Mostrando postagens com marcador Filme. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Filme. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, fevereiro 17, 2016

BLIND BEAST &ANTONIO GRAMSCI



BLIND BEAST – O filme Blind beast (Cega obsessão, 1969), dirigido por Yasuzo Masumura, é baseado no romande de Edogawa Rampo, conta a história de um escultor cego que, juntamente com sua mãe, sequestram a mais bonita das modelos do Japão e a alojam em um ateliê rodeado de esculturas bizarras. Ao longo dos dias, o escultor, que tenta fazer a escultura perfeita a partir do toque ao corpo dela, acaba por se apaixonar pela modelo, criando um triângulo amoroso de amor e fúria e, fatalmente, acabando em tragédia. O destaque do filme vai para a atriz Mako Midori. Veja mais aqui.


LITERATURA E VIDA NACIONAL, DE ANTONIO GRAMSCI - [...] Um determinado momento histórico-social jamais é homogêneo, ao contrário, é rico em contradições. [...] Os escritores desta antologia, portanto, são novos não porque tenha da arte uma ideia diversa da dos escritores que lhes precederam. Ou, para tocar imediatamente no essencial, são novos porque acreditam na arte, ao passo que aqueles acreditavam em muitas outras coisas que nada tinham a ver com a arte. Esta novidade, por isso, pode permitir a forma tradicional e o antigo conteúdo, mas não pode permitir desvios da ideia essencial da arte. [...] Poesia não gera poesia; a partenogênese não existe, é necessária a intervenção do elemento masculino, do que é real, passional, prático, moral. Os mais altos críticos de poesia aconselham, neste caso, a não recorrer a receitas literárias, mas sim – como eles dizem – a refazer o homem. Refeito o homem, refrescado o espírito, surgida uma nova vida afetiva, dela surgirá – se surgir – uma nova poesia. Esta observação pode ser assimilada pelo materialismo histórico. A literatura não gera literatura, etc., isto é, as ideologias não geram ideologias, as superestruturas não geram superestruturas senão como herança de inércia e passividade: elas são geradas, não por partenogênese, mas pela intervenção do elemento masculino, a história, a atividade revolucionária que cria o novo homem, isto é, novas relações sociais. LITERATURA E VIDA NACIONAL – No livro Literatura e vida nacional, o filósofo, cientista político e comunista italiano, Antonio Gramsci (1891-1937), traz os Cadernos do Cárcere, abordando sobre arte e cultura, a arte e a luta por uma nova civilização, a arte educativa, critérios de crítica literária, Neolalismo, a língua e a linguagem, literatura funcional, o teatro de Pirandello, caráter não nacional-popular da literatura italiana, a literatura popular, conteúdo e forma, degenerescência artiítica, língua nacional e gramática, linguística, observações sobre o folclore e crônicas teatrais. Veja mais aqui, aqui e aqui.

REFERÊNCIA
GRAMSCI, Antonio. Literatura e vida nacional. Rio de Janeiro: Cibilização Brasileira, 1978.


Veja mais sobre:
A Uiara do Jaraguá aqui.

E mais:
Quebra de Xangô, Yulia Gorodinski, Relacionamentos Afetivos, Psicologia Jurídica & Criminologia aqui.
Deusa Vesta, Daniel Goleman & Foco, Crimes Tributários, Psicologia & Pesquisa aqui.
Gilles Deleuze & Félix Guattari, Peter Gabriel, Catarina Eufémia, Sam Mendes, Vicente Caruso, Mena Suvari, O Rádio & Radiodifusão, Psicopatologia & Memória, Sandra Fayad & Janne Eyre Melo Sarmento aqui.
Direito Ambiental aqui.
Tolinho & Bestinha: quando a lei do semideus é cachaça, tapa e gaia aqui.
Psicopatologia & Orientação, Psicologia Jurídica & Agências Reguladoras aqui.
A festa no céu do amor aqui.
A Utopia de Thomas More aqui.
Dois poemetos em prosa de amor pra ela aqui.
Psicopatologia & Atenção, Psicodrama & Crimes contra a administração pública aqui.
A contenda do amor aqui.
Todo dia é dia da mulher aqui.
A croniqueta de antemão aqui.
Fecamepa aqui e aqui.
Palestras: Psicologia, Direito & Educação aqui.
Livros Infantis do Nitolino aqui.
&
Agenda de Eventos aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA;
Veja Fanpage aqui e mais aqui e aqui.

