Vênus da
Lua de Fel na Serra das Russas... - Lá ia Tó Zeca, sobe-desce na sua fubica incrementada, todo ancho a viandar pela
rodovia Gonzagão. Ah, chega ele devaneava pelas paradisíacas escarpas
íngremes neblinosas do Planalto da Borborema. Ali atravessou túneis e, pela
alta Ponte Cascavel, acelerou empáfia de piloto macho, amostrando-se pra si nas
cantadas de pneus pelas curvas acentuadas, quando, ao destampar numa delas
deu-se o desembesto: deparou-se com uma formosa estranha, com o braço estirado
prum breque: Pare! Um desmantelo. Ela estava exatamente postada no meio da
faixa, obrigando-o a morder a língua desastrado, numa frenagem cabulosa, dele
se estabocar todo e botar pra valer toda sua perícia ineivada: virou
bruscamente o volante, botou pro lado, puxou o freio de mão de quase arrancá-lo
num cavalo de pau arretado, enrolou-se todo girando às piruetas tresloucadas,
pronto para se espatifar de qualquer jeito, deus o livre e guarde, tei bei.
Mas, não, bastante ágil, livrou-se duma barroada na barreira e, às rodadas
vexaminosas, desaprumou-se de quase ser arremessado ao precipício, valha-me!
Nada. Aí, retomou habilmente o tino e o que restou de prumo, acionou alucinado
a tração nas 4 rodas, as traseiras estavam no ar já fora do asfalto pra
rebentação e, numa acelerada brusca, cantou os dois pneus dianteiros que
restavam no solo, vupte! E salvou-se de desabar ribanceira abaixo. Ufa! Depois
de muito atrapalho, às reviravoltas, levantando poeira no saçaricado,
finalmente, todo desarrumado estacionou atravessado diante da beldade. Mão
enxugando o suor da testa, sacudia o corpo entrevado e, com ar de
superioridade, esperou a poeira baixar. No meio da fuzarca apareceu a dita cuja
firme e chistosa: Essa geringonça mata sapo e espalha merda, né? Hum, gracinha.
Reconheceu-a e não era um bom sinal: É você mesma ou uma das irmãs Stepfoad,
uma de seus clones? Indignada, cerrou as pestanas e fez uma careta de
reprovação. Não, não era. De mesmo, era a indestrutível Rainha Branca, a
supervilã do Helfire Club, tão difusa ali, personalidade fria, calculista,
poliândrica, arrogante e, ao mesmo tempo, sarcástica, com todos os seus atavios
charmosos e a ronronar sua repugnância: Você, humano, é uma criatura inferior!
Êpa, calma aí! E ao vê-lo afastar-se do veículo, ela apontou o dedo, sinistra:
Vou levá-lo pra Kroaka, é melhor não resistir, se poupe. Olhou dos pés à cabeça
e lá estava ela, atraente catadura, com toda sua elegância de femme fatale,
seu estilo marcante, seus cabelos louros esvoaçantes no olhar penetrante, sua
atitude dominante nas vestes níveas, seus lábios carnudos proeminentes, seios
opulentos, as botas nas coxas voluptuosas, um mulheraço dinamitando suas
ideias. Veja só: não sou Ciclope nem Toy Stark, nem o Namor, muito menos
Sebastian Shaw; também não sou aliado da Casandra Nova, nem de Esmee que atirou
despedaçando sua forma diamante; sou de paz, saiba logo. Não resista, você não
sabe com quem está lidando. Ora, se sei. Sabe mesmo? Claro. Sou Emma Grace Frost: é pro seu bem! Sei, Hazel Kendal, muito prazer! Ela arregalou o olho
ao ouvir seu codinome. Reluta? Nunca. Dissimuladamente ela começou a deslizar o
zíper das vestes, desabrochando sua nudez e ele sabia: Vai ser agora! E ao se
aprumar no salto pra bater os calcanhares e gritar a palavra mágica, nem deu
tempo balbuciar as primeiras sílabas: Sabari... Estava desprevenido pra
vilania dela e, com asco estrangulador, atingiu-o com uma rajada de raios
psiônicos, vixe! Lascou-se. Nele tascou todo o seu poder ameaçador de nível
ômega, acometendo-o de ilusões telepáticas: Não resista! O golpe foi quase
letal e, por um instante, ao voltar a si: Ela me nocauteou! Um reles humano
diante de uma heroína sobre-humana: Perdi a parada! Ela achegou-se com toda
cupidez e, revestida pela pele de diamante indestrutível, jogou-lhe seus
poderes inigualavelmente aterradores. O cara inchou e bufou de quase
estourar-se aos cacos pra todo lado, rendido a cumprir sua pena: nova carga
dela aos golpes certeiros e ele se contorcia de dores, aos gritos. Enquanto
isso, ela vasculhava sua mente, inutilizando-o. Quando, de repente: Peraí!
