segunda-feira, novembro 10, 2014

O APOCALIPSE DA ATUALIDADE, CARL ROGERS, KONRAD LORENZ E UBIRATAN D´AMBRÓSIO


UMA LENDA HINDU – Uma velha lenda hindu relata que houve um tempo em que todos os homens eram deuses. Mas eles abusaram tanto da sua divindade que Brahma, o mestre dos deuses, tomou a decisão de lhes retirar o poder divino; resolveu escondê-lo num lugar onde seria absolutamente impossível reencontrá-lo. Mas o grande problema era encontrar um esconderijo. Brahma convocou então um conselho dos deuses menores para resolver o problema: “Enterremos a divindade do homem na terra”, foi a primeira ideia dos deuses. “Não, isto não basta, pois o homem vai cavar e encontrá-la”, respondeu Brahma. Então os deuses retrucaram: “Então joguem a divindade no fundo dos oceanos”. Mas Brahma não aceitou a proposta, pois achou que o homem um dia iria explorar as profundezas dos mares e a recuperaria. Então os deuses menores concluíram: “Não sabemos onde escondê-la pois não existe na terra ou no mar lugar que o homem não possa alcançar um dia”. Então Brahma pronunciou: “Eis o que vamos fazer com a divindade do homem: vamos escondê0la na maior profundeza dele mesmo, pois é o único lugar onde ele jamais pensará em procurá-la”. Desde esse tempo, conclui a lenda, o homem fez a volta da Terra, explorou, escalou, mergulhou e cavou, em busca de algo que se encontra nele mesmo. (Recolhido de Pierre Weil, O novo paradigma holístico: ondas à procura do mar. In: BRANDÃO, Dênis; CRENA, Roberto. O novo paradigma holístico: ciência, filosofia, arte e mística. São Paulo: Summus, 1991). Veja mais aqui.


NOS DIAS DE HOJE – Ouvindo Cartomante, da dupla Ivan Lins & Victor Martins, paro pra pensar na frase “Nos dias de hoje...”, em que o professor doutor em matemática que atua em diversas universidades dos EUA e é pró-reitor da Unicamp, Ubiratan D´Ambrosio, no seu texto A ciência moderna em transição conceitual, dizia ser “[...] para manipular grupos de indivíduos, conduzindo-os a participar, individual e coletivamente, ativamente ou por consentimento passivo de atos de violência da maior barbárie, tais como o genocídio e a tortura física e mental, em dimensão e intensidade jamais imaginada em gerações anteriores, e que representam vergonha e culpa para cada geração. Meios inimagináveis de violência utilizam sofisticados avanços científicos e tecnológicos. E, talvez, o mais chocante dos resultados, uma destruição paulatina de inúmeras formas de vida no planeta, está ocorrendo em nome de algo confusamente chamado progresso. Aumenta-se a produção agrícola e se produzem desertos, buscar-se regular os regumes fluviais e se provocam dilúvios, consome-se a seiva fóssil e favorecem-se reações sísmicas. Sistemas escolares mantidos para estimular e desenvolver a criatividade facilitam o aparecimento de sistemas marginais, que acolhem crianças frustradas e angustiadas e as encaminham para manipulações criminosas. Sistemas econômicos concebidos para uma melhor distribuição de riquezas, para uma repartição igualitária dos frutos do trabalho coletivo, vêm reforçar desigualdades e injustiças, gerando e estimulando mecanismo de exploração do homem pelo homem e elevando o dinheiro a uma posição de poder absoluto. A mídia nos cerca de ilusões e fantasias, e princípios e ideologias são criados para justificar e propor explicações, numa tentativa de não nos deixar reconhecer um mundo infeliz, inseguro, injusto. Ao chegarmos a um semáforo, esperamos que a luz esteja verde para não sermos assediados por crianças de sete ou oito anos que vendem limão ou simplesmente pedem esmola, num país em que a educação primária, de oito anos de duração, é compulsória e obrigação do Estado. Mas se o sinal está melhor, imediatamente fechamos o vidro e olhamos para o outro lado, numa tentativa de nos isolarmos e não reconhecermos uma realidade suja e feia. E, ao retornarmos a viagem, vamos cinicamente para nossos escritórios de trabalho, onde apoiaremos uma emenda constitucional que estabelece o limite de catorze anos como idade mínima de trabalho do menor. Nesse meio de cinismo, de ignorância da realidade como ela é, e de falta de visão global dessa mesma realidade, o que chamamos progresso vem se instalando nas nossas sociedades. Todas essas manifestações de estupidez de nossa espécie estão amparadas por esquemas racionais e científicos, estruturados mediante conhecimento especializado, fragmentado e focalizado em apenas um ou, quando muito, em alguns poucos inúmeros parâmetros que compõem a realidade,c om absoluta ignorância de uma visão global dessa mesma realidade e mesmo com desprezo por essa visão. Os sucessos e resultados dessa análise de aspectos da realidade, amarrados e estruturados em esquemas em si muito elaborados, têm impedido reconhecer a limitação e a parcialidade desses enfoques, e o próprio aparecimento das disciplinas, talvez a invenção mais fundamental e mais característica da ciência moderna, deu origem ao afastamento da realidade em toda a sua plenitude”. No meio desse caos todo em que vivemos, o psicólogo norte-americano Carl Rogers (1902-1987), nos deixa pro discernimento: “Estamos enfrentando uma combinação de mudanças paradigmáticas que podem ser mais poderosas do que qualquer coisa que o mundo tenha visto antes. As possibilidades, tanto para a ruptura como para vida criativa, são enormes”. Veja mais aqui.

