Sexta-feira, Agosto 28, 2009

TATARITARITATÁ NA DIFUSORA DE ALAGOAS



TATARITARITATÁ – Neste sábado, dia 29, a partir das 9hs, o Tataritaritatá trará na edição do Alagoas Frente & Verso da Radio Difusora de Alagoas, os seguintes destaques:

o cantor e compositor Ibys Maceioh,

o som do Duofel,

a escritora Simone Cavalcante,

a dama do samba Carmen Queiroz,

o aniversário de Edu Lobo,

O Centro de Dança Ary Buarque,

Ivalda Silvestre,

Tchello d´Barros e muito mais. Confira!

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TATARITARITATÁ NA RADIO DIFUSORA, TODOS OS SÁBADOS, A PARTIR DAS 9:00HS e mais Luiz Alberto Machado no DOMINGÃO DO FAUSTÃO.

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Sexta-feira, Agosto 21, 2009

TATARITARITATÁ NA RADIO DIFUSORA



TATARITARITATÁ – A edição deste sábado, dia 22, do Tataritaritatá no programa Alagoas Frente & Verso, a partir das 9:00hs, na radio Difusora de Alagoas, trará como destaque:

Mácleim, Naná Vasconcelos, Clara Redig, a cantora Sonia Mello, Coretfal, a cantoria de Sebastião Dias & Zé Cardoso, a escritora Socorro Cunha, a DJ Zen, Mestre Pagode, Marcia Vilela, Uma noite no tabariz, a professora Aurea Correia do Colégio Imaculada Conceição de Maceiío e as comemorações do dia Folclore!!!

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Quarta-feira, Agosto 19, 2009

ISTO É BRASILSILSILSILSILSIL!!!! E TATARITARITATÁ!!!!



IMPROBIDADE: SE A MODA PEGA, COMO SERIA BOM PRO BRASIL TODO – Um levantamento efetuado apurou que em 17 anos de improbidade, 1.311 agentes públicos foram condenados e nesse número estão prefeitos, governadores e parlamentares de todo Brasil. Resultado este de 773 ações civis propostas pelo Ministério Público, rendendo a devolução de 195 milhões para o erário, total esse de multas, devoluções e condenações pecuniárias. As condenações foram motivadas por infração do art. 11 da Lei de Improbidade Administrativa de 1992, ou seja, violação dos deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade às instituições. O número é pequeno para o universo do Brasil, mas pelo menos a coisa tá vingando, né? Pelo menos se a moda pegasse, era tão bom pro Brasil.

PAPO DO DORO – Vixe! O Doro sai com cada uma! Agora foi mais essa que ele aprendeu com não sei quem. Ele destabocou que a mulher de casa é feito galinha de granja: cheirosa, perfumada, limpinha, mas insossa e só dá pra encarar na base do Viagra. Mulher da rua é feito galinha de capoeira: come merda, rasga dinheiro, só traz desgraça, fede que só, mas a carne é de primeira, chega dá gosto de comer! Hehehehehehehe.



COISAS DE ALAGOAS – A Justiça alagoana concedeu reajuste salarial de 102% aos servidores da Assembléia Legislativa, passando a folha de pagamento de pessoal que era de R$ 3 milhões para 8,92 milhões, conforme noticiado pela imprensa local. Por outro lado, foi declarado pelo presidente da Assembleia Legislativa que a casa possui 901 servidores ativos + 350 inativos, quando, na verdade, segundo noticia veiculada, ele mesmo alega que só precisaria de 200 funcionários, tendo, portanto, o restante que ficar em casa e recebendo seus salários. Coisas de Alagoas.

PAPO DO DORO 2: CASAMENTO – Casamento é o caminho da peste, só basta 1 besta e 1 sabida, pronto. Se juntou, tai o começo da desgraça. E se botar papel com assinatura no meio, fudeu tudo na vida do coitado.

ELUCUBRAÇÕES DO DR. ZÉ GULU – Contradições do Brasil: a elite mameluca e bandeirante vive revoltada porque nasceu aqui quando só queria ter nascido na Suiça e morar em Miami. A classe média misturada vive revoltada porque queria ter nascido aristocrata e só vive abaixo da cagada, indômita de medo de empobrecer ou ser roubada pela patuléia. Já as classes de C a Z vivem revoltada porque não têm nada, vive de sonhos e da TV, se matando e se fodendo, se avolumando e morrendo na torcida do circo pegar fogo para que um dia a casa caia e, aí, quem sabe, Jesus, no fim, salve todos dessa melecada toda. Eita, povinho besta esse, hem?

