quarta-feira, novembro 16, 2011

SOMBRAS DE GOYA E OS PODEROSOS DE HOJE


Imagem: The Disaters of War, de Goya (1746-1828)

SOMBRAS DE GOYA – O maravilhoso drama do Milos Forman, Sombras de Goya (Goya´s Ghosts – Espanha/EUA, 2006), com Javier Bardem, Natalie Portman, Stellan Skarsgard e Randy Quaid, traz uma parte do genial artista espanhol, Francisco Goya, testemunhando o radicalismo da Inquisição Católica e a invasão das tropas de Napoleão Bonaparte, nos primeiros anos do século XIX.

A tragédia vivida pela belíssima Inés e sua família na última década do séc. XVIII, testemunhada pelo pintor e gravador espanhol Francisco José de Goya y Lucientes (1746-1828), também conhecido como Goya o Turbulento, tornou-se testemunha ocular da covulsão política e a degradação espanhola da época com todas as reviravoltas contraditórias e paradoxais da existência humana.

Quando flagro a lindeza da Natalie Portman, atriz que intepreta a bela Inés, fico cá comigo pensando: todos nós abominamos um ato de injustiça. Principalmente quando este ato de injustiça é cometido por altos dignitários de qualquer época, seja da medonha Inquisição Católica, da desumanidade hitleriana ou de ditadores ou fascistas, ou de poderosos que se acham acima de qualquer lei, ou ordem ou hierarquia. É sempre assim que se sentem aqueles que se acham acima de todos e que se encontram em nosso país no Executivo, no Legislativo e no Judiciário, bem como gozando das hostes da elite mais canhestra e nojenta do planeta. Usando Goya: “O sono da razão produz monstros”. É preciso lembrar a esses donos do poder que quando eles cometem suas brutalidades, se acham acima de tudo e de todos, e que nunca a história nem os vencidos os trarão à tona. Chamando à consciência de quem faz o que quer e como quer (se é que podemos encontrar consciência no reino da perversidade), no amanhã haverá o crivo da história por ocorrência do verdadeiro julgamento mesmo que tardio da Justiça: os filhos os responsabilizarão e carregarão o anátema pra sempre. E veja mais aqui



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