Segunda-feira, Novembro 16, 2009

ANTÍGONA DE SÓFOCLES & AS BIBLIAS DO VOYEURISMO MUNDANO



ANTÍGONA DE SÓFOCLES – obras do dramaturgo grego Sófocles, colocando o confronto entre a coragem da princesa Antígona e a tirania do rei déspota Creonte. A tragédia trata dos filhos de Édipo, os irmãos Polinices e Etéocles, que se atraiçoam e reciprocamente se matam pelo poder, restando apenas da linhagem edipiana as duas filhas Antígona e Ismenia. Com a morte dos irmãos, assume Creonte o poder, uma vez cunhado de Édipo e tio de seus filhos, indignado com Polinices e honrando a memória de Etéocles. Por isso, lança édito condenando Polinices ao relento sem sepultamento, o que leva Antígona a se indignar e descumprir suas ordens. Indignado com Antígona Creonte planeja uma morte dolorosa e lenta, determinando que fosse levada a sua última morada, para se juntar com o que ela venerava: os mortos. Após esse desfecho, Creonte ouve do adivinho Tirésias o que poderia acontecer se concretizasse todo o seu ódio em relação à filha de Édipo.Com receio que suas premonições se realizassem Creonte vai ao local onde mandou aprisionar Antígona, chegando à tumba encontra ao lado do corpo dela o de seu filho, que num ato de revolta volta-se contra seu pai e não conseguindo aplacá-lo, suicida-se. Não bastando à morte do filho sua esposa ao tomar conhecimento do fato também suicida. (Tradução de J. B. Mello e Souza).

Numerosas são as maravilhas da natureza, mas de todas a maior é o Homem! Singrando os mares espumosos, impelido pelos ventos do sul, ele avança, e arrosta as vagas imensas que rugem ao redor! Gê, a suprema divindade, que todas as mais supera, na sua eternidade, ele a corta com suas charruas que, de ano em ano, vão e vem, revolvendo e fertilizando o solo, graças à força das alimárias! A tribo dos pássaros ligeiros, ele a captura, ele a domina; as hordas de animais selvagens, e de viventes das águas do mar, o Homem imaginoso as prende nas malhas de suas redes. E amansa, igualmente, o animal agreste, bem como o dócil cavalo, que o conduzirá, sob o jugo e os freios, que o prendem dos dois lados; bem assim o touro bravio das campinas. E a língua, o pensamento alado, e os costumes moralizados, tudo isso ele aprendeu! E tambem, a evitar as intempéries e os rigores da natureza! Fecundo em seus recursos, ele realiza sempre o ideal a que aspira! Só a Morte, ele não encontrará nunca, o meio de evitar! Embora de muitas doenças, contra as quais nada se podia fazer outrora, já se descobriu remédio eficaz para a cura. Industrioso e hábil, ele se dirige, ora para o bem... ora para o mal... confundindo as leis de natureza, e também as leis divinas a que jurou obedecer, quando está à frente de uma cidade, muita vez se torna indigno, e pratica o mal, audaciosamente! Oh! Que nunca transponha minha soleira, nem repouse junto ao meu fogo, quem não pense como eu, e proceda de modo tão infame!

“[...] não há estado algum que pertença a um único homem!

“[...] e seja nosso guia Baco, que faz tremar a terra tebana!”.

“[...] virá o dia em que veremos se tens sentimentos nobres, ou se desmentes teu nascimento”.

Tudo porque Jupiter detesta a presunçosa jactância de uma língua altaneira”.

“[...] ao passo que dois infelizes, filhos do mesmo pai e da mesma mãe, ergueram, um contra o outro, suas lanças soberanas, e deram-se reciprocamente a morrer”.

FONTE:
SÓFOCLES. Antígona. São Paulo: W. M. Jacnson Inc, 1969.

Veja mais Antígona de Sófocles.

OUTRAS TUITADAS DAS BIBLIAS DO VOYEURISMO MUNDANO:
CELEBRIDADE – Como já dizia Emily Dicksinson: a celebridade é a punição do mérito e o castigo do talento.

