quarta-feira, abril 30, 2014

REMEXENDO AS CATRACAS DO QUENGO E QUEIMANDO AS PESTANAS COM COISAS, COISITAS E COISÕES!!!!!!



HOMEM SOU E NADA HUMANO ME É ESTRANHO –Anexim atribuído ao dramaturgo e poeta romano Públio Terêncio Afer (195 a.C-159 a.C), originalmente: "Homo sum, humani nihil a me alienum puto". A história dele é curiosa: teve uma infância de escravo do senador Terentius Lucanus, tendo excelente educação. Suas comédias tratam problemas morais, sempre com mentalidade de humanista. A sua obra prima é a peça teatral Os Irmãos que compara os efeitos de duas maneiras diferentes de educar os filhos: a severidade paternal e a compreensão liberal. Outras frases atribuídas ao comediógrafo romano: “Nada é tão difícil que, à força de tentativas, não tenha resolução”, ou “É sábio experimentar todos os caminhos antes de chegar ás armas”. Melhor ainda: “Nada é tão fácil que, feito de má vontade, não se torne difícil”. Veja mais Momentos de Reflexão.

O FAUSTO DE GOETHE – Oriundo de uma lenda popular alemã a respeito de um pacto feito pelo alquimista e mágico Dr. Johann Georg Faust (1460-1549) com o demônio, tornou-se a inspiração para diversas peças teatrais, entre as quais, o poema trágico homônimo de Johann Wolfgang Goethe (1749-1832), tornando-se umas das grandes obras primas da literatura alemã. No texto encontramos um dos personagens, Mefistófeles dizendo: De sol e de mundos nada sei dizer, vejo apenas como os homens se atormentam. O pequeno Deus do mundo continua na mesma e está tão admirável assim como no primeiro dia. Um pouco melhor ele viveria, não lhe tivesses dado o brilho da luz celeste; ele chama isto razão e lança mão dela somente para ser mais animalesco do que cada animal”. Noutra ocasião Fausto menciona que: “Temos necessidade justamente daquilo que não sabemos e sabemos aquilo que não sabemos utilizar”. Mais adiante faz menção: “Sou velho demais para somente me divertir; moço demais, para ser sem desejos. Que pode o mundo bem proporcionar-me? A existência é um fardo”. Em seguida ele confessa que: “Eu nunca soube adaptar-me à sociedade. Diante dos outros sinto-me tão pequeno que serei eternamente um acanhado”. Por fim, arremata: “Quem aspirar, lutando ao alvo / À redenção traremos”. Veja mais Goethe.

ÉTICA – A ética no Brasil é na base da consanguinidade e do compadrio, como diz o Doro: “Pra família e pros amigos, tudo! Pros inimigos, a lei!”. A propósito já dizia Sérgio Buarque de Holanda no seu Raízes do Brasil: "O Estado não é uma ampliação do círculo familiar e, ainda menos, uma integração de certos agrupamentos, de certas vontades particularizadas, de que a família é o melhor exemplo. Não existe, entre o circulo familiar e o Estado, uma gradação, mas antes uma descontinuidade e até uma oposição". Será o Fecamepa? Veja mais Doro.

SAÚDE NO BRASIL – Enquanto a Constituição Federal determina no art. 196 que “[...] A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”, Zé Corninho fica coarando meses para ser atendido por um médico para lhe curar da hérnia que faz com seus colhões desçam ao joelho, Vera Indignada chora a morte do sobrinho da prima por falta de atendimento médico numa emergência, a avó de 93 anos de idade do Robimagaiver em estado grave recebe alta porque o hospital está precisando do leito para acomodar outro paciente endinheirado, a bisavó de Doro é dada por morta quando ainda estava vivinha esquecida num canto duma UTI, afora desvio de medicamentos da glaucoma, má gestão pública, malversação do erário pública, uma praga a saúde no Brasil! Por isso, Ruben Araujo de Mattos diz: “[...] não é aceitável que os serviços de saúde estejam organizados exclusivamente para responder às doenças de uma população, embora eles devam responder a tais doenças. Os serviços devem estar organizados para realizar uma apreensão ampliada das necessidades da população ao qual atendem. [...] Um paciente não se reduz a uma lesão que nesse momento lhe provoca sofrimento. Tampouco não se reduz a um corpo com possíveis lesões ainda silenciosas, escondidas à espera de um olhar astuto que as descubra. Tampouco se reduz a conjunto de situações de risco. O profissional que busque orientar suas práticas pelo princípio da integralidade busca sistematicamente escapar aos reducionismos. [...] Como também não se reduzem às necessidades de informações e de intervenções potencialmente capazes de evitar um sofrimento futuro. As necessidades não se reduzem àquelas apreensíveis por uma única disciplina como a epidemiologia, ou como a clínica. Novamente, o princípio da integralidade implica superar reducionismos. [...] As respostas aos problemas de saúde devem abarcar as suas mais diversas dimensões. Analogamente, devem oferecer respostas aos diversos grupos atingidos pelo problema em foco. [...] Há profissionais que, impossibilitados de tratar com sujeitos, tratam apenas das doenças. Lidam com os sujeitos como se eles fossem apenas portadores de doenças, e não como portadores de desejos, de aspirações, de sonhos. Há modos de organizar os serviços que tomam certas percepções de necessidades (percepções necessariamente subjetivas) como se fossem reais. Reificando suas próprias percepções, tornam-se insensíveis aos desejos e aspirações de outros sujeitos, quer estejam eles como pacientes como usuários, quer como profissionais. Há formuladores de política que concebem os sujeitos que sofrerão as consequências das políticas que formulam como objetos, alvos das intervenções. (Ruben Araújo de Mattos, Os Sentidos da Integralidade: algumas reflexões acerca de valores que merecem ser defendidos). Confira mais Saúde no Brasil.

