terça-feira, maio 15, 2012

COLAR DA POMBA DE IBN HAZM, MARY DEL PRIORE, GOODMAN, MARTHA VIANNA, BIG SHIT BÔBRAS & LITERÓTICA

A arte da atriz suíça Sofia Milos.

 


A VIÚVA & BAGOAS – Imagem: a atriz Sofia Milos no filme The Sopranos (2000). – Um salão imenso e passa uma linda mulher, seus olhos nos meus. Atravessa toda extensão até desaparecer por trás de uma cortina grená. Confesso: fui surpreendido por tremenda beleza. Só saí daquele estupor muito tempo depois quando fui interpelado por um jovem estranhamente delicado: Sou Bagoas, venha. O seu nome me era familiar, já ouvira falar, não consrguia lembrar, aquela mulher ocupava minhas ideias tornando impossivel raciocinar direito. Acompanhei seu trajeto que atravessou a grande cortina grená que dava para um corredor interminável. Passamos algumas portas e, em uma delas, ele abriu e educadamente me fez entrar: Sente-se! A minha ama quer você, mas saiba de antemão que, a partir disso, correrá sério risco. Esteja precavido e siga apenas os meus passos ou por onde eu indicar. Qualquer passo em falso e você será um cara morto. Quem é a sua ama? Segredo de eunuco, só aguarde aqui, volto já, fique aí. Ele então me deu um drinque largo e, antes de sair, apagou a luz. Bateu a porta e não sequer poderia ver nada naquea imensa escuridão. Sei que era um quarto sofisticadíssimo, aroma apreciável no ar. Fiquei algum tempo pensando em que situação eu estava me metendo, não havia de ser nada, sequer sabia quem era aquela que me queria naquele estado. Algum tempo depois, senti o seu perfume no ar, suas narinas na minha nuca, recostada por tras da poltrona em que eu estava sentado, permitiu que suas mãos passeassem pelo meu peito embaixo da camisa. Sim? Psiu! Colocou seu dedo indicador entre meus lábios para que eu fizesse silêncio, enquanto contornava o braço da poltrona e se ajoelhar no chão, entre minhas coxas. Sussurrou para que eu fizesse silêncio e debruçando-se sobre meu corpo, suas mãos apertando meu sexo, ao meu ouvido gemeu: Quero-0 endurecendo na minha boca. Catou meu sexo até alcançá-lo e removê-lo aos alisados para enrijecê-lo. E deslizou sobre meu corpo numa prestimosa felação: língua, lábios, sobejos. Acomodou-se bem e ali se manteve em movimentos profundos e deliciosos até que me deixou afiado e maciço servindo-lhe a gula, a ponto de superar todas as minhas forças e levar-me ao gozo inesperado. Sugou-me ali por inteiro e plenamente, até repousar meu membro na minha coxa esquerda às lambidas. Quando tornei daquele sonho, não estava mais ali, novamente sozinho e degustando do drinque. Não havia ainda me recomposto, alguém bateu a porta, abriu-a e acendeu a luz: era Bagoas. Chamou-me e seguimos por um labirítinco corredor, alegando que providenciara meus aposentes e que ali ficaria por mais alguns dias. Disse-lhe que teria que resolver com o meu hotel, ao que ele mencionou que não me preocupasse com isso, estava tudo resolvido. Depois de muito atravessarmos por bastante tempo todo edificio, logo abriu uma porta: Aqui o seu quarto, não saia, aguarde novas instruções. Às 19 horas trarão o seu jantar, aguarde, aproveite sua estadia, até mais. Era um apartamento requintado, todo mobiliado e repleto de equipamentos e roupas. A janeça enorme dava para uma paisagem paradisíaca, sabia