CELEBRIDADE II – Como já Sérgio Augusto: “Não tenha dúvida: a mídia é a maior responsável pela patética e jeca vassalagem a celebridades que, a partir da década de 90, virou um flagelo mundial. O jeca é uma cortesia de Paulo Francis, que sentia furibundo desprezo pela fama imerecida, por celebridades forjadas pela mídia, criaturas que-são-famosas-porque-são-famosas, que nada fizeram de meritório para o destaque que a imprensa lhes dá. Ou então fazem coisas que a imprensa, por uma questão de decoro, deveria ocultar de seus leitores. (Se você pensou em Narcisa Tamborindeguy e quejandos, meus parabéns). Sabe por que os editores de jornais e revistas dão tanata luz a essa gentalha?, comentou comigo Paulo Francis, pouco antes de morrer, porque todos eles, com raras exceções, são jecas e deslumbrados, que ainda ontem só andavam de ônibus, vestiam terno da Ducal, achavam o fino tomar vinho rose e comeram o seu primeiro patê aos 25 anos”.

Confira mais:
o Fecamepa à República e uma perguntinha que não quer calar: você ainda vai pra Caixa Economica Federal, vai?

E mais:
NITOLINO NO REINO ENCANTADO DE TODAS AS COISAS
EVENTOS COM PARTICIPAÇÕES DE LUIZ ALBERTO MACHADO
BRINCARTE KIT LIVROS-CDS e BRINCARTE KIT FESTA
FREVO PELA CIDADANIA NA ESCOLA
PALESTRA: CIDADANIA & MEIO AMBIENTE
CURSO: FAÇA SEU TCC SEM TRAUMAS
ARTIGOS & PESQUISA
e
Luiz Alberto Machado no DOMINGÃO DO FAUSTÃO.
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Domingo, Novembro 15, 2009

SEGURA A OND QUE LÁ VEM COISA!!!!



FECAMEPA À REPÚBLICA – No dia 15 de novembro de 1889, um episódio tragicômico ocorria na terra de Pindorama, quando a coices e pisadas derrubaram a combalida monarquia, botando o coitado do Imperado Pedro II com os calcanhares na bunda. Uns ingicados militares cerebralmente cozidos e batizados pelo Positivismo e pela Maçonaria golpearam o que sobrou, depuseram o imperador, para num governo provisório instaurarem a República. E foi? Veja como foi o Fecamepa à República!



ESPELHO MÁGICO – Espelho, espelho meu! Diga qual dos dois atende pior o cidadão consumidor: o Banco do Brasil ou a Caixa Econômica? E o espelho com a cara mais cínica do mundo, respondeu: Ih, empatou. meu!!! È triste, mas é verdade!



NA TERRA DE FABOS – Como diz Leopold Nosek: “[...] O Estado onde o individuo em sua escrivaninha é o senhor absoluto. O culto religioso em que o santo é um amigo tratado pelo diminutivo, em que se conversa com Deus até para pequenos favores e trocas, em que os negócios passam pela amizade e os favores são a regra. Não há corte entre família e Estado”.

Confira mais:
Você ainda vai pra Caixa Economica Federal, vai? e A qualidade do atendimento da Coagro

E mais:
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Sábado, Novembro 14, 2009

VOCÊ AINDA VAI PRA CAIXA ECONOMICA, VAI?




DA CAIXA PRO CAIXOTE DA FECAMEPA!!!!!


