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segunda-feira, fevereiro 01, 2016

CECÍLIA, GREGÓRIO, STRESSER, VIOLÊNCIA, CAMARGO GUARNIERI, ARGEMIRO CORRÊA & MUITO MAIS!!!



FOLIA TATARITARITATÁ: TODO DIA É DIA DA MULHER - Tudo começou no ano de 2000, quando fechei uma parceria com o então empresário Marcos Palmeira e o artista plástico Rollandry Silvério para desenvolvermos o projeto Folia Caeté. Esse projeto consistia na realização de atividades que envolviam frevos, artes plásticas, teatro e atividades culturais e folclóricas, culminando com a criação do bloco Folia Caeté, que desfilou nas cidades alagoanas de São Miguel dos Campos, Pilar, Boca da Mata, Jequiá da Praia, Coruripe, Campo Alegre, Teotonio Vilela, Anadia e Barra de São Miguel. Foi pra esse evento que compus os frevos Folia Caeté, Alvorada, Amor Imortal e Manguaba, bem como acrescentei o frevo que fiz em parceria com Cikó Macedo, o Santa Folia. Esse evento teve duração entre os anos de 2000 e 2006, realizado durante o período pré-carnavalesco. Foi exatamente no ano de 2006, numa outra parceria firmada com a saudosa Derinha Rocha (AL), a poeta e atriz Mirita Nandi (RJ) e a psicóloga Ana Bia Luz (SP), que criamos a Folia Tataritaritatá com o lema Todo dia é dia da mulher. Consistia na realização de um carnaval virtual desenvolvido nas redes sociais de então, dispondo de videoclipes, baners, painéis e posters dos meus frevos realizados pela Derinha, ficando a cargo da Mirita e da Ana Bia a confecção, impressão e distribuição do Zine Tataritaritatá, que circulou até 2010. A partir de então, outras parcerias foram captadas e tornaram possível até hoje a realização dessa iniciativa que virou campanha em homenagem às mulheres, pelo reconhecimento de papel que representam e que não merecem apenas as homenagens dedicadas por simples dois dias do calendário: o 8 de março – Dia Internacional da Mulher -, e o 30 de abril – Dia Nacional da Mulher. Reconhecemos exatamente pelo inventário milenar histórico que a mulher merece muito mais que simples homenagens. Daqui a minha solidariedade! E vamos aprumar a conversa na Folia Tataritaritatá! (Luiz Alberto Machado). Veja mais aqui.

PICADINHO
Imagem: Femme assise, do pintor francês Albert Marquet (1875-1947). Veja mais aqui e aqui.


Curtindo os cds da coleção Violinsonaten - Violin Sonatas 1 a 7 (1997), do maestro e compositor brasileiro Mozart Camargo Guarnieri (1907-1993), com Alexander Müllenbach & Lavard Skou-Larsen. Veja mais aqui.

EPÍGRAFE – DOIS DEDOS: AOS MENORES QUE O PRÓPRIO TAMANHO – O poeta Gregório de Matos Guerra do poeta brasileiro Gregório de Matos Guerra (1633-1696) assevera em versos que: Tendes dois dedos de testa / porque da frente à fachada / quis Deus e a vossa miséria / que não chegue à polegada. Referindo-se àqueles que são medidos pelos dois dedos de latim, ou pitada de alguma coisa. Veja mais aqui e aqui.

A VIOLÊNCIA – No livro Violência doméstica: análise da lei Maria da Penha (Jus Podivm, 2010), de Stela Valéria de Farias Cavalcanti, encontro que:  No inicio do século XXI, em que se tinha a expectativa de que a sociedade estaria tão evoluída a ponto de conviver em harmonia e paz, a mídia continua a denunciar o aumento sem precedentes de várias formas de violência, seja pela pratica de crimes, como assassinatos, sequestros, roubos, estupros, ocorridos nos mais variados rincões brasileiros. [...] a face menos visível continua escondida e pouco reconhecida. São dados sobre o aumento do desemprego, da prostituição infantil, da diferença salarial entre homens e mulheres, entre pessoas brancas e negras, da pratica da violência domestica, etc. Esconde-se naquilo que se chama senso comum. [...] A sociedade brasileira é marcadamente excludente: [...] Ela impede, sistematicamente, que uma grande parcela de seus cidadãos tenha acesso aos bens essenciais a sua nutrição, preservação da saúde, defesa da vida, entre outros. [...] Por isso é que os excluídos são ao mesmo tempo vitimas e autores dessa violência. [...] o crescimento da violência criminal encontra-se associado à própria desorganização das instituições responsáveis pela manutenção da ordem publica, bem como à violência praticada pelas instituições, como nos casos de violência policial. [...] diversas formas de violência, como a violência urbana, a violência praticada pela discriminação contra as minorias (negros, índios, mulheres, crianças e idosos), a violência social em virtude dos altos índices de desigualdade social e pobreza, a violência doméstica, entre outras. O crescimento da violência no Brasil não é composto de uma única explicação. Certamente se encontra associado à lógica da pobreza e da desigualdade socioeconômica. [...] não há como negar a relevância da desigualdade socioeconômica na explicação do crescimento da violência. [...] exige análise dos vários aspectos da denominada exclusão social. Veja mais aqui.

