Mostrando postagens com marcador Tori Amos.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tori Amos.. Mostrar todas as postagens

sábado, abril 01, 2017

GOGOL, ROBERTO FERRI, TORI AMOS, GEORGES LÉVIS, GRACY GAUSMANN, DORO & A MALDIÇÃO DE PINÓQUIO

O DORO E A MALDIÇÃO DO PINÓQUIO – Quando o Doro decidiu entrar pra militância política, apanhou que só para aprender a como fazer tudo direitinho e no fim dar tudo certo. O primeiro inconveniente da sua candidatura a vereador foi não ter a menor credibilidade: quanto mais prometesse o melhor ou falasse a verdade, ninguém dava ouvido; findava era falando pras paredes mesmo. Que coisa! Ele só conseguiu juntar um tiquinho de gente que fosse ao seu redor, no dia que acordou com a língua coçando e as ideias tudo revirando de bundacanasca no seu juízo, do cara mentir aos peidos até o cu apitar: eita, eu minto e o cu me denuncia, é? Maior mal-estar, cada peta, uma apitada; duas endrôminas, dois silvos; três ludríbios, três sibilos; teve uma hora que arreou uma penca de pinoias pra cima dos alesados, do procto virar sirene de plantão de quase não parar mais: Deus me acuda, meu santo Jesuisis Cristinho! Será o Benedito um negócio desse? E lá ia ele com a cloaca ouououououououououou, até desaparecer trocentas e tantas esquinas depois. E agora, meu? Botou a cachola pra funcionar. Como é que pode? Foi fazer o teste da goma para ver se alguma das pregas havia despregado, hummm. Conferência amiudada, re-conferência e nada; aí danou o indicador ânus adentro para ver se descobria alguma maleita ou jura de serviço; depois enfiou o maior-de-todos, quase rasgando tudo, dando conta, afinal, de um pitoco pequeno que aparecera no de repente lá no mais fundo dos seus fundilhos. A-há! O que é isso, rapaz? Destá. Vou dar um jeito nesse frebento que quer me desmoralizar. Às escondidas providenciou uma rolha medida e geometrizada, certinha no cabimento e enfiou lá no oiti-goroba dele, ah, chega aliviou-se com um meio sorriso, coube certinho – acreditava ele piamente resolvido o problema depois da certidão de não passar nenhum ventinho pelas brechas do furico -, e foi pro corpo a corpo com o eleitorado. Pôs a domingueira no maior vinco e foi largar ideia nas ouças dos bestões. Lá pras tantas, patranhas nas alturas, ele ancho e atrepado num tamborete na maior das empolgações, quando, sem mais nem menos, um pipoco estrondou dele sentir o tampo das costas ir pro beleleu. Minha Nossa Senhora do caralho a quatro, que porra foi que houve? Não queira saber: a rolha não só ploft zuuummmm voou na pressão, como saiu levando pregas, couro da bunda, pele das costas, com roupa e tudo no meio do maior merdeiro e fedentina. A sorte dele é que todo mundo correu, senão seria o flagrante da mais vexatória das situações. E o pior: certificou-se que estava com a maldição de Pinóquio – é que no boneco crescia o nariz, no caso dele era o cotoco do rabo. Imagine só o vexame desse rapaz! Será Deus o impossível? Hospitalizado, cada cirurgia que demovesse a protuberância aparecida, bastava ele escorregar na verdade, reaparecia. Não podia mais se sentar, parecia que estava com um rabo duro a coibir seu descanso. Da cama nem podia sair, a candidatura estava indo pro brejo, pedia pelo amor de Deus os médicos darem um jeito daquilo nunca mais aparecer, quando um outro que buscava a re-eleição apareceu para conquistar seu voto. Deixou-se levar no lero, horas de amolação e o cara lá só patati patatá, ele já perdendo a paciência, mirou de soslaio e sapecou: ô, mermão, você mentindo desse jeito, num lhe aparece nenhuma saliência pelo corpo, não? Eu não minto, sou político profissional buscando pela nona vez consecutiva ser re-eleito! Danou-se! Será que só eu sou o desgraçado? E a embromação persistia, o cara incansável, Doro apelou, pediu pra ele abrir o jogo, como é que é, hem? O sujeito lábias frouxas embolava tudo, não passava o serviço, até que com ajeitados, molha mão e outras subserviências, segredou: você tem que ir no Covil da Temerança tomar umas lições. Adonde é que fica isso? Deu-lhe um mapa e quando se viu completamente recuperado, foi de cadeira de rodas pro estabelecimento. Chegando lá, quase nem dava pra entrar de tanta gente, rádio, jornal, televisão, polícia de todo tipo, autoridades, funcionários, militantes, eleitores e cheleleus, até o presidente Nosferatu estava comandando a temerança toda: não ganhei, mas venci! Pra que existe golpe? E dava suas lições de trocentos anos de experiência nos maiores cambalachos do planeta. Ah, agora sim! Agora o Doro estava no trilho da casa da peste, quase pronto para engalobar quem aparecesse. Foi quando procurou por um dos promotores, perguntando o que haveria depois: ah, um regabofe com leituras e exercícios. Cuma? Achegue-se. E ele foi levado para um anexo, no qual ele não sabia como cabia tanta gente ali. Ah, todos estavam reunidos em torno do culto a Loki, tudo para armar todas as trapaças assumindo a forma que quisesse, aprendendo estratagemas traiçoeiros, truques, artimanhas, astúcias de mil estratégias para promover intrigas e fabricar mentiras, leituras dos versos do Edda, d’O príncipe de Maquiavel, Arte de Furtar do padre Manuel da Costa, História universal da infâmia de Borges, República de ladrões de Scott Lynch, afora lições de ilusionismo, hipnose, prestidigitação e todo tipo de charlatanismo - menino, o negócio é sério mesmo! Quando findou o banquete o Doro quase não conseguia pregar o sono de tão ávido para o dia amanhecer e aplicar nos beócios todo aprendizado recebido. Assim foi. E o primeiro que encontrou, deitou a maior loa e conferia os fundilhos. Aumentava na carga da cabeluda, passava a mão no papeiro e tudo tranquilo. A-há! Agora sim, agora vou ser o maior dos políticos do mundo! E foi. Melhor, está aprontando pra ser. © Luiz Alberto Machado. Veja mais aqui.

