quarta-feira, setembro 26, 2012

O RÁDIO & A RADIODIFUSÃO NO BRASIL


A RADIODIFUSÃO –  Com base nos estudos realizados por Vampré (1979), Frederico (1982), Ferrareto (2000) e Sampaio (1984), vê-se conceitualmente que o rádio é um meio de comunicação baseada na difusão de informações sonora por meio de ondas eletromagnéticas (hertzianas) em diversas freqüências. Inicialmente, conforme Lago (1969), credita-se o início de tudo ao Samuel Morse (1791-1872) que inventou em 1837, um código composto de sinais sonoros. As primeiras transmissões de rádio foram realizadas nesse código. A partir disso, segundo Federico (1982), percebe-se que o início da radiodifusão se dá a partir de 1863 quando, em Cambridge, na Inglaterra, James Clerck Maxwell, professor de física experimental, demonstrou teoricamente a provável existência das ondas eletromagnéticas. A desta revelação outros pesquisadores se interessaram pelo assunto, dentre eles, o alemão Henrich Rudolph Hertz (1857-1894), que defendeu o princípio da propagação radiofônica, em 1887, através de Hertz, quando fez saltar faíscas através do ar que separavam duas bolas de cobre. Por causa disso os antigos "quilociclos" passaram a ser chamados de "ondas hertzianas" ou "quilohertz". Após tal advento, conforme Ferracero (2000), Lago (1969) e Sampio (1984), ocorreu a industrialização de equipamentos que se deu com a criação da primeira companhia de rádio, fundada em Londres - Inglaterra pelo cientista italiano Guglielmo Marconi. Tal fato ocorreu em 1896, conforme Lopes (1970), quando Marconi já havia demonstrado o funcionamento de seus aparelhos de emissão e recepção de sinais na própria Inglaterra e percebeu a importância comercial da telegrafia. Na verdade, Marconi estava colocando em prática as teorias, idéias e descobertas de Faraday, Maxwell, Edison, Hertz, Branly e Popoff. Isto quer dizer que até então o rádio era exclusivamente "telegrafia sem fio", algo já bastante útil e inovador para a época, tanto que outros cientistas e professores se dedicaram a melhorar seu funcionamento, como tal. Oliver Lodge (Inglaterra) e Ernest Branly (França), por exemplo, inventaram o "coesor", um dispositivo que melhorava a detecção. Não se imaginava, até então, a possibilidade do rádio transmitir mensagens faladas, através do espaço. Ocorre que, segundo Moreira (1991) e Moreira & Del Bianco (1999), em 1897, Oliver Lodge inventou o circuito elétrico sintonizado, que possibilitava a mudança de sintonia selecionando a freqüência desejada. Daí em diante, Lee Forest, desenvolveu a válvula triodo. Von Lieben, da Alemanha e o americano Armstrong empregaram o triodo para amplificar e produzir ondas eletromagnéticas de forma contínua. O aproveitamento das ondas eletromagnéticas para a propagação de informação sonora, segundo Maranhão Filho (1998), acontece no início do século XX, graças à invenção da válvula radioelétrica (tríodo), criada em 1906, nos EUA, por Lee De Forest. A válvula tríodo permite a ampliação dos sinais elétricos, viabilizando a audição de sons complexos transmitidos por ondas hertzianas. No Natal de 1906, a radiodifusão é inaugurada no mundo: De Forest e Reginald Aubrey Fessenden transmitem, nos EUA, números de canto e solos de violino. Outras transmissões pioneiras são realizadas nos anos seguintes. Conforme estudado por Sampaio (1984), as emissoras de rádio desenvolvem-se de fato após a 1ª Guerra Mundial. Durante o conflito, a transmissão de ondas eletromagnéticas fica sob o controle do governo dos países em guerra. Esse atraso na implantação da radiodifusão para o grande público, no entanto, é compensado pelos avanços feitos no período, que facilitam o crescimento das estações de rádio no pós-guerra. Em apenas uma década, a radiodifusão espalha-se por todo o mundo. Em 1919 é criada a primeira empresa norte-americana de telecomunicações, a Radio Corporation of America (RCA), seguida da National Broadcasting Company (NBC), em 1926, e da Columbia Broadcasting System (CBS), em 1927. Na Europa, são implantadas várias empresas de grande porte, entre as quais a italiana Radiotelevisione Italiana (RAI), em 1924; a inglesa British Broadcasting Corporation (BBC), em 1927; e a francesa Radio France Internationale ( RFI ), em 1931. O número de receptores também aumenta drasticamente: nos EUA, por exemplo, os aparelhos de rádio sobem de 50 mil, em 1922, para mais de quatro milhões, em 1925. Em suma, a partir de se entender a abordagem histórica da radiodifusão mundial, segundo Ferrareto (2000), há que se especificar que as ondas de rádio compõem-se de oscilações rápidas dos campos magnéticos e elétricos. A taxa de oscilações é chamada de freqüência da onda, medida em hertz (Hz). Um hertz eqüivale a uma oscilação por segundo e um quilohertz (kHz) corresponde a 1.000 hertz. Cada faixa de freqüência é utilizada para transmitir tipos distintos de informação: as ondas longas (30 a 300 kHz) podem atingir cerca de 1.000 km. Elas são utilizadas, por exemplo, para transmitir dados meteorológicos a embarcações; programas transmitidos por canais de média freqüência, ou ondas médias (300 a 3.000 kHz), podem percorrer algumas centenas de quilômetros. Muitas estações de rádio utilizam essas faixas; aAs ondas curtas (3.000 a 30.000 kHz) podem alcançar grandes distâncias. Elas circundam o planeta, refletidas entre a ionosfera (uma camada da atmosfera) e a superfície da Terra. Estações de rádio internacionais e radioamadores utilizam essas faixas. As ondas de VHF (very high frequency) movem-se em linha reta e por isso não podem propagar-se além do horizonte. A polícia, o corpo de bombeiros e as estações de rádio locais usam as ondas VHF (30.000 a 300.000 kHz). Os satélites de comunicação captam e retransmitem programas de rádio usando ondas de altíssima freqüência (mais de três bilhões de Hz). Além da radiodifusão, as ondas eletromagnéticas também são usadas nas transmissões de telefones, de televisão, de radar, nos sistemas de navegação e nas telecomunicações. Entende-se, pois, que a história do Rádio se confunde com a história de vários personagens que contribuíram para que hoje se possa ligar a o rádio ou a televisão e assistir um programa que está sendo transmitido ao vivo nos locais mais remotos do planeta. Pelo visto, é muito difícil afirmar com absoluta certeza quem foi o inventor do Rádio. No entanto, segundo Maranhão Filho (1998), existe uma corrente mundial que concede esse crédito a Guglielmo Marconi, não podendo esquecer do físico russo Alexander Stepanovitch Popov (1859-1906) que no dia 7 de maio de 1895, transmitiu, recebeu e decifrou a primeira mensagem telegráfica sem fios com sucesso que era considerado como um fantástico segredo de estado, e ele perde qualquer chance de fama mundial. Encontra-se, por isso, em Lopes (1973) que o rádio entre os meios de comunicação de massa pode ser considerado o mais popular e o de maior alcance do público, não só no Brasil, mas no mundo. Segundo Lopes (1970) ele destaca os serviços prestados pela rádio inglesa BBC, durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), quando ela manteve os aliados informados sobre as batalhas contra o Eixo  (Alemanha, Itália e Japão) e monopolizou a voz do mundo livre com transmissões para países inválidos pelos alemães. Esse destaque é dado ao rádio basicamente, segundo Lopes (1957), por dois fatores: a capacidade que o homem tem em ouvir a mensagem sonora e a falada simultaneamente e não ter de interromper as suas atividades e se dedicar exclusivamente à audição e, à descoberta do transmissor. Neste sentido, Vampré (1979) considera que a história dos meios de comunicação, notadamente a radiodifusão, está estreitamente ligada à efervescência industrial experimentada no século XIX e que foi provocada pela Revolução Industrial. Também credita o autor mencionado à evolução tecnológica que proporcionou a comunicação à distância que se tornou realidade, notadamente em 1866, quando os cabos submarinos atravessaram o oceano Atlântico ligando os Estados Unidos à Europa. A troca de informações tornou-se bem mais eficaz e rápida, sendo que os maiores beneficiários foram às empresas jornalísticas da época.  Tal fato, conforme Vampré (1979) possibilita que as agências de informações comecem a se estruturar, surgindo a inglesa a Reuters e a norte-americana Associated Press.
