produtividade. A décima característica é a
persuasão que, conforme Filion (1991), está na ótica do empreendedor que todos
podem ganhar com a sua idéia, criando uma legião anônima de colaboradores,
enfim é saber vender a idéia. A décima primeira característica é a competência
que, segundo Filion (1991), é a capacidade de realização e um grande quesito
para o comportamento empreendedor, pois é necessário disciplina, preocupação,
perfeição e cuidados com detalhes para que tudo possa correr da melhor maneira
possível. Por fim, a décima segunda característica empreendedora está na
autoconfiança que, segundo Filion (1991), acredita na idéia, tem motivação
interna, é liderado pela paixão e possui a consciência de que seu sucesso está
relacionado com a sua capacidade de sempre ter uma energia extra e eletrizante.
Sua motivação interior extrapola os limites de seu corpo e mente, e
freqüentemente é suficiente para contagiar a equipe. Na mesma condução, Timmons
e Hornaday (apud Santos, 2001, p. 57), entendem como características
empreendedoras ter um modelo que influencie, ter iniciativa, autonomia,
autoconfiança, otimismo, necessidade de realização, trabalhar sozinho, ter
perseverança e tenacidade, não reconhecer o fracasso porque é considerado um
resultado como outro qualquer, aprende com os resultados negativos e com os
próprios erros, tem grande energia por ser um trabalhador incansável, é capaz
de se dedicar intensamente ao trabalho e sabe concentrar os seus esforços para
alcançar resultados, sabe fixar metas e alcançá-las, luta contra padrões
impostos, diferencia-se, tem a capacidade de ocupar um intervalo não ocupado
por outros no mercado, descobrindo nichos, tem forte intuição, tem talento e
uma certa dose de inconformismo diante das atividades rotineiras para
transformar simples idéias em negócios efetivos, tem sempre alto
comprometimento por que crer no que faz, cria situações para obter feedback
sobre o seu comportamento e sabe utilizar tais informações para o seu
aprimoramento, dentre outras. Vê-se, pois, por essas característica que o
perfil empreendedor congrega liderança, habilidade, risco, vocação artística,
inovação, criatividade, motivação e perícia para alcançar suas metas e
objetivos.
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A.; HOLLENBECK, J. R. Comportamento Organizacional. São Paulo: Saraiva, 2004. Veja
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