Curtindo álbuns da discografia e talento da cantora, compositora e pianista estadunidense Tori Amos. Veja mais aqui.

Veja mais sobre:
Educação Infantil, Nauro Machado, Sergei Rachmaninoff, Abraham Maslow, Luz del Fuego, Edgar Leeteg, Lucélia Santos, A pesca das mulheres & J. Lanzelotti aqui.

E mais:
As trelas do Doro aqui.
Entre as pinoias duns dias de antanho & John La Farge aqui.
As trelas do Doro: o desmantelo da paixonite arrebentadora aqui.
A menina morta, o pai assassino, Dalton Trevisan, Caetano Veloso, Ute Lemper, Jemima Kirke, Jeff Koons, Dani Acioli & Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é aqui.
A avareza perde valia quando a vida vai pro saco, Saúde no Brasil, Vik Muniz, Júnior Almeida & Nada satisfaz e a querer sempre mais e mais aqui.
Entre o científico-racional e o estético-emocional, Gert Eilenberger, Wesley Duke Lee, Chico Mário, Delphin Enjolras & Otto Stupakoff aqui.
Quem vai pra chuva é pra se molhar, Pierre Weil, Jasper Johns, José Miguel Wisnik, George Segal & Na lei da competição só se colabora pra vencer, o resto é conversa pra boi dormir aqui.
Sobrevivente de dezembro a dezembro, Björk, Michael Haneke, Odawa Sagami, Elfriede Jelinek, Isabelle Huppert, Márcia Porto & Quem sabe tudo dará certo até certo ponto ou não aqui.
O xote no auto de natal, Rubem Braga, Ernesto Nazareth & Maria Teresa Madeira, Wilhelm Marstrand & Aprendendo a viver com a lição do natal aqui.
História sem fim, William Holman Hunt & Max Ernst aqui.
William Shakespeare, Hans Christian Andersen, Émile Zola, Giovani Casanova, Emmylou Harris, Harriet Hosmer, Rainha Zenóbia, Max Ernst & Contos de Magreb aqui.
A poesia de Maria Esther Maciel aqui.
Uma arenga de escritores: qualquer criança pode fazer, Bernard Shaw, Anton Walter Smetak, Costa-Gavras, Burrhus Frederic Skinner, Ivan Pavlov, Olga Benário, Kazimir Malevich, Irene Pappás, Herbert George Wells, Camila Morgado & Pegada de Carbono aqui.
Gilles Deleuze & Félix Guattari, Catarina Eufémia, Peter Gabriel, Sam Mendes & Mena Suvari, Vicente Caruso, História do Rádio, Sandra Fayad, Janne Eyre Melo Sarmento, Psicopatologia & memória aqui.
A Utopia Humana, Alfred Adler, Carybé, Rogério Duprat, Charles Dickens, Hector Babenco, Sônia Braga & Tchello D´Barros aqui.
Martin Buber, Saló & Pier Paolo Pasolini, Vangelis, Abelardo & Heloisa, Julio Verne & Rick Wakeman, Gustave Courbert & Arriete Vilela aqui.
Quando te vi, Christopher Marlowe, Mary Leakey, Duofel, François Truffaut, Dona Zica, Darren Aronofsky & Natalie Portman, Ewa Kienko Gawlik & Haim G. Ginott aqui.
História da mulher: da antiguidade ao século XXI aqui.
Palestras: Psicologia, Direito & Educação aqui.
A croniqueta de antemão aqui.
Fecamepa aqui e aqui.
Livros Infantis do Nitolino aqui.
&
Agenda de Eventos aqui.

