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segunda-feira, março 28, 2016

MNEMÔNICAS ANEDOTAS


MNEMÔNICAS ANEDOTAS – Um mais um!... - Soltaram um pum! - Que coisa feia! - A calça está cheia. Todo mundo fazendo careta! – Essa é a pior bufa! Empiorou o efeito estufa! Se brincar acaba o planeta! Dois mais dois!... - O cocô vem depois! - Que é isso, menino? - Está ruim do intestino? Isso é um Fabo! Tá fazendo maior estrago! Isso não é rabo, é um ataque a Pearl Harbor! Se esse faz dieta, acabou de botar o cu na reta! Três mais três!... - Peidaroutraveiz!!! Tá vendo a merda que fez? Essa soltou o detonador! Chamem os bombeiros, por favor! Isso é que é peido homicida! Essa alma está perdida! Isso é um fidapeste, parêia! E vem com efeito em cadeia! Tem bronca na saída excretora! Isso é uma bomba devastadora! – Que falta de vergonha! - Foi a Tonha! (Ora, esta não está na história) - Que estória! Em mim a culpa não ponha. Quatro mais quatro!... - Queimaram o retrato!  - Foi o vizinho! Não. Quero ver quem sair de fininho! Vai virar guerra mundial! Tem bronca na saída proctal, só sendo no escape da borreia! Pior prosopopeia! Abriam a lata do lixo e a gente no suplício! Isso é que é imundície, chama a polícia! Valha-me, maior estrupício! Cinco mais cinco!... - Cadê o penico? - A coisa está braba! E o fedor não acaba. Isso é um vitupério! O negócio é sério... e conta e reconta, quem é que dá conta? Fedor encardido, inhaca arretada, catinga danada, esse tá mesmo perdido! Que cabra fuleiro capaz duma dessa? Apruma a conversa, infeliz bandoleiro! Se salvar, só a alma, o resto presta mais não! Isso não é gente, é infeliz dum cagão! Seis mais seis!... - Prende o freguês! Do jeito que vai, vai dar mais de mês. Só daqui trezentos anos pra avaliar todos os danos! - Vamos investigar!  O culpado não vai se entregar. Sete mais sete!... Acocharam pivete, maior implicância. E a sindicância virou só confete. Quem foi que foi? Foi a vaca ou o boi! Merece prisão perpétua essa alma sebosa! Só pena de morte pressa praga contagiosa! Oito mais oito!... Tocaia de afoitos, virou CPI. E de pernoite cobriram a gandaia, já não tá mais aqui. - Foi gente grande? Um vento no flandre! - Qual maloqueiro? - Ah, se pego o festeiro! Que coisa nojenta, eca! Com certeza, arrombou a cueca! Nove mais nove!... Inventaram: quem não foi, prove! Embananou tudo com a de Erasmo, caíram no riso, só sarcasmo. Réu era todo mundo. E era: - Eu, não! Nem eu! E a catinga bufou e fedeu. Dez mais dez!... - Estou vendo seus pés, fabricante de bosta! Queimou as pregas do cu e parece que gosta! Pior que arroto choco, maior lascação! Um sufoco! Isso é maldição dum bicho tosco! - Que negócio medonho! E fede o tolote, o dia vira noite, vôte! Ei, se avie, num é sonho! (Continua aqui). © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui, aqui e aqui.


Imagem: a arte do pintor francês Adolphe William Bouguereau (1825-1905). Veja mais aqui e aqui.

Veja mais o poema Maceió, uma elegia para os que ousam sonhar & mais Máximo Gorki, Mario Vargas Llosa, Autran Dourado, Luís da Câmara Cascudo, Carl Barks, Sarah Vaughan, Jannyne Barbosa, J. Lanzelloti, Suzana Amaral & Dianne Wiest aqui.