Entre as memórias dele a presença dela: Como pode? Investigou melhor e reviu
cenas: o ataque do viajante temporal, em que ela entrou em coma: Não pode, quem
me socorreu? Quem me levou para ser cuidada na Mansão X? Não pode ser. E
aprofundou-se na averiguação: Foi ele quem me levou para ser restaurada por
Jean Gray; foi ele quem me avisou que o Dr. Sublime havia roubado meus óvulos e
foi quem me deixou ciente de que fui traída por Ciclope, que roubou meus
poderes. A certidão inevitável: Foi ele quem me salvou quando fui presa pelos
Vingadores. E ao passar tudo por seu escrutínio, suspendeu o martírio. Era
tarde, o cara parecia mais que já tinha partido dessa para melhor. Foi não!
Agora, só na outra! Oxe! Bem, escapou dessa. Ao despertar, ele notou o silêncio
ao redor: se sentia como se estivesse num Caixão da Tortura. Suspeitava, à
espreita: Estou numa prisão inexpugnável. O hostil rondava e se sentia como
coagido por um tridente invisível, aprisionado numa teia inextricável. E meio
que alucinado, não dizia coisa que valesse: Estou debilitado demais... Não
lembrava quem era nem do que havia passado. Teve um susto violento com a
chegada repentina de uma bela mulher: Quem é você? Onde estou? Você já se
restabeleceu, vou recuperar sua memória. Ah, você... O que houve? E ela
silenciosa, depunha sobre a mesa uma tranqueira de coisas: uma mordaça, vendas,
cordas, máscaras, chibatas, algemas, velas, gelo. adereços. Alguém vai ser
castigado? Ela virou-se pra ele, era um álibi: brincadeira de adulto. E
esbravejou pra ele: Sou Ishtar e você meu servo, sirva-me! Ora, você,
uma heroína; eu, apenas herdei a maldição da minha vó. Obedeça-me: Sou Fílis,
ajoelhe-se Aristóteles, tire minhas botas. À soberba dela, humilhado,
ele se prostrou. Via-se insignificante diante daquele poderio persuasivo:
irresistivelmente insinuante. Foi estapeado, puxado pela coleira no pescoço,
engatinhando ao mando dela. Era questão de tempo arrumar um jeito de se
esquivar disso, pensava. E ao tomá-lo servil, a Disciplinadora de Bétula mudou
subitamente: Dessa vez, não. E agachou-se frente a frente, beijou-o e jogou-o
pra lateral, aninhando-se podólatra mandona: A dominatrix se rende, quero
pirá-lo. E não aceito não como resposta, nem seja analfabeto sexual,
destrave-me! Do contrário, vou esmagá-lo: sou a vingativa Mimi Bouvier do Bitter Moon. Ele espantou-se, mas logo compelido a cumprir seu papel,
atreveu-se mãos e pernas, bocas e sexo. Ela sussurrava soletrando: Amarelo!...
E se engalfinhavam. Ela, agora, submissão em pessoa: Quero sempre mais, assim
24/7. Ele tomou seus pulsos, a crucificá-la nua. Ela rosnava medonha:
Amarre-me, possua-me, ou eu o aniquilarei - sou Vanda Jourdain como La Vénus à la fourrure. Empolgado, usou de extrema força para domá-la, a
maldizer entredentes coisas dos que mandam para os que são mandados, dos que
pisam para os que são pisados, dos que chafurdam na coação e o doloroso prazer
do coagido, os grunhidos dela: Mate-me, ou vou exterminá-lo! Ela rugia
asfixiada, Vênus das Peles; ele, performático a supliciá-la na Cadeira
de Judas, sodomizando a leoa que bramia estertorante, empalando-a com sua Pera
da Angústia, como se estivesse suspensa num pau-de-arara. Deu-se o ápice, o
desmaio: ali dormiam com o inimigo. No dia seguinte Tó Zeca despertou cabeça ao
volante, no banco do motorista, acostamento da BR 232: Nossa, foi o maior rolê,
hem?... Inacreditável! Virou as chaves, o ronco do motor, seguiu o passeio. Até
mais ver.