A arte do desenhista e quadrinista francês Georges Lévis (1924-1988).

DESTAQUE: ALMAS MORTAS, DE NOKOLAI GÓGOL
[...] Mas deixemos agora de lado o problema de quem é o mais culpado. O problema que se nos defronta agora é que chegou a hora de salvarmos a nossa pátria. Que a nossa pátria está parecendo, não pela invasão de vinte tribos estrangeiras, mas por nossas próprias mãos. Que já se formou ao lado do governo legítimo, um outro governo, muito mais forte que o governo legal. Estabeleceram-se condições próprias, tudo tem preço marcado, e os preços já foram até levados ao conhecimento público. E estadista algum, embora seja o mais sábio de todos os legisladores e governantes, tem forças suficientes para remediar o mal, por mais que tente limitar a ação nefasta dos maus funcionários, nomeando para vigiá-los outros funcionários. Tudo será inútil enquanto cada um de nós não sentir que, assim como na época da revolta dos povos ele se armou contra os inimigos, assim ele dever armar-se e levantar-se contra a corrupção e a falsidade. É como homem, como irmão, ligado aos senhores pelos laços indissolúveis do sangue, que eu me dirijo agora a todos. Dirijo-me àqueles dentre os presentes que têm algum resquício de compreensão do que seja nobreza de ideias. Convido-os todos a se lembrarem do dever, que é o destino do homem, onde quer que ele se encontre. Convido-os a examinarem mais de perto o seu dever e a obrigação do seu cargo na terra, porque isto já se nos afigura de maneira distante e obscura, e mal e mal...
Trecho final da obra Almas Mortas (Abril Cultural, 1979), do escritor ucraniano Nikolai Gogol (1809-1852). Veja mais aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
A arte do artista plástico italiano Roberto Ferri.
Veja mais aquiaqui e aqui.

DEDICATÓRIA:
A edição de hoje é dedicada à cantora e compositora Gracy Gausmann.

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra:
Veja os vídeos aqui & mais aqui e aqui.
 

quarta-feira, novembro 21, 2007

RUMI, MEAD, MARTIN PAGE, LOUISE CARDOSO, JEOVÁ SANTANA, ARTHUR OMAR, MORETTI, TORI AMOS & MUITO MAIS!!!

