Mostrando postagens com marcador Direito à Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Direito à Saúde. Mostrar todas as postagens

sábado, abril 22, 2017

O BRASIL & OUTROS BRASIS, SICKO DE MOORE, SOS SAÚDE & BEATRICE TOSI.

O BRASIL & OUTROS BRASIS -Tem Brasil pra todo gosto, quem manda é o freguês. Todo mundo está careca de saber que tem o Brasil pra FIFA, pra Fórmula 1, pras Olimpíadas, tem até o mundo todo dentro do Brasil. Duvida? Tem o das tantas e muitas crenças e cultos, dos tantos e muitos carnavais, de todas as ideologias, das loterias & apostas, das festas de dia santo e feriados, das ondas de todas as modas, das gafes e chistes, da hipocrisia e falso moralismo, do que se diz que é e não é, do que não se diz e é, da propaganda enganosa, do BBB, dos telejornais – que apesar da espetacularização e da instantaneidade, mostra só uma banda das bandas: os interesses dominantes; tem o da roubalheira e das belezas naturais poluídas; o dos políticos que abusam do óleo de peroba, o das florestas que quase nem existem mais; o dos novos ricos e falidos metidos a besta; o das epidemias de todos os tipos de epidemias que logo viram calamidade pública e até as que foram erradicadas ou as que nunca existiram e aparecem assim do nada de repente quando menos se esperava; tem o dos helicópteros e dos recordes negativos, o dos remédios e placebos de ocasião, o da soja, o da cana, o do ouro que ninguém sabe de onde vem, o do tráfico de tudo, o da formação de todas as quadrilhas, o dos fazendeiros e latifundiários de todas as monoculturas, o dos bacanas, o dos salafrários, o dos sacanas e o dos usurários, e tantos muitos outros que se misturam e se renovam na mais inovadora diversidade. Tem Brasil de todo tipo: o do primeiro mundo que é só de fachada, o do segundo mundo pras arrumações dos seletos e servir ao primeiro, e o terceiro que é a tragédia de tudo e ninguém faz nada porque não se vê no meio da desgraça, mas que serve ao primeiro e ao segundo, sim senhor, tudo certo, muito bem. Tanto é que em uma pesquisa os brasileiros foram indagados: - Você é feliz? Sou, dentro da minha realidade, sou (e essa a resposta da esmagadora maioria consultada de norte a sul, leste a oeste do país). E o brasileiro é feliz? Nunca, nunquinha (resposta de 100% dos entrevistados). E você nasceu e vive aonde mesmo? Nasci e vivo no Brasil (idem anterior). E é? Eu, hem!?! Que coisa! Pois é. O Brasil de verdade, esse é pouco, senão minimamente mostrado, afora o que não é nem cogitado quanto menos visto – mesmo que se veja ou esteja a um palmo do nariz é ignorado. Tem até o Brasil dos invisíveis, esse o maior de todos: ninguém vê, não sai na telinha, é reprimido e expulso pras escondidas periferias e pendurados na beira de qualquer morro em qualquer cidade desse Brasilzão afora, sem contar com a que ninguém vai ou nem quer saber. Se tantos ou muitos, ainda é pouco. Na verdade, por trás de cada um há outros Brasis. © Luiz Alberto Machado. Veja mais aqui.

O BRASIL & OUTROS TANTOS BRASIS
O Brasil é o país da violência institucional. As primeiras e principais vítimas: todo cidadão e cidadã deste país que, inevitavelmente, precisam dos serviços públicos. Os servidores são conscientemente algozes dos primeiros e, inconscientemente, as segundas vítimas de um sistema perverso que permeia a engrenagem de toda disfuncional burocracia brasileira que só serve pra uns poucos milhares de gatos pingados lavarem a jega. (LAM)

Veja mais sobre:
O Brasil na festa do Fecamepa, a música de Marlos Nobre, a literatura de Anna Bolecka, a arte de Adriana Varejão & Sophia Monte Alegre aqui.