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Segunda-feira, Agosto 17, 2009

COAGRO: COISAS DE MACEIÓ



COISAS DE MACEIÓ – COAGRO

Estava eu doidinho da silva precisando de um produto inseticida para aplacar o pandemônio dumas baratinhas sacais que reinavam nos meus livros.

Um vizinho solidário com minha agonia, indicou-se uma série de empresas que poderiam me atender. Liguei uma a uma, até me indicar a Coagro.

Quando me falou da empresa, empunhamos a lista telefônica e descobrimos o número da loja da Avenida Durval de Gois Monteiro, uns 20 ou 30 quilômetros de onde eu estava. Aí liguei.

- Alô? -, disse eu.

- Dois minutos -, disse o sujeito que atendeu.

Nisso passou uns 5 minutos. Desliguei e tornei a ligar. Atenderam.

- Alô? -, disse eu, de novo.

- Dois minutos -, disse-me de novo quem atendeu.

Aí apelei!

- Porra, cara, tô ligando e vocês não atendem? -, disse isso e fui logo jogando reclamação braba.

Daí uns minutos o cara com voz embrulhada disse que a moça que atendia o telefone não estava e que eu aguardasse mais.

Aí minha paciência foi a zero.

O pior: o colocou o telefone no gancho.

Liguei de novo. Chamou, chamou e nada. Insisti. Quando já desistiu, uma moça atendeu.

- Minha filha, por favor, tem Maxforce IC? -, solicitei meio cordial.

- Tem -, respondeu-me de pronto.

- Quanto é?

- R$ 31,77.

- Vocês entregam em domicilio?

- Não.

- Onde vocês ficam?

- Na Avenida Durval de Gois Monteiro....

- Tá, vou pegar um táxi e chego já aí.

Fui, liguei para empresa de táxi, 15 minutos depois chegou. Me aboletei no banco de trás e mandei o endereço. Fomos. Logo pegamos um engarrafamento da porra na Avenida Fernandes Lima. Coisa duns 40 minutos empancado. Mas 1 hora de depois estava eu entrando na Coagro. Dirijo-me até o balcão e solicito do vendedor.

- Estou precisando de Maxforce IC.

- É pra já -, respondeu-me o vendedor.

Dirigimo-nos até a gôndola quando um certo cidadão instou do vendedor e começaram a conversar. Tive paciência. Mas quando falaram da cachaça de mais tarde, aí cheguei junto e puxei o vendedor que se lembrou que eu existia. Foi, então, que ele começou a passar o dedo sobre os produtos.

- Tem o Maxforce comum.

- Eu quero o IC.

- Esse não tem.

- Como?

- Não tem, ora.

- Mas eu liguei praqui há 1 hora atrás, falei com uma moça e ela me disse que tinha e que custava R$ 31,77.

O vendedor então olhou direitinho e encontrou a tabuleta dizendo: Maxiforce IC, R$ 31,77. Aí ele olhou para mim com uma cara zombeteira e disse:

- Tá aqui na plaqueta: Maxforce IC, R$ 31,77, mas não tem o produto, tá em falta.

- Mas rapaz, eu liguei, perguntei se tinha, me disseram que tinha e quanto custava, ainda me disseram que tinham para pronta entrega, peguei um táxi, vou gastar R$ 40 nessa travessia toda que vim da Mangabeiras e você me diz com a cara mais cínica que não tem?

- Não tem, ora. Quer que eu fabrique? -, disse-me desafiador.

Aí, perdi a esportiva e ?!¨$#$&*&*%&$?!!!!!$%#@!@*%$##@!@!#$#@!!##@@!%&*+%$#!@!, tudo isso comigo mesmo enquanto encarava a lata do sujeitinho sarcástico.

Aí contei até 10 e considerei: em Maceió onde a qualidade? Respondem: O que é isso? Ah, lembrei, ainda nem chegou. Pra gente já foi pro beleléu.

Ó, Maceió, é três mulé prum homi só....” larilarilará.

Vamos aprumar a conversa & tataritaritatá!!!!