E VAMOS À LUTA
Luiz Gonzaga Júnior

Eu acredito é na rapaziada
Que segue em frente e segura o rojão,
Não negue não!
Eu ponho fé é na fé da moçada
Que não foge da fera, enfrenta o leão.
Eu vou à luta com essa juventude
Que não corre da raia a troco de nada
Eu vou no bloco dessa mocidade
Que não tá na saudade e constrói
A manhã desejada
Aquele que sabe que é negro o coro da gente
E segura a batida da vida o ano inteiro
Aquele que sabe o sufoco de um jogo tão duro
E apesar dos pesares ainda se orgulha de ser brasileiro
Aquele que sai da batalha
Entra no botequim, pede uma cerva gelada
E agita na mesa logo uma batucada
Aquele que manda o pagode
E sacode a poeira suada da luta e faz a brincadeira
Pois o resto é besteira
E nós estamos por aí...
Eu acredito é na rapaziada
Que segue em frente e segura o rojão, não negue não!
Eu ponho fé é na fé da moçada
Que não foge da fera e enfrenta o leão
Eu vou à luta com essa juventude
Que não corre da raia a troco de nada
Eu vou no bloco dessa mocidade
Que não tá na saudade e constrói
A manhã desejada
Aquele que sabe que é negro o coro da gente
E segura a batida da vida o ano inteiro
Aquele que sabe o sufoco de um jogo tão duro
E apesar dos pesares ainda se orgulha de ser brasileiro
Aquele que sai da batalha
Entra no botequim, pede uma cerva gelada
E agita na mesa logo uma batucada
Aquele que manda o pagode
E sacode a poeira suada da luta e faz a brincadeira
Pois o resto é besteira
E nós estamos pelaí...
Eu acredito é na rapaziada...



CRÔNICA DE AMOR POR ELA
A arte do artista plástico paraibano Bruno Steinbach.
Veja aqui, aqui, aqui e aqui.
 

sexta-feira, julho 10, 2009

MURAKAMI, CHALMERS, CLAUDIA ROQUETE-PINTO, BILL COSBY, BRUNO STEINBACH &LITERÓTICA

 
A arte de Bruno Steinbach


PLETORA DOS ANTÍPODAS - A sua nudez se agiganta na minha afeição. E eu recolho o seu corpo como quem persegue a salvação da vida. E persigo escalando suas encostas íngremes e latejantes de carne firme, ilha perfumada nua em pêlo, arrepiada com toda a seiva transbordante com cheiro bom de enlouquecer. E endoideço enquanto você se prolonga na alegria do meu coração que se apropria de toda sua esbelta deidade tentadora para deixá-la encurralada nas minhas carícias à queima roupa. E vou desenfreado pilhando seu corpo enquanto se precipita sobre o poderio do meu falo rijo que lambuza a generosidade do triângulo púbico até a celebração sinuosa da dança pélvica que me arregala os olhos de forma assustadora com seu embalar de felicidade por possuí-la suculenta e depravada. E na nossa obscena empatia vou explorando as minas de ouro escondidas sob a língua sibilante da Britney cheia de imprecações, no regato dos seios que nutre nossa atração recíproca e nossos corpos mútuos, nos pontos de ebulição que acende a clareira de nossa vertigem despudorada, nas nádegas arrebitadas que bamboleia para o meu completo enlouquecimento, na sua guarita onde a minha vontade endurecida mergulha no abismo para que possa hibernar soterrado de prazer. E na descoberta da delícia, vou investindo com lambidas ferozes cada fatia da deusa do meu panteão, minha suméria Nammu que pariu o céu e a terra no caos enquanto o meu sexo guerreiro golpeia e empurro com estocadas loucas cerrando os dentes, penetrando sua alma como um cavalo selvagem que atravessa o seu gemido gutural apertando meu membro no prazer crescente e inevitável, até transbordar todos os impulsos e peripécias do nosso bom bocado onde o bumerangue vence a parada de todo quilate de sua satisfação tantalizada. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui.


DITOS & DESDITOS - Não sei qual o segredo do sucesso, mas o segredo do fracasso é tentar agradar a todo mundo. Pensamento do ator e comediante Bill Cosby.

A MENTE CONSCIENTE – [...] Quando percebemos, pensamos e atuamos, existe um ruído de fundo de causalidade e processamento de informação, mas este processamento em geral não ocorre na obscuridade. Existe também um aspecto interno; tem algo que se sente como ser um agente cognitivo. Este aspecto interno é a experiência consciente. [...] o conceito de percepção pode ser interpretado de uma forma exclusivamente psicológica como o processo pelo qual os sistemas cognitivos são sensíveis a estimulação ambiental de uma maneira tal que os estados resultantes desempenham certo papel na direção dos processos cognitivos. Mas ele também pode ser tomado fenomenalmente como a experiência consciente do que é percebido. [...] Um fenômeno natural é explicável de modo redutivo em termos de algumas propriedades de baixo nível, precisamente quando é logicamente superveniente a estas propriedades. [...] Dados todos os fatos microfísicos acerca de um lote particular de H2O, é logicamente impossível que estes fatos possam ser válidos sem que a liquidez tenha sido instanciada. [...] Mesmo quando objetado que o meu gêmeo zumbi acredita nas mesmas coisas que eu acredito, isto não torna plausível a hipótese cética de primeira pessoa que eu poderia ser um zumbi. […]. Trechos extraídos de The conscious mind (Oxford Press, 1996), do filósofo australiano David John Chalmers. Veja mais aqui.

