GALDINO VIVE
Há quinze anos, o menino não era um homem só.
No horizonte do sol, era Galdino, pataxó
solidário.
Na madrugada meeira, sem relicário, a
brincadeira era um susto ufano, extraordinário, dava sem beiras pra cinco
fulanos dali, salafrários pro suplício daqui, sem dó, a besteira de pró no
ofício de reduzir nossa vida a pó.
Hoje, o meu diário triste, ainda resiste no
quinhão fundiário.
Meu coração é vário, e eu vou como um beija-flor
que trissa, insubmisso e real, que alça bem alto, alheio à justiça na Praça do
Compromisso, Planalto Central.
Veja mais na da Campanha 15 Anos sem Galdino e muito
mais na Agenda.



2 comentários:
Galdino é eterno!
Linda homenagem, amado. Bjos
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