ARTE DE SER FELIZ – No livro Seleta em prova e verso (José Olympio, 1973), reunindo os trabalhos literários da escritora, pintora, professora e jornalista Cecília Meireles (1901-1964), encontro a crônica Arte de ser feliz: Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa, e sentia-me completamente feliz. Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém minha alma ficava completamente feliz. Houve um tempo em que a minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda.  À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava história. Eu não a podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que ouvisse, não entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham  tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu que não participava do auditório imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz. Houve um tempo em que a minha janela se abria para uma cidade que parecida feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros, e meu coração ficava completamente feliz. Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor. Outras vezes encontro nuvens espessas. Avisto crianças que vão para a escola. Pardais que pulam pelo muro. Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar. Marimbondos: que sempre parecem personagens de Lope da Vega. Às vezes, um avião passa. Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino. E eu me sinto completamente feliz. Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outras dizem que essas coisas só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim. Veja mais aqui e aqui.

EPITÁFIO – entre os poemas do poeta tricordiano Argemiro Corrêa, destaco a sua poesia Epitáfio: Rosas airosas dos jardins ridentes, / Rosas singelas que enfeitais altares, / Sois o segredo das canções dolentes, / Sois o motivo destes meus cismares! / Sois fantasia dos meus sonhos lindos, / Que inspiram versos que aí vão ficando / Pelos caminhos que romeiros, vindos, / Ainda ouvirão a minha voz cantando. / Dias benditos que me dais ventura, / Nas horas doces de serena calma;/ Eu canto as rosas na canção mais pura, / A todas dando o meu surpiro d'alma... / Depois de morto, ó minha doce amiga, / Lembrai das horas de prazer, saudosas, / Se um dia lerdes, numa cruz antiga: / AQUI JAZ O FELIZ CANTOR DAS ROSAS. Veja mais aqui e aqui.

A MAIS FAMOSA TRÁGICA – A atriz britânica Sarah Siddons (1755-1831), foi considera pela crítica da época como a maior trágica do teatro inglês da época e Byron elogiou sua perfeita recitação clássica, por seu desempenho na peça teatral Lady Macbeth. Ela estreou no palco ainda com pouca idade, onde desenvolveu um talento cênico extraordinário e ainda adolescente conheceu o ator William Siddons, por quem se apaixonou em pouco tempo, e contrariando o desejo dos pais, se casou com ele. Em 1773, depois de trabalhar como empregada doméstica por algum tempo, começou oficialmente a trabalhar como atriz e, no ano seguinte, ela interpretou Belvidera in Venice Preserv'd, de Thomas Otway e, depois de uma encenação desastrosa de O Mercador de Veneza, de William Shakespeare, em 1782 a atriz se depara com um enorme sucesso com sua atuação como Isabella no espetáculo The Fatal Marriage, de Thomas Southerne. Em 1812, Siddons abandonou a carreira, depois de ter presenteado o público com uma esplêndida interpretação como Lady Macbeth, de Shakespeare. Veja mais aqui.

NINA – O filme Nina (2004), dirigido por Heitor Shalia, conta uma história ambientada na capital paulista, narrando a vida de jovem pobre que procura atabalhoadamente um meio de sobrevivência na sociedade desumana, mas só esbarra em adversidades. Mora num quarto alugado com uma velha decrépita que lembra a personagem usurária morta por da obra de Dostoiévsky. O filme critica o símbolo do poder de compra e do direito ao consumo e à humilhação do semelhante. O destaque do filme é para a atriz e escritora Guta Stresser. Veja mais aqui.

IMAGEM DO DIA
                                 Sem que eu compreendesse (1985), de Graciela Rodriguez.

