Domingo, Julho 31, 2011

VIDA DE ARTISTA: LUIZ ALBERTO MACHADO



VIDA DE ARTISTA: LUIZ ALBERTO MACHADO – Entrevista concedida ao programa Vida de Artista, comandado pela jornalista Gal Monteiro, na TVEducativa, Maceió, Alagoas, por ocasião de realização do show Tataritaritatá, no Projeto Palco Aberto, no dia 19 de maio, no Espaço Cultural Linda Mascarenhas.

Vida de Artista: Luiz Alberto Machado – Parte 1

Vida de Artista: Luiz Alberto Machado – Parte 2

Vida de Artista: Luiz Alberto Machado – Parte 3

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Segunda-feira, Julho 18, 2011

FOLIA CAETÉ: EU FAÇO ACONTECER



FOLIA CAETÉ: EU FAÇO ACONTECER – Gentamiga, o meu frevo Folia Caeté está na comunidade Eu faço acontecer do Banco do Brasil. Confira.



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Sábado, Julho 16, 2011

SATYRICON DE PETRÔNIO



SATYRICON DE PETRÔNIO

[...] Os jovens, quando se iniciam no tribunal, julgam-se transportados para um novo mundo. O que faz de nossos estudantes mestres tão idiotas é que tudo quanto vêem ou ouvem nas escolas não lhes oferece nenhuma imagem da sociedade. Em tais escolas, castigam incessantemente os ouvidos dos meninos com piratas emboscados no rio, preparando cadeias para seus prisioneiros; com tiranos cujos bárbaros decretos condenam os filhos a decapitar os próprios pais; com oráculos que, para salvar cidades devastadas pela peste, determinam a morte de três jovens virgens. É um verdadeiro dilúvio de frases melosas, agradavelmente arranjadas – ações e discusos, tudo é salpicado de sésado e dormideira.

[...] Um cozinheiro tem sempre o cheiro de cozinha.

[;;;] a verdadeira eloqüência não conhece o exagero. Simples e modesta, eleva-se com naturalidade, tornando-se bela graças apenas a seus próprios encantos.

[...] Não há mais um só poema onde brilhe o bom gosto; todos esses abortos literários se assemelham a insetos que nascem e morrem no mesmo dia.

[...]

Onde o ouro é todo-poderoso, de que servem as leis?
Se não tem dinheiro, o pobre perde seus direitos.
O cínico, que é tão frugal e severo em público,
Secretamente negocia com a verdade.
Até mesmo Têmis se vende e, em seu tribunal,
A balnça pende conforme o vil metal.

[...] Quem carrega um bezerro, agüenta um touro.

[...] e teria apanhado com os dentes um óbolo num monte de esterco. [...] Fugir de seus parentes é fugir de si mesmo. [...] mas tudo é muito fácil para as pessoas que não encontram obstáculos pela frente.

[....] chego a pensar que já estou em jejum há mais de um ano. Malditos sejam os edis, que estão em conluio com os padeiros, dizendo uns aos outros: Ajuda-me que eu te ajudarei! Com isso, sofre o povo miúdo, enquanto os tubarões nadam na abundância. [...] Os pães de hoje, ao contrário, são menores do que um olho de boi. Neste país, meus amigos, as coisas vão de mal a pior. Pode ser que tudo cresça, mas como a cauda de um bezerro: para baixo. Isto, porém, não deve surpreender: nosso atual edil é um homem de nada, que venderia nossa vida por qualquer ninharia. Em sua casa há a maior abundância. E não podia deixar de ser assim, pois ele ganha por dia o que as pessoas não conseguem amealhar nem durante a vida inteira. Poderia narrar aqui um negocio no qual ele ganhou mil moedas de ouro. Mas, se tivéssemos sangue nas veias, as coisas não continuariam desse modo. Acontece que nosso povo, hoje em dia, não passa disso: em casa, são bravos como leões; na rua, covarde como ovelhas. [...] Acredito que tudo isso acontece pela vontade dos imortais, pois ninguém acredita mais que exista algum deus no céu. Ninguém mais que saber de jejuar. Ninguém mais cultua Jupiter. Com os olhos voltados para a terra, só se pensa em contar dinheiro..

[...] Decerto, não haveria no mundo país melhor que o nosso, se fosse habitado por gente honesta.

[...] De resto, os erros são pessoais.

Existiu outrora um artesão – continuou Trimálquio – que fabricou um vaso de vidro inquebrável. Deram-lhe a honra de oferecê-lo a Cesar. Depois, tomando-o das mãos do imperador, ele atirou ao chão. Cesar, vendo isso, apavorou-se terrivelmente; mas quando o artesão apanhou o vaso, estava ligeiramente mossado, como se fosse de bronze. Tirando então um martelinho da cintura, o nosso homem, sem pressa, o reformou com pericia e devolveu-lhe a primeira forma. Feito isso, acreditou ver o Olimpo abrir-se diante dele, sobretudo quando o imperador lhe disse: - Alguem mais, além de ti, sabe fabricar esse tipo de vidro? Cuidado o que vais dizer. Havendo o artesão respondido que somente ele conhecia o segredo, Cesar fez cortar-lhe a cabeça, sob o pretexto de que, se aquela arte viesse a se expandir, o ouro perdeira todo seu valor.

[...] o que prova que a maior doçura vem sempre acompanhada de algum amargor.

[...] quando a gente se faz de ovelha, o lobo nos devora. Ele ri! Que há aqui para rir? Não se escolhe um pai. [...] Sou um homem entre os homens, e ando de cabeça erguida: não devo um vintem a quem quer que seja. [...] Vês um piolho nos outros e não vês um escorpião sobre ti [...] se te assoassem o nariz, ainda sairia leite. [...] Quanto a mim, prefiro minha consciência a todos os tesouros do mundo.

