quinta-feira, abril 03, 2008

CAMUS, BEATRIZ SARLO, CAMÕES,GNERRE, ARISTIDE MAILLOL, PSICOLOGIA, SEXUALIDADE & BIRITOALDO

 
A arte do escultor e pintor francês Aristide Maillol (1861-1944). Veja mais aqui.


XV - Quando a língua dá no dente do alcagüete, sai de riba que lá vem o enterro voltando - Depois do incidente, estavam os dois mais remendados que molambo de retalhos alinhavados numa enfermaria local, vítimas da ardilosa feitura de um catabí vaticinado pelo anticristo. Verdade, gente! Olhe, quem visse o estado dos futuros nubentes, diria que aquilo tudo devia de ser atribuído a uma barroada estrondosa de dois foguetes raçudos e revoltados no espaço sideral com os destroços todos se despencando pra cima deles, devido deplorável expressão encontrada dos enfermos. Birito deitado de bruços, num podia nem se virar, só até, no máximo, ficar de bandinha não sem gemer por dores infames: era o furico costurado até a goela. E o pior: torando um aço da pêga por causa do bafafá truculento que os familiares dela armavam pro seu lado. O cabra sofria do corpo e de medo da sua sina que, por certo, não seria nada agradável para qualquer cristão. Sabia já que seria esfolado até a última lona de num valer mais nenhum tostão furado que fosse! Isso porque os caboetas abomináveis que acolitavam a rede de prosélitos no cós do Ernestinildo, na maior adulação e hostilidades, pintavam piormente sua caveira para a mais fuderosa das vinditas. Previa mais: o negócio ia feder até onde se desse enredo e, com certeza, pro resto de sua vida. Munga foi pior: ainda se ressentindo das dores nas canelas por ter feito as doze rodas da dança de São Gonçalo pra conseguir marido e não morrer vitalina, foi costurada dos pés à cabeça: um buraco só entre a vagina e o ânus, o osso do mucumbu fraturado de ser os cacos removidos para introdução de uma prótese ali; o estômago dilacerado em bordas; as tripas gaiteiras estouradas; esôfago, laringe, traquéia, garganta, boca, tudo remendado nos mínimos detalhes para recompor as bandas que ficaram da coitada. Será que virara a Emilia do Lobato? Já não era lá duma boniteza interessante, imaginem depois de uma extrovengada dessa? O escarcéu fora grande e claro que iria sepultar os projetos do Birito, agora mais perto de ser enterrado vivo, dando adeus à sua vida ainda na flor da idade. O Ernestinildo não se controlava de tão indignado, convocando uma penca de trogloditas para dar cabo na audácia do indigitado. A polícia, ao seu controle, investigando até as pregas dele para saber o que foi que sucedeu. O negócio de fétido e nauseabundo se posicionava para missa de sétimo dia com hora marcada e tiro até no certificado de conclusão do ensino primário. Quase que matam Birito ali, na hora, não fosse o remexido relutante da Munga para que não se metessem a besta de acabar com seu sonho. Ela não falava, não podia, ronronava balançando a cabeça em sinal de negação, num mexido agoniado e incompreendido por todos os que se encontravam ali presentes. O pai, assim, confuso com a atitude da filha, mandou retirar a maca do indesejado para outro cafundó de Judas. Ôxe, arrastaram o cabra como quem esmaga uma caixa de papelão imprestável. E se Birito já estava ruim, desconjuntou-se de vez. Tinha um nego que prendia o nariz dele pra matá-lo asfixiado logo. E um outro apertando o gogó, mais um afinando a cintura na marra, dobrando o espinhaço, dando nó nos dedo da mão, torcendo os braços, enozando as pernas, vôte! Ficou mais parecendo um boneco de pano de tão desmilinguido. Ela, não, relutava com a violência que imprimiam nele. - O qu-qui-que fo-foi, fi-filhinha, ra-ra-i-inha-nha da-da mi-mi-minha vi-vida? Ela só se debatia balançando a cabeça dando a entender que não fizessem aquilo. - Eu ma-ma-mato, e-se-se ca-ca-cabra sa-sa-fafafa-fa-fa-do! E ela mais se contorcendo para que o pai não fizesse aquilo. Seu Manuel Bertulino e dona Táquia foram barrados de ver o filho que se encontrava incomunicável numa saleta ignorada sob a vigilância de uns quinhentos capangas ameaçadores