lá onde estava: o mar, as montanhas, o céu mais azul que nunca. Depois da janta, deitei-me e cochilei. Só sei que ao despertar estava muito escuro e ela estava ao meu lado, beijando os meus ombros: Não fale. Lambeu-me, beijou-me e seus lábios encontraram os meus, ao que ela saltou em cima e cavalgou em mim, relando sua vagina no meu pênis desacordado que logo foi se robustecendo e tomando firmeza para que ela delirasse durante a sua cavalgada exasperante, enquanto eu tomava conhecimento do sua assimétrica geografia, fôrma de deusa em orgasmo e eu gozando feito um louco. Arriou-se sobre meu corpo enquanto resfolegava, vagina inquieta mordiscando meu pênis ainda sobrevivente. Adormecemos e ao acordar não mais ali, apenas Bagoas que estava sentado ao pé da cama: Aguardei o seu despertar, o seu café da manhã está servido, sirva-se. A minha ama quer que eu lhe encaminhe para esta tarde encontrá-lo nos aposentos de férias. Apronte-se, volto em 20 minutos. Assim fiz e foi feito. Algumas horas depois estava num balneário que jamais vira. Já anoitecia e não havia ninguém ali. Caminhei pela praia e resolvi retornar. No meu quarto a janta estava servida: à luz de vela. Sentei-me e comecei a jantar. Já terminando, uma brisa fresca invadiu o ambiente e uma lufada forte apagou as velas. Sabia que era ela que chegara. E era mesmo. Não sei quantos dias e noites ali, sei que desfrutei de todos os prazeres naquela que jamais vira. Foi com o amanhecer que a vi pela segunda vez. A primeira foi quando a vi atravessar o salão. Agora estava ali, nua e linda, com a luz do Sol. Disse-me o seu nome: Annalisa. Lindo nome. E nos amamos e rimos e contamos pela tarde inteira. À noite eu estava só e durante a madrugada ela me acordou: Ei, sou Cheryl e quero fazer amor com você! Era ela e parecia mesmo com aquela do The ladies man (2000), não havia como perder tempo, era ali mesmo que eu me realizaria naquela carne sedutora. Com a alvorada, nem sinal dela: o canto mais limpo. Só retornando alta noite para me dizer que era Célia Amonte e que precisava de mim para ser feliz. Indubitavelmente era aquela encantadora de Passionada (2002). E pela primeira vez ela estava na aurora do meu dia, vestida qual odalisca e se dizendo pronta para me fazer feliz. Levou-me até o terraço, encostou-se ao muro para me mostrar a beleza da paisagem. Não resisti: ela era a mais bela que tudo ali. Investi firme, agarrei-lhe o tronco, passei as mãos aos seios, senti que remexia e mais se arrepiava com meus beijos em suas costas. Levantei-lhe a saia longa, mãos na sua intimidade já sem calcinha e me servi de sua gostosura ali mesmo, e mais empurrei e mais queria, e mais umbiguei e mais fodia, ela entregue e toda minha no prazer dos prazeres. Gozo mútuo e deitei sobre seu ombro: Quem é você, afinal? Sou viúva e estou prometida a um homem poderoso que você não deve saber nunca quem é, nem meu nome nem nada, e você é o meu Charlie, aquele que mudou a minha vida e que me faz feliz. Tudo que quiser de mim será feito e acertado com Bagoas, nada mais que isso. Agora me beija que eu quero amar como nunca mais. E quando quiser lembrar de mim, diga apenas: sim. E eu sim, Sofia! E logo estarei em seus braços para sempre. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais abaixo e aqui.