RADIODIFUSÃO NO BRASIL - Oficialmente no Brasil, segundo Sampaio (1984) e Moreira (1991), o rádio foi inaugurado no dia 07 de setembro de 1922, como parte das comemorações do Centenário da Independência, graças a instalação de 80 receptores especialmente importados para aquela ocasião, por alguns e poucos privilegiados da elite carioca da época, o que possibilitou ouvirem em casa o discurso do então Presidente da República Epitácio, Pessoa. Isto quer dizer que o advento da radiodifusão no Brasil, segundo Federico (1982), está centrado em 1922, com a demonstração pública efetuada por ocasião dos festejos do Centenário da Independência, quando "O Guarani", de Villa Lobos, foi transmitido diretamente do Teatro Municipal do Rio de Janeiro para o recinto de exposição. Durante alguns dias, após a inauguração, a emissora que fora instalada pela Westinghouse, com um transmissor de 500 watts, no alto do Corcovado, chegou a transmitir óperas diretamente do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Mesmo com essa demonstração de gala, o projeto não foi adiante por falta de continuidade. Antes, porém, conforme Sampaio (1984), Moreira (1991) e Lopes (1973), há registros de documentos que provam que no dia 06 de abril de 1919, com um transmissor importado da França, foi inaugurada a Rádio Clube de Pernambuco, que ainda hoje se encontra no ar. Muito embora seja assinalado, segundo Ortriwano (1985), a data de 20 de abril de 1923, como a considerada como a data de instalação da radiodifusão no Brasil, tendo em vista ter início de funcionamento da primeira emissora de rádio brasileira, Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, implantada Edgard Roquete Pinto e Henry Morize, na Academia Brasileira de Ciências. E nascia nesta época como produto de luxo, e se destinava a quem tivesse condições econômicas para importar os aparelhos receptores, que custavam caros. Logo, o sonho dos seus fundadores em levar a todos os recantos um pouco de educação e alegria foi se apagando, para dar lugar a um empreendimento voltado para os interesses de intelectuais e cientistas. Somente a partir do início da década de 1930, conforme Ortriwano (1985), quando o rádio já está espalhado em vários pontos do território brasileiro, nascidos de “clubes” ou “associações”, é que dá uma guinada para o lado comercial, passando a faturar com os chamados “reclames”, os conhecidos anúncios comerciais da época, para garantir a sobrevivência das emissoras. Há que se observar também que à época quase todas as emissoras criadas até 1930 no Brasil se chamavam clube ou sociedades porque eram isso mesmo: clubes e associações sustentadas por ouvintes que pagavam uma mensalidade para as emissoras funcionarem. A partir da década de 30, conforme Tavares (1999), o rádio sofre transformação radical. Em maio de 1931 surgiu o primeiro documento sobre radiodifusão, o Decreto nº 20.047, que divulgou o primeiro diploma legal sobre a radiodifusão, após nove anos de implantação do rádio no Brasil. Mas, o rádio brasileiro já estava comprometido com os "reclames" – anúncios -, para garantir sua sobrevivência. Foi o decreto nº 21.111/31 que autorizou a veiculação da propaganda pelo rádio, limitando oficialmente a 10% da programação posteriormente elevada a 20%, e, atualmente fixada em 25%. A "época de ouro" do rádio, conforme Xavir (2000),  termina com o surgimento da TV no Brasil, inaugurada em 18 de setembro de 1950. Para enfrentar a forte concorrência da televisão, o radiojornalismo ganha grande impulso principalmente pela programação noticiosa da Rádio Bandeirantes, em 1954. Ela foi pioneira no sistema intensivo de noticiários. Mas, é na área eletrônica que o rádio encontra seu mais forte aliado: o transistor revolucionou o mercado, pois gerou uma comunicação ágil, noticiosa e de serviço. O transistor deu ao rádio sua principal arma de faturamento: a possibilidade de ouvi-lo a qualquer hora e lugar sem precisar ligá-lo a tomadas, além de permitir que as reportagens fossem transmitidas diretamente da rua e entrevistas fora dos estúdios. Na década de 60, começaram a operar as primeiras emissoras em FM - freqüência modulada. Inicialmente, forneceram música ambiente. A emissora pioneira foi a Rádio Difusora de São Paulo – FM (XAVIER, 2000; BARBEIRO & LIMA, 2001). A partir de meados dos anos 70, conforme Tavares (1999), começou a transformação para que o rádio conseguisse sair definitivamente do marasmo em que caiu nos anos 50. Com o aumento da potência das emissoras pequenas e a criação de muitas novas, inicia uma Segunda etapa no processo de especialização: as grandes emissoras tentam ganhar diversos segmentos de publico mantendo programas que atinjam diferentes faixas em diferentes horários. Foi nesta época, muito embora as emissoras de rádio clandestinas já existissem desde o início da radiodifusão, mas foi a partir dos anos 70, que o fenômeno das rádios livres ganhou impulso político, associados a movimentos libertários, principalmente na Itália e na França. Isto quer dizer que, conforme Blois (1984) e Tavares (1999), em vários países a palavra escrita é relativamente livre, mas, a liberdade de expressão