que lhe torturavam o restinho da pelanca para extrair confissões que por certo dariam no seu patíbulo com verdugo e tudo que fosse de ruim para sua morte matada no terreiro mais agreste que se tivesse notícia. Munga agitadíssima repetia sinais incompreensíveis para a galera presente, quando um dos médicos notou que seu aceno era para que desse para ela uma caneta e um papel. Assim fizeram. Mais trêmula que se possa imaginar devido os ferimentos e cirurgias, ela rabiscou um garrancho que foi interpretado pelo tabelião de notas, Juracildo Mendes, perito em decifrar as mais doidas caligrafias, traduzindo depois de meia hora de acomodações, arrumações de letras, de cabeça-pra-baixo, de trás-pra-frente, plantado bananeira, desvendando o quebra-cabeça de que ali constava o seguinte: foi um acidente. Quero casar com ele. Não maltratem meu amor. Ôxe, marcaram o casório na hora. Saíssem dali direto para a igreja com juiz, padre, delegado, comandante de polícia militar e uma penca de cangaceiro para garantir o enlace matrimonial. O negócio mudou de figura. Os inexoráveis marretadores passavam agora a alisar a peínha de gente que Birito havia se reduzido, não conseguindo, sequer, se manter de pé, ou deitado, ou que jeito fosse, porque a vida já se esvaia dali. Desfalecido, pintaram a gota, trouxeram médico, padre mestre-de-cerimônia, catimboseiro afamado, exorcista, pai-d'égua, virgem de vestal nuínha em pêlo, cabôco-anjo-de-pai-Tomás, pastor berrante da igreja-de-todos-os-dias-amém, anacoreta-do-fim-do-mundo, asceta-do-zênite-não-enluarado, diáconos-dos-mosteiros-escatológicos, mensageiros-da-trombeta-divina-do-céu-do-oitavo-dia, portadores-do-archote-da-verdade-imanente, crismados-da-verdade-de-Shangri-lá, batizados-dos-mistérios-de-além, encapuzados-do-senhor-santo-maior, companheiros-da-Klu-klux-klan, devotos-de-Osama-Ben-Laden, herdeiros-de-Hitler, hardcores-do-uní-vos, grunges-da-vida-estraçalhada, trashs-da-morte-superior, lipstik-lesbian-da-Nossa-Senhora-Maria-de-Jesuisis, darlings-dos-comensais-celestes, fashions-das-noites-advenas, glamourosas-dos-santos-do-pau-ôco, amigos-da-onça, drags-da-fantasia-do-céu, undergrounds-dos-souvenirs-do-diabo, descolados-das-missas-diabólicas, hards-do-demônio, sandwich-mans-da-divina-comédia-humana, proxenetas-do-capeta, sophisticated-ladyes-das-madames-caridosas-da-sociedade-cristã, o escambau de fanático que eu mesmo nunca tinha sequer ouvido falar. Só Mãe Nega que conseguiu que suspirasse o seu faniquito, desmaiando de novo umas dez vezes ao mesmo tempo. Era sinal de um taco de vida ainda possível de ser recuperada. O cara agora não valia mais um só cocô de louro, num tinha um osso sequer inteiro, tudo aos fragmentos na carne esticada. Na engenharia feita, o cara sobrou com jeito de Frankstein de tão mexido e acoplado que ficou sendo, com próteses as mais diversas arrumadas do crânio ao dedo mindinho dos pés, do sangue misturado de gente e animal que aparecesse que não dava vencimento, o cara seco, esvaziado, tinha que levar umas bombadas de oxigênio e do gás que tivesse à disposição dos lutadores em retrazer sua vida da morte lascada para as núpcias desejadas pelo dono-de-todas-as-posses do local. Era a vontade dele e havia de ser cumprida, nem que o cara virasse um andróide busuntão que se assemelhasse com um Et ou Freddie Krueger ou Jason Ford ou ogro qualquer que resultasse dos recursos mais extraordinários disponíveis pelos fazedores de milagres, promissores dos acontecimentos esdrúxulos e fabricadores das carrancas medicinais. Depois de tudo embrulhado dentro do corpo do rapaz, iniciaram uma cirurgia plástica para salvar a feiúra ocrídia que já era de nascença, para dar-lhe um ar de Don Juan apolíneo de presente para a filha do grande senhor Ernestinildo. Tudo pronto quase trinta horas depois, estava o cara sonado em pé, teso, mais parecendo um robô de tão automatizado que ficara. O cabra tinha mais tipo de droga no organismo que toda reserva da Colômbia. Deixaram-no de quarentena sob a vigilância de uns dois