MISO SOUP - [...] A rua me parecia irreal. Embora estivesse atrás da rua da Subprefeitura no conhecido bairro de Kabuki, sentia‐me vagando por uma cidade estranha de um país estrangeiro. Tinha a impressão de estar vivendo um sonho, dentro do qual não tinha para onde ir. Convenci a mim mesmo de que ainda não estava completamente refeito do choque. Era incapaz de me controlar [...] Todos pareciam cumprir ordens emitidas por alguém e apenas interpretavam seus papéis de ser humano de algum tipo. Irritei‐me durante todo o tempo em que estive em contato com aquelas pessoas que, ao meu ver, em vez de sangue e carne tinham os corpos recheados de serragem e tiras de vinil, à semelhança dos bonecos de pelúcia. Mesmo quando vi o sangue escorrer de suas gargantas cortadas, nada me parecera real. Vendo o sangue pingando da garganta da número cinco, tive a clara impressão de tratar-se de shoyu para sashimi. Era como se ela fosse uma falsificação de ser humano [...] Para uma estudante o Natal possui um significado especial. Tanto Jun como suas amigas não sentem muita necessidade de homens ou namorados. Elas sempre dizem que homem só serve para dar trabalho, que são ruins de papo e vivem sem grana. De fato, Jun passou as férias de verão deste ano na praia com as amigas, e não comigo. Porém, o Natal, para elas, é ocasião de um ritual particular, é a única noite valiosa do ano que desejam realmente passar com um homem [...]. Trechos extraído da obra Miso soup (Companhia das Letras, 2005), do escritor e cineasta japonês Ryu Murakami.

NA MARGEM - No seu rosto algumas mulheres mergulham desabaladamente. / Outras, mais cautelosas, já tendo apanhado da vida, chegam pisando de lado, aproximam-se devagar. Começam por molhar os dedos, depois, com um olhar que se quer / distraído, dispõem-se a banhar os pés (são estas, talvez, as que correm maior perigo – pois, ao senti-las reticentes, suas águas se temperam de encantos luminosos, flutuantes, evanescentes, e em breve se estendem, em pequenas ondas graciosas, ao redor dos tornozelos. Quando dão por elas – pronto!- já estão mergulhadas até o pescoço). / Outras, ainda, (as tolas) acreditam possuir alguma qualidade especial que as tornará necessárias ao mistério das suas profundezas. Como se os seus corpos, ao se banharem naquele líquido, estivessem, por contraste, oferecendo a ele alguma coisa de útil. / Pura ilusão. Não percebem, as desavisadas, as pretensiosas, que, no contato íntimo da sua água com a pele, ela nunca, propriamente, as penetra. Envolve, talvez. Adula, acaricia. Aquece. Recebe, torna macia e cheia de luz – mas nunca, nunca a ela se mistura. / Aos seus olhos, portanto, cada mulher não passa de um corpo, massa sólida a se deslocar de um lado para o outro, com maior graça ou menor grau de desconforto, mas ainda e apenas isso: um objeto fugidio, que nada tira nem em nada lhe acrescenta – um acaso do movimento que, meramente, se dá. / Não eu. Eu não sou como nenhuma _ nem uma única  _ dessas tristes mulheres. / Conheço e palmilho, a cada dia, a completa extensão da sua orla. Percorro, de pés descalços, sua órbita, tropeçando em pequenas pedras, cortando a pele no espinhal. Há ocasiões em que sangro profusamente, e é preciso que pare e me sente para descansar em alguma pedra da região desértica que circunda o seu perímetro. Nestas vezes, tenho oportunidade de observar de perto o banho das outras mulheres: seus movimentos, a princípio aéreos e leves; tremeluzindo no rosto, a surpresa e a delícia iniciais; a seguir, o despontar do desconforto, e nas sobrancelhas franzidas, a breve desconfiança da promessa de saciedade que nunca se realiza. E, logo, ao constatarem a perda do próprio reflexo, os músculos que se retesam, os esgares aterrorizantes, a tentativa de fuga entre grunhidos – apenas para, no fim, o corpo, como um menir, ser tragado, inerte, para a areia escura lá no fundo. / E é só por isso _ por ter assistido tantas e tantas vezes a este terrível espetáculo / que reúno em mim as forças para manter a disciplina: por maior que seja a sede, por mais que me deforme e arda no rosto esta máscara de barro ressecado (à noite, sonho com o bálsamo do seu úmido abraço), em suas águas não entrarei. Poema da poeta Claudia Roquete-Pinto.


