Quinta-feira, Junho 30, 2011

MUSA TATARITARITATÁ: GILMARA JUNG





















GILMARA JUNG - A modelo gaúcha Gilmara Jung é acadêmica de direito e já foi fotografada para as revistas Playboy e Sexy, entre outras revistas, sites e portais. Ela reúne seu trabalho no seu site e blog, e também no MySpace. Confira tudo isso e mais um poema pro aniversário dela no Crônica de amor por ela.

Confira mais Musa Tataritaritatá.

E veja mais novidades na Agenda da HomeLAM e os clipes do show Tataritaritatá no YouTube ou baixe todas as músicas gratuitamente na Trama.

Quarta-feira, Junho 29, 2011

Domingo, Junho 26, 2011

EMIR RIBEIRO: NOVO SITE DA VELTA



EMIR RIBEIRO: NOVO SITE DA VELTA – Já está no ar o novo visual do site da Velta, criação do excelente desenhista, quadrinista e editor paraibano Emir Ribeiro. O talento desse extraordinário artista já teve exposição no Rio de Janeiro, em São Paulo e na França e tendo publicado seus trabalhos nos Estados Unidos. O novo visual do site traz todos os personagens do autor, notícias, vendas de revistas, galeria de arte, seção de cartas e lista de atalhos. Confira.



Veja também Velta musa do Tataritaritatá!

E veja mais novidades na Agenda da HomeLAM e os clipes do show Tataritaritatá no YouTube ou baixe todas as músicas gratuitamente na Trama.

Sexta-feira, Junho 24, 2011

SANDRO MARCELO: QUADRINHOS PERNAMBUCANOS



SANDRO MARCELO: QUADRINHOS PERNAMBUCANOS


Luiz Alberto Machado


Sempre fui aficcionado por gibis. Gente, sou fã de mesmo.

Ainda menino, eu possuía sacos e mais sacos cheios de revistas em quadrinhos de todos os tipos: Zéfiro, Ângelo Agostini, os esntrangeiros massificados e Mauricio de Souza.

Colecionei por anos gibis do muito. Até o dia que encontrei o Bartô Miranda e troquei a volumada toda por uns LPs e revistas adultas.

Mas não me livrei. Dos quadrinhos, virei fã dos cartuns e charges. Isso, de Lailson, Clériston, Ziraldo, Henfil, a trupe do Pasquim todo e teretetei. Nossa, como os caras continuam bons tanto tempo depois. O que eu mais admirava era a arte de dizer num mínimo espaço tudo.

Para mim, imitar versejando era mais fácil. Claro, um poetastro rabiscando garranchos poéticos que não valia o mais insignificante poema apócrifo, não daria outra.

Como nunca fui de desenhar, eu me maravilhava com os roteiros e imagens.

Confesso: tentei por milhões de vezes desenhar. Sempre inábil. Nunca consegui superar minhas limitações e descobrir algum talento para tal. Até o meu amigo Ângelo Meyer tentou ministrar umas instruções na área. Não deu em nada. Na verdade, até hoje, talento algum me vejo privilegiado.

Eis que os anos passam e re-encontro a arte de Emir Ribeiro – aquele que me deu no imaginário a linda Velta -, o Marcio Baraldi – que sou fã desse parceirão com suas rockcartunagens -, afora a Adrienne Bessa e a Michelle Ramos Zine Brasil, mais trocentos milhares de tantos outros bons de traço e desenho. Eita! Mas a coisa é muito demais de mesmo.

Como sou fascinado pela nona arte, agora encontro o roteirista, desenhista, criador e editor da revista Campana, e criador dos personagens Blagster e Conversor, o pernambucano Sandro Marcelo que edita o fotoblog Quadrinhos Pernambucanos e o blog ColecSandro, divulgando a arte dos quadrinhos de Pernambuco.



Confesso de novo que não arredei o pé um culímetro – cabelinho-de-sapo menor que o mínimo fiapinho de prega do procto - sequer de apreciar toda arte dele. E me esbaldei. É bom saber que a turma está resistindo irredutível. Vamos juntos.

Veja mais sobre a arte dos quadrinos no Pesquisa & Cia.

E veja mais novidades na Agenda da HomeLAM e os clipes do show Tataritaritatá no YouTube ou baixe todas as músicas gratuitamente na Trama.

FECAMEPA: VAMOS APRUMAR A CONVERSA!!!!