 

 

DITOS & DESDITOSAcarrete ou não nova pesquisa científica, a tecnologia é um ramo da filosofia moral, não da ciência. Pensamento do escritor, dramaturgo, filósofo anarquista e psicoterapeuta estadunidense Paul Goodman (1911-1972).

 

ALGUÉM FALOU: Poderíamos nos perguntar: para que serve a história das mulheres? E a resposta viria simples: para fazê-las existir, viver e ser. Pensamento da historiadora Mary Del Priore. Veja mais aqui.

 

BAGOASBagoas era o nome usado por eunucos na Grécia Antiga. A história registra um que trabalhou com Mentor de Rodes para ascender para mestre do Império Aquemênida, tornand0-se  ministro confidencial do rei Artaxerxes III, da Pérsia, por volta do século IIIaC, durante a conquista do Egito. Tornou-se rico com a venda das escrituras sagradas saqueadas dos templos egipcios aos sacerdotes. Era o conselheiro do rei e, mesmo assim, assassinou a ele e os demais filhos, exceto Asnos que colocou no trono. Depois de assassinar Asses, fez rei o herdeiro colateral, Dario III. Mais tarde ao tentar envenená-lo, o rei o fez beber o próprio veneno. Já o historiador grego Plutarco comenta que Alexandre o Grande acusou Bagoas ao imperador Dario III, como um dos organizadores do assassinato de Filipe da Macedônia. Há mais uma outra que Bagoas seria um eunuco persa que viveu pelo terceiro século antes de Jesus, e sua história foi resgatada pela escritora Mary Renault, na obra The persian boy (1972), contando que ele foi emasculado pelo imperador Dario, mantendo relacionamento homossexual e tornando-se o amante preferido de Alexandre, o Grande. Veja mais aqui.

 

A TEMPESTADE DE LIA – [...] Na noite que passei sendo interrogada pelo capitão Guimarães [...] todas as perguntas eram em torno do sequestro do embaixador alemão, cujos planos estavam comigo, e que foi feito igualzinho [...]. Mas eu vivia um pandemônio tão grande, que nem tinha me dado conta. Como poderia imaginar que o pessoal tinha feito a mesmíssima ação, com o mesmo embaixador, tudo igual? [...] Foi o sequestro mais rápido da história [...]. Libertaram todo mundo rapidinho, porque o acordo [técnico-científico] estava em jogo. O pessoal atirou no que viu [a possibilidade de realização do sequestro] e acertou no que não viu [a pressão existente pela relação bilateral Brasil-RFA] [...]. Trechos extraídos da obra A história de Lia, Maria do Carmo Brito (Record, 2003), da escritora Martha Vianna, contando a história da socióloga e ex-guerrilheira Maria do Carmo Brito, que possuía o codinome Lia na clandestinidade. Ícone da presença feminina na luta armada brasileira, ela foi presa, torturada e banida do país em 1970, retornando em 1979 por força da Lei da Anistia. Veja mais aqui e aqui.

 