Cora Coralina: O tempo muito me ensinou: ensinou a amar a vida, não desistir de lutar, renascer na derrota, renunciar às palavras e pensamentos negativos, acreditar nos valores humanos, e a ser otimista. Aprendi que mais vale tentar do que recuar… Antes acreditar do que duvidar, que o que vale na vida, não é o ponto de partida e sim a nossa caminhada... Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.
Paulo Leminski: o
tempo entre o sopro e o apagar da vela... Só uma nuvem te separa das estrelas...
Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui,
aqui & aqui.
Idea Vilariño: Tudo
é muito simples muito mais simples e ainda. Ainda há momentos em que é demais
para mim onde eu não entendo e não sei se rio em voz alta ou se chorar com medo
ou estar aqui sem chorar sem risos em silêncio assumindo a minha vida meu
trânsito meu tempo... Veja mais aqui & aqui.
VÊNUS
Imagem: Acervo ArtLAM.
Papai \ Aqui, aqui \ Babá \ Vovó \ Peitos. \ Tela os
maiores mundo do peito, \ o mais cabelo comprido da cidade e uma penta enorme
do esquerdo esquerdo. \ Quase um oleiro de terceiro, e mesmo assim, ela era
míope. \ Um Nós chamsinós de Dada, não sei porça. \ Bem, Sim. \ Sim, claro:
porque rosto o dela \ era sem \ graça, semona estética. \ Um dia, eu minha e
irmã a maquiamos — com \ a cara maquiagem da mamãe. Mamãe ficou furiosa. \ Plebeu
não tem um Dior. \ Eu adormecimentos muito da minha Dada com peitões. \ Com
ela, a favor, assistência pela vez. \ Bebemos Coca-Cola, rimos, dissemos "Oh!".
\ Na verdade, o nome dela era Zohra, \ assim o planeta \ Vênus. \ Minha Dada,
com seios grandes, \ que não é mais aqui, aqui. \ Não, não.
Poema da escritora e artista visual marroquina Rim
Battal, cuja obra poética e literária aborda com visceralidade a vivência
do corpo feminino e as complexidades de crescer entre a tradição e a
modernidade.
NOITE DA
ESPERA - [...] Talvez seja isto o exílio: uma
longa insônia em que fantasmas reaparecem com a língua materna, adquirem vida
na linguagem, sobrevivem nas palavras... [...] O que o medo destrói e
pode ensinar. Há momentos de medo. Há momentos de coragem... A melancolia é
sentimento difuso, pois não se realiza. [...] Trechos extraídos da obra A
Noite da Espera (Cia. das Letras, 2017), primeiro volume da trilogia O
Lugar Mais Sombrio, do escritor, tradutor e professor Milton Hatoum (Milton Assi Hatoum). O segundo volume da trilogia é Pontos
de Fuga (Cia. das Letras, 2019), que acompanha a formação sentimental,
cultural e política do jovem Martim durante a ditadura militar brasileira, no
qual o protagonista deixa Brasília e retorna a São Paulo, sua cidade, onde
ingressa na faculdade de arquitetura da USP e passa a morar numa república de
estudantes no bairro da Vila Madalena — um grupo que lhe trará novas vivências
e grandes companheiros para a vida. Agora distante do pai opressor e dos amigos
de Brasília, e sobretudo afastado de Dinah, a atriz militante com quem sua
relação ficou estremecida, ele acompanha o endurecimento do regime autoritário
no país, ao mesmo tempo que experimenta as agruras e adversidades da vida
adulta, sempre assombrado pela incógnita do desaparecimento de sua mãe. Na obra
ele expressa: [...] Não sei onde fiquei preso; fui proibido de telefonar,
escutei barulho de motor de avião e com o zíper da calça marcava na parede cada
dia que passava até desistir. Não quero falar dos interrogatórios. Melhor calar
sobre o que se quer esquecer, mas é impossível esquecer [...] Não me
machucaram quando fui detido em março de 68. Mas os pesadelos, a violência, e
tudo que vem acontecendo na vida de muitas pessoas dão a Brasília um sentimento
de destruição e morte que nem sequer os palácios, a Catedral, as cúpulas do
Congresso e todas as curvas desta arquitetura conseguem dissipar.[...] Os
convidados são deputados federais, menos Galindo, um gaúcho de uns cinquenta
anos, cuja voz exaltada fala de brasileiros desaparecidos, tortura,
insurgências populares [...] Só a Baronesa discorda do gaúcho, ela
afirma que não tem tortura no Brasil, que os militares só matam os terroristas
[...]. O terceiro volume da trilogia é Dança de Enganos (Cia. das
Letras, 2025), em que o autor expressa: [...] É preciso dar tempo ao passado
[...] depois da cantoria na igreja, meu pai me contou a história de um rei
negro escravizado no Congo pelos portugueses. Foi vendido pro dono de uma mina
em Ouro Preto e conseguiu comprar a alforria dele e de muita gente [...].