EVITANDO O APOCALIPSE – O biólogo e médico austríaco Konrad Lorenz, considerado o pai da Etologia e laureado com o Nobel de Medicina em 1973, dá a dica de como evitarmos o apocalipse que nos ronda na atualidade: “Para evitar o apocalipse que nos ameaça, é necessário justamente nos adolescentes e nos jovens sejam despertadas novamente as sensações valorativas que lhes permitam perceber o belo e o bom, sensações essas que são reprimidas pelo cientismo e pelo pensamento tecnomorfo [...]. Um contacto tão intimo quanto possível com a natureza viva, tão cedo quanto possível na vida das crianças, é um caminho altamente promissor para que se atinja esse objetivo” (Konrad Lorenz, A demolição do homem: crítica à falsa religião do progresso. São Paulo: Brasiliense, 1986). Veja mais aqui

HEIDEGGER E A PSICOLOGIA – O filósofo alemão Martin Heidegger (1889-1976), foi aluno e discípulo do fundador da fenomenologia, Edmundo Husserl, e do culturalista neokantiano Heinrich Ricket, é autor de diversas obras de importância máxima, a exemplo do “Ser e Tempo” e “Introdução à Metafísica”, entre outras. Em “Ser e Tempo” ele entende que o sentido da pergunta pelo ser foi perdido e caiu no esquecimento após as indicações de Platão e Aristóteles, formulando a sua Teoria do Ser que tem por propedêutica a analítica da existência humana, introduzindo o método fenomenológico do Dasein, a essência humana que consiste em sua existência na possibilidade de realização. Por conseguinte, para o filósofo o ser e o estar no mundo é a determinação fundamental do Dasein: o mundo, o ser do existente e o ser em ou no mundo – revelando as dimensões do tempo, o futuro, o presente e o passado. Para ele, o mundo não é uma soma de objetos, mas uma totalidade implícita nas coisas que o compõem. Apesar das criticas de quase incompreensibilidade de sua linguagem filosófica, do artificialismo das suas etimologias, do seu anti-humanismo e das decorrentes atividades políticas do pensador, Heidegger é considerado, por seu inegável esforço profundo na análise ontológica da existência, influenciando sobremodo muitos pensadores, a exemplo de Jean-Paul Sartre. O presente estudo está voltado para identificar a sua contribuição à Psicologia, objetivando por meio de uma revisão da literatura, observar de que forma o Dasein e todo o seu pensamento fenomenológico contribuiu para o desenvolvimento da ciência psicológica. O EXISTENCIALISMO HEIDEGGERIANO - O existencialismo heideggeriano, segundo Padovani e Castagnola (1978), é concebido a partir da filosofia do finito, ao defender que não é a essência que dá significado à existência, mas o contrário, uma vez que a existência é possibilidade que adquire uma essência. Ele compõe sua filosofia a partir da condição inicial do existente humano, o estar-no-mundo, o Dasein. E se firma na angústia que é a experiência radical do nada de todas as coisas. A teoria ser no mundo, segundo Heidegger (1989), aparece como ontologia fundamental na investigação fenomenológica, buscando as essenciais determinações do ser dos entes: "o ser é sempre o ser de um ente", ou dasein, o ser do homem. Essas ideias foram importantes para a psiquiatria. Para Almeida (2014, p. 19) Com Heidegger é que temos a criação da filosofia existencial em nosso século e ainda sua junção com a psicologia e a psiquiatria. A ontologia heideggeriana é de que o homem é um ser no mundo onde o homem tem sua existência por ser–no-mundo e o mundo tem sua existência porque há um ser para revelá-lo. O que nos leva a perceber a unicidade do ser e do mundo. Segundo Barbosa (1998, p. 42), a “Grande parte da importância do pensamento de Heidegger consiste em ter ele problematizado o ser-em da existência humana”. Assim, Heidegger, conforme Chauí (1979) vai abordar o problema do ser empregando o método fenomenológico de Husserl, levando-o a colocar como ponto de partida de sua reflexão aquele ser que se dá a conhecer imediatamente: o próprio homem. Heidegger (1989) abandona a intencionalidade e a consciência ao criticar Husserl e sua fenomenologia transcendental, buscando essência da consciência, insatisfeito com a metafísica husserliana: Dasein deve substituir 'sujeito' ou 'eu'. O