quinta-feira, julho 25, 2013

O SER HUMANO E SEUS PAPÉIS CONSTRUTIVOS E NÃO-CONSTRUTIVOS

O SER HUMANO E SEUS PAPÉIS CONSTRUTIVOS E NÃO-CONSTRUTIVOS – Militão & Militão (2000, p. 13) assinalam que:

O ser humano é caracterizado como tal pela sua identidade (nome, local e data de nascimento, filiação, impressões digitais, íris, arcada dentária, DNA), pelos papéis que desempenha (profissional, pai, filho, mãe, amigo, irmão, etc.) ou, em termos de comportamento, no dia a dia junto aos outros, pelas suas qualidades e seus defeitos (características que, ora são defeitos, ora são qualidades, dependendo do contexto, do foco ou estereótipo naquele momento estabelecido). Essas características são acentuadas exatamente no desempenho de papéis, no dia a dia. Papéis construtivos (qualidades, virtudes) e papéis não-construtivos (defeitos, atitudes nocivas”.

Veja, portanto, em que perfil você se enquadra:

PAPÉIS CONSTRUTIVOS

Conciliador: busca um denominador comum. Quando em conflitos, aceita rever sua posição e acompanha o grupo para não chegar a impasse. Ajuda buscar alternativas de solução comum a todos.

Mediador: resolve as divergências entre outros membros, alivia as tensões nos momentos mais difíceis, intercede com palavras de ânimo e encorajamento.

Animador: demonstra afeto e solidariedade aos outros membros do grupo, bem como compreensão e aceitação de outros pontos de vista, ideias e sugestões, concordando, recomendando e elogiando as contribuições dos outros. É ativo, proativo, entusiasta e festivo.

Ouvinte interessado: acompanha atentamente as atividades do grupo e aceita as ideias dos outros, servindo de auditório e apoio nas discussões e decisões do grupo. Fala menos e faz intervenções inteligentes, procurando sempre agregar.

PAPÉIS NÃO-CONSTRUTIVOS

Dominador: procura afirmar sua autoridade ou superioridade dando ordens decisivas, interrompendo os demais, manipulando o grupo ou alguns membros, sob a forma de adulação, afirmação de status superior, etc. A sua verdade é única e não aceita argumentação de terceiros.

Dependente: busca ajuda, sob forma de simpatia dos outros membros do grupo, mostrando insegurança, autodepreciação e carência de apoio. Adota, frequentemente, a postura de vítima.

Criador de obstáculos: discorda e opõe-se sem razão, mantendo-se teimosamente negativo até à radicalização, obstruindo o progresso do grupo, mesmo após uma decisão ou solução já atingida. Não importa a situação ou tema discutido: ele é sempre do contra.

Agressivo: ataca o grupo ou assunto, fazendo ironia ou brincadeiras agressivas, mostrando desaprovação dos valores, atos e sentimentos dos outros. Costuma utilizar franqueza depreciativa.

Vaidoso: procura chamar a atenção sobre si de várias maneiras, contando realizações pessoais e agindo de forma diferente, para afirmar sua superioridade e vantagens em relação aos outros.

Reivindicador: manifesta-se como porta-voz de outros, de subgrupos ou classes, revelando seus verdadeiros interesses pessoais, preconceitos ou dificuldades. Aparentemente, dá uma de bonzinho, porém ele está preocupado é consigo, em buscar vantagens pessoais.

Confessante: usa o grupo como plateia ou assistência para extravasar seus sentimentos, suas preocupações pessoais ou filosofia, que nada tem a ver com a disposição ou orientação do grupo na situação-momento. Aproveita todos os momentos que pode para alugar o grupo e fazer longos relatos e desabafos.

Gozador: aparentemente agradável, entretanto evidencia seu completo afastamento do grupo, podendo exibir atitudes cínicas, desagradáveis, indiferentes à preocupação e ao trabalho, através de poses estudadas de espectador, que se diverte com as dificuldades e esforços dos outros. Tem sempre uma piada ou um comentário engraçado ou pejorativo. Na verdade, tudo isso para chamar atenção para si.

REFERÊNCIAS
MILITÃO, Albigenor; MILITÃO, Rose. Jogos, dinâmicas e vivências grupais: como desenvolver sua melhor técnica em atividades grupais. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2000.

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