COLAR DA POMBA – [...] Meu amor por ti, que é eterno por sua própria essência, / Chegou a seu apogeu, e não pode minguar nem crescer. / Não tem mais causa nem motivo que a vontade de amar. / Deus me livre que algum outro te conheça! / Quando vemos que uma coisa tem sua causa em si mesma, / Goza de uma existência que não se extingue jamais; / Mas se tem em algo distinto. / Cessará quando cesse a causa de que depende. [...] Tocante ao feito de que nasça o amor, na maioria dos casos, é pela forma bela, é evidente que, sendo a alma bela, suspira por tudo o que é belo e sente inclinação pelas imagens perfeitas. Quando vê uma delas, ali se mantém fixa. Se logo distingue por trás desta imagem alguma coisa que lhe seja afim, se une a ela e nasce o verdadeiro amor; mas se não distingue atrás dessa imagem nada afim a si, sua afeição não passa da forma e fica no apetite carnal. Em todo o caso, as formas são um maravilhoso meio de união entre as partes separadas das almas. [...] Pelo amor, os avarentos se tornam desprendidos; os intratáveis desenrugam o cenho; os covardes se tornam valentes; os ásperos se tornam sensíveis; os ignorantes se tratam; os desalinhados se esmeram; os sujos se limpam; os velhos se portam como jovens; os ascetas rompem seus votos; e os castos se tornam dissolutos. [...] ao muçulmano deve bastar abster-se das coisas proibidas por Deus Honrado e Poderoso, que possa cometer em uso de seu livre arbítrio e daquilo que se há de pedir contas no dia da ressurreição; mas se em um agradar a formosura e se o amor se apoderar de outro, é uma coisa natural, que não está mandada, nem velada, porque os corações estão nas mãos d’Aquele que os governa e só estão obrigados a conhecer e perceber a diferença que há entre o que é pecado e o que não é, e crer com firmeza no que é verdadeiro. O amor é uma espécie de natureza, e o homem só tem poder sobre os movimentos livres de seus órgãos. [...] Fui muito íntimo das mulheres e conheço tanto seus segredos, que apenas não há quem os saiba melhor, pois me criei no seu colo e cresci em sua companhia, sem conhecer ninguém a não ser elas, e sem tratar com homens até chegar à idade da puberdade, quando a barba começou a cobrir meu rosto. Elas me ensinaram o alcorão, me recitaram não poucos versos e me instruíram a ter uma boa caligrafia. Desde que cheguei ao uso da razão, ainda na tenra infância, não me empenhei mais, nem usei mais a inteligência em outra coisa que saber o que as preocupa, em estudar o que as diz respeito, e como chegar a esses conhecimentos. Logo, não me esqueci de nada do que nelas vi. Por causa disso, nasceu em mim uma imensa desconfiança das mulheres, chegando a ser algo natural em mim, e a má impressão que tenho delas, que se tornou congênita em minha alma. [...] Portanto, para aquele que conheça Quem é seu Senhor e o valor de Sua benevolência e de Sua cólera, hão de ser breves os efêmeros prazeres e as curtas vaidades do mundo. Claro, se também nos fez ameaças, cuja única notícia nos provoca arrepios e derrete nossas almas, e nos anunciou promessas que superam nossas maiores esperanças? Como poderá ser roubada a obediência a este Rei Excelso? Como pode desejar um deleite passageiro, sem que seja passageiro o arrependimento que se forma, nem se acabem as consequências que arrasta, nem cesse a afronta do que o comete? Até quando durará esta pertinência, havendo ouvido o exortador, e quando já parece que o camelo nos atrasa o caminho da eterna mansão, seja esta o céu ou o inferno? Não é um manifesto equivocado teimar em semelhante coisa? [...] Milagre é que um ânimo como o meu tenha podido sequer lembrar-se de alguma coisa, conservar algum rastro e evocar o passado, depois do ocorrido e do que me sobreveio. Pois você sabe bem que minha cabeça está transtornada e destroçado está meu ânimo por causa da situação que me encontro: desterrado de meu lugar, distanciado de minha pátria, assediado pelo destino, em desgraça com os poderosos; padecendo deslealdade dos amigos, circunstâncias adversas, mudanças de sorte, perdas de fortuna, privado de meus próprios bens herdados, despossuído do que juntaram meus pais e avós, errante por essas terras, sem dinheiro, nem poder, pensando sempre como levar adiante minha família e meus filhos, desesperado por regressar a casa dos meus, joguete do destino, e à espera do que decidam os decretos de Deus. [...] Um dos atributos do amor é conter a língua; o amante negará tudo caso seja interrogado, fingirá