Veja mais aqui, aqui & aqui.
O UNIVERSO
LITERÁRIO DE LYGIA
FAGUNDES TELLES (Imagem:
Quino – 1932-2020) - As personagens são como vampiros, cravam os
caninos na nossa jugular e quando amanhece, voltam aos seus sepulcros até que
anoiteça de novo. O fim do livro seria a pedra que ponho sobre esses
visitantes. Definitivamente? Não. Um dia, de repente, com outro nome e outras
feições e em outro tempo volta mascarada a mesma personagem, elas gostam da
vida. Como nós... Ô literatura! Por que as coisas nos parecem sempre
belas quando protegidas pela distância?... Pensamento da escritora Lygia
Fagundes Telles (Lygia Fagundes da Silva Telles – 1918-2022), considerada a
dama da literatura e a maior escritora brasileira, com suas obras que retratavam
temas clássicos e universais como a morte, o amor, o medo, a loucura e a
fantasia. Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui,
aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.
POLÍTICA
& RESPONSABILIDADE - [...] Não
se deve travar lutas que você não vá vencer... [...]. Pensamento da
socióloga, diplomata e política mexicana Beatriz Paredes Rangel (Beatriz Elena Paredes Rangel), que na entrevista Oficio
y profesión. Una conversación con Beatriz Paredes (Nexos, 2024), ela
expressou: […] Parece-me que essencialmente um político ou uma política deve
ter um compromisso com os ideais. Os ideais em que ele acredita, que o ligam
com as expectativas da sociedade. Nunca pensei que a política tivesse valor em
si mesma. Penso que a política é instrumental. Políticos que estão interessados
no poder para o próprio poder, por se sentirem poderosos, em satisfazer seu
ego, por acumularem coisas, não compartilho dessa visão. Então, eu acredito que
a política é um instrumento para transformar a realidade. Um político, uma
política deve ter uma visão da realidade e deve lutar porque essa visão pode
ser realizada. [...] Eu vou dizer algo muito estranho. O que eu gosto é
de música e o que eu gosto é de arte. Política é o meu trabalho. É o
cumprimento da minha responsabilidade pública. Vivo a política como uma
responsabilidade, não a vivo como um prazer. Sei o que é prazer e não é
política, para mim. Tem gente que gosta de poder, que bom... A política
é sempre uma responsabilidade para mim. Nesse sentido, sou muito povo do Poder
Legislativo, porque sou democrata. O poder legislativo é mais horizontal. Gosto
do que afeta o médio e longo prazo. A lei, a boa lei, afeta o médio e longo
prazo. Então eu gosto do Poder Legislativo. Penso que a legislatura mexicana
deve passar por uma reforma muito profunda. Parece-me que é indispensável uma
grande reforma do Estado mexicano. Mas eu tive responsabilidades muito
interessantes no poder executivo. E claro, o privilégio de governar Tlaxcala,
para alguém que é de sua região, pois é uma oportunidade extraordinária. [...].
A ARTE DE ANASTÁCIA
[...] Eu comecei minha carreira com 13 anos cantando
em uma banca. E com menos de 15 anos fui descoberta por um ator pernambucana, e
fiquei até os 20 anos no Recife cantando em uma rádio. Depois fui para São
Paulo, onde estou até hoje, eu fui seguindo a vida e fui me alicerçando em São
Paulo [...] Ultimamente tenho feito algumas coisas com Zeca Baleiro, que
é um compositor maravilhoso, um artista sensacional. E o Chico César é uma
pessoa muito inteligente que a gente sempre está junto. Agora estou na fase de
compor com o filho de Gonzaguinha, ele vai produzir um disco de samba para mim.
Essas pessoas que a gente tem afinidade, a gente se junta para fazer algum
trabalho, e é uma maneira da gente juntar a força nordestina através da música
[...].
