quarta-feira, janeiro 02, 2013

A POESIA VEIO DOS DEUSES, FOUCAULT, EDUCAÇÃO AMBIENTAL, FECAMEPA, PSICOLOGIA SOCIAL, ANTROPOLOGIA JURÍDICA!


EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS EMPRESAS – A temática da educação ambiental tem revelado uma série de conduções para seu desenvolvimento, inclusive nas empresas, e para desenvolver trabalho acadêmico nesse sentido, uma revisão da literatura com o surgimento do conceito e o contexto histórico, visão global no mundo e no Brasil acerca da educação ambiental e suas representações no estado, a sua utilização como ferramenta de gestão nas empresas públicas e privadas sob a ótica da sustentabilidade. Veja mais aqui.


ANTROPOLOGIA JURÍDICA - Procedendo ao resumo da obra Antropologia jurídica: para uma filosofia antropológica do direito (Elsevier, 2010), de José Manuel de Sacadura Rocha que propõe apresentar o estudo do fenômeno que envolve os grupos humanos e seu ordenamento. No capítulo 1, o autor procura conceituar Antropologia, como ciência que estuda o homem. Nessa parte apresenta as áreas que compreendem o conhecimento antropológico: a paleontologia, a etnologia, a arqueologia e a antropologia legal ou do direito. A paleontologia ou antropologia física compreende o estudo humano por meio da evolução física, ligada com as ciências médicas e biológicas, estudando, assim, a genética humana. A etnologia ou antropologia cultural compreende o estudo humano por meio da evolução cultural. A arqueologia ou antropologia de vestígios compreende o estudo humano por meio de vida e forma de ser no passado. A antropologia do direito ou legal compreende o estudo da conduta humana sob o aspecto da eficiência e utilidade das regras, reconhecendo a necessidade valorativa de regras e normas de conduta. Nessa parte da obra merece destaque o conceito trazido pelo autor para alteridade, como sendo as diferenças dos valores, regras e comportamentos de determinado grupo humano. No capítulo 2, da obra é tratada a antropologia do direito, entendida como estudo da ordem social, suas regras e sanções. Para o autor a antropologia jurídica é a observação participante e a comparação entre as modernas instituições do direito do Estado moderno. Essa antropologia reconhece a necessidade valorativa de normas e regras de conduta sem que seja necessariamente formalizada pela escrita ou por um sistema burocrático. Tem-se por entendimento conceitual que a antropologia jurídica compreende a observação participante e a comparação entre as modernas instituições do direito do Estado moderno.  O capítulo 3 evidencia as principais escolas antropológicas a partir do séc. XIX, como a escola evolucionista do norte-americano Lewis Henry Morgan, que estudou sobre os iroqueses – povos do norte dos Estados Unidos. A escola funcionalista do polonês Bronislaw Malinowsky e do inglês Radcliffe-Brown. O primeiro dedicou-se ao funcionalismo biológico estudando aborígenes da parte oriental da Nova-Guiné. Já o segundo, Radcliffe-Brown, dedicou-se ao funcionalismo sociológico, estudando os aborígenes da Austrália e da África. A escola estruturalista do belga Claude Lévis-Strauss, dedicou estudos comparativos sobre os povos da Ásia, Oceania e África. Já a escola estruturalista marxista do francês Maurice Godelier, dedicou-se aos estudos do povo baruya na Nova-Guiné. Os capítulos estudados da obra trazem uma visão geral da antropologia como uma ciência natural e social, apresentando sua conceituação, suas áreas de abrangências e escolas de evolução, possibilitando ao estudante de Direito a observância do ser humano nas suas dimensões culturais, a coletividade, o regramento nos grupos humanos e o entendimento das relações desenvolvidas com o fenômeno da regulação jurídica.

AS POSSES NO FECAMEPA – Gentamiga, ontem, no primeiro dia do ano, aconteceu a posse dos eleitos e reeleitos prefeitos e vereadores de todos os municípios do Brasil. Há quem diga que começa agora uma nova etapa do Fecamepa, quando novas presepadas, despropósitos, arengas e puxações de saco e corda de guaiamun vão mandar ver nos próximos quatro anos. Quem viver, verá! E vamos aprumar a conversa conferindo o Fecamepa.


MICHEL FOUCAULT: O CORPO DOS CONDENADOS – “Damiens fora condenado, a 2 de março de 1757, a pedir perdão publicamente diante da porta principal da Igreja de Paris aonde devia ser levado e acompanado numa carruça, nu, de camisola, carregando uma tocha de cera acesa de duas libras; em seguida, na dita carroça, na praça de Grève, e sobre um patíbulo que aí será erguido, atenazado nos mamilos, braços, coxas e barrigas das pernas, sua mão direita segurando a faca com que cometeu o dito parricídio, queimada com fogo de enxofre, e às partes em que será atenazado se aplicarão chumbo derretido, óleo fervente, piche em fogo, cera e enxofre derretidos conjuntamente, e a seguir seu corpo será puxado e desmembrado por quatro cavalos e seus membros e corpo consumidos ao fogo, reduzidos a cinzas, e suas cinzas lançadas ao vento. [...] Os cavalos deram uma arrancada, puxando cada qual um membro em linha reta, cada cavalo segurado por um carrasco. Um quarto de hora mais tarde, a mesma cerimônia, e enfim, após várias tentativas, foi necessário fazer os cavalos puxar da seguinte forma: os do braço direito à cabeça, os das coxas voltando para o lado dos braços, fazendo-lhe romper os braços nas juntas. Esses arrancos foram repetitivos vários vees, sem resultado. Ele levantava a cabeça e se olhava. Foi necessário colocar dois cavalos, diante dos atrelados às coxas, totalizando seus cavalos, mas sem resultado algum. [...] Depois de duas ou três tentativas, o carrasco Samson e o que lhe havia atenazado tiraram cada qual do bolso uma faca e lhe cortaram as coxas na junção com o tronco do corpo; os quatro cavalos colocando toda força, levaram-lhe as duas coxas de arrasto, isto é: a do lado direito por primeiro, e depois a outra; a seguir fizeram o mesmo com os braços, com as espáduas e as axilas e as quatro partes; foi preciso cortas as carnes até quase os ossos; os cavalos, puxando com toda força, arrebentaram-lhe o braço direito primeiro e depois o outro. [...] Os quatro membros, uma vez soltos das cordas dos cavalos, foram lançados numa fogueira preparada no local sito em linha reta do patíbulo, depois o tronco e o resto foram cobertos de achas e gravetos de lenha, e se pôs fogo à palha ajuntada a essa lenha. Em cumprimeito da sentença, tudo foi reduzido a cinzas”. FOCAULT, Michel. Vigiar e punir. Petropolis: Vozes, 1987. Veja mais Vigiar e Punir de Michel Foucault.


A POESIA VEIO DOS DEUSES – Um registro efetuado por Patrick Louth dá conta de que, entre os germanos e vikings, há a crença de que a poesia veio dos deuses. Confira detalhes aqui.


QUANDO TE VI – Disponibilizei a história da minha canção Quando te vi, acrescentando as duas versões da música, cantada e instrumental. Confira no Música,Teatro & Cia.


500 MIL NO YOUTUBE – Na virada do ano 2012/2013 comemoramos o alcance de mais de 500 mil exibições do meu canal no YouTube. Para conferir, é só clicar aqui.


30 ANOS DE ARTE CIDADÃ – Foi concluída no último dia 31, as comemorações dos 30 anos de lançamento do meu primeiro livro. Confira todos os detalhes e festejos no BlogAgenda.




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