segunda-feira, janeiro 02, 2017

DO QUE FOI PRO QUE É QUASE NADA


DO QUE FOI PRO QUE É QUASE NADA - Primeiro a índia caeté, Iangaí, do Recife ao São Francisco, o reino alvoradinha. Depois o branco peró chegou no litoral impondo um deus que os protegia domesticando mameluco, para invadir a Mata Atlântica com sua alma assassina e ambição exploradora pelo agreste e sertão. Aos carões da força das armas e do dinheiro subjugaram tudo e trouxeram escravo o negro africano. Da metrópole todas as ordens pra colônia, os sabidos que prosperavam no gigante tratado por anão. Deu-se então a maior fodelança e nada mais que intrigas, traições, roubalheiras. Comprou-se caro o império de mentira até enraizar uma república de interesses escusos e chegar no século XX como o maior representante de bananas. Morenos engravatados assumiam currais longínquos em todas as localidades dos pontos cardeais, autoproclamando-se caciques dos destinos e salvadores dos seus bolsos e dos interesses públicos mais privados. A eles todo o poder sobre os fatos, a justiça, os recursos e a vida da mundiça servil de Maria-vai-com-as-outras. De fato, uma república de bananas e de pinóias que ostentava a sua democracia não cumprida e de fachada. Pilhérias pras manchetes, escândalos pras cucuias, conluios pra enganar os bestas. Não há quem identifique a bandeira de Castro Alves, muito menos o Fado Tropical ou as Querelas, porque sobram gatunildos e ladronácios pra fazer das ruas o esgoto geral. Do que foi pro que é, pense, é quase nada. © Luiz Alberto Machado. Veja mais aqui

 Curtindo o álbum The Lark Ascending (Decca, 1985), do compositor inglês Vaughan Williams (1872-1958), com Academy of St. Martin in the Fields and Iona Brown and Sir Neville Marriner.

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Trecho da obra Considerações extemporâneas (Abril, 1978), ), do filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900). Veja mais aqui, aqui, aqui e aqui.

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