A arte de Bruno Steinbach



Veja mais sobre:
Nas voltas que o mundo dá, Carlos Drummond de Andrade, Jane Duboc, François Ozon, Catherine Abel, Sheila Matos, Valeria Bruni Tedeschi, Niceas Romeo Zanchett & direito ao meio ambiente saudável aqui.

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A literatura de José Saramago aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
Fecamepa à República aqui, aqui e aqui.
Vinicius de Morais, Choderlos de Laclos, Pier Paolo Pasolini, Vanja Orico, Chico Buarque & Ruy Guerra, Serge Marshennikov, Beverly D’Angelo & Responsabilidade civil nos relacionamentos afetivos aqui.
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Literatura de Cordel na Escola aqui.
Todo dia é dia da mulher - entrevista com uma viúva autônoma, Sandra da Silva, de Arapiraca – Alagoas aqui.
Entrevista com a costureira Jqueline, a musa da semana de Minas Gerais aqui.
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Entrevista com Clélia, uma estudante de Cacoal – Roraima aqui.
Literatura de Cordel: O papé da rapariga, de Bob Motta aqui.
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CRÔNICA DE AMOR POR ELA
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CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Recital Musical Tataritaritatá
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sexta-feira, janeiro 04, 2008

HERMÍNIO BELLO, POR UM NOVO DIA, IREMAR MARINHO, ISMAEL NERY, LEMMERTZ, WEISZ, DIREITO, EDUCAÇÃO & MUITO MAIS!!!!!


POR UM NOVO DIA - Tudo começou no dia 31 de dezembro de 1985, quando contratei a banda “Os românticos do Una”, capitaneado pelo amigo Lulika dos Palmares, quando resolvi fazer o show no Teatro Cinema Apolo. Foi uma ripada de revestrés, também, escolher dia desse para fazer show, só valendo pela presença do meu pai, minha avó, do escritor Luiz Berto na platéia e mais uns tantos gatos pingados. Quase um ano depois reeditei o show na quadra do Colégio Diocesano. Queria fazer um mega-evento. E foi. Foi um arrojo da peste. Contratei o melhor equipamento da região. Contratei os melhores músicos: Vavá de Aprígio, na guitarra; Davi Ideais, no contrabaixo; Mano, nos teclados; Davi, na bateria. Ensaiávamos em Catende, no equipamento dos Ideais. Contratei pessoal para propaganda, fizemos uma ruidosa manifestação publica, metemos as catanas e esperamos o grande dia. Aluguei a quadra do Colégio Diocesano e aproveitando a generosidade dos amigos Zé Ripe e Rolandry que confeccionaram o cenário, arrumação do palco e a feição de todo ambiente. Givanilton Mendes se prontificou de filmar. Na horagá, todos os músicos receberam seus cachês, paguei o som, paguei tudo e fui pronto para arrasar. E arrasei mesmo. Mais de mil pessoas na platéia. Comecei só voz e violão porque músico que se preze atrasa mais que estrela de Hollywod. Quando eu já tinha cantado umas 10 músicas e já não tinha mais repertório fora o do show, os músicos chegaram como donos da festa e meteram bronca. Cantei e mandei ver. No intervalo chamei minha filha Patrícia que fez um momento para lá de lindo cantando 3 músicas. Depois veio a participação especial de Zé Ripe e sua banda. Voltei e o negócio seguiu até o maior zoadeiro que Palmares já tinha visto. A platéia estava esbugalhada com todo som. E eu? Satisfeito, liso e quase que prometendo nunca me mais meter nessas coisas. Estava querendo emendar de vez. Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.


Imagem: Para Entender Uma Mulher, do artista plástico paraibano Bruno Steinbach. Veja mais aqui.