FECAMEPA: VAMOS APRUMAR A CONVERSA!!!! – Quanto mais aprumo a vista para enxergar esse Brasilzão véio, arrevirado e de porteira escancarada, mais me certifico que o negócio aqui é de foder mesmo a Maria-preá! Por isso que eu digo na martelada Tataritaritatá:

[...]
E para empiorar o estrupício
o Brasil é somente desmantelo
que arrepia da gente o cabelo
pra topar na beira do precipício
brasileiro vive mesmo sacrificio
e os sabidos botam só pra arrombar
na nação fazem só tripudiar
roubam tudo de deixar a pátria lesa
vamo logo aprumar essa conversa
apois é tataritaritatá.
[...]

Espie direitinho a martelada Tataritaritatá completa e toda trajetória do Fecamepa.

E veja mais novidades na Agenda da HomeLAM e os clipes do show Tataritaritatá no YouTube ou baixe todas as músicas gratuitamente na Trama.

Quinta-feira, Junho 23, 2011

DROPS: PROEZAS DO BIRITOALDO



Quando o mar não tá pra peixe, o melhor mesmo é arrumar outra lavagem de roupa.

Confira mais no Proezas do Biritoaldo.

Veja mais novidades na Agenda da HomeLAM e os clipes do show Tataritaritatá no YouTube ou baixe todas as músicas gratuitamente na Trama.

Domingo, Junho 19, 2011

TATARITARITATÁ NO VIDA DE ARTISTA



VIDA DE ARTISTA – Entrevista concedida para o Programa Vida de Artista, da TV Educativa, Maceió, para a jornalista Gal Monteiro, por ocasião da realização do show Tataritaritatá, no Projeto Palco Aberto, com a banda Cianônima Ilimitada. Confira.







Veja mais novidades na Agenda da HomeLAM e os clipes do show Tataritaritatá no YouTube ou baixe todas as músicas gratuitamente na Trama.

Sábado, Junho 18, 2011

TATARITARITATÁ COM JORGE CALHEIROS



TATARITARITATÁ COM JORGE CALHEIROS – A festa no Conjunto Osman Loureiro, no bairro de Clima Bom, em Maceió, na homenagem prestada ao poeta popular Jorge Calheiros, numa promoção da Articulação pela Cultura Popular e Afro-Alagoana, transcorreu com participação do Coletivo Afro-Caeté, do músico Seu Zezinho, com a presença de Carlito Lima, Maria Luiza Russo, da jornalista Gal Monteiro, do jornalista João Marcos Carvalho, equipe da TV Educativa, do ator Chico de Assis, entre outros. Também estive lá prestigiando o evento. Veja as fotos abaixo:









Veja mais novidades na Agenda da HomeLAM e os clipes do show Tataritaritatá no YouTube ou baixe todas as músicas gratuitamente na Trama.

Terça-feira, Junho 14, 2011

JORGE CALHEIROS: ARTICULAÇÃO PELA CULTURA POPULAR E AFRO-ALAGOANA



ARTICULAÇÃO PELA CULTURA POPULAR E AFRO-ALAGOANA – JORGE CALHEIROS. A Articulação pela Cultura Popular e Afro-Alagoana convida para grande festa em homenagem ao cordelista Jorge Calheiro: O CLIMA BOM de JORGE CALHEIROS – Cordéis e Outros Encantos. A Articulação propõe uma justa homenagem ao cordelista Jorge Calheiros, que com 72 anos de idade, semi-analfabeto, morando a mais de 50 anos no bairro do Clima Bom, funde em alquimia o humor, a criticidade e o registro histórico no cerne dos folhetos que escreve, popularizando de forma maciça a literatura de cordel alagoana. A literatura de cordel em Alagoas tem alcançado considerável crescimento e chamando a atenção de pessoas de todas as faixas etárias que buscam ler, pesquisar, e praticá-la. Esta forma de linguagem e comunicação tornou-se comum nas diversas mídias e eventos das empresas públicas e privadas, e os estudantes passaram a usar o cordel em seus trabalhos escolares e acadêmicos, até mesmo as grandes emissoras de TV do Brasil já atentam para a força e originalidade da literatura de cordel. Escritores e escritoras cordelistas retomaram a esperança e voltaram a produzir seus escritos versificados, metrificados e rimados. E neste contexto o poeta popular Jorge Calheiros foi o que mais ganhou notoriedade e contribuiu para a repopularização da literatura de cordel, através da originalidade e genialidade dos seus textos e pela forma única de declamar de cor seus mais de 80 títulos publicados. Jorge Calheiro tem dado uma inegável contribuição para a cultura alagoana, sendo constantemente chamado para se apresentar e palestrar em diversos municípios de Alagoas, Sergipe e Bahia, levando e elevando a nossa cultura popular nos lugares por onde anda. O CLIMA BOM de JORGE CALHEIROS – Cordéis e Outros Encantos Programação: Coletivo AfroCaeté com participação especial de Izabel e Nany Moreno (Afoxé Oju Omin Omorewá); Jogos de Cordéis; Roda de capoeira dos grupos Muzenza e Guerreiros; Poesia Musicada no Pandeiro; Chau do Pife; Bumba meu boi e Airê Iorubá (Núcleo Cultural da Zona Sul); Luiz Alberto Machado; Coco de Roda Renascer; Dona Mariquinha; Poesia de Gentileza de Diego Januário (CEPA Quilombo); Jorge Calheiros e Demis Santana; exibição do filme: O Matuto Zé Cará; além de trios de forró e violeiros do Clima Bom. Local: Praça do terminal dos ônibus do Osman Loureiro Data: 18 de junho de 2011 (Sábado) Horário: das 16 às 22 horas Contatos: (82) 8852-4746 / 8845-4068 Texto com colaboração de Demis Santana Ernani Viana Turismólogo & Produtor Cultural Coletivo AfroCaeté Cel.: 82 8878 1465 Blogs: http://alagoastur.blogspot.com & http://ernaniviana.blogspot.com & http://coletivoafrocaete.blogspot.com & http://arnaudeernaniproducaocultural.blogspot.com/.