termo Dasein, nessa perspectiva, refere-se ao existir humano que se dá como um acontecer (sein) que se realiza aí (Da), no mundo, sendo o próprio existir que consitui o aí em que se dá a existência. Nesse sentido, tendo-se em vista a "finitude" humana, a temporalidade e a historicidade serão fundamentais na análise heideggeriana do Dasein. INFLUÊNCIAS E CONTRIBUIÇÕES HEIDEGGERIANAS – Numa revisão efetuada a partir de Farias (1988), Fédier (1989), Loparic (2003), Pessanha (2003), Safranski (2000) e Duarte (2001), encontrou-se que Heidegger tornou-se, ao mesmo tempo, um ícone do pensamento do século XX por sua filosofia complexa, além de centro de escândalos por seu engajamento ao nazismo. Contudo, Queiroz (2005, p. 30) destaca o Dasein do pensamento heideggeriano, observando que: A Ontoterapia, com sua visão global do homem, aberta aos domínios do corpo, da alma e da espiritualidade, funda-se, principalmente, neste cuidado do ser. O cuidado reveste-se de dúplice forma. Pode-se falar do auto-cuidado e do hetero-cuidado. É o próprio Heidegger, na obra Ser e Tempo, que afirma que o Dasein ocupa-se essencialmente desse próprio Dasein, ao mesmo tempo em que este é determinado como um ser – uns com os outros original. Por isso o Dasein ocupa-se sempre também com os outros. Dá-se, segundo o autor mencionado, que a ontoterapia faz uso do cuidado de duas maneiras: cuidar de si e cuidar do outro, ou seja, preocupar-se consigo mesmo e, da mesma forma, preocupar-se em cuidar do outro. É esse pensamento solidário que vai possibilitar a identificação das inestimáveis contribuições de Heidegger à Psicologia. Dessa forma, para a Psicologia, segundo Sebit (2012), Heidegger exerceu importante influência por ter buscado nas suas ideias a nova perspectiva para a colocação dos problemas humanos, da questão do conhecimento, da ciência e da técnica, contribuindo, assim, não só com essa área do saber, como também com a sociologia, teologia, ecologia e educação. A contribuição inaugura – via fenomenologia do Dasein - a assim chamada fenomenologia existencial, base de escolas e linhas de pensamento contemporâneas em psicologia, psiquiatria, psicoterapia e psicopatologia, ainda que ele mesmo não se definisse como existencialista, no sentido de não pertencer ao Existencialismo enquanto movimento. Além disso, observa-se a aproximação da analítica do Dasein de Heidegger com a clínica - psiquiátrica ou psicológica - psicoterapêutica. A esse respeito, destaca Almeida (2014, p. 22) que: [...] a psicologia existencial pode ser definida como uma ciência humana que emprega o método da analise fenomenológica. Uma das principais particularidades da psicologia existencial em relação aos outros sistemas psicológicos se da pela oposição a aplicação do conceito de causalidade das ciências naturais aplicado as ciências humanas e especificamente à psicologia. Esse ser no mundo é o que vai marcar a operação de univocidade entre sujeito e objeto restaurando a unidade entre o homem e o mundo, mundo este marcado por três aspectos: as regiões fisiobiologicas, o ambiente humano e aquele no qual se acha a pessoa e seu eu, incluindo o corporal. A psicologia existencial que surgiu da filosofia e que desta guarda e mantém estreitas relações, teve grande repercussão sobre a teoria e à pratica da psicologia como um todo, fazendo surgir outras técnicas e pontos de vista tanto em campos do aconselhamento como da psicoterapia. Marca uma função de seguir as coisas em si mesmas na orientação de não se deixar perder no seu relacional, em seu contato com a experiência e ao cotidiano. Sua contribuição, conforme Barbosa (1998), se deu no campo da psicopatologia com o reconhecimento da enfermidade como um modo ou estilo particular de ser no mundo, a partir da utilização do método fenomenológico de reflexão com o objetivo de alcançar a essência da enfermidade por meio de suas manifestações concertas. Havia, então, o entendimento de que a enfermidade é uma distorção da estrutura do ser no mundo. Por isso, Barbosa (1998) observa que o sintoma, enquanto estilo de ser, encontra-se também no normal, ou no doente não apenas enquanto doente, e essa constatação permite compreender melhor