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Sexta-feira, Agosto 14, 2009

TARITARITATÁ NO ALAGOAS FRENTE & VERSO DA RADIO DIFUSORA



TATARITARITATÁ – Na edição deste sábado, 15 de agosto, do Tataritaritatá, no programa Alagoas Frente & Verso da Radio Difusora de Alagoas, a partir das 9hs, os seguintes destaques:
Ariano Suassuana & o Quinteto Armorial
Ozi dos Palmares & Alvoradinha
FECAMEPA – A praga do voto vendido
Uma homenagem à lagoa Manguaba – Pilar – Alagoas,
Rubão com “Di riba do grande hoté”, de Daniel Cavalcanti,
Sonekka cantando “Itinerância”,
Leureny Barbosa na campanha Todo dia é dia da mulher!
A rosa & o vagabundo da banda alagoana Palhaço Paranoide!
Léguas de Felipe Cerquize!
Ivalda Silvestre & Meire Celia Lima da Silva da Escola Sesc Jaraguá!
E muito mais!!!

Confira neste sábado, dia 15/08, a partir da 9hs na Radio Difusora de Alagoas. Para conferir online clique aqui.

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Segunda-feira, Agosto 10, 2009

SACADAS & TUITADAS



SACADAS & TUITADAS:

FECAMEPA: O Brasil surgiu como terra prometida e se tornou a tragédia e na calamidade camufladas para o povo brasileiro!!!!

Paradoxo do Fecamepa: as redes de TVs que deviam ser abertas por serem públicas estão na TV paga, pode?

FECAMEPA: No Brasil, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário vivem só de ré-pra-trás atrapalhando a vida da gente e privilegiando só os compadres, tubibas, gatunildos e ladronaldos!

Advogado é aquele que aprende a ganhar de todos os lados no litígio para derrota de ambas as partes.

Briga no Congresso Nacional é como jogo marmelada: só perde quem tá na platéia!!

Voto no Brasil é como alvo no penico: o tiro só sai pela culatra!

Paradoxo do Fecamepa II: a Música Popular Brasileira é a música que o povo desconhece!

No Brasil, de popular mesmo só lubrificação de gaia na dor de corno de todo brasileito.

No Brasil, os poucos que têm tudo não dormem de tão vigilantes, porque temem que a maioria esmagadora que não tem nada roube tudo deles.

Paradoxo do Fecamepa II: quanto mais merda o cara faz, mais o povo dá corda pra cagada dele.

EITA, PORRA!!!! Essa agora recebi por mail: Um certo cidadão passa pela porta do plenário do Congresso Nacional e só ouve a barulheira da gritaria lá dentro: “Filho da Puta!! Ladrão!!!! Salafrário, Corrupto, Falsário, Oportunista, Chantagista, Assassino, Traficante, Mentiroso, Vagabundo, Sem-Vergonha, Trambiqueiro, Preguiçoso de Merda, Vendido, Alagoano, Assaltante...”. Vixe, eita porra! Assustado, ele pergunta ao segurança que está vigilante na porta: “- O que está acontecendo ai dentro? Estão brigando?” Vai o guarda da vigilância e responde: - “Não, meu senhor, estão fazendo a chamada.". Ah, ta!
PS: uma perguntinha que não quer calar: isso que os parlamentares do Congresso Nacional fazem é ou não falta de decoro? Vamos aprumar a conversa & tataritaritatá!!!

Veja mais tuitadas aqui.


Quinta-feira, Agosto 06, 2009

FECAMEPA



O FECAMEPA – Festival de Cagadas Melando o País é, nada mais, nada menos, que uma imitação barata do Festival de Besteiras Assolando o País – FEBEAPÁ, do memorável cronista Sérgio Stanislaw Ponte Porto Preta.

É um festival desleixado, indolente, amostrado, aborrecente, indignado, incoerente, obstinado, quase delinqüente e apaideguado que começou exatamente quando os trastes dos portugueses chegaram em 1500 à terrinha de Pindorama, inaugurando a maior zona de todas as histórias do planeta.

Não é vingativo, mas vigilante. Não é revanchista, mas revisitante. Não é sectário, maniqueísta nem vanguardista. É apenas bisbilhoteiro, curioso e brasileiro. Isso sim.