mil capazes, até que Munga se restabelecesse completamente para o evento esponsal. Enquanto isso, as línguas andavam soltas a dar vazão na invencionice de que aquilo havia sido obra de um capeta intergaláctico que penalizara os dois pombinhos, ou que fora obra do castigo de Deus, ou uma explosão de algum gêiser desconhecido, ou praga de mãe, ou sei lá que porra mais que o povo inventa que a gente nem imagina que possa existir de tão absurdo que se conta. Encurtando o despropósito, deu-se no dia do casório. Birito ainda nem sequer piscava o olho todo remendado e só repetindo que "o senhor é meus pastor, nada me faltará". Mais nada. Repetia hipnotizado e cheio dos braquearos. Segurado pelo braço por dois carrancudos seguranças, estava lá, em frente do altar, embecado num palitó arroxeado arrumado às pressas pelo sogro, dando a entender que estava todo nos trinques, quando a noiva entrava ao som de Mendhelsson, trupicando até chegar ao lado dele. As mães das filhas casadouras do local choramingavam nos lencinhos enquanto os pais morriam de inveja daquela efeméride tão ruidosa. O pai avexado mandou logo a padre abreviar a coisa porque o povo todo do lugar e da redondeza se espremia doida para o comes e bebes que o anfitrião iria proporcionar aos comparecentes. O vigário foi logo direto e declarou casados em nome do Senhor, pt saudações, sem ao menos pronunciar as usuais expressões de que Munga Xantipa esposa pela anuência de Deus de Biritoaldo Bertulino até que a morte os separe. Foi um fuguetório da porra do lado de fora, uma girândola de mais de cinqüenta milhões de fogos de artifícios, doze horas e meia como a praga a espoucar nos céus da província. Até o poderio armamentista dos norte-americanos mandaram dez bombas atômicas e uns cinqüenta misseizinhos fuderosos para animar ainda mais o fuzuê. O fumaceiro atrapalhou uns cinco meses as atividades regulares da cidade e favorecendo as atividades escusas do poderoso, enquanto o povo bebia e comia do estandarte de coisas oferecidas em glória do casamento da filha do maioral. Dessa festa toda eu sei que morreram uns vinte mil de intoxicação, três mil de caganeira braba, sete mil de cirrose crônica, uns quatrocentos e cinquenta de porre etílico, e outros tantos de enfermidades várias. De Birito se sabe que depois da cerimônia sacudiram-no na cama do quarto da mansão que o pai construíra para a filha em tempo recorde, deixando-lo lá estirado, enquanto Munga mandou que todos se retirassem, trancando a porta para ficarem sozinhos. Isso era meio dia em ponto de uma sexta-feira qualquer. Munga saiu do quarto quinze dias depois deixando o Birito mais morto do que vivo. Foi mesmo! Ela ao se trancar, começou a fazer um streep-tease pra ele, dele começar a desmaiar antes da hora, o maior puxa-e-encolhe, a mulher doida, subindo pelas paredes, agarrando-se no caralho do rapaz e pulando sua cheba em cima dele pelo prazo decorrido. Ela estava realizada, toda ancha, satisfeitíssima. A olheira dele se estendia por todo corpo, parecendo mais hematomas do primeiro fio de cabelo da cabeça ao último centímetro das pontas dos pés. Foi aí que começaram a boatar que tinha virado preto de tanta roncha que o cara exibia. Se já estava disforme, imagine todo com a cor de sangue pisado. Hum! Quatro anos depois Birito deu conta da sua vida: herdeiro de uma das maiores fortunas que se tenha notícia, dominado até a alma e levando gaia de parecer um gnu rejeitado por todos. Munga Xantipa agora era o diabo pintado em carne e osso, braba como a porra, chata que nem pinicada no colhão, mais desumana que a madrasta que enterra enteadas vivas, mais teimosa que a mulher do piolho ou um jumento empacado quando cisma num mata-burro, uma verdadeira mãe de São-Pedro de tão avarenta. Quando ele se achegava todo cheio de mimo, ela largava logo uns bregues de rejeição. E outra: num podia tomar qualquer decisão porque nada valia que partisse dele, ilaqueado que estava no seu estúrdio. Enganou-se ele, mais uma vez, ao pensar que estava no aquário do