Luiz Alberto Machado


Gentamiga do meu Brasil varonil, olha só: se tem uma coisa abominável, repudiante, execrável e que me tira do sério nesse Brasil é a tal da fila.
Não que eu seja fura-fila ou me ache o sumo do privilégio, não, nada disso.
É que tudo no Brasil é tão mal planejado que para onde a gente se vira tem uma fila empacada pra desconjuntar nossa vida.
É ou não é?
Veja só: se a gente precisa de alguma coisa, vixe! Lá está uma fila quilométrica enganchada num mata-burro. É fila pra concurso, nos aeroportos, no posto de saúde, na polícia, no Detran, ige! É fila pra isso, praquilo, praqueloutro, uma droga!
Mas a campeã mesmo é a Caixa Economica Federal em dia de pagamento de aposentado. Um desrespeito! Ou seja: todo dia e o dia todo.
Eita que o fuzuê é na medida mesmo, pois todo brasileiro, salvo raríssimas e bote raridade de exceção nisso, é expert em futebol, doido de perder o juízo por automóvel e capaz de ensinar Barrichello como era que devia ter feito para deixar o alemão comendo poeira.
Quer mais? E tem: é apreciador de uma vida mole cheia dos pileques, porque adora uma farofada e se comove com qualquer leseira.
E se tiver rabo-de-saia no meio, vôte, perde até a noção do tempo.
Ah, isso não é nada!
Pois outra característica enraizada na índole do brasileiro é a de andar com um olho no padre e outro no capiroto, vez que é profeta religioso cheio das razões, sabia? Isso para não dar moleza para urucubaca, tá doido? Cruizecredos!
Pois é, brasileiro de verdade guarda um devotado, mas num cochila em fazer uma fezinha no malsinado - de preferência reza pros dois, mode não haver a menor dúvida na sua cabecinha cheia de caraminhola.
Ôxe, bate no peito e se orgulha de Deus ser brasileiro e quando não é ruim da cabeça, nem inchado dos ossos e muito menos doente do pé, isto é, quando não se mete a burguês metido a besta, traça o maior gingado, pinotando, arrastando o solado e saculejando o esqueleto ao som da maior variedade musical. E com o detalhe de escolher a coreografia mais inaproporiada, viu?
Como dança, hem?
Outra que é apreciável mesmo é o seu dom de possuir o maior bom gosto para escolher a poposuda mais gostosa, parecendo mais ser o maior juiz de desfile de modas.
Disso entende mesmo.
Pois pode enxergar um pouco mais que menos de um palmo além do nariz, mas deixa tudo para se resolver na última hora, entende tudo de economia e possui uma puta habilidade para sair de saia justa com seu jeitinho malandro mais descompromissado que se possa imaginar.
Ó. Sim, para quê, hem? Ohhhhhhh! Mel na chupeta, meu!
Todos nós sabemos que qualquer brasileiro é capaz de jogar nas onze, bater o escanteio e, ainda, correr para cabecear pro gol.
Na comemoração bate bombo e se arvora a conversar com os mortos quando é preciso engalobar meio mundo de besta, além de possuir a sapiência mais privilegiada em dar a marretada na cabeça do otário que zanza tonto por aí.
Eita! Vantagem em tudo, né mesmo?!
Arrepare, só. Isso ainda num é nada, pois que se passa aperto, renasce das cinzas com a maior cara de tacho risonha, mangando da desgraça alheia.
Queima o rabo, mas só vê o incêndio dos outros.
Consegue mais ser o mesmo no litoral, no agreste, no sertão, no cerrado, nas florestas, no pampa, no pantanal e na casa da rotônica duzentos e cinqûenta quilômetros de cabeça pra baixo adentro.
E o que é pior ainda: é judiado como a praga e num tá nem aí, sacou? Grita e esperneia, mas no frigir, maior bagaça, meu. Parece mais que sabe que, um dia, a casa cai e vai ser a maior zuretada ver o enterro voltando, pois adora um boi-de-fogo.
Além do jeitinho para sair do aperto ou se lascar nele pra se foder de vez, tem mais uma: adora uma fila! E fila que não anda mesmo!
Puta-que-pariu meus demônios todos!
Vai gostar de fila assim no raio que o parta! Isso não!
Quando é fila que anda, ainda vai, dá pra passar o tempo.
Mas fila empancada, vôte! Reitero, isso não! Fila? A fila não é desse povo extraordinário que gosta de levar chuva, sereno, o pino do meio dia, o mormaço da tarde, tudo lascando o quengo na maior paciência.
Não, de fila, ora, se tem uma coisa que merece a gente esculhambar, é a tal da fila.
Chegue aonde chegar, tem uma lá prontinha para você desfilar sem sair do lugar.
E a pior é em dia de pagamento de aposentados e pensionistas na Caixa Econômica Federal! Isto é, o dia todo, o tempo todo, o ano todo.
Tem exemplo, por acaso, de fila melhor?
Essa é a gota, digna de figurar no Guiness, né não?
Alguém desavisado, por acaso, assim, de veneta, já entrou numa agência duma Caixa dessa sem ter que enfrentar uma fila fuderosa daquela de enervar o cara mais atarantado que exista?
Não? Ou?
Se você respondeu não, dá licença, ou você é um ET. ou um privilegiado que nunca precisou dos serviços dela.
Vai lá, vai! Vai e dá uma checadinha só para ver o desmantelo: é fila que não anda, é auto-atendimento que não funciona, é sistema fora do ar, é uma coisa tão impensável que chega a se conjeturar que tudo é possível, menos solução para isso.
Eu mesmo penso cá comigo: ou os economiários são uns caras tudo roda presa daquela mais ronceira, ou lá devia ter mil e tantos só tendo dez por cento dos funcionários necessários.
Parece mesmo.
Porque o atendimento é de última categoria e, para nossa indignação, o que é pior é que quando chega a sua vez, tem sempre uma porra duma desconfigurada lá no toitiço do negócio, a ponto de só se resolver quando Deus der bom tempo.