DEDICATÓRIA
A edição de hoje é dedicada à cantora Priscila Almeida.

Veja aquiaqui, aqui, aquiaqui.

TODO DIA É DIA DA MULHER
                                                          Veja as homenageadas aqui.

E veja mais Denise Levertov, Johan Huizinga, Umbigocentrismo, Philippe Ariés, Lauri Blank, Kim Thomson & muito mais aqui.


quinta-feira, janeiro 14, 2016

LÁBIOS, BALZAC, MOLIÈRE, LUSARRETA, TÁCITO, IRVING, FAYAD, ARGEMIRO CORRÊA & MUITO MAIS!!!!


CRÔNICA DE AMOR POR ELA: AH, ESSES LÁBIOS (Imagem: arte de Luciah Lopez) - Ah esses lábios que me chegaram saudando o meu dia tudo bem como vai para abrigar minha vida perdida dos pontos cardeais; que sorriram ensolarados para clarear os meus dias mostrando que estou vivo e que tudo prossegue como a correnteza do rio que não sabe do mar; que me trouxeram palavras tão ternas apascentando minhas feras e todo vulcão indômito que não distinguia nada entre farpas e carinhos; que me sacralizaram com uma voz anímica a banhar minha pagã ousadia de profanar meus próprios mistérios mais desconhecidos; que me beijaram as faces com o afago ausente de mãe por séculos de esconjuros; que me curaram as feridas abertas para que eu pudesse ser reintegrado entre os vivos; que me alimentaram de esperanças no meio das minhas noites inacabadas; que me mostraram o caminho pra luz quando eu só via trevas inescapáveis; que me cantaram as canções das esferas para que eu tivesse noção de que tudo vai além do que captamos pelos cinco sentidos; que chegaram aos meus lábios trazendo o contato pleno da revelação e desvelando o segredo da alma humana; que incendiaram o marasmo do meu cotidiano sobrecarregado de tédio e desesperança; que sussurraram aos meus ouvidos a poesia de tudo por ter cada coisa um sentido íntimo pra existir; e me roçaram a pele para que eu tivesse contato com a mais transcendente deificação, a descortinar o divino da minha desilusão de tudo. E que adoçaram as fatias de sentimentos a quem só sabia o amargor dos desencantos; e ferveram quenturas a quem já não tinha nada mais além que a frieza da indiferença; e soltaram as amarras vitais a quem não sabia nada mais que a caverna do egoísmo fincado no umbigo; e que dançaram com prazer com quem desaprendera dos músculos nos ossos entrevados; e que abriram as portas do cosmo a quem já não via nada além de buracos íngremes pra moradia da existência; e desvendaram o destino das ruas para quem não sabia nem das escolhas entre ameaças e temores; e distinguiram o que é pra viver a quem nunca soube de que lado está a saída; e me levaram com seu sorriso pelo enleio do prazer das descobertas mais fascinantes; e me alcançaram o coração para retomar o propósito perdido de que tudo pulsa e segue a vibrar indefinidamente para o apogeu da vida e do amor. (Luiz Alberto Machado. Veja a 2ª parte aqui. E mais aquiaqui e aqui.

CONFIRA MAIS CRÔNICA DE AMOR POR ELA:


PICADINHO
Imagem: Nude, do artista plástico estadunidense Gladys Nelson Smith (1890 – 1980)



Curtindo o álbum Clara Sverner interpreta Eduardo Souto – O despertar da montanha (EMI, 1982), com músicas do pianista, compositor e maestro Eduardo Souto (1882-1942) com a pianista Clara Sverner.

EPÍGRAFE – Corruptissima res publica plurimae leges, frase recolhida dos Anais, do historiador, orador e político romano Públio Caio Cornélio Tácito, ou simplesmente Tácito (55-120), cujo significado é o seguinte: Muitas são as leis num Estado corruptíssimo porque, neste caso, deixaram elas de ser gerais para se tornarem casuísticas. Veja mais aqui.