Depoimento numa entrevista (G1, 2022), da cantora e
compositora Anastácia (Lucinete Ferreira), a Rainha do Forró e parceira
de Dominguinhos (1942–2013). Ela compôs mais de 250 canções, indicada ao Grammy
por dias vezes e lançou seus álbuns a partir dos anos 1960, quando, com apenas
14 anos foi se apresentar na Rádio Jornal do Commercio, acompanhada por Hermeto
Pascoal. Antes disso ela atuou no humor com Arlete Sales & Lúcio Mauro. E
atuou com Dominguinhos acompanhando as turnês de Luiz Gonzaga. Entre os seus
álbuns de sucesso estão Eu Sou Anastácia (DVD – 2018), Daquele Jeito (2017), 60
anos de Forró e MPB (2016), Amor Entre Quatro Paredes (2009), 50 anos de Forró
(2004), Seresta (2001), Sangue Bom (2000), Coração de Mulher (1995), Coisa
Querida (1994), Faz parte do Amor (1993), Saudade Matadeira (1992), Vem me
Buscar (1991), Forró Bom é do Abc (1989), Tem que mexer para Adoçar (1988),
Quero você pra mim (1987), Cheinho de Amor (1982), A Fulô do Forró (1981),
Morrendo de Saudade (1979), Você é meu Xamêgo (1978), Vamos Xamegá (1972),
Torrão de Ouro (1971), Canto do Sabiá (1970), Caminho da Roça (1969) e
Anastácia no Torrado (1965), entre outros. Veja mais aqui.
EDUCAÇÃO NO DEBATE CONTEMPORÂNEO - A educação tem assumido o centro
temático dos debates planetários, desde a década dos anos 1980, até o momento
presente, refletindo-se sobre a sua importância na formação e desenvolvimento
do ser humano. Diversas reflexões tem ocupado espaço no cenário educacional,
dentre elas as ideias de Terry Eagleton, Jenny
Odell, Ana Maria Machado, Judith Butler, Amanda Montell, Esther Pillar Grossi,
Hwang Bo-reum, Elisa Loncón, Yurico Saito, Danica McKellar, Teresa Colomer, Zadie Smith, Claudia Werneck, Jason Stanley, entre outros, no
sentido de nortear as conduções da relação ensino/pesquisa/extensão, do ensino
& a aprendizagem, da educação linguística & estética decolonial, da
inclusão, do papel da arte e da reflexão sobre o ódio, intolerância, violência &
cristofascismo reinante nos dias atuais. Confira aqui.
O MUNDO
MARAVILHOSO DO LIVRO – Desde menino
bem pirrototinho, eu adorava ouvir hestórias cabeludas ou bem risíveis. Pedia
pra quem chegasse que me contasse uma, a que fosse. Quando não, saía às
carreiras pra onde tivesse embolada de coco ou desafio de repentista e, ficava
lá aboletado, prestando atenção de nem piscar o olho, sem a noção do tempo que
passava. Quando aprendi a ler, lá pelos meus 4 ou 5 anos de idade, foi por
ficar impressionado com meu pai e o tanto de livros que ele lia a todo momento
e todos os dias. E questionava pra ele: Qual o segredo que tem nesse livro? E
invadia as estantes cheinhas de livros e pregava a vista neles. Foi aí que
descobri o mundo maravilhoso dos livros. Quer saber mais? Clique aqui.
FÚRIA DOS
INOCENTES - Reunião de dez noveletas em que conto como
foi a maior Greia num Boi de Fogo, da Carta do Barbeiro, dum Fandango de quem
foi e quase num volta, do santo Bode Frederiko, dum arretado Negócio Fechado,
do cara que botou a Boca no Trombone, do Escândalo dum Corínha, do Estopô
Calango e do diabo a quatro, tudo pra umas risadas sobre as diversas ações dos
mais atiçados e recheadas de humor e situações vexatórias. Confira aqui.
GILVANÍCILA & AS SOMBRAS DO CORAÇÃO – Tudo começa com a felicidade do casal Suetônio &
Deusdith, ampliada mais ainda com a chegada do irmão dele, Susdidido, há muitos
anos no Iraque. A gravidez dela coroou o trio festivo e muito alvoroçado:
nascia Gilvanícila. Porém, a felicidade do pai não previu a infelicidade de
todos. Confira a historieta e o roteiro aqui.
PROS&VERSOS
LAM – Reunião das diversas publicações autorais dimensionadas
na Literatura & Teatro Infantis, Poemas, Contos, Noveletas, Literóticas
& muito humor. Confira aqui.
E veja mais aqui.