[...]

Amizade é uma palavra que existe enquanto é útil;
Como a peça de xadre, vai e volta no tabuleiro quadriculado.
Quando a sorte está do nosso lado, amigo, teu sorriso é amplo.
Quando parte, tu nos dás as costas e vilmente te afastas.
A comedia mostra este é o pai;
Aquele o filho; um terceiro é rico.
Mas as páginas passam, encerram-se os papéis agradáveis,
As verdadeiras faces surgem, desfaz-se a pintura.

[...]

Quem confia no acaso do mar amontoa lucro imenso;
Quem segue as armas e a guerra pode cingir-se de ouro;
O adulador barato deita-se bêbedo em leito púrpura;
O devasso ganha dinheiro com o adultério.
Só a eloqüência treme esfarrapada no inverno,
E desvalica invoca as artes desprezadas.

[...] quem se ocupa apenas em juntar riquezas quer persuadir a todos de que seu outro é o bem supremo.

[...]

- Por uma depravação deplorável – dizia ele – desprezam os prazeres fáceis, e apaixonam-se obstinadamente por aqueles que nos parecem proibidos: [...] A amanet supera a esposa. O cravo faz a rosa enrubescer. O que é apenas raro passa pelo melhor.

[...] Olhai, pois, onde terminam os projetos dos mortais! Eis o resultado de seus desejos e ambições! Ó infeliz! Parece ainda nadar, como se estivesse vivo.

Não há nada mais absurdo que os tolos preconceitos, e nada mais ridículo que uma hiprocrita severidade.

[...] A pobreza é mão da diligência, e a invenção de muitas artes deve sua origem à fome.

[...]

O homem endinheirado sempre tem vento em suas velas,
E compõe seu destino com toda liberdade.
Se quiser, poderá desposar a própria Sanae,
E faer Acrísio acreditar no que ela lhe disser.
Se for um poeta ou orador público,
Sacudirá toda a massa;
Seperará Catão e sua causa ganhará.
Imaginai-o advogado, imporá seus
“É evidente” e “Não é evidente”,
Será Sérvio e Labeo a uma só vez.
Em suma: com dinheiro na mão,
Expressas um desejo, e o que queres acontece.
Júpiter está encerrado ao lado de teu cofre.

SATYRICON DE PETRÔNIO – O escritor romano Petronius (Caius Petronius Árbiter 16 d.C. – 66 d.C ou Titus Petronius c. 27-66 d.C.) foi mestre em prosa e satirista notável, era um distinto freqüentador da corte de Nero e autor de um dos mais antigos romances, Satyricon. Essa obra foi escrita provavelmente por volta de 60 d.C, descrevendo as aventuras e desventuras do narrador, Encólpio, do seu amante Ascilto e do seu jovem servo Gitão. Trata-se de uma crítica aos costumes e à política da Roma antiga. A obra foi transformada em filme pelo cineasta italiano Federico Fellini. Veja mais no Crônica de Amor por Ela e no Varejo Sortido.

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Domingo, Julho 10, 2011

PAULO FREIRE: PEDAGOGIA DO OPRIMIDO



PAULO FREIRE: PEDAGOGIA DO OPRIMIDO – Como já dizia o filosofo e educador pernambucano, Paulo Freire, na sua Pedagogia do Oprimido:

Ninguém se liberta sozinho, ninguém liberta ninguém: os homens se libertam em comunhão

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Sábado, Julho 09, 2011

GINOCRACIA: DANY PALMEIRA



DANY PALMEIRA – Essa linda mulher eu vi pequenininha, pirrototinha, destamaínho. Era um dengo em pessoa, que o diga a mãe Liciene e o pai Marcos Alexandre Martins Palmeira. Essa é a Bambam pro pai e pra mim, como sempre chamamos. É a Dany Palmeira, jovem promissora alagoana que cursa Fisioterapia. É, como diz a mãe, fotogênica e linda, uma verdadeira musa Tataritaritatá.



Dany Palmeira com a senhora miguelense Clara Cavalcante.



Dany Palmeira com as senhoras Clara Cavalcante e Gisete Queiroz.



Dany Palmeira com a advogada miguelense Marli Ribeiro.

Confira a festa no CDL-SMC.

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Quarta-feira, Julho 06, 2011

FECAMEPA: EITA, O NEGÓCIO TÁ QUE TÁ!!!!!




A terra é redonda
E, ainda assim, cagam pelos quatro cantos do mundo.


Veja mais n´A primavera de Ginsberg.

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Segunda-feira, Julho 04, 2011

TATARITARITATÁ NA IX EDIÇÃO DO PROJETO JUSTIÇA À POESIA



IX EDIÇÃO DO PROJETO JUSTIÇA À POESIA – A IX edição do Projeto Justiça à Poesia aconteceu agora a tarde, na 10ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho, reunindo poetas, cantores, servidores e público em geral.



Nessa edição, além da poeta Simone Moura Mendes, juízes e servidores, marcaram presença o ator Chico de Assis e a cantora Wilma Araújo que foi acompanhada do seu marido, o violonista Marcão, entre poetas e participantes.



Eis mais algumas fotos do evento.











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Sexta-feira, Julho 01, 2011

ZINE TATARITARITATÁ



ZINE TATARITARITATÁ – Já está circulando tanto o impresso como online (versão em arquivo pdf) a mais nova edição do Zine Tataritaritatá. Confira.







Os interessados em receber gratuitamente o zine impresso ou online (em arquivo pdf) é só enviar um mail para contato@luizalbertomachado.com.br com endereço de envio.

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