Veja mais novidades na Agenda da HomeLAM e os clipes do show Tataritaritatá no YouTube ou baixe todas as músicas gratuitamente na Trama.

Domingo, Junho 12, 2011

JANDUHI DANTAS NÓBREGA



JANDUHI DANTAS NÓBREGA - “Viagem aos 80 anos da Revolta de Princesa”. Esse é o mais novo cordel do poeta patoense Janduhi Dantas que será publicado pelo selo Latus, da Editora da Universidade Estadual da Paraíba. Premiado em concurso realizado pelo Ministério da Cultura, o cordel obteve o 7º lugar entre 120 trabalhos selecionados no “Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel – Edição Patativa do Assaré”. A ideia da elaboração do folheto foi do secretário de Educação do município de Matureia, Nilton Dantas, que convidou Janduhi para ilustrar com a feitura de um cordel projeto de sua secretaria que prevê levar cerca de 100 alunos da escola Municipal Maria Tâmara para visitar a cidade de Princesa Isabel, palco do episódio da história paraibana que acabou tendo influência decisiva na deflagração da Revolução de 1930 em nosso país. O projeto também contempla a realização de oficinas de cordel e de xilogravura, que contarão com as participações do cordelista Toinho Mota, de Mãe D'Água, e do xilógrafo de renome internacional Marcelo Soares, de Timbaúba, Pernambuco. Recentemente, este fato da história política da Paraíba foi mostrado em documentário da TV Senado com o título “Princesa do Sertão”. O convite a Janduhi para publicar o cordel pela Editora da UEPB surgiu do professor Cidoval Morais, professor do Curso de Comunicação Social daquela universidade e atual diretor da editora. Os motivos da Revolta de Princesa, as desavenças entre o governador da época e o coronel Zé Pereira, a invasão da cidade de Teixeira por parte da polícia do estado, a perseguição à família Dantas, que culminou com o assassinato de João Pessoa por parte de João Dantas são, entre outros, fatos narrados no folheto de 40 páginas, que terá uma tiragem inicial de cinco mil exemplares, com distribuição a cargo da Eduepb.



O AUTOR: Janduhi Dantas Nóbrega é paraibano de Patos. Agente cultural — autor de teatro popular, poeta cordelista e declamador —, participou ativamente dos movimentos sociais e populares registrados em Patos nos anos 80 e 90. Professor de Português, foi monitor de redação do Curso e Colégio Objetivo de Brasília (DF). Leciona, atualmente, em colégios e cursinhos pré-vestibulares em Patos, Princesa Isabel, Pombal e Sousa. É autor da Gramática no cordel.



Veja mais novidades na Agenda da HomeLAM e os clipes do show Tataritaritatá no YouTube ou baixe todas as músicas gratuitamente na Trama.

Sexta-feira, Junho 10, 2011

BLOOMSDAY: 16 DE JUNHO DE JAMES JOYCE



JAMES JOYCE: FRAGMENTO DE ULISSES

CAUSAS PERDIDAS NOBRE MARQUÊS É MENCIONADO. – Sempre fomos fiéis às causas perdidas – disse o professor. – O bom êxito para nós é a morte do intelecto e da imaginação. Nunca fomos fiéis aos vitoriosos. Servimo-los. Eu ensino o latim bombástico. Falo a língua de uma raça cuja mentalidade tem seu acme nesta máxima: tempo é dinheiro. Domínio material. Dominus! Senhor! Onde está a espiritualidade? Senhor Jesus! Senhor Salisbury. Um sofá num clube de Westend. Mas os gregos!...