Já viu, né? Já passaram por isso?
Ah! Quem não passou, ainda não viveu nadica de nada de aperreio cabuloso para cima do vitimado.
Vá lá, faça um teste!
Primeiro acorde cedo senão perde a senha do atendimento.
De preferência nem durma, fique lá de plantão tomando conta do que é seu que está lá dentro.
Aconselho levar algum brebote de sua simpatia para conseguir matar o tempo, será um lazer e tanto, um dia inesquecível.
Como sei que todo mundo só recorre de uma instituição bancária quando tá liso na maior apertura, tenha paciência, Deus estará do seu lado o tempo todo e vai facilitar as coisas para a sua banda.
E mais: nem se avexe, você será sempre atendido assim em qualquer instituição pública municipal, estadual ou federal, e até nos bancos particulares, nos Detrans, nas secretarias das escolas e faculdades, nos caixas e guichês que tem de montão por aí, nas bilheterias, nas entradas, enfim, nos... nos, em tudo porra, ora!
O Brasil é uma porra duma fila que nunca chega ao final, saiba disso, viu?
Mas quando você estiver coarando num fila, se você não for o primeiro, melhor, pelo menos vai ter com quem soltar umas piadinhas, uns perdigotos, umas blasfêmias, mangação, piada e outras maloqueiragens para tornar aquele delicioso passatempo mais aprazível.
Não cochile. Olhe, não cochile, pelo amor que você tem à sua santa mãezinha, não cochile, senão perde a vez.
Vá no velho ditado: cochilou, cachimbo cai e já era, viu?
E quando o dia amanhecer, não perca tempo e aproveite para fazer o seu testemunho desse espetáculo que é a permissão de você estar vivo exatamente naquele momento mágico.
Sorria, o dia só está começando e sol nasce para todos.
Mais um pouquinho e vai começar a torcida.
Quando a funcionária distribuir as fichas, não esquente se o seu número for mais de mil, mantenha a calma.
De preferência pense como foi que o homem chegou na lua, ou como se atravessa o oceano Atlântico a nado, ou coisa parecida.
Bem, depois de ficar com o número do fim da fila, seja criativa.
Se não tiver dinheiro para dar uma escapulida prum lanche um instantinho só de nada, ou para pegar a condução nem para encher a pança com a gororoba do almoço, disfarce, faça como quem está de bucho cheio: solte uns peidinhos daqueles para ver se alguém abre caminho. Quem sabe, com isso, alguém não desista e você seja promovido de posição, hem?
Apele pra sorte, também, ué!?
Também não se abufele quando o gerente chegar todo ruim dos ossos querendo endireitar a porra do que já está desindireitado, ou enretar o que está desinretado – ô mania que tem certas trepeças de querer arrumar o que nunca terá jeito, hem? Isso é pura mania dele, considere: gente tem cada pantim!
Mas espere, tenha sempre paciência, conte até dez, cem ou até mil sempre.
Conte nos dedos, das mãos e dos pés, brincadeira saudável essa.
Se não tiver mais como aguentar, torre a paciência dos outros também, assim ficarão todos empatados e de saco cheio na maior esportiva.
Mais uma coisinha: se a fila não andar, ah, faça o mesmo que você fez esses anos todos desde que sufragou voto na eleição direta para presidente e demais calhordas do governo e Congresso Nacional! Eles são os responsáveis por isso. E você também, não se engane.
Mais para diante quando conseguir atravessar o umbral da agência, festeje, é hora de comemoração mesmo com uns palavrõeszinhos de calão cabeludo, mas baixinho, nada que chame atenção, pois agora você será contemplado com um excelente atendimento, hum...
Um alerta: não xingue nem detrate nenhum funcionário, pelo amor de Deus. Eles mandam e quando empacam são pior que jumento e travam as quatro rodas e o hidrovaco na beira dum rio.
Pois é, você está num verdadeiro mata-burro, sorte sua!
Outro alerta: cuidado, se sentir uma canseira nas pernas, nem leve a sério, nem rebole para descansar de banda, os cambitos foram feitos para a gente ficar ali feito poste, esperando ser agraciado pela gentileza do atendimento da maior qualidade que os funcionários públicos e privados se acham no direito de dispensar pra gente.
Mas se na hora agá, você chegando no birô do atendimento e lá, com a cara mais azeda do mundo, mandarem voltar dali uns dias, eita, nem se abufele, agradeça pelo milagre de ter sido atendido em tempo recorde.
Principalmente se a sua necessidade for premente, dê um jeito: tapie a morte, plante bananeira, dê uns saltos soltos, tente sapecar umas baboseiras, invente umas arruelas tronchas, faça uma doidice diferente e arrume uma forma de se agüentar até tudo ser resolvido.
De preferência esculhambe os políticos todos, de Lula até o seu vereador eleito, também a mãe do padre, das autoridades e fura-filas, os parentes e aderentes dos que mamam nas têtas da mãe-pátria e você abomina como quem prefere ver o diabo e nunca esses nem pelas costas.
Se depois de tudo isso você conseguir escapar ileso dessa pantomina toda, salve! Você é mais um privilegiado que passou pelos organismos oficiais zerando todos os pecados, sem hematoma, sem ferida em parte alguma, sem juízo mole, nem traumatizado, mas baqueado do fígado, da coluna, das pernas e até da alma.
Leve tudo na conta do lucro porque pense no melhor: você ficou santo duma hora para outra com uma cópia da chave do céu.
Parabéns!
Acredita? E viva o Brasil! Bié, bié, glup, glup