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra:
Recital Musical Tataritaritatá - Fanpage.
Veja os vídeos aqui& maisaqui e aqui.






terça-feira, fevereiro 16, 2016

AS PERNAS NO CINEMA & O SEMINÁRIO DE OBJETIVO DE LACAN



AS PERNAS NO CINEMA – Muitos e diversos filmes tratam das pernas das mulheres. Todavia, destaco alguns deles aqui, primeiramente o filme Domicílio conjugal (1970), do cineasta francês François Truffaut (1932-1984), em que as belas pernas da atriz francesa Claude Jade são bem destacadas nas cenas. Do mesmo cineasta O homem que amava as mulheres (L’Homme Qui Aimait Les Femmes, 1977), em que é efetuada uma apologia às pernas das mulheres, abusando das cenas em que a câmara é colocada bem perto do chão, acompanhando o andar delas e mostrando desde o início das saias ou de seus vestidos até os sapatos. Outro belíssimo filme é Le genou de Claire (O joelho de Claire, 1970), dirigido pelo cineasta Éric Rohmer, conta a história de um diplomata de carreira que de férias e às vésperas do seu casamento, recebe a visita de uma ex-namorada, através da qual, conhece uma jovem que possui uma irmã, Claire, que será cobiçada por ele, com a fantasia de acariciar o seu joelho. Veja mais aqui e aqui.