UM PERÍODO POLIDO – J. J. O´Molloy retomou, moldando suas palavras: - Eis o que disse: essa efígie pétrea em musica enregelada, cornuda e terrível, da divina forma humana, esse símbolo eterno da sabedoria e da profecia, que a haver algo que a imaginação ou a mão do escultor talhou em mármore anima-transfigurado e animatransfigurante merece viver, merece viver.
Sua esguia mão embelecia numa onda eco e queda. – Esplêndido! – disse em seguida Myles Crawford. – O aflato divino – disse o senhor O´Madden Burke. – Agrada-lhe? – perguntou J.J. O´Molloy. Lenehan acendeu-lhes como antes os cigarros e pegou do seu troféu, dizendo: - Muitibus obrigadibus.
[...]
- Era o discueso, observam – dizia o professor -, de um orador consumado, pleno de altiva cortesia e vazado em dicção castiça, não direi que com o extrato de sua cólera mas que vazado pela contumélia de um homem altaneiro contra o novo movimento. Era então um novo movimento. Éramos fracos, portanto, desprezíveis. Cerrou seus longos lábios finos um instante mas, ansioso por prosseguir, levou uma das mãos espanejantes aos óculos e, com o polegar e anular trementes tocando ao de leve a negra armação, ajustou-os a um novo foco.

[...] A idéia de que o outro paga é o melhor molho do mundo. Fá-los sentir-se inteiramente em casa. [...] As coisas continuam as mesmas; dia após dia; pelotões de policia marchando para diante, para trás; bondes indo, vindo. Aqueles dois aluados acuados por aí. Dignam acarretado. Mina Purefoy barriga inchada num leito ganindo para ter um filho arrancado de dentro dela. Um nascido a cada segundo alhures. Outro morrendo a cada segundo. Desde que dei de comer às aves faz cinco minutos. Trezentos bateram com o cu na cerca. Outros trezentos nascidos, relavados do sangue, todos são lavados no sangue do anho, mugindo maaaaaa.

[...] A juventude de minha alma eu lhe dei a ele, noite após noite. Deus o acompanhe. Boa caça. Mulligan tem o meu telegrama. Bobices. Persiste. – Nossos jovens bardos irlandeses – censurava John Eglinton – têm que criar ainda uma personagem que o mundo ponha lado a lado com o Hamlet do saxão Shakespeare, se bem que eu o admire, como com idolatria o admirava o velho Bem. – Todas essas questões são puramente acadêmicas – pitonisou Russel de sua sombra. – Quero dizer, saber se Hamlet é Shakespeare, James I ou Essex. Discussão de clérigos sobre a historicidade de Jesus. A arte tem de revelar-nos idéias, essências espirituais sem forma. A suprema questão sobre uma obra de arte está em quão profunda é uma vida que ela gera. A pintura de Gustave Moreau é a pintura das idéias. A mais profunda poesia de Shelley, as palavras de Hamlet, põem nosso espírito em contacto com a sabedoria eterna, o mundo das idéias de Platão. Tudo o mais é especulação de estudantezinhos para estudantezinhos. A.E. andou dizendo-o a um repórter ianque. Paredão, danação fuzila-me! – Os estudiosos foram antes estudantezinhos – disse Stephen superpolidamente. – Aristóteles foi um momento estudantezinho de Platão. – E continuou sendo, é o que se devia desejar – disse John Eglinton sossegadamente. – Pode-se vê-lo, um estudantezinho modelo com seu diploma debaixo do braço. Ria de novo à agora sorridente cara barbada. Espirituais sem forma. Pai, verbo e espírito santo. Omnipater, o homem celestial. Hiesos Kristos, mágico da beleza, o Logos que sofre em nós a todos instante. Isso veramente é aquilo. Sou o fogo no altar. Sou o bútiro sacrificial.

[...] Para eles a terra não é campo espoliável, mas mãe vivente.

[...] – Se você quer saber quais foram os ventos que lançaram sua sombra sobre o inferno do tempo de King Lear, Othelo, Hamlet, Troilus and Cressida, olha para ver quando e como as sombras se desvanecem. Que é que abranda o coração do homem, naufragado em tempestades tórridas, provado, como outro Ulisses, Péricles, príncipe de Tiro?
Cabeça, rubriconicoroada, espancada, lagrimenceguecida.

