quinta-feira, outubro 01, 2015

DARCY, BESANT, SPENDEN, MÉRIMÉE, BERCHEM, STRADELLA & TODO DIA É DIA DO IDOSO.

VAMOS APRUMAR A CONVERSA? TODO DIA É DIA DO IDOSO – A vida é construída de fases e no seu desenvolvimento, cada fase adquire importância por si própria, não se distinguindo qual a mais importante, porque, afinal, cada uma delas é de suma importância. Se tomarmos como base como a vida se manifesta, podemos usar como referencial o fato de que está na semente o início que será o fim de tudo: a semente desabrocha, vira raiz que se torna caule e que vai dar frutos pra novas sementes e assim sucessivamente. Este, o processo cíclico vital. Assim, da mesma forma, o ser humano é gerado, nasce, cresce, chega ao ápice da existência, envelhece depois de dar frutos e, novamente, esse ciclo recomeça. Desde o nascimento a criança inspira cuidados especiais, deve ser bem acompanhada durante a adolescência, produzir e reproduzir enquanto adulto até completar o ciclo com o envelhecimento e irradiar sabedoria para a formação das novas gerações. Entretanto, devido dinstinções que fazemos com base nessa ou naquela ideia, ampliando as desigualdades e discriminações, optamos por distinguir entre as fases qual delas merece ou tem mais importância. Quando apuramos no amiudado, constatamos que todas são importantes. Cada qual tem a sua medida de importância, todas devem ser bem assistidas e igualmente tratadas. E não será porque não se produz mais com a vitalidade, não se visualizando, por isso, serventia para a competitividade desumana do nosso tempo, que se deva descartar ou menosprezar uma ou qualquer uma delas. Muito menos a velhice, porque é dela que podemos usufruir da sabedoria. Mas como somos descuidados com tudo e até conosco mesmo, que precisamos até de leis para regrar a conduta. É por isso mesmo que precisamos de um ordenamento jurídico para dizer o que devemos manter por vigilância, muito embora muito diploma legal não passe de letra morta e que serve apenas para casuísmos do mais acentuado egoísmo humano. É preciso entender que todo ser humano, seja em que fase estiver, é detentor do direito de amparo a uma existência segura, com dignidade e de forma igualitária entre si. Para tanto, seja o Poder Público ou a sociedade em geral, é preciso entender que a senectude é uma condição por que passa todo ser humano, seja o que nasceu agora, seja o que está na plenitude de sua existência. Em virtude de nossa negligência ou inobservância, alguns institutos legais são criados para nos chamar a atenção. Entre eles, a Lei 10.741/2003 – o Estatuto do Idoso -, que, contemplou, até, pela Lei 11433/2006, o Dia do Idoso. Mas um dia é muito pouco! Não será por homenagens de apenas um dia, ou reconhecimento de um simples dia, que resgataremos ou faremos a remissão de tudo que acontecem ou aconteceram pelos outros dias do ano. É preciso entender que, como qualquer ser humano, todo dia é dia do idoso. E o interessante é que se encontram previsões e instrumentos jurídicos garantidores da aplicação dos direitos, mesmo que constatemos a sua inefetividade, vez que cada um de nós precisa constante e de forma incisiva invocar todas as previsões e instrumentos legais para que a efetividade impere. Ressalte-se: violação de direito é questão de utilidade pública e deve ser coibido imediatamente em nome do princípio da supremacia do interesse público, em nome da dignidade da pessoa humana. Não adianta um robusto e excessivo corpo normativo, nem a positivação de todas as necessidades humanas, se não se é aplicado inexoravelmente. Muita lei causa confusão e gera disfuncionalidades que redundam na abjeta impunidade. Façamos a nossa parte e exija-se o direto de todos em detrimento da injustiça que nos ataca todo momento. As medidas protetivas de condições mínimas contemplam todo cidadão e cidadã brasileira: saúde, alimentação, educação, cultura, segurança, trabalho, esporte, lazer, transporte, direitos individuais, coletivos e difusos no contexto social. Esses são direitos fundamentais e que devem ser garantidos a todos, inclusive os idosos. Por conta disso, todo dia é dia do idoso. E vamos aprumar a conversa aqui, aqui e aqui.


