quarta-feira, agosto 15, 2012

A MULHER HERÓICA, AVALIAÇÃO NO ENSINO SUPERIOR, PSICOLOGIA, DIREITO CONSTITUCIONAL, O SEXO NA HISTÓRIA & LITERÓTICA


A MULHER HERÓICA – O livro A mulher heroica: relatos clássicos de mulheres que ousaram desafiar seus papeis, de Allan B. Chinen, aborda temas como a rainha e o assassino: opressão e autolibertação, a esposa guerreira: a retomada do poder, Maria Morevna: os limites do poder, os três ovinhos e poder da intuição, a esposa sábia: astúcia e coragem, a mulher sem mãos: cura e vida selvagem, a mulher que veio do ovo: ressurreição e natureza, as duas irmãs e libertação, Emme e o resgate do verdadeiro self, a mãe e o demônio: retonando das irmãs, a princesa Mayra e Blenio: resgatando o príncipe, entre outras interessantes narrações. REFERÊNCIA CHINEN, Allan. A mulher heroica: relatos clássicos de mulheres que ousaram desafiar seus papeis. São Paulo: Summus, 2001. Veja mais aqui.

DIREITO CONSTITUCIONAL E TEORIA DA CONSTITUIÇÃO – O livro Direito constitucional e teoria da constituição (Almeida, 2003), de J. J. Gomes Canotilho, trata sobre o ensino e a teoria, visão global da literatura sobre direito constitucional, constituição e constitucionalismo, constituição histórica e moderna, modelos historicitas e individualistas, modernidade constitucional e poder constituinte, o Estado Constitucional, problemas fundamentais na história e memória do constitucionalismo, forma constitucional e constituição, padrões estruturais do direito constitucional vigente, o princípio do Estado de Direito, o princípio democrático, o princípio da socialidade, os direitos e deveres fundamentais, sistema & estrutura e função dos direitos fundamentais, regime geral dos direitos fundamentais, regime dos direitos econômicos, sociais e culturais, a proteção dos direitos fundamentais, deveres fundamentais, regras e princípios do direito constitucional organizatório, organização do poder político e formas de governo, estrutura e função dos tribunais, as fontes de direito e as estruturas normativas, a lei, individualização e analise das categorias de leis, o decreto lei, os decretos legislativos regionais, o direito internacional e supranacional, os regulamentos, atos normativos atípicos, o procedimento legislativo, garantia e controle da constituição, direito processual constitucional, os processos de fiscalização da inconstitucionalidade e da ilegalidade, estados de necessidade constitucional e suspensão do exercicico de direitos fundamentais, metódica constitucional geral, metódica de direitos fundamentais, teoria da constituição e espaços normativos, sistema político, teorias da democracia, entre outros assuntos. Veja mais aqui.

PSICOLOGIA E O COMPROMISSO SOCIAL – O livro Psicologia e o compromisso social (Cortez, 2003), organizado por Ana M. Bahia Bock, trata sobre o compromisso da psicologia, os desafios no campo metodológico e epistemológico, a construção de políticas públicas, prevenção DTSs/Aids, combate ao colonialismo cultural e promoção da psicologia brasileira e latino-americana, técnicas e métodos na psicologia, gestão do trabalho e desafios da saúde na educação, formação do psicólogo, contemporaneidade e efeitos da subjetivação, subjetividade e relações raciais no Brasil, saúde mental, o futuro da psicologia, entre outros assuntos. Veja mais aqui.

A AVALIAÇÃO NO ENSINO SUPERIOR – Para tratar num trabalho acadêmico a temática da avaliação de aprendizagem no ensino superior, inicialmente deve-se proceder a uma revisão da literatura acerca da aprendizagem no ensino superior, noções, conceitos, definições e os sistemas da aprendizagem, a função da avaliação da aprendizagem no ensino superior, considerando-se seus princípios, aplicações e práticas, observando-se, também, o papel do professor nesse processo e a sua formação. Veja mais aqui.

O SEXO NA HISTÓRIA – O livro “O sexo na História” da historiadora e romancista escocesa Reay Tannahill (1929-2007), aborda questões de sexo e sexualidade no mundo pré-histórico, o homem tornado senhor, o Oriente Próximo, Egito e Europa de 3.000 a.C até 1100 d.C, as primeiras civilizações, a Grécia, Roma, a Igreja Cristã, Ásia até a Idade Média e o mundo árabe, China, Índia, Islã, o mundo em expansão de 1100-1800 d.C., Europa, empreendimentos imperiais, Europa e América de 1500 a 1800, delineando o presente de 1800-1980, o século XIX e o grande debate. FONTE: TANNAHILL, Reay. O sexo na História. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1983. Veja mais aqui, aqui e aqui.