o sentido da doença. Por consequência, a terapia é o ato de levar o doente a ver como está constituída a estrutura total da existência humana (ou ser no mundo), trazendo-o de volta. Além disso, registra Sebit (2012, p. 55) que: Diversos psicanalistas, psicólogos e psiquiatras desenvolveram teorias a partir de Heidegger e dos pensadores existencialistas. Entre estes, podemos destacar a obra de Viktor Frankl, Rollo May, Maslow, Carl Rogers, Allport, Erich Fromm e Buhler. Além desses, Ludwig Binswanger e Medard Boss foram daqueles que buscaram mais diretamente as consequências do trabalho de Heidegger para a psicoterapia e procuraram empregar na compreensão clínica os conceitos fundamentais elaborados por esse filósofo, embora se afastando dele em alguns casos e aspectos. Em vista disso, destaca Feijoo (2014) que é a dimensão da existência heideggeriana que vai possibilitar o desenvolvimento da psicologia sob a perspectiva fenomenológico-existencial. O percurso psicoterapêutico vai se dar de modo que o psicoterapeuta possa assumir o lugar de mensageiro do discurso do cliente, num processo mútuo de corresponder e desprender, tal como entendido por Heidegger em sua perspectiva ontológica. Mattar e Sá (2014), por sua vez, registra que Heidegger propôs aos psiquiatras e psicoterapeutas participantes a suspensão do olhar científico-natural, em que foram formados, para que pudessem ter acesso a uma atitude fenomenológica de atenção à realidade. A contribuição de Heidegger, segundo Moreira (2010) e Feijoo (2014b), está na psicoterapia de inspiração daseinsanalítica, pensando tanto no dualismo subjetividade/objetividade como na intersubjetividade que envolve o dualismo sujeito/sujeito. É que na perspectiva existencial a visualização do comportamento como atitude geral, como movimentação total da existência em um mundo. A esse respeito, assinala Feijoo (2014, p.11), que: [...] o psicoterapeuta de inspiração daseinsanalítica: 1)Ajuda como aquele que trata do modo de existir e não do funcionar do homem. 2)Liberta o homem do aprisionamento por tomar-se como um ente cujo modo de ser é simplesmente dado, esquecendo-se de sua condição de liberdade enquanto existente. 3)Facilita que as experiências se tornem presentes, sem condicioná-las causalmente ao somático ou ao psíquico, deixando ser o que a própria experiência revela; 4)Está atento às indicações, suspende a verdade postulada pelo senso comum, pela ciência e pela psicologia científica, permitindo que o fenômeno seja reconhecido como uma simples relação com o mundo; 5)Busca conduzir o homem a si mesmo, possibilitando a livre relação com aquilo que o encontra, apropriando-se destas relações e deixando-se solicitar por elas. 6)Relaciona-se através do modo de cuidado denominado por Heidegger como “antecipação libertadora”, que devolve o outro a si mesmo, liberando-o para seus modos próprios e singulares de ser. 7)Sustenta sua atenção na serenidade, estranhamento, aceitação e compreensão. Mediante o exposto, sintetiza Roeche (2012) que o trabalho de Heidegger assume importância por sua utilização na Psicologia sob os nomes de psicologia fenomenológica, psicologia existencial e, em menor escala, hermenêutica e psicologia humanista. Sua importância é também destacada por Mattar e Sá (2014) ao considerar que na época contemporânea, em que as demandas de sofrimento existencial, endereçadas à clínica psicoterápica, cada vez estão mais relacionadas ao nivelamento histórico do sentido ao que pode ser computado no cálculo global de exploração e consumo, é imprescindível, para que a psicoterapia possa se constituir em um espaço de reflexão crítica propiciador de outros modos de existir, que ela própria não permaneça acriticamente subordinada a esse mesmo horizonte histórico de redução de sentido. CONCLUSÃO – Muitas controvérsias permeiam os mais diversos debates acerca do homem e do pensamento de Heidegger. Distinguindo-se o homem da sua obra, ficou mais que evidenciada a contribuição heideggeriana às práticas psicoterápicas, notadamente a desenvolvida pela psicologia fenomenológica-existencial. Veja mais aqui e aqui.

REFERÊNCIAS
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