O SEMINÁRIO – A RELAÇÃO DE OBJETO, DE JACQUES LACAN -  O livro O seminário: a relação de objeto, de Jacques Lacan, trata da teoria da falta de objeto, o esquema Z, o objeto perdido e reencontrado, pérolas, o objeto, a angustia, o furo, o fetiche e o objeto fóbico, as três formas da falta de objeto, o que é um obsessivo, a tríade imaginária, o falicismo e o imaginário, realidade e wirklichkeit, o objeto transicional do senhor Winnicott, o significante e o Espírito Santo, a imagem do corpo e seu significante, a usina do isso, a dialética da frustração, a frustração e o verdadeiro centro da relação mãe-filho, retorno do Fort-Da, a mãe do simbólico ao real, a criança e a imagem fálica, a fobia da pequena inglesa, da análise como bundling e suas consequências, a perversão a olho nu, a verdadeira natureza da relação analítica, a solução fetichista, o paroxismo perverso, perversão transitória de um fóbido. Na segunda parte trata das vias perversas do desejo, abordando sobre o primado do falo e a jovem homossexual, Freud, a menina e o falo, o significante Niederkommt, as mentiras do inconsciente, o serviço da dama, o mais-além do objeto, bate-se numa criança e a jovem homossexual, intersubjetividade e a dessubjetivação, a imagem molde da perversão, a simbólica do dom, frustração, amor e gozo, esquema permutativo do caso, a insistência simbólica da transferência, pai potente e impotente, o amor, a falta e o dom, Dora entre questão e identificação, metonímia perversa e metáfora neurótica. Na terceira parte trata do objeto do fetiche, abordando a função do véu, o falo simbólico, como realizar a falta, a lembrança encobridora, fixação na imagem, alternância das identificações perversas, estrutura do exibicionismo reativo, a identificação ao falo, o travestismo e o uso da roupa, mostrar diferente dar a ver, girl/Phallus, o objeto e o ideal em Freud, frustração de amor e satisfação da necessidade, o falo e a mãe insaciável, o dom se manifesta no apelo, a substituição das satisfações, a erotização da necessidade, o espelho do júbilo à depressão, papel significante do falo imaginário. Na terceira parte trata da estrutura dos mitos na observação da fobia do pequeno Hans, abordando sobre o complexo de Édipo, a equação pênis/criança, o ideal monogâmico na mulher, o outro entre a mãe e o falo, o pai simbólico é impensável, a bigamia masculina, sobre o complexo de castração, critica da Aphanaisis, o pai imaginário e real, o ser amado, a angustia, o engodo ao pênis que agita, os animais da fobia, o significado no real, a rede da carta roubada, sozinho com Mariedl, a criança metonímica, o preto diante da boca, a fobia estrutura o mundo, para que serve o mito, funções e estrutura do mito, o Krowall e o orgasmo infantil, a fantasia das duas girafas, o enraizado, o perfurado, o amovível, a transposição simbólica do imaginário, como se analisa o mito, dar a ver e ser surpreendido, o professor bom Deus, o método de Claude Lévi-Strauss, nua e de camisola, captura no mecanismo permitatorio, o significante e o chiste, regra de ouro, valor combinatório do significante, Hans no país das maravilhas, malicia e ingenuidade, o que se vai pelo buraco, circuitos, por que o cavalo, do cavalo à estrada de ferro, o vaivém de Hans, Wegen e Wagen, permutações, não trote de mim, o barraco que desaba, seja um verdadeiro pai, a pinça, transformações, o phalus denathus, descarga do significante, a angustia do movimento, cair e morder, o canivete na boneca, as calças da mãe e a carência do pai, o lounf e a roupa, o desaparafusamento da banheira, beija-a um pouco mais, a suplência ao pai, infecunda castração materna, a ideia de Anna, ensaio de uma lógica de borracha, o pai na geladeira, o feixe e a foice, a metáfora paterna, a mãe desdobrada, uma paternidade imaginária, me dará sem mulher uma progenitura, da intersubjetividade ao discurso, o objeto em função de desaparafusamento e Anna senhora do cavalo. Na quinta e última parte, trata sobre o envio abordando de Hans-o-fetiche a Leonardo-no-espelho, a saída pelo ideal materno, Hans filha de duas mães, o abutre era um milhafre, o outro tornado pequeno outro e a inversão imaginária de Leonardo. Veja mais aqui, aqui, aqui & aqui.

REFERÊNCIA
LACAN, Jacques. O seminário: a relação de objeto. Rio de Janeiro: Zahar, 1995.


Veja mais sobre:
Aijuna, o mural dos desejos florescidos aqui.


E mais: 
Imre Madách, Franz West, Pierre Rode, Vera Ellen, Anne Chevalier, Sarah Clarke & muito mais aqui.
Crônica de amor por ela aqui.
O Recife do Galo da Madrugada aqui.
Utopia, Charles Dickens, Alfred Adler, Carybé, Rogério Duprat, Hector Babenco, Sonia Braga & Tchello D’Barros aqui.
A psicanálise de Karen Horney & o papo da tal cura gay aqui.
A hipermodernidade de Gilles Lipovetsky & a trajetória Tataritaritatá aqui.
Três poemetos da festa de amor pra ela aqui.
Poetas do Brasil aqui, aqui e aqui.
Todo dia é dia da mulher aqui.
A croniqueta de antemão aqui.
Fecamepa aqui e aqui.
Palestras: Psicologia, Direito & Educação aqui.
Livros Infantis do Nitolino aqui.
&
Agenda de Eventos aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA;
Veja Fanpage aqui e mais aqui e aqui.

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra:
Recital Musical Tataritaritatá - Fanpage.
Veja os vídeos aqui& maisaqui e aqui.




HILDA HILST, HANNAH CRITCHLOW, DANIELLE STEEL & ONILDO ALMEIDA

  Imagem: Acervo ArtLAM .   Fábula hodierna ... - Dois irmãos uterinos, duas irmãs órfãs consanguíneas. Assim: Prometeu brechava fascín...