grandes demonstrações de força e parecerá extremamente contido, um solteiro convicto. Com isso, o segredo sutil se revelará. As chamas da paixão que lhe ardem no peito serão vislumbradas em seus gestos e na expressão dos olhos; rastejarão, lentas, mas determinadas, a céu aberto, como o fogo em meio ao carvão ou a água por entre o barro seco. Nos primeiros estágios, é possível ludibriar aqueles desprovidos de maior sensibilidade; uma vez que o Amor tenha se estabelecido com firmeza, contudo, isso será completamente inviável. [...] Às vezes, a razão para tal reticência é o desejo do amante de evitar ver-se marcado aos olhos de seus colegas; ele professa que o galanteio é um sinal de frivolidade, e portanto (diz ele) foge do amor e nada quer com ele. Mas esta não é de forma alguma a abordagem correta; ao bom muçulmano basta se abster das coisas que Deus proibiu, das quais, se decidir fazer, terá que prestar contas no Dia da Ressurreição. Mas admirar a beleza e ser dominado pelo amor é uma coisa natural que não se inclui nos mandamentos e proibições divinas; todos os corações estão nas mãos de Deus, para deles dispor como Ele quiser, e tudo que se pede a eles é que devem saber e considerar a diferença entre certo e errado, e crer firmemente no que é verdadeiro. O Amor em si é uma disposição inata; o homem pode apenas controlar os movimentos de seus membros, [capacidade] que adquiriu por esforço decidido. [...] Ó minha alma, aja firmemente, esforça-te e esqueça a perseguição à paixão e toda a lassidão que ela causa. Empenha-te rumo à tua salvação e desdobra teus esforços para liberar-te dos males da paixão. Talvez conseguirei vencer, escapar de sua empresa e de sua chama. Ó tu que gracejas quando o destino lhe é adverso, não temes suas mordazes calamidades? De todas as exortações que te foram prodigalizadas, retenha somente as singulares vicissitudes que o destino te mostrou. Esqueça a morada da gloria transitória e do ganho que engana quem o faz. Jamais alguém se debateu no interior desta morada sem que suas paredes não tenham rudemente repelido aquele que tentava rompê-las. Aquele que tem de Alá um verdadeiro conhecimento encontra asilo seguro e seu coração instala-se no abrigo da grande proteção divina. Um reino efêmero não é absolutamente como um reino eterno e a verdadeira piedade não é absolutamente como a piedade adúltera. O homem que teme a Alá não é como o libertino e a verdade nada tem em comum com a mentira. se estamos ao abrigo do castigo, se absolutamente não tememos a terrível cólera de Alá. Se não temos medo de seu fogo que foi criado para todos os homens de palavra criminosa e perversa. Nós não seriamos menos obrigados a obedecê-lo, a reprimir os mensageiros da paixão. A renunciar sinceramente a permanecer aqui embaixo e a censurar severamente aquele que pressupõe aqui ficar. Pois nós vimos o que o mundo faz de seus adeptos: ele faz deles o que a chama faz da madeira. [...]. Trechos do poema El Collar de la Paloma (Alianza, 2008), do poeta Ibn Hazm de Córdoba (994-1064), uma epístola do séc. XI que é um tratado sobre o amor e os amantes, possui 30 capítulos, os seis primeiros tratam da gênese da paixão amorosa. Depois capítulos que tratam sobre correspondência epistolar, guarda e divulgação do segredo, da separação, da fidelidade e traição; e o capítulo final, Méritos da Continência. É considerada uma obra-prima da literatura árabe-andalusa e se propõe a retratar o que é o amor por meio de exemplos de mulheres que subvertem a ideia de que no seio do Islã sua voz e sexualidade estariam silenciadas ou negadas.

 


BREBOTES – CLECKS ARRUELADOS – Eis as pérolas da turma do Big Shit Bôbras na festa do Fecamepa.


PADRE BIDIÃO: Existe mais podridão no Vaticano do que possa prever vossa vã fé.


ZÉ CORNINHO DÁ UMA DE HUSSAIN AREF SAAB: Se gaia virasse dinheiro eu era podre de rico (e olhe que o que ele amealhou de duas de quinhentos não tá no gibi, viu?).


DOUTOR ZÉ GULU: Quem conduz uma Harley-Davidson em South Park é fag (viado). E no Brasil? As poluidoras motos mais parecem panapanás do apocalipse.


ZÉ BILOLA: Todo castigo pra corno é pouco!




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CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Leitoras comemorando a festa Tataritaritatá!
Art by Ísis Nefelibata
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CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra: 
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