E mais:
Numa roda de choro, Chorinho brejeiro de Dalton Trevisan, Almanaque do choro de André Diniz da Silva, a música d’O Charme do Choro, a pintura de Marina Bonifatti & Sérgio Marques da Silva Júnior aqui.
O jacaré & a princesa, Catxerê, a mulher estrela, a Metafísica de Immanuel Kant, Lolita de Vladimir Nabokov, a música de Bach & Yehudi Menuhin, o teatro de Thomas Stearns Eliot, o cinema de Éric Rohmer, a arte de Mae West. a pintura de Paul Sieffert, Domingo com Poesia & Natanael Lima Júnior aqui.
Aurora nascente de Jacob Boehme, a Teoria Quântica de Max Planck, o teatro de William Shakespeare, a música de Pixinguinha, o cinema de Michael Moore, a pintura de Marcel René Herrfeldt, a arte de Brigitte Bardot & a Biopoesia de Silvia Mota aqui.
Educação & direito ambiental porque todo dia é dia da terra aqui.
Eu & ela naquela noite todas as noites aqui.
O evangelho de José Saramago aqui.
Günther Jakobs & o direito penal do inimigo e do cidadão aqui.
Educação Infantil, a psicologia de Abraham Maslow, a música de Sergei Rachmaninoff, a poesia de Nauro Machado, a pintura de Edgar Leeteg, A pesca das mulheres, a arte de Luz del Fuego & Lucélia Santos aqui.
O teatro de William Shakespeare, a literatura de Émile Zola & Hans Christian Andersen, Casanova de Fellini, a música de Emmylou Harris, a escultura de Harriet Hosmer, a Rainha Zenóbia, a pintura de Max Ernst & Contos de Magreb aqui.
Até onde o amor levar, Sidarta Gautama, o teatro de Constantin Stanislavski, a música de Maria Rita, a escultura de Carlos Baez Barrueto, a pintura de Clare Rose, Luciah Lopez & a poesia de Ieda Estergilda de Abreu aqui.
Da vida, meio a meio, O suicídio de Karl Marx, a poesia de Mário Quintana, a música de Girolamo Frescobaldi & Jody Pou, A estrutura do todo de Andras Angyal, a fotografia de Mário Cravo Neto, a pintura de Mario Zanini & Arna Baartz aqui.
O poema nasce na solidão, a poesia de Adélia Prado, a psicanálise de Carl Gustav Jung, a psicologia educacional de David Ausubel, a arte de Salvador Dali & Cristiana Reali, a música de Cynthia Makris, a pintura de Catherine Abel & Luciah Lopez aqui.
Andejo da noite e do dia, O caminho interior de Graf Dürckheim, A cultura da educação de Jerome Bruner, a poesia de Giuseppe Ungaretti, a música Ricardo Tacuchian, a fotografia de Ana Carolina Fernandes, a coreografia de Célia Gouvêa, a pintura de Tess Gubrin & Kerry Lee aqui.
Nunca fui e quando inventei de ir não era pra ter ido, A pedagogia do sonho de Paulo Freire, O narratário de Vitor Manuel de Aguiar e Silva, a literatura de Tessa Bridal, a música de Quinteto Violado & Dominguinhos, a escultura de Pedro Figueiredo, a arte de Marcela Tiboni & a pintura de Victoria Selbach aqui.
História da mulher: da antiguidade ao século XXI aqui.
Palestras: Psicologia, Direito & Educação aqui.
A croniqueta de antemão aqui.
Fecamepa aqui e aqui.
Livros Infantis do Nitolino aqui.
&
Agenda de Eventos aqui.

SICKO: A SAÚDE DE LÁ – E A DE CÁ, COMO SERÁ?
Sicko (S.O.S. Saúde, 2007), drama independente do cineasta Michael Moore que trata do sistema de saúde dos Estados Unidos, analisando as crises e observando porque milhões continuam se seguro saúde adequado para tratamentos. PS: Se lá que é lá é assim, como será aqui no Brasil? Veja mais aqui e aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Arte da artista italiana Beatrice Tosi.
Veja mais aqui.