ÍSIS, A PUTA DELE (Um texto erótico de Ísis Nefelibata) – Era intervalo de apresentação e ambos estávamos vestidos a caráter, cada um com seu personagem, envolvidos com o que se sucedia de todo aquele alvoroço na platéia. Era hora de uma pausa para um lanche entre eles e entre nós, de refazer as energias. Eu olhava para o calção dele e aquilo me enchia de idéias; o volume meio apertadinho naquele calção vermelho, me levava a mil idéias e não me contendo, ao entrarmos no camarim improvisado, tranquei a porta intencionalmente sem que ele percebesse. Sentei-me numa das poltronas para relaxar, mas eu queria mais ação do que mesmo descanso; minhas idéias burilavam os meus desejos e sem nenhuma cerimônia, sentei-me, levantei um pouco a saia e escancarei as pernas, deixando à mostra a calcinha vermelha que acompanhava nossas indumentárias. Ele tinha ido ao banheiro e ao voltar, se assustou com aquela pose e logo levou a mão no pau que na mesma hora, se mostrou crescer por dentro do calção. Por instantes, ele não sabia se vinha ou se só olhava, e alisava a ponta do cacete por cima do tecido. Joguei-lhe um beijo e descaradamente, me livrei da calcinha que fiz questão de jogar nele... ele a pegou, cheirou, beijou, lambeu e jogou de lado. A paisagem com certeza o agradou pois ele se livrou também do calção e pude ver aquela tora linda, deliciosa, dura e minha, a me apontar. Como sua criatividade está sempre em alta, ele correu ao balcão e pegou uma de suas carranquinhas usadas nas apresentações, daquelas réplicas pequenas das carrancas de boca aberta, dentes enormes, assustadoras para alguns, místicas para outros e para o meu menino, era a forma perfeita de fazer uma sacanagenzinha comigo naquela hora. Ele a trouxe até mim, afastou mais ainda as minhas pernas e botou a boca da carranquinha bem na minha buceta e me dizia ser o lobisomem zonzo a querer me devorar... Uau, aquilo me levou ao máximo da vontade de realmente ser conivente com aquela idéia libidinosamente deliciosa. Estiquei-me o quanto pude e senti a boca da escultura a me encostare ele me dizia indecências tipo: vou comê-la todinha, devorá-la... ahhhh, e eu respondia: devora-me, meu lobisomem, coma-me todinha que sou sua. E ele esfregava aquilo em mim e eu de olhos fechados imaginava que já era a boca mesmo do lobisomem a me chupar, lamber, sugar... ele punhetava diante do meu delírio, das frases sem pudor que eu também proferia, meu rebolar ali na poltrona, entregue ao lobisomem zonzo que de zonzo, nada tem, tem sim, é de sabido, de esperto, de gostoso. Eu me empinava toda, sentia aqueles dentões quase a me pegar também no cu. De repente, não mais suportando meus apelos e toda aquela cena completamente puta dele, ele jogou a escultura de lado e me esfregou o cacete nas entranhas molhadas, me lambuzou mais ainda com sua baba gostosa, foi da buceta ao cu, voltou até à buceta e me enterrou aquela pica de uma forma tão deliciosa que eu implorava que metesse fundo, com força, bem fundo e me fodesse como ele jamais havia fodido na vida. E ele socou gostoso, botou minhas pernas nos ombros dele e socou, socou, socouuuuuuuu, ahhhhh, socouuuuuuuuuuu enquanto eu esfregava os peitos junto com as mãos dele e implorava, fode sua puta, meu menino, fode, sou eu sua puta, adoro ser sua puta, soca tudo na sua puta... E ele socava, grunhia como um lobisomem, socava, socava até que me inundou todinha com sua porra morna, linda, deliciosa.. ele botou a cabeça na minha barriga, beijou-me o sexo cheirando porra, melada de porra e debruçou, procurando se refazer daquela aventura deliciosa, para voltarmos compostos para o palco. Eu... bem, eu queria mais, mas era momento de trabalhar... cada momento nosso é uma surpresa da vida, algo inesquecível e eu sempre quero mais, mais e muito mais... Ele e a puta dele voltaram ao palco felizes, realizados, sabendo que depois daquilo tudo, outras cenas, outras histórias, se fariam em todos os nossos amanhãs, em todos os nossos anoiteceres, amanheceres... Veja mais aqui.

TATARITARITATÁ NA BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE SÃO PAULO – Estivemos, eu & a poeta Meimei Correa, do dia 10 até 13 de agosto, na Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Lá registramos o movimento e tudo que pudemos ver nos dias que estivemos lá. Confira:





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É sábado pra viver, Ezra Pound, Alberto Nepomuceno, Terêncio, Chico Buarque, Rodolfo Amoedo, Mikos Mihalovits, Isa Albuquerque, O homem pós-orgânico, O Conto dos Dois Irmãos, Teatro Renascentista & Artemísia Barroso aqui.

E mais:
Corações solitários, Carlos Castañeda, William Wordsworth, Elena Papandreou, Hipócrates, Isaac Newton & Catherine Barton Conduitt, Cristina Salgado, Júlio Bressane, Luis Fernando Veríssimo, Claudia Telles, O Homem e o pós-homem & o Teatro no Bharata aqui.
Margaret Mead, a mulher, a antropologia e a pesquisa transcultural aqui.
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CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Leitora comemorando a festa Tataritaritatá!
Art by Ísis Nefelibata
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CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra: 
Recital Musical Tataritaritatá - Fanpage.
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RILKE, HUYSSEN, MARIA IGNEZ MARIZ, ANTÔNIO PEREIRA, LUCIAH LOPEZ & ARTE NA PRAÇA

PRIMEIRO ENCONTRO: MEU OLHAR, SEU SORRISO – Imagem: arte da poeta, artista visual & blogueira Luciah Lopez . - Da tarde a vida fez-se ...