 
Arte do pintor do Impressionismo francês Pierre Puvis de Chavannes (1824-1898)


EM ALAGOINHANDUBA & NAS ALAGOAS - Gente do meu Brasil varonil, cipopau, lengotengo, ratatá!! Em Alagoinhanduba a coisa vai de 8 a 80 sem a menor careta. Tanto você pode encontrar uma locadora de mulher como um ET em pleno meio dia. A locadora taí, o rodízio é grande e o movimento nem se fala. Mas em Alagoas, uma lanchonete vende sanduíches com patentes militares. E com relação a isso, encontrei uma matéria na Revista Consultor Jurídico, edição de 12 de outubro de 2007, com o seguinte teor: “Mau humor militar! Dono de lanchonete é preso por chamar sanduíche de coronel". Para o dono de uma lanchonete de Penedo, no interior de Alagoas, tratava-se de uma estratégia de marketing. Para o comandante da Polícia Militar na cidade, era uma ofensa à corporação. E assim, por batizar os sanduiches da casa com patentes militares, Alberto Lira, 38 anos, dono da lanchonete Mister Burg, de Penedo, acabou detido por ordem do comandante da PM local. Afinal, entendeu o militar, não ficaria bem alguém chegar na lanchonete de Lira e pedir: “Me dá um coronel mal passado”. Ou sair de lá dizendo: “Acabei de comer um sargento”. Segundo reportagem de Felipe Bachtold, publicada na Folha Online, no domingo (7/10) Lira foi levado para a delegacia, onde foi lavrado boletim de ocorrência. Como o delegado de plantão entendeu que não havia motivo para prisão, Lira foi liberado horas mais tarde, os cardápios da lanchonete foram recollhidos e a casa reaberta em seguida. A Mister Burg oferece em seu cardápio militarizado lanches como o "coronel" com filé e presunto, e o "comandante" de calabresa. A brincadeira foi demais para o parco humor da Polícia Militar que diz que os nomes dos pratos provocavam chacotas e insinuações contra os policiais entre os moradores da cidade de 60 mil habitantes, e a 170 quilômetros de Maceió. Lira, o dono da lanchonete, diz que não tinha nenhuma intenção de brincar ou ofender a corporação. Muito pelo contrário, já que tem parentes no Exército e ele próprio serviu na Marinha. O cardápio que já vigora ha 12 anos, garante Lira, pretendia ser uma homenagem à hierarquia militar. O advogado do comerciante, Francisco Guerra, promete entrar com denúncia de abuso de autoridade contra o comandante da PM. O advogado pediu Habeas Corpus preventivo para evitar outra detenção de seu cliente. "Com o argumento do comandante, nenhuma festa de criança poderia ter brigadeiro”. Como se sabe, brigadeiro, além de mais alta patente da Aeronáutica, é também o nome do docinho obrigatório em festinha de aniversário de menores de idade. Em Penedo, comer brigadeiro pode, já comer coronel, está proibido. Lira não pode reclamar de azar. Mesmo com a greve da Polícia Civil de Alagoas, que já dura 72 dias, seu caso foi resolvido rapidamente. Segundo o sindicato, os policiais trabalham apenas em casos de flagrante. Como neste caso. In: Revista Consultor Jurídico, 12 de outubro de 2007. Veja essa os comentários dessa nota no Consulto Jurídico. E mais aqui e aqui.

Imagem: Nu, do pintor do Impressionismo francês Pierre Puvis de Chavannes (1824-1898)

Curtindo o álbum Midwinter Graces (Universal, 2009), da cantora, compositora e pianista estadunidense Tori Amos. Veja mais aqui.

EPÍGRAFE - Na verdade, somos uma só alma, tu e eu. Nos mostramos e nos escondemos tu em mim, eu em ti. Eis aqui o sentido profundo de minha relação contigo, porque não existe, entre tu e eu, nem eu, nem tu, versos do poeta, jurista e teólogo sufi persa Mawlānā Jalāl-ad-Dīn Muhammad Rūmī (1207-1273). Veja mais aqui.

