sábado, junho 12, 2010

NEUROCIÊNCIAS, MAX NUNES, PLÍNIO MARCOS, LAURA VOUTILAINEN, OCTÁVIO ARAUJO, STACY EDWARDS & SONIA PALLONE


SERÁ QUE DÁ HEXA DESSA VEZ? -  Confesso: não entendo pirocas nenhuma de futebol. E tenho cá minhas razões. Primeiro, sempre fui um perna-de-pau. Na lata, pei bufe. Segundo, não sou de perder tempo com esse joguinho feio e ronceiro armado nas retrancas. Negócio amarrado, tá doido? Destá. Por não entender bulhufas do esporte bretão, não fico na minha, também sou achegado a admitir ser uma das manias saudáveis do Brasil. Vamonessa! Ainda digo mais: perdido por um, perdido por mil. Derrota por 1 é o mesmo que uma goleada de 40 gols. A desmoralização é a mesma. É ou não é? Mais ainda: sou da laia que se aventura a dizer que a melhor defesa é o ataque. E só gosto de espetáculo de circo pegando fogo: ou tudo ou nada. Teibei! Sou brasileiro acima de tudo e, também, mesmo não me vendo representado pela CBF - instituição privada carregada de interesses escusos - quero ser mais um entre os quase duzentos milhões de treinadores da Seleção Brasileira. Casa de Maria-Joana que se preze é assim: quanto mais mexido, pior. Mas, teco. Se tudo tem ingerência transnacional, por que não posso também botar meu bedelho no meio?! Então, vou zuretar meus pitacos descarados também. Assumo e digo logo. Essa seleção do Dunga, pra mim, não é lá grande coisa. E muito menos quer dizer nada a gente ter se classificado nas eliminatórias ou da conquista duma besteira de Copa América (idem, ibidem) e da Copa das Confederações (só tinha meia-boca). Pra mim, tudo isso já era uma obrigação de penta ou não é? Ademais, sapeco pra você espiar que não assisti uma partida sequer de nada disso. Contudo, baseio meios argumentos na falácia de um certo primo entendido achegado da família de uma fulana distante que é cunhada do irmão do meu vizinho que nem sei o nome, que não perde pelada nenhuma e vive grudado em todos os debates das mesas dos programas de TV, e disse categoricamente que a seleção era uma meleca. Se ele diz, eu assino embaixo.Verdade. O próprio Dunga deveria estar com os 7 anões ao invés de virar ícone duma geração de brutamontes quebra-canelas.Pra CBF, um recado:- Ô seus magnatas, num acha que tá demais o tapetão não?  Que coisa! Quanto à escalação, não sei. A convocação dos jogadores, não vi, mas sei que é decepcionante. Tirante uma meia dúzia de famosos que são certos na escolha, o resto só serve mesmo de marcação pra zero a zero. E pra matar a gente do coração. Tenho pra mim que qualquer criançinha de tino convocaria uma seleção melhor que essa. Por isso, repito: como sou brasileiro vou torcer na tuia pela conquista do hexa. Dito e feito. Tô dentro e com todo mundo! Mesmo sabendo que o esporte que vale de mesmo aqui é a espórtula! Não adianta fazer outra coisa porque no Brasil tudo para e só nos resta torcer de se espremer todo. Agora é entrar na onda e ver se não morre afogado. Depois a gente pensa nas eleições vindouras. Então vamos aprumar a conversa & tatariutaritatá! Veja mais aqui.




Imagem: Noturno (1972), litografia do gravador, pintor, desenhista, ilustrador e artista gráfico Octávio Araújo.


Curtindo o álbum Tässä hetkessä (2005), da cantora finlandesa Laura Voutilainen. Veja mais aqui.

EPÍGRAFE - [...] Quando aconteceu o gol, ele morreu, morreu feliz, Feliz morreu e nem ficou sabendo que o gol que ele esperava não valeu, extraído do livro O pescoço da girafa: Pílulas de humor por Max Nunes (Companhia das Letras, 1998). Veja mais aqui.