O ESPECTRO DO NOIVO – No livro A lenda de Sleepy Hollow e outros relatos (Urco, 2009), do escritor, historiador e diplomata estadunidense Washington Irving (1783-1859), encontro o relato O espectro do noivo que trata de um rico senhor que queria casar sua filha com um conde que, por infelicidade, foi assassinado quando se dirigia para conhecê-la. Da obra destaco o trecho: [...] Calculem o terror do castelo! O barão trancou-se no quarto. Os convivas não puderam abandoná-lo em tamanho transe, tendo vindo como vieram, para rejubilar-se com ele; e assim vagavam pelos pátios ou faziam grupos no salão, onde escolhiam os ombros ou lamentavam os desgostos de um homem tão bom. Para distração, demoravam-se mais do que nunca à mesa, comendo e bebendo ainda mais para salvaguardarem suas almas. Mas, a situação da jovem noiva viúva era lamentável. Perder um marido antes de abraça-lo! E que belo marido! Pois se o espectro pudera ser tão gracioso e nobre, o que não seria em vida! E a noiva enchia o castelo com os seus lamentos. [...]. Veja mais aqui.

AS TROVAS – Sempre é tempo para se homenagear um grande poeta, a exemplo de Argemiro Corrêa, pai da poeta Meimei Corrêa, era poeta, trovador, contista e cronista. Fundou o jornal Voz da Cidade, juntamente com Jorge Beltrão, no ano de 1948, além de ser um agitador cultural que muito realizou em matéria de concursos e eventos literários na sua cidade, tornando-se conhecido como um poeta apaixonado pelas rosas e que se intitulava "O feliz cantor das rosas". Eis algumas trovas dele: I - Nos quatro versos da trova / Eu ponho a minha paixão, / Velha história - sempre nova, / E fonte de inspiração. II - Com alguém que recebeu / Seu título de doutor, / Recebi também o meu / Diploma de trovador. III - O sorriso de Maria / Tem um mistério estupendo, / Lembra o sol de um belo dia, / E a paz da tarde morrendo. IV - Tanto o bem como a maldade, / Tem linha satisfatória, / E a plantação é à vontade, / Só a colheita é obrigatória. Para melhor conhecer a dimensão do seu nome conheça um vídeo que está circulando na rede clicando aqui. Aproveite e confira mais aqui, aqui e aqui.

CELIMENA – Personagem central feminina da peça teatral O misantropo (1666 – Zahar, 2014), do dramaturgo, ator e encenador francês Jean-Baptiste Poquelin, mais conhecido como Molière (1622-1673), que será cortejada por Alceste que, embora apxionado, ao ver que ela seria incapaz de sacrificar por ele a espécie de vida a que se habituara. Ela também foi personagem do livro Memórias de duas jovens esposas (1841 – Portugália, s/d), do escritor do Realismo francês Honoré de Balzac (1799-1850), no qual a personagem Luísa de Macumer se expressa: Que admirável obra-prima aquela criação de Celimena no Misantropo de Molière! É a dama da sociedade do tempo de Luís XIV, como a de nossos dias, enfim, a dama mundana de todas as épocas. Esta a razão pela qual esse nome de mulher significa uma mulher de espírito frívolo, faceira, maldizente, namoradeira, dessas que colocam a vida mundana acima de tudo. Por fim, esta personagem também foi protagonista do romance Celimene sem coração (1935), da escritora, jornalista e radialista argentina Pilar Lusarreta (1903-1967). Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

ONE TRUE THING – O drama One True Thing (Um Amor Verdadeiro, 1998), dirigido por Carl Franklin, é baseado no livro homônimo de Anna Quindlen e conta a história de uma mulher que é forçada a colocar sua vida em espera, a fim de cuidar de sua mãe que está morrendo de câncer. É quando ela descobre os defeitos de seu pai, um célebre romancista e professor universitário que ela sempre idolatrara, e o valor de sua mãe, a qual sempre foi desprezada pela filha em razão de sua personalidade afável e romântica. Nesse filme um destaque duplo: o primeiro é para a premiadíssima atriz estadunidense Meryl Streep; o segundo para a lindíssima atriz estadunidense Renée Zellweger. Veja mais aqui e aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
A arte do cartunista e desenhista estadunidense, criador da história de quadrinhos Torchy, William Ward Hess (1919- 1998), mais conhecido como Bill Ward.
Veja mais aqui.

DEDICATÓRIA
A edição de hoje é dedicada à escritoramiga e ambientalista Sandra Fayad. Veja aqui, aqui e aqui.

TODO DIA É DIA DA MULHER
Veja as homenageadas aqui.
 

DIDI-HUBERMAN, LINDA DEANE, ADALYN GRACE & MARINÊS

    Imagem: Acervo ArtLAM .   Das loas & toadas no cavalo-marinho... - O afamado artesão Tirésia já nasceu assim: cego e vaticinado...