Tudo foi aceso quando um belo dia de não sei quando de inicio da segunda metade da década de 70, depois das provocações das obras de Ascenso Ferreira e Hermilo Borba Filho, inventaram de assanhar a lorota da trombeta perdida. Acontece, como tudo de acidente no Brasil, que a lorota era pura verdade: mais um dos coprólitos e flatulentes desajeitamentos das burradas das elites mandatárias deste Brasilzão véio, arrevirado e de porteira escancarada. Pronto, bastou deixar o rabo enviezado na fresta da portinhola dos idos e acontecidos, que o nariz insolente da peitica resolveu mergulhar por páginas de milhares de livros e publicações impressas e internéticas para, no amiudado frigir dos ovos, ver onde é que é está a mínima silhueta sofismática da, pelo menos, verossimilhança – já que verdade que é bom mesmo por aqui, quem vê morre.

Já que as armações, maracutaias, tapiações, enrolamentos, fuleragens e pisoteios aconteceram a partir da hora que os tais invasores perós botaram suas patas aqui no início do século XVI, iniciadas com engalobações e tripudiagens desumanas pras bandas da nossa indiada ingênua, vulnerável e carnavalesca, que o reino do pandemônio foi instalado e inté hoje perdura como enocegado buruçu que não tem quem dê jeito.

Já que só serve mesmo pra sorrir – porque seria trágico demais se não fosse tão cômica a tragédia -, então o FECAMEPA pretende da forma mais despudorada e indisfarçavelmente clara possível, jogar na cara dos meus irmãos brazucas, como é que é, na verdade, a mangação da nossa mais detestável tragédia.

Então, tudo começa com a confusão do nome que todos os intelectuais enrolam e escondem a sua verdadeira razão.

Depois a gente conta como foi na verdade o trâmite da cagada portuguesa até chegar em Pindorama e começar a zona toda.

Aí, vem o início da tragédia dos caetés e dos negros escravizados, as pelejadas e ineivadas trampolinagens de engalobamento de todo mundo, as inconfidências verdadeiras, os atos heróicos de bodes espiatórios, as expulsões, acoloiamentos e perfidias, das cordas de guaiamuns, dos pipocos e estatelamentos inexoráveis, das pisadas e coiceamentos, dos compadrios e discriminações, das plutocracias e abissais miserabilidades, das doidices e trupés desarrumados, das sandices e despropósitos, dos saculejos e freios-de-arrumação e tataritaritatá!!! Tudo que atravessa esses quinhentos e tantos anos de desvarios, derivas e perdições. Afinal, o Brasil deve ou não ser levado a sério, hem? É isso aí, vamos nessa? Vamos aprumar a conversa e tataritaritatá.