Curtindo o álbum Cantoria (2005), do compositor, produtor musical, ativista cultural e escritor Herminio Bello de Carvalho. Veja mais aqui.

EPÍGRAFE – Nemo condemnatus nisi auditus vel advocatus, aforismo jurídico latino, que significa? Ninguém pode ser condenado sem ter sido ouvido e sem defesa. Veja mais aqui.

O PAPEL DO PROFESSOR E A SUA FORMAÇÃO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA - A educação tem assumido importante papel nas pautas de discussões mundiais, em virtude das necessidades de se compreenderem tanto os instrumentos fundamentais da aprendizagem, como a alfabetização, a expressão oral, a aritmética e a solução de problemas; quanto o conteúdo básico da aprendizagem nos conhecimentos, capacidades, valores e atitudes, dentre outros. No Brasil, a respectiva Constituição Federal de 1988, principalmente, a partir do seu artº. 205, passou a definir as regras das coisas afeitas à educação, no sentido de que seja promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento do cidadão, preparando-o para a cidadania e qualificando-o para o trabalho. Tais determinações levaram à Lei 9.394/96, de 20 de Dezembro de 1996, estabelecendo as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, reafirmando que a educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais. Esta LDB foi inspirada nos princípios da liberdade e nos ideais de solidariedade humana e passou a ter a finalidade de desenvolver o educando de forma a prepará-lo para o exercício da cidadania e sua qualificação para a vida e para o trabalho. A sua característica fundamental é tratar a educação delineando princípios norteadores suficientemente maleáveis para que o ensino aconteça em cada momento e em cada local de acordo com as condições necessárias e características próprias, valorizando a integração da escola com o mundo real e do trabalho, além do aproveitamento pela escola, de todo e qualquer conhecimento ou habilidade adquiridos pelo educando em sua vida. Sendo assim, o papel do professor se reveste de uma importância fundamental no processo de exercício da cidadania e preparação do aluno para a vida e o trabalho, requerendo, pois que este profissional esteja qualificado e constantemente renovando sua formação, no sentido de apresentar de forma eficiente e eficaz a prática docente. Com relação ao papel do professor, considerando os postulados constitucionais e os prescritos na LDB ao traçar um novo perfil para o profissional docente na sala de aula, nomeadamente do Ensino Fundamental. É necessário mencionar que trabalhar esta heterogeneidade requer capacitação e qualificação conveniente que se incluam no processo de formação do profissional docente, incluindo-se a utilização de recursos tecnológicos, tendo, assim, como objetivos específicos: analisar os pressupostos da LDB e dos PCN´s para o Ensino Fundamental; identificar o papel e perfil do professor no Ensino Fundamental; observar a utilização dos recursos da emergência tecnológica na prática educativa do professor; avaliar a eficácia da prática pedagógica como proposta integrada de ensino-aprendizagem no Ensino Fundamental; investigar de que forma se encontra o profissional docente qualificado para utilizar os recursos tecnológicos no processo pedagógico; analisar o trabalho de interação entre o professor e o aluno mediante as atuais propostas que norteiam a educação cidadão no Ensino Fundamental. Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

SANTOS – O livro Santos (Francis, 2006), do escritor e fotógrafo espanhol J. R. Duran (Josep Ruaix Duran), trata da história de uma espécie de fora-da-lei culto e viajado, que se une a amigos de infância para forjar o sequestro de uma socialite namorada de um deles. O golpe parece certeiro até que pequenos desentendimentos colocam tudo a perder. Da obra destaco o trecho: [...] Tanto faz o lugar, tanto faz o tempo, mas aprece que está sempre preso aos mesmos sentimentos. Se fosse escrever a letra de uma canção, poderia dizer que está sempre peso às mesmas emoções. As mesmas derrotas. Dessa vez a travessia é curta, mas do outro lado do canal a cidade é outra. A tristeza é a mesma. [...]. Veja mais aqui.

