Quarta-feira, Janeiro 11, 2012

GALDINO VIVE



GALDINO VIVE



Há quinze anos, o menino não era um homem só.

No horizonte do sol, era Galdino, pataxó solidário.

Na madrugada meeira, sem relicário, a brincadeira era um susto ufano, extraordinário, dava sem beiras pra cinco fulanos dali, salafrários pro suplício daqui, sem dó, a besteira de pró no ofício de reduzir nossa vida a pó.

Hoje, o meu diário triste, ainda resiste no quinhão fundiário.

Meu coração é vário, e eu vou como um beija-flor que trissa, insubmisso e real, que alça bem alto, alheio à justiça na Praça do Compromisso, Planalto Central.



Veja mais na da Campanha 15 Anos sem Galdino e muito mais na Agenda.


2 comentários:

Jiddu Saldanha disse...

Galdino é eterno!

Meimei Corrêa disse...

Linda homenagem, amado. Bjos