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra: Recital Musical Tataritaritatá - Fanpage.
Veja os vídeos aqui & mais aqui e aqui.
 

quinta-feira, janeiro 12, 2006

GONZAGUINHA, ISHIGURO, GIANNETTI, TAINE, TCHEKHOV, PAPO DE ANTEMÃO, KOSSUTH, TOPSY-TURVY, FECAMEPA & O GOZO DELA

DE ANTEMÃO: NÃO SE ENGANE, É SÓ CRONIQUETA DE AMOSTRAMENTO MESMO! - Olá chegou foi? Então, receba meu beijabração recepcionando você. A partir de agora, o problema é só e exclusivamente seu.
O tataritaritatá é apenas tataritaritatá: uma reunião de croniquetas delatoras, gaiatas e passadas a limpo por quem não tem nada pra fazer.
Por justificativa, um argumento muito forte: meu coração cresce todo dia. Está tomando uma dimensão maior do que posso caber. Por esta razão, nada além de tentar no meio da mediocridade e seboseira algo útil quando estou cônscio que não valho nada. Não tenho a menor idéia onde tudo isso vai dar. Eu não dou nada, digo logo. Por isso, a primeira coisa que você tem a fazer é ter paciência comigo.
Se tivesse algum objetivo não seria outro senão amostramentos. Então, não leve lá muito a sério, não há razão para isso.
Tudo que está aqui foi feito apenas pelo conjunto de caraminholas inúteis que rondam minha cachola e meu coração, resultantes de vexames e emoções vividas, curtidas e apagadas com o devido rigor.
Pois bem, continuando: esta obra – vale o sentido depreciativo mesmo, ligue não – é composta por alguns ingredientes que vão desde o desmiolamento mesmo, isso com a cara mais lisa, saiba. Não encontrará aqui você nenhuma obra-prima, nem lascando. Talvez alguns coprólitos intelectuais que valham verdadeiro cocô-de-lôro. Então, se desengravate logo, afrouxe o senso e deixe a tanga voar. Isso, claro, com moderação, evidentemente. Nada de extravagâncias porque o povo tem a língua solta e não economiza na pecha. Feito isso, vamos para a composição da droga. Cuidado! O Ministério da Saúde adverte: o uso indiscriminado de ciências desconhecidas pode levar você à loucura, no mínimo. Ou, no bom sentido, pode aliviar os encarcamentos que andam tirando você do sério, afrouxando, assim, a tripa gaiteira o que será um santo remédio, certo?
Com esta prévia advertência, digo outra: não vale jogar pedra em mim, afinal também sou ser humano. Agora, se você quiser me mandar pra casa-da-porra, vá você primeiro e depois me diga como é que por lá.
Partindo para a posologia que a coisa aqui não é tão séria assim, mas nem tanto, infelizmente a dosagem aqui é feita por principiante: pode ser além da conta. Ou não. Cuidado, depois não vá dizer que SantAntonho enganou. Nada disso, tô avisando de véspera. Também pode acontecer que a química aqui usada, mesmo que seja merda nenhuma que chegue feder ou cheirar, vá por água abaixo. Você sabe, né? Nos dias de hoje todo mundo arruma uma lavagem de roupa para sobreviver. Esta é a minha.
Pode dizer que tudo é enrolança, contudo uma coisa eu garanto: pode ser, mas não devidamente. Duvida? Bote a mão onde quiser, menos pra minha banda.
Para melhor administrar essa lenga-lenga, você pode usar estas patranhas em conta-gotas ou quantas vezes quiser ao dia, por hora, por minutos, ou segundos, apenas.
É bem provável que na primeira parte dessa molecagem você encontre algumas reminiscências, lavagem de pano, bobagens, fuleragem ou nada que possa ser mencionável para se aproveitar. Podia ser a mea culpa, mas não é. Podia ser depoimentos se tivesse valia alguma. Muito menos deduragem, antes fosse – não tenho jeito para alcaguete. Nem saudosismo, no máximo, como já dissera antes, amostramento.
Em tudo aqui, só espremendo para ver no que pode dar: pode ser uma ínfima seleta do mau-gosto com pitacos, piruagens, farofada e engulhos muitos. Nada mais. Acredito mesmo que se juntar tudo e botar no crivo do sensato não vai sobrar nada que se diga por aproveitável.
Pode encontrar lorotas, petas e patranhas, essas sim são as mais importantes de tudo aqui e que são resultados de experiências, maloqueragens, experimentos, despropósitos e adiantamentos que se poderia dizer, assim, no mais ou menos, uns aconselhamentos, dicas e recomendações de uma alma sebosa que se acha no direito de sacar o que quiser, pura perda de tempo. Pelo menos é uma tentativa de fazer um bem à humanidade, ou não.
Assevero que você pode considerar tudo aqui como de alta, baixa, de lado, acima, embaixo, de banda ou de qualquer ajuda, tudo na escolha do freguês: ele que escolha, ora. É de alta-ajuda porque se serve de narcísicas pretensões de um sem-vergonha que ora tasca essas desajeitadas linhas, folgando os neurônios para coisa de maior valia; de autoajuda, nem me atrevo, mas, de repentemente, até pode ser: pode ajudar o cara a fundir a cuca, a se lascar de rir ou chorar, quem sabe? Talvez possa ser de meia-ajuda, hem? Melhor. É, pode ser uma meia-boca só pra enrolar os bestas mais alesados que eu. Ou, também, uma meia-sola no humor, que tal? Ou, ainda, uma quase-ajuda, afinal, não valendo nada que preste, pelo menos, pode servir para afolosar a sisudez levando para perder tempo numa brincadeira de somar, dividir, multiplicar ou subtrair o tanto de palavra, ou de palavrões, mangações, leseiras ou desaprumações, né, não? Afinal, tudo que está aqui pode servir para alguma coisa, só não me pergunte pra que droga de nove que serve porque nem eu mesmo sei. E se tiver mais o que fazer, vá-se embora. Feche essa tranqueira e boa sorte. Mas se você está a fim de se aventurar na baboseira, desaperte os cintos que aqui o piloto não sabe a menor direção das ventas. Considere que eu não estou fazendo nada, você também, que tal bater um papo assim treloso com alguém.  Vamos nessa? Vamolá. Obrigado, de antemão. Aprumando a conversa e tataritaritatá. Assinado: Luiz Alberto Machado. Veja mais aqui.

