sexta-feira, outubro 23, 2009

TATARITARITATÁ NA BIENAL DO LIVRO, GUARNIERI, AFRÂNIO, TATU, LITERATURA, LINGUÍSTICA, POÉTICA & MUITO MAIS!


TARITARITATÁ NA IV BIENAL DO LIVRO DE ALAGOAS – ESTANDE DA BIBLIOTECA PÚBLICA DE ALAGOAS (Foto: Jeronimo Netto) – Nos dias 06 e 8 de novembro de 2009, acontecerá no Estande da Biblioteca Pública de Alagoas na IV Bienal Internacional do Livro de Alagoas – Centro de Convenções Ruth Cardoso - Maceió, a apresentação do cantarau “Tataritaritatá: vamos aprumar a conversa”, criado a partir da publicação do cordel “Tataritaritatá”, em 2008. SERVIÇO: TARITARITATÁ NA IV BIENAL DO LIVRO DE ALAGOAS Quando: dias 06 e 08 de novembro. Onde: Estande da Biblioteca Pública de Alagoas na IV Bienal Internacional do Livro de Alagoas – Centro de Conveções Ruth Cardoso – Maceió. Veja mais aqui e aqui.


Imagem: Female Nude Perched on a Stoo' (1858), do artista plástico estadunidense Daniel Huntington (1816-1906).


Curtindo: álbum musical 200 km/h in the Wrong Lane (Interscope Records, 2002), da banda t.A.T.u., formada pela dupla russa Yulia Volkova e Lena Katina. Veja mais aqui.

EPÍGRAFEQuando iniciamos a vida, cada um de nós recebe um bloco de mármore e as ferramentas necessárias para convertê-lo em escultura. Podemos arrastá-lo intacto a vida toda, podemos reduzi-lo a cascalho ou podemos dar-lhe alguma forma. (Richard Bach). Veja mais aqui.

SOCIEDADE CIVIL – No olivro Sobre o conceito de sociedade civil. (Edufal, 1989), do professor Ivo Tonet, o autor aborda o conceito de sociedade civil a partir dos sentidos tradicionais, tais como a doutrina jusnaturalista, de Hegel, de Marx, de Gramsci, chegando ao conceito atual a partir da vertente liberal, dos problemas do novo conceito até o socialismo. Inicialmente, observa que na doutrina jusnaturalista que viam no Estado o resultado do consenso dos indivíduos, e a partir de Hobbes, Locke, Kant e Rousseau, onde a sociedade civil se opunha à sociedade natural, recobrindo tanto o conceito de sociedade civilizada como o de sociedade política num entendimento de que um estado regido por normas às quais todos se submetem voluntariamente e no qual existem determinadas instituições encarregadas de velar pelo seu cumprimento. Em Hegel, o Estado é um momento superior da racionalidade, que se impõe mesmo contra a vontade dos indivíduos, porque só ele pode fazer ascender a massa informe e anárquica da sociedade civil a um nível superior de existência que á sociedade política. Para ele, o Estado é que torna os indivíduos livres, sendo, portanto, a realidade eficaz da liberdade concreta, quando esta liberdade concreta consiste em que a pessoa nele encontra o seu pleno florescimento tanto como o reconhecimento dos seus direitos. Em Marx, reconhece a sociedade civil em sua leitura moderna como uma sociedade burguesa, fundada na propriedade privada regida pelo capital, atravessada por conflitos radicais entre capital e trabalho, pela concorrência, pelos interesses pruvados, pela anarquia e pelo individualismo. Neste sentido, aborda que Marx defende o desenvolvimento da classe trabalhadora substituindo a antiga sociedade civil por uma associação que excluirá as classes e seus antagonismos, uma vez que o poder político constitui, precisamente, o resumo oficial do antagonismo da sociedade civil. Em Gramsci, a sociedade civil é entendida como um momento da superestrutura e, na verdade, fazendo parte de uma noção ampliada de Estado, isto combatendo o liberalismo e economiciscmo que concebia o Estado como uma emanação direta da economia e como instrumento imediatamente manipulado pelas classes dominantes. Na vertente liberal, a sociedade civil adota o sentido conjunto de indivíduos que se reúnem nas mais diversas entidades, com o fim de arrebatar da esfera estatal o espaço indevidamente invadido ou não permitido, por estar dominado por forças retrógradas que atingisse a sua maturidade. Desta forma, sociedade civil expressa um momento emq eu os indivíduos são cidadãos, sujeitos de direitos, anteriores ao Estado, a quem cabe, enquanto governo, apenas ser expressão da vontade geral. Observando os problemas do novo conceito de sociedade civil, no horizonte da plena democratização da sociedade, mediante um conjunto de indivíduos e de grupos sociais, com interesses diversificados, mas não tão radicalmente distintos que não possam ser resolvidos através dos mecanismos da participação democrática, com conflitos graves que, segundo defendem, poderão ser resolvidos pelo livre jogo das forças contendoras, complementares umas às outras e nenhuma com possibilidade de sobrepor-se com exclusividade às outras. No socialismo, a sociedade não está isenta de contradições sociais nem o Estado como entidade neutra face aos conflitos sociais, nem deixa de ter certas afinidades com o conceito liberal, onde também a sociedade civil é entendida como conjunto de cidadãos, sujeitos de direitos, contrapostos ao Estado. Além disso, a democracia política passa a ser colocada como objetivo fundamental da sociedade civil, como forma de arrebatar ao Estado espaço do exercício dos direitos até então violentamente cerceados. Mediante tais colocações, o autor espera que as mudanças terminológicas levem a uma compreensão melhor da realidade, com as inevitáveis conseqüências políticas. Para ele, então, o novo conceito de sociedade civil teria como objetivo retomar o conceito marxiano pelo enriquecimento com as novas determinações da realidade atual e da articulações mais esseciais que efetivamente presidem o todo social. Veja mais aqui.