da palavra falada - e da imagem – tem esbarrado sistematicamente no monopólio da radiodifusão. No Brasil, segundo Cabello & Dias (2005), o fenômeno das rádios livres só começou ganhar impulso nos anos 80, principalmente a partir da divulgação da imprensa da proliferação de "rádios piratas" na cidade paulista de Sorocaba. Em 1982, conforme Barbeiro & Lima (2001), a Rádio Jornal do Brasil – Fm é primeira o compact disc audio digital o famoso cd. O rádio esportivo sempre foi muito participante. Gerando polêmica, sempre foi dos setores mais opinativos de toda a programação radiofônica Nicolau Tuma é considerado pioneiro entre os locutores esportivos. Neste sentido, Federico (1982:82), apresenta quatro fases evolutivas da radiodifusão no país, quais sejam, amadorismo, profissionalismo, concorrência e segmentação, resgata alguns episódios que marcaram essas fases: na fase de amadorismo (1925-1934), começam a despontar: (a) o sucesso dos primeiros ídolos construídos pelo rádio; (b) o interesse dos empresários, atentos para a força publicitária do veículo; e (c) a perspicácia de políticos da época, como Júlio Prestes e Getúlio Vargas, que passam a utilizar a força do rádio em suas campanhas eleitorais; na fase do profissionalismo (1935-1954), acontece a popularização do rádio, do ponto de vista: (a) dos mecanismos da produção de consumo, tanto, que a publicidade passa a sustentar as emissoras nessa chamada fase de ouro do rádio brasileiro; (b) da abertura de espaço para o lazer, entretenimento, músicas populares, programas humorísticos e programas de auditório; e (c) ampliação do número de emissoras, para possibilitar o estabelecimento de uma rede nacional, visto que Getúlio Vargas reconhece o poder político do rádio; na fase da concorrência (1955-1976), surge a consolidação da TV e com ela o aparecimento: (a) do transistor, propiciando condições de mobilidade e alta penetração do veículo mais popular, até pelo baixo custo; (b) do gravador de fita e de equipamentos específicos, que garantiam maior dinamismo na programação das rádios, que passaram a ser remodeladas; e (c) a introdução em 1973 da FM - Freqüência Modulada; e na fase da segmentação (iniciada em 1976), ocorre: (a) a consolidação das FMs no quadro geral das emissoras de rádio e a conseqüente segmentação do público; (b) a criação de redes de rádios, formando sistemas de comunicação; e (c) a força de interiorização crescente das emissoras; com linguagem e programação próprias, que vão desde a programação dirigida a segmentos de público até a atuação de empresários oriundos de diferentes setores da economia. No entanto, para defender a posição de que a radiodifusão brasileira se constituiu com fins educativos, Blois (1984:43-87) estabelece quatro fases pelas quais o rádio perpassou, são elas: a primeira se configurou como Experimento Educativo (1923-1928); a segunda como Rádio-Escola (1929-1940); a terceira como Movimento de Educação de Base (1941-1966); e a quarta como Radiobrás (1967-1979). Mais aprofundadamente encontra-se que, conforme Friderichs (2002), é na década de 80, a maior parte da programação, das 1600 rádios existentes, consistia de notícias e de músicas. Mais de 55% da programação das rádios brasileiras eram de música e entretenimento: 13% de notícias; 17% de publicidade; e apenas 5% de programas educativos e culturais, conforme o documento "Por uma Comunicação Democrática", aprovado em 1986, pelo Décimo Congresso Nacional do PMDB, em Brasília. E é imprescindível considerar que, a partir da década de 90, prepondera a crescente preocupação de atualizar e dinamizar os formatos e a prática publicitária; bem como de criar e renovar equipamentos e aparelhos receptores de alta qualidade, para acompanhar os avanços da ciência e da tecnologia, em prol de democratizar o veículo, considerado o mais popular de todos, num país, chamado Brasil, de cultura eminentemente oral. Friderichs (2002) também observa que o rádio ao longo de seus mais de 70 anos de história cumpriu diversos papéis, atendeu interesses variados, adaptou-se às mudanças dos tempos, e hoje, conforme dados recolhidos por Moreira & Del Bianco (1999), alcança a marca de mais de 115 milhões de ouvintes contra uns 85 milhões de telespectadores e no máximo 8 milhões de leitores de jornais e revistas. Inclusive, pode haver fontes divergentes, mas os dados mostram ser o Brasil um lugar privilegiado dentro do contexto mundial da radiodifusão sonora, tanto em relação ao número de emissoras como de aparelhos receptores, de público e publicidade. Não é exagero se afirmar que no Brasil quase todas as residências possuem pelo menos um aparelho de rádio. Há que se levar em consideração os dados recolhidos pela ABERT – Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, estimando a existência de mais de 15.000 (quinze mil) rádios clandestinas em funcionamento no país. E se for somado ao número de emissoras legalmente oficializadas, o Brasil ocupa nos dias atuais o primeiro lugar mundial no número de estações de radiodifusão, ultrapassando até os Estados Unidos. Veja mais aqui e aqui.
REFERÊNCIAS
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