Quando eu soltar a minha voz por favor, entenda
Que palavra por palavra eis aqui uma pessoa se entregando
Coração na boca, peito aberto, vou sangrando
São as lutas dessa nossa vida que eu estou cantando
Quando eu abrir a minha garganta, essa força tanta
Tudo aquilo que você ouvir, esteja certa que eu estarei vivendo
Veja o brilho dos meus olhos e o tremor das minhas mãos
E o meu corpo tão suado, transbordando toda raça e emoção
E se eu chorar e o sal molhar o meu sorriso
Não se espante, cante que o teu canto é minha força pra cantar
Quando eu soltar a minha voz por favor entenda
Que é apenas o meu jeito de viver
O que é amar...
Sangrando, música do álbum De Volta ao Começo (EMI, 1980), do cantor e compositor Gonzaguinha. Veja mais aqui.

PENSAMENTO DO DIA: Pra quem vai ou vem, o caminho é o mesmo, diferentes vivências. (LAM)

DIREITO À SAÚDE: [...] A paz, a educação, a habitação, a alimentação, a renda, um ecossistema estável, a conservação dos recursos, a justiça social e a equidade são requisitos fundamentais para a saúde. Trecho extraído da 1ª Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, em 1986, no Canadá. Veja mais aqui e aqui.

A escultura de Wolfgang Alexander Kossuth

QUANDRO ÉRAMOS ÓRFÃOS – [...] O coronel assentiu com a cabeça. “Nossa infância parece agora tão distante. Tudo isto” – ele gesticulou para fora do veículo – “tato sofrimento. Uma das nossas poetisas japonesas, uma dama da corte de muitos anos atrás, escreveu como isso era triste. Escreveu como a nossa infância torna-se como um país estrangeiro, uma vez que crescemos”[...]. Trecho extraído da obra Quando éramos órfãos (Companhia das Letras, 2000), do escritor japonês Kazuo Ishiguro, contando a história de um detetive que retorna à sua terra natal, Xangai, pelo desaparecimento misterioso de seus pais há mais de vinte anos, sendo a cidade palco da guerra entre o Japão e a China, buscando a ordem pelo mundo órfão vitimado pela sombra.