Imagem: Jupiter sees Callisto, do pintor e gravador de paisagens flamengo Nicolaes Berchem (1620-1683)


Curtindo La Susanna (1681-Glossa, 2004), do violinista e compositor italiano Alessandro Stradella (1644-1682), Enrico Gatti, Ensemble Aurora. Susanna: Emanuela Galli, soprano; Daniele: Barbara Zanichelli, soprano; Testo: Roberto Balconi, countertenor; Secondo Giudice: Luca Dordolo, tenor; Primo Giudice: Matteo Bellotto, bass.

IRRACIONALIDADE ECONOMICA – No livro América Latina: a prátria grande (Guanabara Dois, 1986), do antropólogo e escritor Darcy Ribeiro (1922-1997), destaco trechos da parte Irracionalidade econômica, transcritos a seguir: [...] a economia mundial entrou em paranoia: já não produz para o homem, produz para si própria. Tanto por suas qualidades essenciais, que são a prodigiosa produtividade e a inelutável propensão guerreira, como por sua consequência funcional, que é a incapacidade de implantar uma prosperidade generalizável a todos, a economia mundial – cuja racionalidade nunca foi humanitária – entrou em demência. Com efeito, nunca foi tão grande e crescente a prosperidade de ricos e a pobreza dos pobres. Nunca as relações internacionais de intercambio foram tão desequilibradas e deformadas. Os povos pobres continuam subsidiando a riqueza dos povos ricos e se endividando astronomicamente. No limite desta tendência, se nela persistimos, teremos fabulosas empresas, totalmente automatizadas, esgotando os bens da Terra para produzir quantidades e variedades imensas de inutilidades: para nada! Os homens, a humanidade inteira, de braços cruzados, serão um inútil exercito de reserva das forças produtivas, morrendo de fome. No passado, sempre foi enorme a carência de mão-de-obra, sobretudo no mundo dos pobres. Para atendê-las desgastaram-se no trabalho centenas de milhões de nativos e depois se importaram outros tantos como escravos assalariados, negros e brancos. Hoje, o único fator de produção que não se escasseia é a mão-de-obra. Aí está ela, multitudinária, se oferecendo por toda parte em troca de salários vis. E ninguém quer. [...]. Veja mais aqui, aqui, aqui e aqui.