LITERATURA BRASILEIRA – Na obra Introdução à Literatura Brasileira (Civilização Brasileira, 1978), de Afrânio Coutinho, o autor aborda a questão da história literária, a periodização, as soluções brasileiras, definição e caracteres da literatura brasileira, influencias estrangeiras, do Barroco ao Rococo, o movimento romântico, Realismo, Naturalismo, Parnasianismo, o regionalismo na prosa de ficção, Simbolismo, Impressionismo, Modernismo, a poesia modernista, a ficção modernista, a crônica, a crítica, entre outros assuntos. Veja mais aqui.

LINGUÍSTICA & POÉTICA – A obra Linguística e poética (Cultrix/EdUsp,1973), de Daniel Delas e Jacques Filliolet, trata sobre a retórica antiga e clássica, linguística, linguística estrutural e estilística, mensagem poética e informação, a função poética, realidades linguísticas da mensagem poética, materiais de descodificação sintática e semântica, sonora e prosódica, poesia musical e visual, modelo métrico, espaço textual, espacialiazação e ideografia, percepção poética, poeticidade, estruturas concretas e abstratas, gramática e comunicação, entre outros assuntos. Veja mais aqui.

GIANFRANCESCO GUARNIERI – A coleção Teatro de Gianfrancesco Guarnieri (Civilização Brasileira, 1978), reúne a obra teatral em oito volumes do dramaturgo, compositor e ator Gianfrancesco Guarnieri, desde as peças do período de 1958-1964, como Eles não usam black-tie, Gimba, A semente, entre outras, as do período de 1964-1968 como Arena conta Zumbi, Tiradentes e O sim e o não, como as do período depois de 1968, como Marta Saré, As pessoas na sala de jantar, entre outras. Veja mais aqui.

THE STRAIGHT STORY – O filme The Straight Story (Uma História Real, 1999), dirigido por David Lynch, é baseado numa história real, contando como um retrato lírico da real viagem de um homem através do coração da América e contando as crônicas da odisséia de Alvin e das pessoas com as quais encontrou ao longo da travessia. O destaque fica por conta da atuação da atriz Sissy Spacek. Veja mais aqui.

IMAGEM DO DIA
Todo dia é dia da cantora e atriz estadunidense Sissy Spacek.




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CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
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HERMILO, JESSIE BOUCHERETT, LUIZ BERTO, PINTANDO NA PRAÇA & SERRA DO QUATI – CAPOEIRAS

SERRA DO QUATI, CAPOEIRAS - Imagem: Serra do Quati/Capoeiras/Raimundo Lourenço. - Nasci na beira do Una, andejo do dia singrando na vida. ...