NEUROCIÊNCIAS – O livro Neurociências ilustrada, de Claudia Krebs, Joanne Weinberg e Elizabeth Akesson, aborda temas como o sistema nervoso e a neurofisiologia básica, a visão geral do sistema nervoso central e periférico e visceral, a medula espinal, a organização do tronco encefálico, os tratos sensoriais ascendentes, os tratos motores descendentes, o controle dos movimentos oculares, inervações sensorial e motora da cabeça e do pescoço, audição e equilíbrio, sistemas e analises do tronco encefálico, córtex cerebral, tálamo, visão, gânglios de base, cerebelo, integração do controle motor, visão geral do hipotálamo, sistema límbico, olfato e paladar, dor, zonas arteriais terminais, vísceras, processamento cortical, tensão, testes, TDAH, síndromes, neurotransmissores, nervos, lesões, entre outros importantes temas.  REFERÊNCIA: KREBS, Claudia; WIENBERG, Joanne; AKESSON, Elizabeth. Neurociências ilustrada. Porto Alegre: Artmed, 2013. Veja mais aqui e aqui.

O PESCOÇO DA GIRAFA – O livro O pescoço da girafa: Pílulas de humor por Max Nunes (Companhia das Letras, 1998), reunindo frases, textos e poemas do humorista, médico e polímata Max Nunes (1922-2014), selecionados e organizados por Ruy Castro. Da obra destaco os trechos: Filho único é uma coisa tão chata que não há no mundo quem tenha dois. Se acupuntura resolvesse, porco-espinho não ficava doente. Ninguém conhece melhor um uísque falsificado do que um legítimo bebum. Hoje, numa sala de aula, o verdadeiro quadro negro é o salário do professor. A polícia de Nova York descobriu 100 quilos de cocaína no aeroporto. A droga tinha sido colocada no nariz do avião. No Brasil, o que pega fogo com mais facilidade não é o álcool, nem a gasolina. É colchão de penitenciária. Veja mais aqui.

GOSTO DE PROIBIDO – Entre os poemas da poeta, designer e blogueira Sonia Pallone, editora do blog Solidão de Alma e reúne seus trabalhos literários no Recanto das Letras, destaco o seu poema Gosto de Proibido: ...Um anjo desajeitado me tomou de surpresa uma noite... E os olhos, arregalados de espanto ocultaram-se para o clarão do dia Tornando o encanto exorcizante e pálido... Minha vida saltou para um futuro que ainda viria E todo o tempo, entremeio, esqueci nas horas da descoberta que não pedi... Que sôfrega levantou os lençois Me seduzindo e me revelando... Deixando no ar um gôsto de proibido E uma pergunta que nunca mais se calou... Veja mais aqui.

O ASSASSINATO DO ANÃO DO CARALHO GRANDE – A peça teatral O assassinato do anão do caralho grande, do dramaturgo, escritor, jornalista e ator Plinio Marcos (1935-1999), leva ao palco figuras do circo, como o leão e o domador, trapezistas, transformistas, palhaços, entre outros, com enredo que revela as dificuldades dos artistas de circo, as intolerâncias que enfrentam, seu instinto de sobrevivência e a grande fraternidade os une. Veja mais aqui, aqui, aqui e aqui.

IN THE COMPANY OF MEN – A comédia de humor-negro In the Company of Men (Na companhia de homens, 1997), é uma adaptação da peça teatral homônima do autor e diretor Neil LaBute, contando a história de dois executivos que após repetidas rejeições amorosas, planejam uma vingança contra as mulheres e ambos seduzem uma colega de trabalho vulnerável, apenas pelo prazer de abandoná-la assim que ela se mostrar confiante e apaixonada. O destaque do filme fica por conta da atuação da atriz estadunidense Stacy Edwards. Veja mais aqui.

IMAGEM DO DIA
Todo dia é dia da atriz estadunidense Stacy Edwards. 