O HOMEM E OS SEUS CORPOS – No livro O homem e os seus corpos (Pensamento, 1991), da escritora e ativista anglo-indiana Annie Besant (1847-1933), encontro um trecho meritório de destaque: [...] O homem principia as suas experiência pelo desenvolvimento da "consciência do eu" no plano físico. Aqui aparece o tal estado a que chamamos "a consciência no estado de vigília", consciência que todos conhecemos, e que trabalha através do cérebro e do sistema nervoso. É graças a esta consciência que ordinàriamente raciocinamos, expondo todos os recursos da nossa lógica, relembrando-nos fatos da nossa encarnação atual e fazendo o nosso juízo acêrca de tôdas as questões da vida. Tôdas as faculdades que reconhecemos em nós mesmos constituem o fruto do trabalho do homem através das etapas anteriores da sua peregrinação, e a sua "consciência do eu" torna-se aqui cada vez mais nítida, cada vez mais ativa, cada vez mais viva, à medida que o indivíduo se desenvolve, à medida que o homem vai progredindo de vida para vida. Se estudarmos um homem muito pouco evoluído, veremos que a sua atividade mental "consciente do eu" é extremamente pobre em qualidade e restrita em quantidade. Trabalha no corpo físico por intermédio do cérebro grosseiro e etérico; a ação é contínua no que diz respeito ao sistema nervoso visível e invisível, porém esta ação é ainda de uma espécie bastante primitiva. Mostra muito pouco discernimento, muito pouca delicadeza de tato mental. Existe nêle uma certa atividade mental, que é porém excessivamente infantil, mesmo pueril; êste homem ocupa-se com os pequenos nadas; distrai-se com os acontecimentos mais banais dêste mundo; as coisas mesquinhas é que despertam a sua atenção; as trivialidades é que o interessam; entretem-se imenso com os objetos que passam. Para êle não há prazer maior do que estar à janela, numa rua de muito trânsito, a reparar nas pessoas e nos veículos que passam, fazendo observações acêrca dos transeuntes, dando gargalhadas homéricas se uma pessoa bem vestida tropeça e cai numa poça de água, ou se um carro ao passar a salpica dos pés à cabeça. Como não possui intimamente nada que ocupe a sua atenção, vê-se obrigado a recorrer constantemente a impressões exteriores, a fim de sentir que vive. O homem que trabalha nos corpos físicos e etérico e que põe êstes em estado de funcionar como veículos da consciência, procura sempre sensações violentas; isto constitui uma das principais características dêste estado inferior da evolução mental. Precisa de adquirir a certeza que sente, e aprende a distinguir as coisas pelas sensações fortes e nítidas que delas recebe. Esta etapa do progresso humano, embora muito elementar, é absolutamente necessária; sem ela, o homem andaria num estado de confusão perpétua, confusão entre os processos interiores do seu organismo e os exteriores. Tem de aprender o alfabeto do "eu" e do "não-eu", tem de aprender a distinguir entre os objetos que produzem as impressões, e as sensações produzidas pelas impressões; isto é, saber diferenciar o estímulo da sensação. É fácil reconhecer os representantes mais grosseiros desta fase da evolução humana. Em geral juntam-se em grupos às esquinas das ruas, encostam-se indolentemente à parede, e de vez em quando fazem uma observação estúpida que provoca a hilaridade geral. Se conseguíssemos penetrar como olhar no cérebro dêsses indivíduos, veríamos que suas impressões recebidas do exterior são muito vagas e confusas e os elos que prendem estas impressões a outras semelhantes são tudo quanto há de mais fraco e imperfeito. Nesses cérebros pouco evoluídos, as impressões parecem antes um monte de pedras do que um mosaico disposto com regularidade. [...] O homem dá mais um passo para o progresso quando principia a regular o seu procedimento pelas conclusões obtidas do trabalho interno, em vez de se sujeitar aos impulsos recebidos do exterior. Para funcionar, recorre à sua própria reserva da experiência acumulada, recordando coisas passadas, comparando resultados obtidos segundo várias linhas de conduta que o levam ao decidir qual é a linha de conduta que presentemente lhe convém adotar. Principia a fazer projetos, a prever, a formar um juízo do futuro pelo que sucedeu no passado, a raciocinar adiantadamente, guiando-se pela recordação do que já lhe aconteceu. Quando um homem chegou a êste ponto, a sua individualidade entrou numa fase decisiva de desenvolvimento. É possível que ainda se veja obrigado a funcionar no seu cérebro físico sem nenhuma atividade independente, mas já se vai tornando uma consciência em plena via de desenvolvimento; uma consciência que principia a comportar-se como um indivíduo, escolhendo o seu próprio caminho, em vez de flutuar à mercê das circunstâncias ou de ser forçado por qualquer impulso exterior a seguir uma linha de conduta especial e estranha à sua vontade. O desenvolvimento do homem mostra-se cada vez mais determinado e uma vontade cada vez mais poderosa. Isto ajudar-nos-á a compreender exatamente a diferença que existe entre o homem forte e o homem fraco. O homem que tem fôrça de vontade, obedece a impulsos interiores e torna-se sempre senhor das circunstâncias, fazendo atuar sôbre elas fôrças apropriadas, guiadas pela sua reserva de experiências acumuladas; ao passo que o homem sem vontade própria obedece unicamente a impulsos exteriores, a atrações e repulsões exteriores. Esta reserva de experiência que o homem acumula durante muitas vidas, torna-se mais e mais acessível à medida que o cérebro físico se vai tornando mais dócil e conseqüentemente mais apto a receber. É o homem que possui a memória e que raciocina; é o homem que tem discernimento, que escolhe e que decide: mas tudo isto é feito através dos cérebros físico e etérico; tem de trabalhar e agir por intermédio do corpo físico, do mecanismo nervoso e do organismo etérico que lhe diz respeito. Quando o cérebro se torna mais impressionável e a qualidade da sua substância mais aperfeiçoada; quando o homem consegue exercer um verdadeiro controle sôbre seu cérebro, pode então empregá-lo para uma melhor expressão de si mesmo. [...] Veja mais aqui.