PESQUISA TRANSCULTURAL – A pesquisa transcultural foi realizada pela antropóloga estadunidense Margaret Mead (1901-1978), na década de 1920, quando ela se expos aos rigores do trabalho de campo com povos remotos pré-letrados na ilha de Samoa, no Pacífico Sul, estudando a adaptação de meninas à adolescência, resultando na publicação do livro Atingindo a maioridade em Samoa (1928). A partir de então ela dirigiu seu foco para os aspectos culturais das relações e papeis masculinos e femininos. O resultado dos seus estudos levou-a a se expressar: [...] Fui até Samoa – assim como depois fui conhecer outras sociedades sobre as quais estudei – para saber mais sobre os seres humanos, seres humanos como nós em tudo, exceto no que diz respeito à cultura. [...] Em virtude dos acontecimentos históricos, essas culturas se desenvolveram de modo tão diferente do nosso que conhece-las poderia lançar alguma luz sobre nós mesmos, nossas potencialidades e limitações. [...]. Veja mais aqui, aqui, aqui e aqui.

COMO ME TORNEI ESTÚPIDO – O livro Como me tornei estúpido (Rocco, 2005), do escritor francês Martin Page, conta a odisseia bem-humorada de um jovem farto do seu deslocamento na sociedade por ser muito inteligente e ter uma consciência critica aguda, procurando diversos meios para se tornar estúpido. Da obra destaco o trecho: [...] Quando dei um tiro na têmpora, a bala atravessou o crânio sem tocar o cérebro [...] Há três meses, eu mesma contratei um matador de aluguel para me matar, mas o idiota se enganou e matou a minha vizinha! Realmente não tenho sorte. Antes, eu queria suicidar-me por desespero, agora a principal causa do meu desespero é que não consigo suicidar-me. [...]. Veja mais aqui.

POEMINHA DESTRANHADO ENTRE CONTAS A PAGAR – Entre os poemas do poeta e professor sergipano Jeová Santana, autor dos livros Dentro da casca (1993), Ossatura (2002) e Inventário de ranhuras (2006), destaco o Poeminha destranhado entre contas a pagar: Focinho de flor / para as dívidas. / Passo de tartaruga / para as traições. / Carícia de lesma / para as decepções. / Fome de passarinho / para a morte. / Seríamos mais nobres, então. Veja mais aqui.

SILVIA – Em 2002, tive a oportunidade de assistir no Teatro Clara Nunes, no Rio de Janeiro, à montagem da comédia Silvia, de A. R. Gurney, com direção de Aderbal Freire Filho, contando a historia de um marido casado há vinte e dois anos, que encontra uma cadela na rua e a leva para casa. Com o tempo, o animal vai transformar profundamente a vida do casal. O destaque do espetáculo fica por conta da atuação da atriz Louise Cardoso. Veja mais aqui e aqui.

O QUARTO DO FILHO – O premiado filme O quarto do filho (La stanza del figlio, 2001), dirigido pelo cineasta italiano Nanni Moretti, conta a história de uma família formada por um psicanalista, a sua esposa que é editora e sua dois filhos, e as relações entre seus membros, questionando a morte e a tristeza profunda da perda de uma criança. O destaque do filme fica por conta da atuação da atriz e cineasta italiana Laura Morante. Veja mais aqui


VEJA MAIS:

Matizes, Villa-Lobos, La Fontaine, uís Vaz de Camões, Eurípedes, Woody Allen, Celine Imbert, Clítia, Psicanálise, O cartesianismo científico, O cavalo sem cabeça, Esther Góes, Gustave Courbet, As trelas do Doro, Hans Hassenteufel & Meimei Corrêa aqui.
Slavoz Žižek, Modest Mussorgsky, Jacques Lacan, Peter Brook, Charlotte Dubreuil, Tan Ngiap Heng, Marie-Christine Barrault & Cicero Melo aqui.
Preconceito, Claude Lévi-Strauss, Stefan Zweig, William Blake, Jean-Baptiste Lully, Ângela Vieira, Salvatore Samperi, Ballet Eliana Cavalcanti, José Geraldo Batista, Nelina Trubach-Moshnikova, Laura Antonelli, Meimei Corrêa & Katia Pinno aqui. 

IMAGEM DO DIA
Boquinhas (2001), da exposição Frações de Luz (2001), do fotógrafo, pintor e artista mediático Arthur Omar.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
 Veja aqui e aqui.


MARY OLIVER, ROSI BRAIDOTTI, VERONICA GORRIE & CHACRINHA

  Imagem: Acervo ArtLAM .   O segredo da brochura artesanal... - Uma fedentina tomou conta do lugar: Que fedor! De onde vem? Tem defunto...