sogro, hum, um zé-ninguém na estima de todos e isso para quem não podia nem com uma gata pelo rabo, era o cúmulo, estava rico mas não podia desfrutar de nada. O casório já prenunciava que passavam de esponsais para litigantes. - Tome jeito, cabra! -, era a ameaça que recebia quando botava gosto ruim em algo. A mulher pintava e bordava e ele de olho aboticado e gaia lubrificada com as extravagâncias dela. Como não podia reclamar de nada, enfrentava o espelho de ficar batendo chifre três horas encarreadas. - Eita, rapariguinha-de-Zé-Pedo! -, reclamava sozinho ele com o comportamento da Munga. O negócio amainou um pouco quando ela engravidou. Ele todo feliz por ser pai pela primeira vez, estava esquecendo tudo que ela cometera para ferir-lhe o brio, reafirmando sua situação conjugal. Ôxe, aí é que tudo emborcou. Ela começou a ter enjôos os mais espetaculares, como a de querer que o marido comesse bosta mole para saber se o gosto estava bom, ele na maior careta, danava a garfada justo na parte da merda que ela escolhera, tendo que arrumar cocô fresco às três horas da manhã, esperando que algum ser vivente viesse com caganeira salvar-lhe a bronca. Ou quando queria que um mondrongo peiudo visse enrabá-lo para ela comer gala com fezes. Ou quando tendo de arrancar uma tufa de pentelho para que ela ficasse enrolando as aranhas de seu criatório na charanha dela. Tem mais: ir buscar entrecasco de caju com dois fiapos de cabelo da venta de uma onça jaguaretê viva para que ela pudesse comer misturado com todo tipo de asneira feito tijolo pisado, castanha de caju ralada, excremento de bode fedorento, cabilouro de girafa, bimba de boi assada com arroz ao molho de querosene, farelo de unha de macaco capado com calda de óleo diesel e sorvete de fruta-pão. Eita! Era cada cardápio inominável tudo com o fito do filho nascer com sustância de menino sadio. Isso, chegando esbaforido, todo arranhado das garras dos bichos mais ferozes que ela escolhia numa enciclopédia do mundo animal, com o pedido atendido justo na medida, todo sacrifício feito em nome do primogênito que honraria o seu nome, o Biritoaldo Bertulino Júnior, um Júnior para afagar o seu ego. E bote desejos esdruxúlos nisso, do cara ficar mais endoidado que anteriormente. Pior não é nada, quando o sogro soube que ia ser avô, fez uma outra festa de arromba de quase matar o resto da população empanzinada. Seu Manoel Bertulino sonhava com um Manoelzinho Neto; o Ernestinildo sonha com um Ernestinildo Neto; e ele, um júnior. Hum, o maior paparicado virou pesadelo de sexta-feira treze quando o posudo anunciou o nome do bruguelo. Foi puxavanque até umasoras. Tanto que o rebento foi registrado seis meses antes de nascer: Ernestinildo Neto. Foi muxôxo, careta, contrariedade pra tudo quanto foi lado. Assim estava, assim ficou assinado em papel fidedigno do formulário de certidão sob n.º 5.209 e com o dou fé do serventuário oficial do registro civil em virtude da lei, etc e tal, às fls. 569 do tombo A-130 de assentos mediante declarante e testemunhas arroladas, como sendo o referido verdade e dou fé, assinatura reconhecida na firma do Tabelionato de Notas da Comarca, com testemunho de verdade em data de num sei quanto de tanto de mil novecentos e cipopau primeiro. No documento estava o nome completo do assentado, com previsão de nascimento dali a alguns meses, em hora e local já determinado, do sexo masculino, filho de Munga Xantipa e pai ignorado, avós paternos desconhecidos, avós maternos na pessoa do ilustre senhor Ernestinildo Bibiano Feitosa Joaquim dos Santos Pereira Marques Silvério Martins Peixoto Alves Ferreira Andrade Soares de Alcobaça e Bragança e Lisboa e Londres e Paris e América da Silva I, Barão do Trubufú & Senhorém e mais ninguém. Pronto e acabou-se. Bá. Birito não enguliu aquilo com facilidade, fez que aceitava mas tramando uma para cima de todos. E se dizia que deixasse o filho nascer que eles iam ver a sua vingança, deixassem. Ele armando das suas. Espia só. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui


PENSAMENTO DO DIAJulgar se a vida vale ou não a pena ser vivida é responder à questão fundamental da filosofia. Pensamento do escritor, dramaturgo e filósofo francês Albert Camus (1913-1960). Veja mais aqui e aqui.

LINGUAGEM & COMUNICAÇÃO - [...] A linguagem não é usada somente para veicular informações, isto é, a função referencial denotativa da linguagem não é senão uma entre outras; entre estas ocupa uma posição central a função de comunicar ao ouvinte a posição que o falante ocupa de fato ou acha que ocupa na sociedade em que vive. [...]. Trecho extraído do livro Linguagem, escrita e poder (Martins Fontes, 1987), do antropólogo e linguísta Maurizio Gnerre. Veja mais aqui.

PLANETA TERRA - [...] O planeta é um mundo imaginário inventado por uma seita secreta que age como um escritor coletivo. [...]. Trecho extraído de Borges, un escritor en lãs orillas (Ariel, 1995), da escritora e crítica literária argentina Beatriz Sarlo.

POESIA - [...] Transforma-se o amador na coisa amada. Por virtude de muito imaginar, não tenho logo mais que desejar, pois em mim tenho a parte desejada [...] Trecho extraído de Os melhores poemas, de Luis Vaz de Camões. Veja mais aqui e aqui.

DESCOBRINDO O PRAZER – O livro Descobrindo o prazer: uma proposta de crescimento sexual para a mulher, de Julia R. Heiman e Joseph Lopiccolo, trata de temas como envolvimento, medos e esperanças, solidão, parceiro, programa de crescimento, conhecimento próprio, atitude sexual, história sexual pessoal, abuso, o corpo, órgãos genitais, sentimentos negativos e positivos, mitos e equívocos sobre sexualidade feminina, o toque, exercícios de relaxamento, ponto G, masturbação, técnicas de terapia cognitiva, resposta sexual, contracepção, medo e orgasmo, excitação, vibrador, ciclo menstrual, gravidez, ginecologia, exames de seio, apetite sexual, relação sexual, prazer mútuo, posições, fantasias, afeto sexual, orgasmo e penetração, estupro, incesto, AIDS, religião, valores pessoais, sexo anal e oro-genital, afrodisíacos, terapias, entre outros importantes temas. REFERÊNCIA: HEIMAN, Julia; LOPICCOLO, Jospeh; Descobrindo o prazer: uma proposta de crescimento sexual para a mulher. Summus, 1992.

PSICOLOGIA – O livro Psicologia: abordagens atuais, de William E. Glassman e Marilyn Hadad, trata de assuntos como comportamento, abordagens diferentes, origens, métodos para estudo do comportamento, abordagens biológicas, a natureza do sistema fisiológico, interações mente e corpo, base hereditária, behaviorismo, condicionamento clássico e operante, abordagem cognitiva, pensamento e ação, percepção e cognição, aprendizagem e memória, resolução de problemas, linguagem, abordagem psicodinâmica, psicanálise, motivação e mente, neofreudianos e não-freudianos, abordagem humanista, personalidade e pessoa, desenvolvimento, jornada de vida, gênero, comportamento social, pesquisa e estatística, entre outros temas. REFERÊNCIA: GLASSMAN, William. HADAD, Marylin. Psicologia: abordagens atuais. Porto Alegre: Artmed, 2008.