FELICIDADE – A obra Felicidade: diálogos sobre o bem-estar na civilização, do economista brasileiro Eduardo Giannetti, aborda temas como a bifurcação pós-iluminista, os indicadores objetivos e subjetivos de bem-estar, a domesticação do animal humano, a pílula da felicidade instantânea, procurando identificar o erro do projeto iluminista de felicidade que pressupunha uma relação direta entre progresso da civilização e o aumento da felicidade, tendo por base a liberdade e a razão, visualizando-se que o projeto não obteve êxito, traduzindo para a atualidade que a busca desenfreada e a qualquer custo da felicidade traz mais insatisfações que prazeres. Traz, ainda, questionamentos acerca da falta de sintonia entre a democracia e a liberdade, qualidade de vida, o comodismo, entre outras importantes reflexões. REFERÊNCIAS: GIANNETTI, Eduardo. Felicidade: diálogos sobre o bem-estar na civilização. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. Veja mais aqui e aqui.

FILOSOFIA DA ARTE – A obra Filosofia da Arte, do crítico e historiador francês Hippolyte Taine (1828-1893), trata de assuntos como a natureza da obra de arte, o objeto da arte, a imitação, valor da arte na vida humana, lei geral da produção da obra de arte, a civilização grega, a Idade Média, a civilização contemporânea, lei da produção das obras de arte, a pintura na Renascença, a condição primária, as condições secundárias, a pintura nos Países Baixos, a música, a arquitetura, a fotografia, prosa e verso, Goethe, entre outros assuntos. REFERÊNCIAS: TAINE, Hippolyte. Filosofia da arte. São Paulo: Formar, 1992.

JARDIM DAS CEREJEIRAS – A comédia em quatro atos Jardim das Cerejeiras (1904), do médico, dramaturgo e escritor russo Anton Tchekhov (1860-1904), conta a ruína de uma família na Rússia do Império, considerado magnífico retrato de uma classe social destinada a desaparecer com as mudanças que se aproxima, nem todas para melhor, liquidando o ócio sentimental simbolizado pelas cerejeiras improdutivas. Veja mais aqui e aqui.

TOPSY-TURVY – O premiado drama musical Topsy-Turvy (O espetáculo, 1999), dirigido e escrito por Mike Leigh, conta a história de criação da dupla musical William Schwenck Gilbert e Arthur Sullivan, sinônimo de originalidade e sucesso nos palcos de ópera inglesa que, em 1884, tem o seu trabalho criticado friamente o que leva a parceria à crise.



FECAMEPA: TÁ TODO MUNDO NU, ÔBA!*-O FECAMEPA – Festival de Cagada Melando o País -, é um afilhado bastardo e xexéu descarado, além de rejeitado do legendário FEBEAPÁ (tomara que o Stanislaw Sérgio Ponte Preta Porto não se incomode, oxalá). Ainda hoje, quer porque quer fazer um exame de DNA no Ratinho, só para provar esse parentesco com o famoso, usando deste expediente – e na maior cara-de-pau, nem esconde isso –, só para ganhar notoriedade entre os cento e tantos milhões de brasileiros que nem o IBGE sabe na verdade até agora em quanto vai terminar essa corda de guaiamum da gente. Eu, hem?