CALVÁRIO NAS RUAS DE MACEIÓ & MOURÃO – Entre os excelentes poemas do jornalista, publicitário, advogado e escritor Iremar Marinho de Barros, editor do extraordinário blog Bestiário Alagoano, destaco, inicialmente, a poesia Calvário nas ruas de Maceió: Para que matar o Cristo, / todos os anos, nas ruas / de Maceió, como em Gólgota? / Não bastou a imolação? / Cada esquina, uma estação. / Velhas crentes, moços gaios / acompanham ao Calvário / o Cristo sem Cireneu. / A Rua do Sol é nova / Via Sacra: a turba quer / o Cristo crucificar, / sem dó nem apelação, / no Largo do Livramento / (diante do Bar do Chopp). / Mas o Senhor jaz (é morto!) / entre rubros paramentos. Também o belíssimo poema Mourão: Cavalgo potros etéreos, / vaquejando bois postiços, / na fazenda ilusória. / Abro porteiras, mas há / sempre mais terras cercadas / no grande cercado-mundo. / Pastam bois de Vitalino, / passam bois, passa boiada, / passa o cavalo do tempo. / Bate o baque da porteira, / passa o vaqueiro das horas, / passa o destino dos homens. / Minha cidade bovina, / na vaquejada ilusória, / rumina o pasto do gado. / O berro do gado-homem, / no curral do matadouro, / é meu destino cercado. Veja mais aqui e aqui.

MOLLY SWEENEY – Em 2006, tive oportunidade de assistir no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo, à montagem da peça teatral Molly Sweeney: um rastro de luz, de Brian Friel, com direção de Celso Nunes, contando por meio de monólogos sincrônicos as histórias de uma mulher que nasceu quase cega e aprendeu com o pai a ter uma vida plena nessa condição, com seu marido que é um homem entusiasmento com grandes causas e o médico oftalmologista que se tornou alcoolotra e deuxou seus pais depois de descobrir que a mulher o traía. Movidos pelos próprios interesses, eles resolvem convencer à Molly a submeter a uma cirurgia para recuperar a visão, no que vai conduzir a um trágico desfecho, como representação de um fato verídico narrado pelo neurologista e médico Oliver Sacks. O destaque do espetáculo fica por conta da interpretação da atriz Julia Lemmertz. Veja mais aqui, aqui e aqui.

JUVENTUDE – O filme Juventude (La giovinezza, 2015), do cineasta Paolo Sorrentino, conta a história de dois velhos amigos com com quase oitenta anos de idade cada, e estão de férias em um hotel elegante aos pés dos Alpes. Umn é um compositor, outro um maestro aposentado e, também um diretor de cinema que ainda está trabalhando. Juntos, passam a se recordar de suas paixões da infância e juventude, enquanto o diretor luta para terminar o roteiro do que ele imagina ser seu último filme importante, enquanto um deles não tem nenhuma intenção de retomar sua carreira musical. Entretanto, muita coisa pode mudar. O destaque do filme fica por conta da atuação da premiada atriz e modelo britânica Rachel Weisz. Veja mais aqui, aqui e aqui. 

IMAGEM DO DIA
 Todo dia é dia da atriz Rachel Hannah Weisz.




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Se o mundo deu o créu, sorria!, Maria Clara Machado, Fridrich Witt, Bram Stocker, Susanne Barner, Darren Aronofsky, Aldemir Martins, Artur Griz, Ellen Burstyn, Claudia Andujar & Holismo, ecologia e espiritualidade aqui.

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A arte de Silvili aqui.
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As trelas do Doro, o bacharel das chapuletadas aqui.
Cordel A moça que bateu na mãe e virou cachorra, de Rodolfo Coelho Cavalcanti aqui.
Fecamepa & Fabo Esporte Clube aqui.
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CRÔNICA DE AMOR POR ELA
 Imagem: Três mulheres nuas, do pintor Ismael Nery. (1900-1934)
Veja aqui e aqui.



CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra: 
Recital Musical Tataritaritatá - Fanpage.
Veja  aqui e aqui.
 


FOLIA TATARITARITATÁ (Arte de Marcio Baraldi). Formada com muito frevo para qualquer folia:

AMOR IMORTAL (Luiz Alberto Machado)
FOLIA CAETÉ (Luiz Alberto Machado)
ALVORADA (Luiz Alberto Machado)
MANGUABA (Luiz Alberto Machado)
SANTA FOLIA (Cikó Macedo - Luiz Alberto Machado)



Veja mais Tataritaritatá! 

RAQUEL VARELA, OMAIMA AL-KHAMIS, OLIVE SENIOR & SANDRA RIBEIRO

  Imagem: Contornos da ubiquidade , da série Caosmose & O poema nasce do visinvisível - Acervo ArtLAM .   Ressaca aluada de panacei...