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CRÔNICA DE AMOR POR ELA
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CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
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domingo, junho 06, 2010

SOUTO MAIOR, JOHNY ALF, CAMINHA, FRISH, RICARDO RAMOS, GILMAR LEITE, EROTISMO & LITERATURA ERÓTICA



LITERATURA ERÓTICA: EROS & EROTISMO –A literatura, conforme Moisés (2004) “(...) é a expressão dos conteúdos da ficção, ou da imaginação, por meio de palavras polivalentes ou metáforas”, deixando claro que literatura é ficção ou imaginação, além de ser um tipo de conhecimento expresso por signos verbais polivalentes. Em Brasil (1978) encontra-se que a literatura é o “(...) conjunto de conhecimentos, falados ou escritos, que despertam o sentimento do belo pela perfeição das formas e excelências das idéias”, sendo, pois, a arte de ler e escrever. Com base na revisão da literatura realizada pode-se compreender que literatura erótica é um gênero literário que faz utilização do erotismo em sua forma de expressão. Porém, com base em Alexandrian (1993), Stalloni (2003) e Durigan (1985), não se deve chegar ao reducionismo quanto a conceituação deste tipo de literatura, em razão de sua natureza polêmica e, também, por envolver uma série de outros não menos contraditórios temas que se encontram no âmbito de sua realização. Isto se deve ao fato de se estar usualmente inerente ao seu conceito, os debates acerca do erotismo e da pornografia, incendiando as controvérsias que vão desde o conservadorismo mais canhestra aos extremistas liberais mais escancarados, dando o sinal de que o tema não é tão pacificado quanto se tem ideia. Para tanto se faz necessário uma abordagem acerca do erotismo, sua raiz etimológica, conceitual e histórica, de seu confronto na afiada lâmina com a pornografia e suas derivações expressivas para se chegar a um possível conceito de Literatura Erótica, passando por filosofia, literatura, psicanálise, sociologia, ética e, sobretudo, sexo e sexualidade. EROS & EROTISMO: – Para se falar de Literatura Erótica é preciso abordar o Erótico e o Erotismo, buscando sua raiz para se projetar o entendimento. Erotismo e Erótico vêm de Eros, o deus grego do amor, que também é conhecido como Cupido, personificando todos os sentimentos ligados ao amor e ao desejo, inclusive a paixão física e a atração homossexual. Por isso, Eros significa amor sensual, amor físico. É a palavra usada pelos gregos para falar sobre sexo. Na Mitologia Grega, Eros é filho de Afrodite e de Ares. Conta-se tratar de um menino travesso e caprichoso, dotado de asas e armado de arco e flechas. É o mais jovem dos deuses. As flechas que atira têm a propriedade de deixar o coração dos mortais e dos imortais completamente inflamados de amor. Conta-se mais que Eros, sob os ardis da mãe Afrodite, é conduzido pela vingança a atrair Psiquê e que, ao contrário, se apaixonou por ela. Casaram-se, mas ele nunca permitiu que lhe visse as faces. Porém, atiçada pelas irmãs mais velhas, certa noite ela, armada por um candeeiro, viu o rosto do deus que, ao ser reconhecido, ergueu vôo e desapareceu, iniciando o sofrimento dela em busca do marido, se submetendo aos desafios da deusa-mãe. Conseguindo o apoio de Zeus, Eros resgata Psiquê e a transforma em deusa, unindo os dois para toda eternidade. Em outros mitos, Eros é dado como filho de Íris e de Zéfiro. Em outras ocasiões é dado como filho de Ártemis e de Hermes, sendo ainda encontrado como filho de Afrodite e de Hermes, ou de Afrodite e de Ares. Em Hesíodo (2005), Eros é apresentado como uma das forças primordiais que emergiram do Caos; saindo de um ovo posto por Nix, imaginado então como um enorme pássaro de asas negras. Para ele, o princípio impalpável de Eros, o Amor, criador de toda a vida, emergiu de uma força que uniu todos os contrários, isso porque Eros fez Gaia unir-se a seu filho Urano e gerar os Titãs, os Ciclopes, os Hecatônquiros - forças rebeldes da natureza em desordem. O Amor, força universal de atração, é que poderia justificar que os seres se unissem, produzindo as linhas de descendência que acabara por ligar todos os imortais e todos os mortais, e mesmo os deuses aos homens. Já Parmênides (1978), defendia que os deuses, antes de todos, pensaram no Amor, assinalando que: “Mulher e homem quando juntos misturam sementes de Vênus, nas veias informando de sangue diverso a força, guardando harmonia nos corpos bem forjados e modela. Pois se as forças, misturando o sêmen, lutarem e não se unirem no corpo misturado, terríveis afligirão o sexo nascente de um duplo sêmen”. E mais, no Banquete de Platão, Parmênides diz: “Primeiro de todos os deuses Amor ela concebeu”. Para ele, o grau mais baixo na escala do amor é o amor físico, que consiste no desejo de possuir o corpo belo para gerar no belo um outro corpo. Esse amor físico já constitui desejo de imortalidade e eternidade, "(...) porque a geração, realizada na criatura mortal, é perenidade e imortalidade". E é mau aquele amante popular, que ama o corpo mais que a alma; pois não é ele constante, por amar um objeto que também não é constante. Com efeito, ao mesmo tempo em que cessa o viço do corpo, que era o que ele amava, "alça ele o seu vôo" sem respeito a muitas palavras e promessas feitas. Ao contrário, amante do caráter, que é bom é constante por toda a vida, porque se funde com o que é constante. Depois, existe o grau dos amantes que se mostram fecundos, não quanto aos corpos, mas quanto às almas, portadores de germes que nascem e crescem na dimensão do espírito. Entre os amantes na dimensão do espírito se encontram, numa escala de progressão ascensional, os amantes das almas, os amantes da justiça e das leis, e os amantes das ciências puras. Finalmente, no ápice da escala do amor, encontra-se a visão fulgurante da Idéia do Belo em si, do Absoluto. No pensamento platônico encontra-se a ascese erótica que traz a idéia de que quando conduzida por Eros, a alma é levada da contemplação da beleza física à contemplação final de toda beleza. Com isso, Eros aparece como um "daimon" – uma força espiritual misteriosa, intermediário entre os deuses e os homens. Tomadas as dimensões de Eros e do Erotismo, encontra-se Bataille (2004) que traz o sua interpretação sobre o segundo: “(...) Creio que o erotismo tem para os homens um sentido que o esforço científico não pode atingir. O erotismo só pode ser considerado se levarmos o homem em consideração. Em particular, ele não pode ser considerado independentemente da história do trabalho, ele não pode ser considerado independentemente da história das religiões”. Tendo por base tal condução intelectual, passa-se à abordagem histórica da literatura erótica e erótica através dos tempos. Veja mais aqui, aqui e aqui.