Pois bem, o FECAMEPA nasceu com vontade de repassar (o que? maior presunção: quer passar a limpo mesmo, gente!) a História do Brasil.
E se justifica: tudo no Brasil é uma verdadeira cagada! Pois tudo começa quando o país entrou na história da humanidade: exatamente como uma cagada.
Verdade, senão, vejamos: os portugas saíram de casa para ir para as Índias buscar brebotes. Ajeitaram tudo, arrumaram os mijados, festejaram, fizeram isso e aquilo e se danaram pelo Atlântico.
Acontece, porém, que todo mundo sabe que erraram o caminho (será que num foi de propósito mesmo? Ainda hoje questionam se a tolotada toda não foi ao acaso ou houve de mesmo a intencionalidade de desobstruir a tripa gaiteira dos lusos, tomando posse de vez da merdaria toda. Uns pendem prum lado; outros, pro outro. Eu, hem?).
Pois é, à deriva por quaraquaquá dias, veio o primeiro sinal: um rabo-de-asno. Depois, o segundo: o vôo do fura-bucho. Enfim, terra. Aí o alívio foi tão mas tão de tão que deu no que deu.
Prá encurtar: os perós chegaram mesmo foi na indiada de Pindorama. Aí, ficaram logo todos de queixo caído: pois era tudo nu, pintado da cabeça aos pés e virado na breca. E o pior: maior timbungada dentro dos rios (coisa escandalosa para eles, nunca foram achegado a banho, né?).
E foi desse fuá todo que nasceu aquela idéia de que não existe pecado ao sul do Equador. Verdade, o refrão escandalizava na umbigada: tá todo mundo nu, oba! Tá todo mundo nu, oba!
Como eles entraram na roda, evidentemente que gostaram: ó que suruba boa, pá! .
Aí começou todo fuzuê. Êta Brasilzim véio, aberto e sem porteira!
Ah, veja todo desenrolar dessa história toda aqui.  E vamos aprumar a conversa & tataritaritatá!!!!  © Luiz Alberto Machado. Direitos 

* Uma outra coisa: o episódio FECAMEPA: por que Brasil, hem?, foi publicado na antologia Guardados e Contextos, organizada pela Clarisse Maria Guedes para a Guarajás. 


Veja mais sobre:
Ganhar o mundo no rumo das ventas, O mito e a política de Jean-Pierre Vermant, a literatura de Cesare Pavese, a pintura de Eugène Delacroix & Caroline Vos, a música de Wagner & Hélène Grimaud aqui.

E mais:
Brincarte do Nitolino, o Tratado Lógico-Filosófico de Ludwig Wittgenstein, o Teatro Futurista de Filippo Marinetti, a literatura de Azar Nafisi, a pintura de Eugène Delacroix, a música de Nelson Freire, a fotografia de John De Mirjian, Augustine de Charcot, a arte de Stéphanie Sokolinski, a cangaceira Dadá & Maria Iraci Leal aqui.
Do espírito das leis, de Montesquieu aqui.
Caxangá, a literatura de Cervantes & Lima Barreto, o Abstracionismo & Vassili Kandinsky, a música de Sainkho Namtchylak, o cinema de Anthony Minghella & Gwyneth Kate Paltrow, a pintura de Guido Cagnacci, a arte de Adelaide Ristori & Clara Sampaio aqui.
A poesia de Gabriela Mistral & William Wordsworth, a literatura de Gregório de Matos Guerra & Ana Miranda, o cinema de Krzysztof Kieslowski & Irène Jacob, a música de Ravi Shankar & a pintura de Almada-Negreiros aqui.
Brincarte do Nitolino & Lendas do Nordeste, Buda, O caso Anna O de Freud & Bertha Pappenheim, A fenomenologia de Edmund Husserl, a poesia de Basílio da Gama, o teatro de Edmond Rostand, a pintura de Sergei Semenovich Egornov, a música de Steve Howe & a arte de Anne Brochet aqui.
O que deu, deu; o que não deu, paciência, fica pra outra, A teoria das emoções de Jean- Paul Sartre, a literatura de Dyonélio Machado, O fim da modernidade de Gianni Vattimo, a pensamento de Friedrich Nietzsche, Neurofilosofia & Neurociência, a música de Laurence Revey, a pintura de Fernando Rosa & Jonas Paim, a fotografia de Faisal Iskandar & O sisifismo na segunda de outra semana aqui.
Para quem vai & para quem vem, A filosofia da linguagem de Mikhail Bakhtin, a Fenomenologia & o fenômeno de Armando Asti Vera, A gaia ciência de Friedrich Nietzsche, a música de Djavan, a fotografia de Gal Oppido, a pintura de João Evangelista Souza, A pancada insólita se alastra na culatra: viver, a arte de Luciah Lopez & Elciana Goedert aqui.
Se o sonho pra se realizar está custoso demais, paciência..., As origens da vida de Jules Carles, Elementos da dialética de Alexander Soljenítsi, a poesia de Gilka Machado, a música de Álbaro Henrique, a fotografia de Camila Vedoveto, A gaia ciência de Friedrich Nietzsche, As torturas prazerosas de Quiba, Aos futuros poetas de J. Martines Carrasco, a arte de Fernando de La Rocque & Fernando Nolasco aqui.
Quando a poluição torna o ar irrespirável, a vida vai pro beleleu, O mundo de Albert Einstein, a literatura de Imre Kertész, a Educação de Dermeval Saviani, A gaia ciência de Friedrich Nietzsche, a música de Mafalda Veiga, A pluralidade cultural de Manuel Diégues Júnior, a fotografia de Eustáquio Neves, a pintura de Evelyn Hamilton, a fotografia de Cida Demarchi & Os erradios catimbós de Afredo aqui.
Quem, nunca aprendeu a discernir entre o que é e o que não é, jamais aprenderá a votar, a literatura de Marguerite Duras & Stanislaw Ponte Preta, o pensamento de Friedrich Nietzsche, O combate à corrupção, a música de Miriam Ramos, o Conhecimento de Cipriano Carlos Luckesi, a arte de Lenora de Barros, a fotografia de Ed Freeman, Luciah Lopez & O amor é tudo no clarão dos dias e na escuridão das noites aqui.