PS: publicado originalmente em 24 de dezembro de 2002 nos mais diversos espaços disponibilizados na rede e em vários alternativos e publicações impressas do país.


Veja mais
A qualidade do atendimento da Coagro e NITOLINO NO REINO ENCANTADO DE TODAS AS COISAS

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Sexta-feira, Novembro 06, 2009

TATARITARITATÁ NA BIENAL DO LIVRO DE ALAGOAS



TATARITARITATÁ – Nesta sexta, dia 06, a partir das 19 hs, acontecerá no estande da Biblioteca Pública do Estado/Secult, na IV Biernal Interncional do Livro de Alagoas, o cantarau Tataritaritatá, que será re-apresentado no domingo, dia 8, a partir das 19hs no mesmo estande.



JORGE CALHEIROS – O cordelista alagoano Jorge Calheiros nasceu na cidade de Pilar, Estado de Alagoas, já escreveu um grande número de poemas e histórias, conhecido popularmente por muitos autores, sendo ele autor de 38 folhetos originais, entre eles o Matuto na Bienal.



III - ENCONTRO SERTANEJO DE CULTURA POPULAR - A Associação Cultural Pisada do Sertão, organização da sociedade civil do município de Poço de José de Moura, na Paraíba, irá realizar nos dias 27 e 28 de novembro, o 3º Encontro Sertanejo de Cultura Popular. O evento pretende reforçar o processo de fortalecimento das raízes e tradições envolvendo manifestações culturais de três estados: Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte. O objetivo deste encontro é ratificar a arte popular como mecanismo de inserção sociocultural, fortalecendo a auto-estima dos artistas e da população local, em um grande intercambio entre as comunidades e a divulgação das artes produzidas na região. O evento contará com uma programação que envolve: apresentações de dança, teatro, música, repentistas e violeiros, além da exibição de vídeos, oficinas, exposição de artefatos da cultura popular e, por fim, a Conferência Livre de Cultura. O Encontro conta com o apoio do Banco do Nordeste (BNB) e do Sebrae. Mais informações: neiry.ana@hotmail.com e pisadadosertaocultural@bol.com.br, ou ainda, pelos telefones: 83. 35641095 / 91140201.



RAILTON TEIXEIRA – o jovem cordelista e mochileiro Railton Teixeira é estudante de jornalismo e autor do cordel Doutor Rufino Beija-Flor e a revolta das mulheres de lá de fora. Ele tem se apresentado diariamente no estande da Biblioteca Pública do Estado/Secult na IV Bienal Internacional do Livro de Alagoas.



Veja mais
NITOLINO E O REINO ENCANTADO DE TODAS AS COISAS e toda programação do Nitolino e do Tataritaritatá no estande da Biblioteca Publica Estadual durante a IV Bienal Internacional do Livro de Alagoas

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