Imagem: Eco de uma carta, do artista plástico Ricardo Paula.


Curtindo o álbum Johnny Alf - Eu e a Bossa - 40 anos de Bossa Nova (2001), do compositor, cantor e pianista Johnny Alf (1929-2010). Veja mais aqui.

EPÍGRAFE – [...] Esta terra, senhor, me parece que da ponta, que mais contra o sul vimos, até a outra ponta, que contra o norte vem, de que nós deste porto houvemos vista, será tamanha, que haverá nela XX ou XXI léguas de costa. [...] em tal maneira é graciosa que querendo a aproveitar dar-se-á nela tudo, por bem das águas que tem pero o melhor fruto que nela se pode fazer me parece que será salvar esta gente [...],  extraído do texto Os Brasis e o Brasil (Rio de Janeiro, 1929), do escrivão que veio na frota de Cabral e, do Brasil, escreveu a Dom Manuel, dando notícia do descobrimento, Pero Vaz Caminha. Veja mais aqui e aqui.

DICIONÁRIO FOLCLÓRICO DA CACHAÇA – O livro Dicionário folclórico da cachaça (Fundaj, 1980), do escritor, advogado, pesquisador e folclorista Mário Souto Maior (1920-2001), reúne verbetes com estudo, explicações, pesquisa, poesias e comentários acerca de tudo que circunda o universo do aperitivo popular cachaça, com prefácio de José Américo de Almeida e comentários de Carlos Drummond de Andrade e Jorge Amado. Veja mais aqui, aqui e aqui.