EU PENSO CONTINUAMENTE – No livro O templo (Rocco, 1989), do poeta e romancista inglês Stephen Spender (1909-1995), destaco, inicialmente o poema Eu penso continuamente: Eu penso continuamente nos que foram em verdade grandes, / Nos que, desde a matriz, se lembraram de uma história de alma / Em corredores de luz onde as horas são sóis. / Sem fim, cantando. / Cuja doce ambição / Fora que seus lábios, do fogo sem cessar tocados, / Anunciassem o Espírito coberto de cânticos, da cabeça aos pés. / E que dos ramos primaveris colheram / Os desejos tombando por seus corpos como flores. / O que é precioso é não esquecer nunca / A alegria essencial do sangue que flui de fontes sem idade / Brotando de uma rocha em mundos anteriores à terra. / Nunca negar o prazer dele à claridade simples da manhã / Nem a sua grave e noturna exigência de amor. / Nunca permitir que gradualmente o tráfego amacie / Com ruído e névoas o florescer do espírito. / Perto da neve, perto do sol, nos mais altos campos, / Vêde como a esses nomes festejam ondulantes ervas / E flâmulas de nuvem branca / E sussurros do vento no céu que escuta. / Os nomes daqueles que em suas vidas pela vida lutaram, / Que usaram nos seus corações o centro do fogo. / Nascidos do sol viajaram um momento breve ao encontro do sol, / E deixaram o ar vívido assinado a honra. Também o poema Regum Ultima Ratio: As armas inscreveram a última razão do dinheiro / A letras de chumbo na encosta primaveril. / Mas o rapaz que está morto sob as oliveiras / Era jovem demais e por demais incauto / Para ter sido notável a seus olhares importantes / Era melhor alvo para um beijo. / Enquanto viveu nunca esguios apitos de fábrica o convocaram / Nem portas envidraçadas de restaurante rodaram para que ele entrasse / O nome dele nunca veio nos jornais. / O mundo mantinha a tradicional muralha / Em torno dos mortos com seu oiro no fundo do poço / Enquanto a vida dele, intangível como um rumor, flutuava ao largo. / Oh com que leviandade ele atirou ao chão o barrete / Um dia em que das árvores a brisa tirava pétalas. / Da muralha sem flores brotavam armas; / A metralhadora colérica ceifava velozmente as ervas; / Bandeiras e folhas tombavam das mãos e das árvores; / O barrete de pano apodrece nas urtigas. / Considerai-lhe a vida, que era sem valor / Em termos de emprego, registros de hotel, notícias / Le jornal / Considerai: uma bala em dez mil é que mata um homem. / E perguntai: era justificada uma tamanha despesa / Com a morte de alguém tão incauto e jovem / Estirado sob as oliveiras, Ó mundo, Ó morte? Veja mais aqui.

TEATRO E DUBLAGEM PARANAENSE – A trajetória da saudosa atriz e dubladora Rita Cléos (1931-1988) teve início nos anos 1950 no cinema, com os filmes Esquina da Ilusão (1953), A família Lero-Lero (1953), É proibido beijar (1954) e Macumba na alta (1958). Atuou noutros filmes como Diário de uma prostituta (1979) e Noite das depravadas (1981). No teatro ela atuou entre outras peças de Volpone, A filha de Yorio, Nu com violão, A longa noite de Cristal, Vestido de Noiva, Requiem para uma negra, Hamlet, Antígona, Constantina e O mundo mágico. Participou de novelas na televisão, como O cara suja (1965), Redenção (1966-1968) na TV Excelsior, também Mais forte que o ódio e, por fim, Maria Stuart, na TV Cultura. Aqui a nossa homenagem. Veja mais aqui.