[...] Cuidado com o que queres na juventude, pois o terás na maturidade.



JAMES JOYCE – O escritor irlandês expatriado James Augustine Aloysius Joyce (1882-1941), é considerado um dos mais importantes autores do século XX. Ele é autor de obras, tais como Dublinenses (1914), Retrato do artista quando jovem (1916), Ulisses (1922) e Finnegans Wake (1939). Participou do Modernismo e do Imagismo. O romance Ulisses foi criado enquanto o autor concluia Dublinenses, em 1906, a partir de um negociante judeu, Leopoldo Bloom, só escrita a partir de 1914. A obra foi proibida nos Estados Unidos de 1920 até 1933. Foi publicado em Paris e na Inglaterra em 1922 tendo problemas de censura, bem como a aparição de versões proscritas. Nesse romance de 18 capítulos, compreendendo cada um a partir das 8 da manhã até às 2 da madrugada, o autor utiliza-se do fluxo da consciência, da paródia, de piadas e de todas as técnicas literárias. A ação ocorre em único dia: 16 de junho de 1904, parodiando os principais personagens da Odisséia homérica, Ulisses, Penélope e Telemaco, em Leopoldo Bloom, Molly Bloom e Stephen Dédalos.
O 16 de junho possui mais uma representação, a de ser o dia que o autor fez sexo pela primeira vez com a sua futura companheira Nora Barnacle.



BLOOMSDAY – É a data festiva comemorada no mundo inteiro, desde 1940, dedicada a James Joyce: 16 de junho. É uma homenagem ao seu romance Ulisses, relembrando os acontecimentos vividos pelos personagens pelas 16 horas daquele dia e 19 ruas de Dublin.



FONTE
JOYCE, James. Ulisses. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1966.



Veja mais novidades na Agenda da HomeLAM e os clipes do show Tataritaritatá no YouTube.

Domingo, Junho 05, 2011

CRENÇA PELO DIREITO DE VIVER E DEIXAR VIVER



CRENÇA

Letra & música de Luiz Alberto Machado

É preciso respeitar melhor a vida
no amor que traz a paz que é tão bem vida.
Amar para se ter além do passional
e o coração valer o ser humano universal.

É preciso respeitar as diferenças
e não se equiparar ao que é hostil nas desavenças.
Lutar contra a mantença desigual
que forja o algoz na força do poder irracional.

Se entregar agora, todo dia e a noite inteira,
testemunhar assim as coisas verdadeiras.
Colher a lágrima do olhar mais desolado
para irrigar a sede do carinho devastado.

É preciso ter no olhar a flor da vida,
trazer a luz do sol nas mãos amanhecidas.
E perceber o amor no menor gesto natural
para valer o sonho mais presente mais real.

Se entregar agora, todo dia e a noite inteira,
testemunhar assim as coisas verdadeiras.
Colher a lágrima do olhar mais desolado
para irrigar a sede do carinho devastado.

E afinal poder sorrir
como quem vai feliz viver,
a manter a crença e o seu proceder na paz.
Semear a vida no ideal de colher
o que virá depois
pra ser alegria imensa para um, mais dois, mais!
Viver a vida pelo que foi e será, é e será!

© Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. In: Primeira reunião. Recife: Bagaço, 1992.



Veja mais na Agenda da HomeLAM

Sábado, Junho 04, 2011

LUIZ ALBERTO MACHADO NA JOVEM PAN



JOVEM PAN – Entrevista concedida ao jornalista Miguel Torres, da Jovem Pan AM-Maceió, por ocasião de realização do show Tataritaritatá, no ultimo mês de maio, no Teatro Linda Mascarenhas, Maceió.













Veja mais na Agenda da HomeLAM

LUIZ ALBERTO MACHADO NA RADIO DIFUSORA



RÁDIO DIFUSORA DE ALAGOAS – Entrevista concedida ao radialista Sténio Reis, para o programa Papo Cabeça, da Rádio Difusora de Alagoas, por ocasião da realização do show Tataritaritatá, realizado no último mês de maio, no Teatro Linda Mascarenhas, Maceió.





Veja mais na Agenda da HomeLAM

LUIZ ALBERTO MACHADO NA TV GAZETA



BOM DIA ALAGOAS – TV GAZETA – Entrevista concedida ao vivo à jornalista Michelle para o programa Bom Dia Alagoas, da TV Gazeta de Alagoas, por ocasião de realização do show Tataritaritatá, no último mês de maio, no Teatro Linda Mascarenhas, Maceió.





















Veja mais na Agenda da HomeLAM