HISTÓRIA DA PSICOLOGIA – O livro História da Psicologia: rumos e percursos, organizada por Ana Maria Jacó-Vilela, Arthur Arruda Leal Ferreira e Francisco Teixeira Portugal, aborda questões como o múltiplo surgimento da psicologia, cultura luso-brasileira, novos critérios de cientificidade no século XIX, dispersão de saberes e práticas no séc. XX, diálogo com o social, entre outros importantes assuntos. REFERÊNCIA: JACÓ-VILELA, Ana; FERREIRA, Arthur; PORTUGAL, Francisco. História da Psicologia: rumos e percursos. Rio de Janeiro, Nau, 2007.

PSICOLOGIA E TRABALHO NA HISTÓRIA – O livro Psicologia e trabalho na história: da apropriação do tempo à busca da felicidade, de Aline Santos Laner, trata da organização social e tempo na Idade Média, concepção mediável do trabalho, civilização medieval cristã e a clássica muçulmana, o comercio e o tempo do mercador, concepções religiosas sobre o trabalho, humanismo e secularização do trabalho, felicidade e cidadania organizacional, trabalho, brasilidade e latinidade, entre outros temas. REFERÊNCIA: LANER, Aline. Psicologia e trabalho na história: da apropriação do tempo à busca da felicidade. Ijuí: UniJuí, 2005.

PSICOLOGIA AMBIENTAL – O livro Psicologia Ambiental, de Norman W. Heimstra e Leslie H. Motarling, trata do ambiente construído, salas e moradias, edifícios e instituições, cidades, o ambiente natural e comportamento, fontes de ameaça, entre outros assuntos. REFERÊNCIA: HEIMSTRA, Norman; MOTARLING, Leslie. Psicologia Ambiental. São Paulo: EPU/EdUsp, 1978.

PSICOLOGIA NO SÉCULO XX – O livro Psicologia do século XX, de Edna Heidbreder, aborda assuntos como sistemas de psicologia, função e significado, o funcionalismo, estruturalismo e Titchener, a psicologia de William James, o behaviorismo, psicologia dinâmica, gestalt, psicanálise e psicologias do século XX. REFERÊNCIA: HEIDEBREDER, Edna. Psicologia do século XX. São Paulo: Mestre Jou, 1981.

MANUAL DE PSICOLOGIA COGNITIVA – O livro Manual de Psicologia Cognitiva, de Michael W. Eysenck e Mark T. Keane, trata da psicologia cognitiva experimental, percepção visual e atenção, reconhecimento de objetos, movimento e ação, limitações da atenção e do desempenho, memória e aprendizagem, sistemas de memória de longo prazo, memória cotidiana, aprendizagem, linguagem, percepção da leitura e da fala, concepção da linguagem, produção da linguagem, pensamento e raciocínio, resolução de problemas e perícia, criatividade e descoberta, julgamento e tomada de decisão, raciocínio e dedução, presente e futuro, entre outros assuntos. REFERÊNCIA; EYSENCK, Michael; KEANE, Mark. Manual de Psicologia Cognitiva. Porto Alegre: Artmed, 2007.

PSICOLOGIA COGNITIVA – A obra Psicologia Cognitiva, de Margaret W. Matlin, aborda temas como origem da psicologia cognitiva, neurociência cognitiva, abordagem do processamento de distribuição paralela, processos perceptivos, reconhecimento do objeto, atenção, memória de trabalho, a abordagem de Baddeley, memória de longo prazo, memória autobiográfica, estratégia de memória e metacognição, características das imagens mentais, mapas cognitivos, memória semântica, esquemas e scripts, a natureza da linguagem, percepção da fala, processos básicos de leitura, compreensão do discurso, a fala, escrita, bilinguismo, resolução de problemas, criatividade, raciocínio dedutivo, tomada de decisão, desenvolvimento cognitivo, entre outros temas. REFERÊNCIA: MATLIN, Margaret. Psicologia Cognitiva. Rio de Janeiro: LTC, 2004.


A arte do escultor e pintor francês Aristide Maillol (1861-1944). Veja mais aqui.




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