MAIOR ARRANCA-RABO! – Depois duns xingamentos regados a tabefes, empurrões e deixa-disso, a dupla das desavenças Zé Peiúdo e Zé Bilôla dá de novamente se agarrar num estrupício sob o teor da rixa. Um gritou pro outro: “Enquanto inzistir genti da sua laia na face da terra o mundo nunca vai prestá!”. O riscado das peixeiras chega espirrar fogo nas calçadas. Esses nunca se entenderam. Melhor seria o que diz Débora Massmann: “[...] é no espaço da controvérsia que a argumentação se consolida à medida que se estabelece a interação entre os interlocutores, ou seja, à medida que se considera o outro como um sujeito capaz de reagir e de interagir discursivamente pelo exercício da negociação e do entendimento através do debate”. (Débora Massmann, Argumentação em busca de um conceito). Ou mesmo o que diz Boaventura de Souza Santos no seu “A crítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência”: "[...] a incapacidade de estabelecer uma relação com o outro a não ser transformando-o em objeto". Ah, danou-se! Será tudo isso é coisa do Big Shit Bôbras?!?!?!?


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domingo, abril 06, 2014

REFLEXÕES DE METIDO EM CAMISA DE ONZE VARAS E CHEIO DE NÓ PELAS COSTAS!!!!!




SÍNDROME DE KLÜVER-BUCY – Que droga é nove? Trata-se de uma doença diagnosticada psicólogo alemão Heinrich Klüver e pelo cirurgião Paul Clancy Bucy, em 1939, e registrada pela jornalista inglesa Rita Carter, na sua famosa obra “Ouro da mente – o funcionamento e mistérios do cérebro humano”. Por causa disso passei a entender porque o Doro quase foi preso semana passada por querer despejar sua hipersexualidade numa porca (e em bichos de qualquer natureza desde a sua mais tenra idade) na ausência duma frochosa para sapecar seus desejos sexuais. Isso é que é o Big Shit Bôbras.


JÁ DIZIA O SIR ISAAC NEWTON - Se eu vi mais longe, foi por estar de pé sobre ombros de gigantes. Esse sabia das coisas, veja mais no Pesquisa.

VIVIANE MOSÉ – Um importante momento aconteceu quando vi a poeta, filósofa e psicóloga Viviane Mosé defender a importância dos conceitos do filósofo alemão Nieztsche de produção da linguagem na cultura ocidental para transvalorização de todos os valores. Indica ela magistralmente a dificuldade de aceitação do pensamento nietzschiano nos meios acadêmicos. Veja mais Viviane Mosé e Niezstche.

AONDE LEVA UMA PAIXÃO AVASSALADORA – Uma das mais desmanteladas paixonites agudas, foi a que envolveu o filósofo Auguste Comte e a escritora Cloltilde de Vaux. Ambos casados se enrolaram num amor proibido, dessa paixão levar o pensador a ficar de joelhos diante da irredutível e fidelíssima Clotilde que não cedia aos seus rogos nem permitia a consumação do fato, muito embora tenha desse muita bola de endoidá-lo, a ponto dele criar uma religião só pra venerá-la. O amor faz cada uma, hem? Confira mais no Crônica de amor por ela.

PAIXONITE AGUDA E ESCANDALOSA – Outro estrupício amoroso foi no início da Psicanálise, que envolveu Carl Gustav Jung e a jovem judia russa, Sabina Spielrein. Ela era uma filha doente de um casal de judeus mercadores que foi tratada pelo discípulo de Freud, envolvendo-o numa paixão avassaladora que virou tema da peça teatral The talking cure, de Cristopher Hampton, e transformada pro cinema na direção de David Cronenberg (conhecido no Brasil como Um método perigoso). Jung muito bem casado com uma ricaça deixou-se levar pelo masoquismo da russa, resultando numa das mais impressionantes histórias de amor e sexo. Imperdível. Confira mais no Crônica de amor por ela.

ESSA É DO POETA RALPH WALDO EMERSON (1803-1882) - A boa noticia é que no momento em que você decide que aquilo que sabe é mais importante do que aquilo que foi ensinado a acreditar, você muda de ritmo em sua busca por abundância. O sucesso vem de dentro, não de fora. Veja mais Momentos de reflexão.


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