ENTRE A SECA E A GAROA – O livro Entre a seca e a garoa (Ática, 1998), do escritor Ricardo Ramos (1929-1992), reúne contos de outras obras do autor, a exemplo de Tempo de espera (1954), Os amantes iluminados (1988), entre outros, além de uma entrevista imaginária aproveitando trechos autobiográficos. Destaco da obra o trecho do conto Asa Branca: [...] Ali cantando no escuro. A canção conhecida, esquecida quase, num instante acordada. Com o arrepio dos seus versos. Com a sua ave de arribação, asa branca, se retirando também [...] para nunca mais voltar. Veja mais aqui.

O SER POETA - Entre os poemas do poeta Gilmar Leite, destaco O ser poeta: O poeta diz no verso o indizível, / Faz o belo surgir de qualquer canto; / Bota o riso no âmago do pranto, / E percebe o visível, no invisível. / É um ser, construído do sensível, / Pra mostrar os sentidos com encanto, / E fazer através do desencanto, / O possível, surgir do impossível. / Seu poder modifica a pedra em flor! / Faz o ódio morrer nas mãos do amor, / E se aflige, na dor dos oprimidos. / Ele enxerga, a aurora no crepúsculo, / Vê o grande oculto no minúsculo, / E é a voz dos que vivem esquecidos. GILMAR LEITE – O excelente blog do poeta, escritor, declamador, professor e pesquisador pernambucano Gilmar Leite, é uma das páginas mais representativas da rede internética. Reunindo parcialmente seu trabalho poético, enriquece seu espaço com fotos, clipes e outras importantes informações acerca de sua estrada e trajetória. Ele é natural da cidadezinha sertaneja pernambucana São José do Egito, às margens do Rio Pajeú, onde teve toda sua vida voltada para apreciação dos grandes nomes da literatura de cordel, tornando-se autor de livros Como “Libertação”, “Êxtase” e “Nascimento”, imprescindíveis para os apreciadores da boa poesia. Além disso é compositor de gabarito com parcerias musicais invejáveis. Veja mais aqui.



BIEDERMANN E OS INCENDIÁRIOS – A peça teatral Biedermann e os incendiários, do dramaturgo suíço Max Frisch, conta a história de uma cidade assolada por incêndios criminosos e o casal Biedermann hospeda um estranho e se mostra incapaz de agir quando ele e um parceiro começam a lidar com galões de gasolina, tratando-se de uma metáfora grotesca da alienação em forma de humor negro, satirizando povos e pessoas que se deixam levar poor uma morte silenciosa na esterilidade e inercia. Veja mais aqui.

CINZAS DO PARAÍSO – O filme Cinzas do paraíso (1997), dirigido pelo argentino Marcelo Piñeyro, conta a história de um juiz que cai no terraço do Palácio da Justiça e na mesma noite o corpo de uma moça é encontrado esfaqueado  em sua casa. Os três filhos do juiz declaram-se culpados do assassinato da jovem e uma juíza procura desvendar a relação entre as duas mortes. Destaque para a atuação da atriz e cantora argentina Letícia Bretice. Veja mais aqui.

IMAGEM DO DIA
Todo dia é dia da atriz e cantora argentina Letícia Bretice.




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E se nada acontecesse, nada valeria, Cecília Meireles, Albert Camus, Pierre-Auguste Renoir, Richard Wagner, Sophia de Mello Breyner, Gwyneth Jones, Hal Hartley, Aubrey Christina Plaza, Paul Laurenzi & Princípios de Neurociências de Kandel aqui.
Cordel A chegada de Getulio Vargas no céu e o seu julgamento, de Rodolfo Coelho Cavalcante aqui.
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CRÔNICA DE AMOR POR ELA
 A arte do ilustrador, pintor e quadrinista estadunidense Frank Frazetta (1928-2010).
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CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
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LYGIA FAGUNDES TELLES, RIM BATTAL, MILTON HATOUM, BEATRIZ PAREDES RANGEL & ANASTÁCIA

    Imagem: Acervo ArtLAM .   Vênus da Lua de Fel na Serra das Russas... - Lá ia Tó Zeca , sobe-desce na sua fubica incrementada, todo a...