Albert Einstein, Gersoca, Henri Matisse, Gilberto Gil, Viktor Frankl, Mark Twain, Alfredo Rossetti, Rita Guedes, Milos Forman, Naoki Urasawa & Kátia Velo aqui.
Jiddu Krishnamurti, Albert Einstein, Paul Gauguin, Alexander Scriabin & muito mais aqui.
Lasciva da Ginofagia aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
História da mulher: da antiguidade ao século XXI aqui.
Palestras: Psicologia, Direito & Educação aqui.
A croniqueta de antemão aqui.
Fecamepa aqui e aqui.
Livros Infantis do Nitolino aqui.
&
Agenda de Eventos aqui.


CRÔNICA DE AMOR POR ELA
 CACHILRAS 
(POEMIUDERÓTICO)
Olhos sonsos, poemas flagram
Corpo nu me toma pro regaço
E me refaço esconso voo nave
Para que me salve e nela sou. 
(LAM)
Veja mais poemiuderóticos na Fanpage aqui & mais aqui e aqui.

O GOZO DELA, U-HU! – Imagem art by Ísis Nefelibata – Ela me viu, eu a vi. Ela sorriu, eu sorri. Quem é você? Sou o que tenho pra dar. É possível ser feliz? Se é pra entender, prefiro sentir. E me beijou, enroscou-se e desfaleceu, tanto rosnou, gozou e em mim se fodeu. No outro dia ligou: muita saudade, você me faz bem. Você também, virei seu refém. Como você está? Pronto pra dançar. Ah, quero trepar! Posso ser Columbina e você Pierrot? Claro. E assim ela veio, minha boca, meu sexo beijou, engoliu todo e chupou e tornou mais a chupar. Em mim se aninhou, deitou e rolou. Até rebolou e gritou: vai brucutu! E cavalgou qual rainha, depois de quatro, putinha, pediu pau no cu. E mais rebolou de gemer, gozou de tremer, sapequei no bigu. Égua no cio como quem trota e engatinha, com os dedos na vagina, ela festejou: u-hu!. Veja mais aqui.

 CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Recital Musical Tataritaritatá - Fanpage.
Veja os vídeos aqui & mais aqui e aqui.



RAQUEL VARELA, OMAIMA AL-KHAMIS, OLIVE SENIOR & SANDRA RIBEIRO

  Imagem: Contornos da ubiquidade , da série Caosmose & O poema nasce do visinvisível - Acervo ArtLAM .   Ressaca aluada de panacei...