CARMEN – A novela Carmen (1845 - L&PM, 2011), do escritor, dramaturgo, historiador e arqueólogo francês Prosper Mérimée (1803-1870), foi inspirada por uma história ocorrida na Espanha, em 1830, sobre um rufião de Málaga que matou a amante cigana, notadamente Romani. Esta novela é composta de quatro partes, a primeira que envolve um local solitário na Andaluzia, da batalha de Munda; a segunda, em Córdoba, quando encontra a romani bonita Carmen; a terceira, o ladrão que é um fidalgo basco de Navarra; e a quarta e última parte, a execução de José. Da obra destaco os trechos: [...] Eu estava, pois, com o nariz enfiado na minha corrente, quando escutei dizerem: “Eis a ciganinha!”. Eu ergui os olhos e a vi. Era uma sexta-feira e eu não a esquecerei jamais. Vi a Carmen que o senhor conheceu, na casa de quem eu o reencontrei há alguns meses. Ela usava um saiote vermelho muito curto, que deixava à mostra meias de seda brancas com mais de um buraco, e pequenos sapatos de marroquim vermelho atados com fitas cor de fogo. Afastava sua mantilha para mostrar os ombros, e um grande buquê de cássias saía de sua camisa. Trazia uma flor de cássia no canto da boca e avançava balançando os quadris como uma potranca do haras de Córdoba. Em meu país, uma mulher nesses trajes faria com que todo mundo se benzesse. Em Sevilha, todos lhe endereçavam gracejos diante de seus volteios. Ela respondia a cada um, dirigindo olhares lânguidos, as mãos na cintura, insolente como a verdadeira cigana que era. De inicio, não me agradou e retornei a meu trabalho. Mas ela, seguindo o costume das mulheres e dos gatos, não vêm quando os chamam e que vêm quando não são chamados, parou à minha frente e me dirigiu a palavra. [...] Com um pulo, ela saltou por cima de mim e disparou a correr mostrando-nos um belo par de pernas!... Falam das pernas de basco: as dela valiam o ditado... tão rápidas quanto bem torneadas. [...] Ocorre que eu não conseguia deixar de pensar nela. O senhor acredita! Eu ainda tinha diante de meus olhos suas meias de seda furadas que ela deixou à mostra quando fugiu. [...] Quando estamos de olho numa mulher, não há méritos em fazer pouco-caso da morte [...] – Sabes – me disse ela – que desde que és meu rom eu te amo menos que quando eras meu minchorrô? Eu não quero ser atormentada nem comandada. O que desejo é ser livre e fazer o que me agrada. Cuidado para que eu não chegue ao limite! Se me complicas a vida, arranjo alguém que faça contigo o que fizeste com o Caolho [...]. A obra foi transformada em ópera de quatro atos, em 1875, pelo compositor francês Georges Bizet (1838-1875), com libreto de Henri Meilhac e Ludovic Halévy, da qual disponho com a interpretação de Maria Irwing & a Royal Ópera House com regência do maestro Zubin Mehta. Também, em 2003, foi adaptada para o cinema dirigido pelo cineasta espanhol Vicente Aranda (1926-2015), protagonizado pela belíssima atriz espanhola Paz Vega. Veja mais aqui.

IMAGEM DO DIA
 Diane de Grand Lieu, comics by Hanz Kovacq


Veja mais no MCLAM: Hoje é dia do programa SuperNova, a partir das 21hs, no blog do Projeto MCLAM, com apresentação sempre especial e apaixonante de Meimei Corrêa. Em seguida, o programa Mix MCLAM, com Verney Filho e na madrugada Hot Night, uma programação toda especial para os ouvintes amantes. Para conferir online acesse aqui.

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