FONTES BIBLIOGRÁFICAS:
ABREU, João Capistrano. Capítulos de história colonial: 1500 – 1900. Brasília: EUnB, 1982.
ALBUQUERQUE, Manoel Mauricio. Pequena História da Formação Social Brasileira. Rio de Janeiro: Graal, 1986.
ALDE, Lorenzo Nação Pernambuco: sempre em luta contra o poder constituído, os herdeiros dos Guararapes se sentem diferentes do resto do país. Revista de História da Biblioteca Nacional. Ano 3, nº 31, 22-27, abril de 2008.
ALENCASTRO, Luiz Felipe (Org.) História da vida privada no Brasil: Império: a corte e a modernidade nacional. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
ALMEIDA, Leda Maria. Manoel Mauricio: guru de uma geração de vanguarda. Gazeta de Alagoas, Coleção Memória Cultural de Alagoas. Maceió, 12 de maio de 2000.
______. O negro, a escravidão e o sonho de Palmares. Alagoas 500 Anos. O Jornal, fascículo de domingo, 13/02/2000.
______. Palmares: consciência negra do Brasil. Especial: Zumbi dos Palmares. Gazeta de Alagoas. Maceió, quinta feira, 20 de novembro de 2003.
ALMEIDA, Luiz Sávio. Chrônicas alagoanas: notas sobre poder, operários e comunistas em Alagoas. Maceió: Edufal, 2006.
ALMEIDA, Néri. Em busca do paraíso. Brasil. Especial História: colônia, império, república. Edição 2, p. 32/37, abril/2007.
ALTAVILA, Jayme de. História da Civilização das Alagoas. Maceió, Biblioteca Pública Estadual, 1967.
______. Notas sobre os holandeses no Brasil. Maceió: Dep. Est. Cultura, 1965.
______. Bibliografia de autores alagoanos. Maceió: Catavento/Fundação Municipal de Ação Cultural, 2001.
AMADO, Janaina; FIGUEIREDO, Luiz Carlos. Por terras nunca dantes mapeadas. Brasil. Especial História: colônia, império, república. Edição 2, p. 22/31, abril/2007.
ANDRADE, Manuel Correia. A guerra dos cabanos. Rio de Janeiro: Temas Brasileiros, 1965.
_______. O açúcar e a formação da sociedade nordestina. In: História social da agroindústria canavieira. Recife: Museu do Açúcar, 1974.
AZEVEDO, Fernando de. Canaviais e Engenhos na vida política do Brasil. São Paulo: Melhoramentos, 1958.
AZEVEDO, José Ferreira. Formação socioeconômica de Alagoas: o período holandês (1630-1654) – uma mudança de rumo. São Paulo: USP, 2002.
BARBALHO, Nelson. Cronologia Pernambucana- Subsídios para a História do Agreste e do Sertão. Recife: FIAM, 1982.
BARLÉU, Gaspar. História dos fatos recentemente praticados durante oito anos no Brasil. Belo Horizonte/São Paulo, Itatiaia/EDUSP, 1974.
BONALUME NETO, Ricardo. Povoamento das Américas: achado reforça migração por via costeira. Gazeta de Alagoas. Ciências, A32, domingo, 11 de maio de 2008.
BORGES, Alexandre; ROSA, Hugo. Histórias secretas de reis portugueses. Lisboa: Noticias, 2004.
BRANDÃO, Alfredo. Os negros na história de Alagoas. Revista Estudos Afro-brasileiros. Rio de Janeiro, 1935.
BRASIL NUNCA MAIS. Um relato para a história. Petrópolis: Vozes, 1985.
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______. Brasil: terra à vista! Porto Alegre: LP&M, 2003.
______. Capitães do Brasil: a saga dos primeiros colonizadores. Rio de Janeiro: Objetiva, 2006.
CAMPOS, Alfredo. Manual do vereador. Brasília: Senado Federal, 1989.
CAPISTRANO FILHO, David; SANTOS, Ubiratan; ALTMAN, Breno. Há o que fazer: a esquerda na Nova República. São Paulo: Hucitec, 1986.
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CARVALHO, José Murilo. D. Pedro II. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
CASTRO, Celso; D´ARAUJO, Maria Celina (Org). Dossiê Geisel. Rio de Janeiro: FGV, 2002.
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CONY, Carlos Heitor; LEE, Anna. O beijo da morte. Rio de Janeiro: Objetiva, 2003.
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FONSECA, Pedro Paulino. Fundação das Alagoas. Revista do Arquivo Público de Alagoas, n. 1, p. I-286, 1962.
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_____. A ditadura envergonhada. São Paulo: Companhia das Letras, 2002b.
_____. A ditadura derrotada. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
GIANETTI, Eduardo. Bancos estatais são ameaça ao Plano Real: o novo governo tem apenas uma solução, que é a de privatizar o que for possível e liquidar o que não for. Jornal Folha de São Paulo. Finanças/Economia Ilustrada. 2-4. Domingo, 9 de outubro de 1994.
GOMES, Gustavo; MAC DOWEL, Maria Cristina. Descentralização política, federalismo fiscal e criação de municípios: o que é mau para o econômico nem sempre é bom para o social. Brasília: Ministério do Planejamento/IPEA, 2000.
GOMES, Laurentino. 1808: como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a história de Portugal e do Brasil. São Paulo: Planeta do Brasil, 2007.
GONÇALVES, Marcos Flávio R. Manual do Prefeito. Rio de Janeiro: IBAM, 2000.
GONÇALVES, Reinaldo; POMAR, Valter. A armadilha da dívida. São Paulo: Perseu Abramo, 2002.
GUENNES, Duda. Todas as faces do navegador. Jornal do Commercio. Internacional, p. 23. Edição de 21.05.2006.
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_______. História geral da civilização brasileira. São Paulo: Difel, 1968.
HORTA, Raul Machado. Estudos de Direito Constitucional. Belo Horizonte: Del Rey, 1995.
HUBERMAN, Leo. Historia da riqueza do homem. Rio de Janeiro: LTC, 1986.
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